Questões de Concurso Sobre colocação pronominal em português

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Q1921332 Português

Texto 1


A ARTE DE VIVER BEM


Içami Tiba


Não exija dos outros o que eles não podem lhe dar, mas cobre de cada um a sua responsabilidade. Não deixe de usufruir o prazer, mas que não faça mal a ninguém. Não pegue mais do que você precisa, mas lute pelos seus direitos.

Não olhe as pessoas só com os seus olhos, mas se olhe também com os olhos delas. Não fique ensinando sempre, você pode aprender muito mais. Não desanime perante o fracasso, supere-se transformando-o em aprendizado.

Não se aproveite de quem se esforça tanto; ele pode estar fazendo o que você deixou de fazer. Não estrague um programa diferente com seu mau humor, descubra a alegria da novidade. Não deixe a vida se esvair pela torneira, pode faltar aos outros…

O amor pode absorver muitos sofrimentos, menos a falta de respeito a si mesmo! Se você quer o melhor das pessoas, dê o máximo de si, já que a vida lhe deu tanto. Enfim, agradeça sempre, pois a gratidão abre as portas do coração.


https://www.belasmensagens.com.br/reflexao/arte-de-viver-bem.html.

Acesso em 30/04/2022

Sobre Colocação Pronominal, observe os trechos abaixo:


I. “...mas se olhe também com os olhos delas.”

II. “Não desanime perante o fracasso, supere-se transformando-o em aprendizado.”

III. “Não se aproveite de quem se esforça tanto...”


Em relação a esses trechos, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q1920308 Português


O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Há coisas bonitas na vida... 


Há coisas bonitas na vida.

Bonitas são as coisas vindas do interior, as palavras simples, sinceras e significativas.

Bonito é o sorriso que vem de dentro, o brilho dos olhos...

Bonito é o dia de sol depois da noite chuvosa ou as noites enluaradas de verão em que todos saem de casa.

Bonito é procurar estrelas no céu e dar de presente ao amigo, amiga, namorado...

Bonito é achar a poesia do vento, das flores e das crianças.

Bonito é chorar quando se sentir vontade e deixar que as lágrimas rolem sem vergonha ou medo de crítica.

Bonito é gostar da vida e viver do sonho, mesmo sendo impossível.

Bonito é ser realista sem ser cruel, é acreditar na beleza de todas as coisas.

Bonito é a gente continuar sendo gente em quaisquer situações, porque isso é o que importa.

Em toda e qualquer situação, bonito é você ser você.


Letícia Thompson. http://www.leticiathompson.net/Bonito.html (Adaptado)

Quanto à colocação pronominal em: "Bonito é chorar quando se sentir vontade " pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1918490 Português
A colocação pronominal se refere à posição dos pronomes oblíquos átonos em relação ao verbo. Existem três posições, que são chamadas de: próclise, ênclise e mesóclise, entenda como cada uma delas se dá.
Próclise: ocorre quando o pronome aparece antes do verbo.
Ênclise: ocorre quando o pronome vem depois do verbo.
Mesóclise: ocorre quando o pronome surge entre o verbo.
No que se refere à próclise, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I.Deve ser usada quando houver palavras ou locuções que expressem ideias negativas.
II.Deve ser usada quando houver enunciados que demonstrarem exclamação e em caso de pergunta direta.
III.Deve ser usada quando O verbo está no imperativo afirmativo ou no gerúndio.


Após análise, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1918284 Português

Texto para o item.



Considerando a correção gramatical e a coerência com as ideias do texto, julgue o item, que consiste em propostas de substituição para vocábulos e trechos destacados do texto.


“inclui-se” (linha 18) por se incluem

Alternativas
Q1917720 Português

Texto para o item.



Bruno Carbinatto. Beleza masculina: um mercado em alta.

In: Você S/A 287, ano 24, n.° 4, Editora Abril, abr./2022(com

adaptações).

Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item. 


Na linha 19, a correção gramatical do texto seria prejudicada se o vocábulo “se” fosse colocado depois de “comparado”, da seguinte forma: comparado-se

Alternativas
Q1914937 Português
Qual inadequação gramatical foi cometida em: “Os ataques visam fábricas e suprimentos.” 
Alternativas
Q1914291 Português

Texto para o item.




Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Considerando a ortografia oficial, a correção gramatical e a coerência das ideias do texto, julgue o item, que consiste em propostas de substituição para vocábulos e trechos destacados do texto.


“se agrave” (linha 54) por agrave-se

Alternativas
Q1914181 Português
Com base no texto 3 e na norma padrão escrita, considere as seguintes afirmativas e assinale a alternativa correta.
I. Em “Um dos fatores que possibilitaram a transformação e o surgimento das línguas foi a navegação.”, o verbo em destaque pode ficar no singular, uma vez que a concordância plural nessa sentença é facultativa.
II. Em “[...] a língua portuguesa, que se transformou em meio às línguas indígenas, às africanas e às dos muitos imigrantes [...]”, o registro do acento indicativo de crase em destaque está incorreto, uma vez que se encontra diante de termo masculino.
III. Em “[...] que se transformou [...]”, o emprego da próclise é obrigatório, devido à ocorrência do pronome “que”.
IV. Os três registros de crase (linha 08) marcam a fusão da locução prepositiva “em meio a” com o artigo feminino plural “as” determinado pelo substantivo feminino plural “línguas”.
Alternativas
Q1913978 Português
Em relação à colocação pronominal, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1913749 Português
Assinale a alternativa na qual ocorre coesão referencial por elipse.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: SSP-AM Prova: FGV - 2022 - SSP-AM - Assistente Operacional |
Q1913698 Português
A frase abaixo que mostra um erro quanto à colocação de um pronome pessoal é: 
Alternativas
Q1911233 Português

        Malandro, preguiçoso, astuto e dado a ser fanfarrão: eis a figura do Arlequim. Sedutor, ele tenta roubar a namorada do Pierrot, a Colombina.

        Ele seduz porque é esperto (mais do que inteligente), ressentido (como quase todos nós), cheio de alegria (como desejamos) e repleto de uma vivacidade que aprendemos a admirar na ficção, ainda que um pouco cansativa na vida real. Como em todas as festas, admiramos o palhaço e, nem por isso, desejamos tê-lo sempre em casa.

        Toda escola tem arlequim entre alunos e professores. Todo escritório tem o grande “clown”. Há, ao menos, um tio arlequinal por família. Pense: virá a sua cabeça aquele homem ou mulher sempre divertido, apto a explorar as contradições do sistema a seu favor e, por fim, repleto de piadas maliciosas e ligeiramente canalhas. São sempre ricos em gestos de mímica, grandes contadores de causos e, a rigor, personagens permanentes. Importante: o divertido encenador de pantomimas necessita do palco compartilhado com algum Pierrot. Sem a figura triste do último, inexiste a alegria do primeiro. Em toda cena doméstica, ocorrem diálogos de personagens polarizadas, isso faz parte da dinâmica da peça mais clássica que você vive toda semana: “almoço em família”.

        O Arlequim é engraçado porque tem a liberdade que o mal confere a quem não sofre com as algemas do decoro. Aqui vem uma maldade extra: ele nos perdoa dos nossos males por ser, publicamente, pior do que todos nós. Na prática, ele nos autoriza a pensar mal, ironizar, fofocar e a vestir todas as carapuças passivo-agressivas porque o faz sem culpa. O Arlequim é um lugar quentinho para aninhar os ódios e dores que eu carrego, envergonhado. Funciona como uma transferência de culpa que absolve meus pecadilhos por ser um réu confesso da arte de humilhar.

        Você aprendeu na infância que é feio rir dos outros quando caem e que devemos evitar falar dos defeitos alheios. A boa educação dialogou de forma complexa com nossa sedução pela dor alheia. O que explicaria o trânsito lento para contemplar um acidente, o consumo de notícias de escândalos de famosos e os risos com “videocassetadas”? Nossos pequenos monstrinhos interiores, reprimidos duramente pelos bons costumes da aparência social, podem receber ligeira alforria em casos de desgraça alheia e da presença de um “arlequim”. Os seres do mal saem, riem, alegram-se com a dor alheia, acompanham a piada e a humilhação que não seria permitida a eles pelo hospedeiro e, tranquilos, voltam a dormir na alma de cada um até a próxima chamada externa.

        Olhar a perversidade do Arlequim é um desafio. A mirada frontal e direta tem um pouco do poder paralisante de uma Medusa. Ali está quem eu abomino e, ali, estou eu, meu inimigo e meu clone, o que eu temo e aquilo que atrai meu desejo. Ser alguém “do bem” é conseguir lidar com nossos próprios demônios como única chance de mantê-los sob controle. Quando não consigo, há uma chance de eu apoiar todo Arlequim externo para diminuir o peso dos meus.

        O autoconhecimento esvazia o humor agressivo dos outros. Esta é minha esperança.

(Leandro Karnal, A sedução do Arlequim. O Estado de S.Paulo, 26.12.2021. Adaptado)

Assinale a alternativa que expressa, nos colchetes, construção de acordo com a norma-padrão de colocação pronominal, a partir de enunciados adaptados do texto.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: IESES Órgão: CREA-SC Prova: IESES - 2022 - CREA-SC - Designer Gráfico |
Q1911065 Português

A questão se refere ao fragmento do conto “O Espelho”, de Machado de Assis, apresentado a seguir.


Tinha uma sensação inexplicável. Era como um defunto andando, um sonâmbulo, um boneco mecânico. Dormindo, era outra coisa. O sono dava-me alívio, não pela razão comum de ser irmão da morte, mas por outra. Acho que posso explicar assim esse fenômeno: — o sono, eliminando a necessidade de uma alma exterior, deixava atuar a alma interior. Nos sonhos, fardava-me, orgulhosamente, no meio da família e dos amigos, que me elogiavam o garbo, que me chamavam alferes; vinha um amigo de nossa casa, e prometia-me o posto de tenente, outro o de capitão ou major; e tudo isso fazia-me viver. Mas quando acordava, dia claro, esvaía-se com o sono a consciência do meu ser novo e único, — porque a alma interior perdia a ação exclusiva, e ficava dependente da outra, que teimava em não tornar...Não tornava. Eu saía fora, a um lado e outro, a ver se descobria algum sinal de regresso.

Acerca da colocação pronominal, leia as assertivas:


I. Em O sono dava-me alívio, tem-se um caso de mesóclise, pois o verbo está no futuro do presente.

II. Em que me elogiavam o garbo, tem-se um caso de próclise, pois há um pronome relativo que atrai o pronome.

III. Em esvaía-se com o sono, tem-se um caso de ênclise, sendo esta a posição normal do pronome, uma vez que, para que ocorra a próclise ou a mesóclise, é necessário haver justificativas.


Pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q1910809 Português

Dia de Faxina


Estava precisando fazer uma faxina em mim... Jogar alguns pensamentos indesejados para fora, lavar alguns tesouros que andavam meio enferrujados...

Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.

Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões... Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei;

Joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li. Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas... E as coloquei num cantinho, bem arrumadas.

Fiquei sem paciência!... Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: Paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste... Mas lá também havia outras coisas... e belas!

(...)

Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou. Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, porque quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante!

(...)

Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurada bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar... e de recomeçar...

Disponível em: https://www.contandohistorias.com.br/html/contandohistorias.html - Adaptado

A colocação do pronome oblíquo em "porque quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante " foi corretamente empregada pois:
Alternativas
Q1907579 Português

    É notável que todo o percurso filosófico desenvolvido por Karl Popper trouxe grandes contribuições para a epistemologia da primeira metade do século XX, bem como críticas ao positivismo lógico, pensamento que era considerado na época como imperioso. Nas páginas das obras do filósofo austríaco, constata-se não só seu incômodo perante os problemas da indução e do verificacionismo, mas também a preocupação epistemológica, ética, social e política, isto é, formas de verificar e observar — empirismo — os objetos na natureza de modo racional. Essas questões pressupõem não somente seu modo de compreender e tentar solucionar problemas filosóficos, mas também o que foi enfatizado diversas vezes em seus escritos, que é esta a proposta da busca de um mundo melhor: a defesa de uma sociedade aberta, crítica e libertária. De início, vale considerar a análise da tolerância como fundamento do método falseacionista, do racionalismo crítico e da prática política no pensamento de Karl Popper.


Nancy Nunes de Souza e Bortolo Valle. Karl Popper:

conhecimento e tolerância. Curitiba: CRV, 2017 (com adaptações).  

No que se refere às ideias e a aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item a seguir.


No segundo período, a posição do pronome “se”, em “constata-se não só seu incômodo”, é motivada pela presença da palavra “não”.

Alternativas
Q1907286 Português

Texto para o item.



Rafael Garcia. Cães distinguem ações propositais das acidentais nos humanos, mostra estudo.

In: O Globo. Internet: <oglobo.globo.com>  (com adaptações).

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.


No trecho “esperar os que pareciam não querer alimentá-los” (linhas 23 e 24), está elíptico, após o vocábulo “os”, o termo humanos. 

Alternativas
Q1905639 Português
Considere a colocação pronominal, nas seguintes frases, e assinale a alternativa em que o advérbio destacado exigiu a próclise do pronome SE.
Alternativas
Q1905635 Português
É correto afirmar sobre a colocação pronominal:
Alternativas
Q1904042 Português

Leia o trecho a seguir.


“Entrando ali, pareceu-me1 entrar em um templo fantástico e sem proporções. É natural o fenômeno: sempre que nos achamos2 diante das obras-primas da criação, secreto instinto nos adverte que estamos na presença de Deus. A admiração tem então a solenidade de um recolhimento e de uma homenagem. As impressões passam dos sentidos ao fundo da alma onde vão repetir-se3 com maior intensidade. Todas as nossas faculdades — a inteligência, a imaginação, a própria vontade — deixam-se dominar de uma como volúpia que não é sensual, mas deleitosa, e grande como é talvez o êxtase. Ainda quando tenhamos o espírito cansado dos erros e injustiça dos homens, nós o sentiremos levantar-se4 imediatamente cheio de vida diante da representação enorme, como se ele se achasse em sua integridade virginal. É o efeito do assombro que percorre, como fluido, o nosso organismo, despertando em nós abrutas sensações que nunca experimentamos, e que são para nós verdadeiros fenômenos do mundo fisiológico.”

TÁVORA, Franklin. O cabeleira. Disponível em: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/ Livros_eletronicos/o _cabeleira.pdf. Acesso em: 01 abr. 2022. 


Após a leitura desse fragmento, analise as afirmativas abaixo, tomando, como base, a norma padrão para a colocação dos pronomes oblíquos átonos na língua portuguesa escrita.


I. Em “pareceu-me” (ref. 1), a colocação enclítica do pronome é obrigatória, já que se inicia uma oração.

II. Em “nos achamos” (ref. 2), a próclise do pronome deve ocorrer por conta da presença de uma palavra atrativa.

III. Em “vão repetir-se” (ref. 3), o pronome oblíquo tem a opção de ocorrência em próclise ao verbo auxiliar.

IV. Em “levantar-se” (ref. 4), há a opção de se colocar o pronome oblíquo em posição proclítica.


Está(ão) correta(s) 

Alternativas
Q1903993 Português
Leia o texto, para responder a questão.

China ultrapassa os EUA na produção científica

    Pela primeira vez, a China superou os EUA em produção científica. Em 2020, instituições chinesas publicaram 788 mil artigos contra 767 mil das americanas. É possível relativizar esse dado.
    A China tem uma população quatro vezes maior que a americana, de modo que a produção per capita dos EUA ainda é superior. A China também não tem ganhado tantos prêmios Nobel quanto os EUA, o que faz supor que, nas áreas mais relevantes, os americanos liderem. Tudo isso é verdade, mas o fato é que a ciência chinesa vem evoluindo de forma robusta. Nada indica que um apagão esteja próximo.
    A questão é relevante para os economistas liberais, particularmente os da escola institucionalista*. Para eles, o crescimento sustentável só é possível quando as instituições políticas de um país são inclusivas e seus cidadãos gozam de liberdade para decidir o que farão de suas vidas e recursos. Isso ocorre porque a prosperidade duradoura depende de um fluxo constante de inovações, que resulte em ganhos de produtividade. Ainda segundo os institucionalistas, regimes autoritários, como o chinês, não asseguram a liberdade necessária para que ciência e tecnologia se desenvolvam.
    É possível que tais economistas tenham razão e que a China, por um déficit de liberdade, não consiga manter o ritmo. Já vimos ditaduras colapsarem porque ficaram para trás na corrida tecnológica. O caso mais notório é o da URSS, que, embora tenha chegado a liderar a ciência espacial, não foi capaz de manter-se competitiva em outras áreas, com reflexos na economia. Mas não dá para descartar a hipótese de que os institucionalistas estejam errados. Não me parece em princípio impossível para um regime assegurar as liberdades necessárias para manter a ciência e a economia funcionando sem estendê-las à política. Ditaduras podem se reinventar.

*Corrente de pensamento econômico que analisa o papel instituições para o comportamento da economia.

(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2021/12/china-ultrapassa-os-eua-na-producao-cientifica.shtml. 31.12.2021. Adaptado)
Substituindo-se a expressão destacada por um pronome, a frase “A China também não tem ganhado tantos prêmios Nobel...” atende à norma-padrão de uso e de colocação dos pronomes em:
Alternativas
Respostas
1061: C
1062: C
1063: B
1064: E
1065: C
1066: D
1067: E
1068: B
1069: D
1070: C
1071: B
1072: B
1073: D
1074: A
1075: E
1076: C
1077: C
1078: B
1079: E
1080: A