Questões de Concurso
Sobre colocação pronominal em português
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Leia a tirinha para responder à questão.

(http://www.google.com.br/images?q=tiras+do+charlie+brown)
Considere o período abaixo e as afirmações que seguem.
Me disseram que ele está muito doente.
I. O pronome “me”, de acordo com a norma culta, não deveria iniciar a oração.
II. O advérbio “muito” intensifica o adjetivo “doente”.
Está correto o que se afirma em:
Texto I
A natureza das vidas que as pessoas podem levar tem sido objeto de atenção dos analistas sociais ao longo da história. Mesmo que os principais índices econômicos do progresso tendam a se concentrar no melhoramento de objetos inanimados de conveniência (por exemplo, no produto interno bruto, PIB), essa concentração poderia ser justificada, em última instância, apenas através do que esses objetos produzem nas vidas humanas que podem direta ou indiretamente influenciar. Temos excelentes razões para não confundir os meios com os fins, e para não considerarmos os rendimentos e a opulência como importantes em si, em vez de valorizá-los pelo que ajudam as pessoas a realizar, incluindo uma vida boa e que valha a pena.
A opulência econômica e a liberdade substantiva, embora não sejam desconectadas, frequentemente podem divergir. Mesmo com relação à liberdade de viver vidas longas (livres de doenças evitáveis), é notável que o grau de privação de grupos socialmente desfavorecidos em países muito ricos pode ser comparável ao das regiões mais pobres. A liberdade de evitar a morte prematura é incrementada por uma renda elevada (isso não se discute), mas ela também depende de outros fatores, em particular da organização social, incluindo a saúde pública e a garantia de assistência médica. Faz diferença se olharmos apenas para os recursos financeiros, em vez de considerarmos as vidas que as pessoas conseguem levar.
Ao avaliarmos nossas vidas, há razões para estarmos interessados na liberdade que realmente temos para escolher entre diferentes estilos de vida. O reconhecimento de que a liberdade é importante também pode ampliar nossa responsabilidade. Poderíamos usar nossa liberdade para investir em muitos objetivos que não são parte de nossas próprias vidas em um sentido restrito (por exemplo, a preservação de espécies ameaçadas). Trata-se de um tema importante na abordagem de questões como o desenvolvimento sustentável.
(Adaptado de Amartya Sen. A ideia de Justiça. São Paulo, Cia.
das Letras, 2011. p.259-61)
Temos excelentes razões para não confundir os meios com os fins, e para não considerarmos os rendimentos e a opulência como importantes em si, em vez de valorizá-los pelo que ajudam as pessoas a realizar... (1° parágrafo)
Com o uso do pronome grifado acima, evita-se a desnecessária repetição de
[Joaquim] Nabuco sentiu que, sendo produtor de riqueza, e portanto esteio da sociedade, o escravo era um trabalhador submetido à espoliação máxima; e que os interesses da oligarquia levavam não apenas a querer manter o regime escravista, mas a transformá-lo numa espécie de modelo permanente do trabalho. Esta verdadeira descoberta levou-o a sentir que os projetos de imigração, sobretudo chinesa, ou os de recrutamento do homem livre para trabalho rural a prazo fixo, eram manifestações de uma mentalidade que procurava extrapolar o sistema escravista e estender as suas características a todo trabalhador, considerado como máquina humana à disposição integral do senhor, ou do patrão.
Ele viu que, sendo a massa produtora, o trabalhador escravo era o grosso do povo, e portanto tinha direito de atuar na vida política. Ora, este direito lhe era negado não só porque ele estava excluído da cidadania, mas porque mesmo o trabalhador livre, portanto um cidadão, ficava excluído do voto pelos requisitos censitários, que restringiam ao máximo o alistamento eleitoral. Segundo Nabuco, o trabalhador não era nada, mas deveria ser tudo no futuro.
Essa visão lúcida e avançada correspondia a uma concepção realista da sociedade brasileira, que era então composta na maioria de negros e mestiços, isto é, escravos, antigos escravos, descendentes totais ou parciais de escravos.
(Fragmento extraído de Antonio Candido. Radicalismos. Vários escritos. 3.ed. S.Paulo: Duas Cidades, 1995. p.271-2)
Dados os períodos abaixo,
I. “Você fez o que te pedi?”
II. “Ninguém viu ele”.
III. “Maria, ponha isso lá fora junto com as outras”.
IV. “Calma, seu José!”
marque a opção que apresenta uma afirmação correta sobre o emprego dos pronomes.
Quando sua colega ______ a segunda vistoria, não estarei aqui para _________ encontrar com ela.
I. A enfermeira já havia participado de vinte e nove atendimentos na semana, o próximo seria o seu tricentésimo atendimento.
II. No domingo, Jair não se encontrou com o zelador do prédio.
III. Poucas pessoas, ali, usavam chapéis.
Considerando, respectivamente, o emprego do numeral, a colocação do pronome e a flexão do substantivo, destacados, verifica-se que está correto, apenas, o que consta em
Mantém-se a correção gramatical do período ao se substituir “se transformou” (l.5) por transformou-se.
No segundo quadrinho, observa-se o emprego correto do pronome, quanto à sua colocação na frase. Assinale a alternativa que nomeia essa espécie de colocação e por que ela é obrigatória, nesse contexto.
I. Ênclise do pronome lhe ao verbo parecer na linha 10.
II. Ênclise do pronome os ao verbo cortou na linha 18.
III. Próclise do pronome nos ao verbo Contentemos na linha 29 (com as devidas alterações de maiúsculas e minúsculas).
Quais são as propostas gramaticalmente corretas?
I. O mendigo não interessou-se pelo trabalho.
II. Ele é o mesmo senhor que nos pediu dinheiro ontem.
III. Me informaram que a idosa não era tão pobre.
A colocação pronominal está de acordo com a norma culta apenas em

Com referência a palavras e expressões empregadas no texto, julgue
os próximos itens.

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto acima,
julgue os itens que se seguem.

Com relação a aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens
subsequentes.
I. Nunca me preocupo com situações desse tipo.
II. Em 2008, a escola de Ismaeljá tinha 39 anos de existência, portanto, em 2009, completaria o seu quadringentésimo aniversário.
III. Se Sofia querer reencontrar Ismael, deverá voltar à escola.
Considerando, respectivamente, de acordo com a norma culta, a colocação do pronome na frase, o emprego do numeral e do verbo, verifica-se que está correto apenas o que consta em


