Questões de Concurso Sobre colocação pronominal em português

Foram encontradas 3.046 questões

Q489024 Português
A questão tomara por base o seguinte texto, que reproduz a Mensagem de Boas-Vindas da Pró-Reitoria de
Graduação aos estudantes da UFRB:
A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) acolhe os estudantes que optaram pela instituição com
satisfação e contentamento. Neste início de mais uma jornada de aprendizagens nos nossos espaços de formação,
buscando integrar o ensino, a pesquisa e a extensão, reconhecemos a fortaleza da presença de nosso corpo discente.
Em 2015, a UFRB comemora os seus 10 anos de criação. Esta instituição instalou-se nesta região com objetivo de
proporcionar uma formação universitária abrangente e interdisciplinar, desenvolver o pensamento crítico, consolidar
metodologias de aprendizagem e contribuir para uma educação ética, cívica e democrática dos nossos estudantes. É com
felicidade que recebemos os nossos discentes para continuar construindo a história da Federal do Recôncavo.
Sejam bem-vindos!
FONTE: http://www.ufrb.edu.br/agencia/administracao/3855-mensagem-de-boas-vindas-aos-
estudantes-da-ufrb-2014-2 [adaptado]
“É com felicidade que recebemos os nossos discentes para continuar construindo a história da Federal do Recôncavo.”
Um professor propôs a seus alunos que reescrevessem a última frase do penúltimo parágrafo substituindo os termos sublinhados por pronomes oblíquos coerentes. A resposta correta seria esta:
Alternativas
Q488909 Português
Julgue o item que se segue , a respeito das estruturas linguísticas do texto II.

Em “Evidencia-se” (l.24), o pronome “se” pode, facultativa e corretamente, ser tanto posposto — como aí foi empregado — quanto anteposto à forma verbal — Se evidencia.
Alternativas
Q488826 Português
                                MAGISTRA PUBLICA NOVOS NÚMEROS

       A revista Magistra do Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas (CCAAB) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) publicou no último mês os Números 3 e 4 do Volume 26 do periódico. A edição de Número 3 apresenta artigos e comunicações científicas nas áreas de Ciências do Solo; Ciência e Tecnologia de Alimentos; Engenharia Agrícola; Fitotecnia; Fitossanidade; e Engenharia e Recursos Florestais. Já o Número 4 contém artigos nas áreas de Biologia Celular e Molecular; Desenvolvimento Rural; Fitotecnia; Melhoramento dos Recursos Genéticos Vegetais; e Zootecnia.

      Com tiragem trimestral, a Magistra divulga artigos e comunicações científicas. Filiada à Associação Brasileira de Editores Científicos, pode ainda ter conteúdos publicados na sessão Fórum, a convite do Conselho Editorial. A publicação conta com um editor-geral da UFRB, além de editores adjuntos e associados, muitas vezes de outras instituições, como a Embrapa, por exemplo.

      Submissões - A Magistra está recebendo novas submissões por meio do sistema SEER (Open Journal Systems), e os interessados podem submeter seus manuscritos na página eletrônica da revista. Todo o conteúdo encontra-se em formato PDF e está disponível para download.

                                           FONTE: http://www.ufrb.edu.br/agencia/pesquisa-academica/.3853-revista.. 
                                                                                        magistra-publica-novos-numeros [adaptado]
“A Magistra está recebendo novas submissões (...), e os interessados podem submeter seus manuscritos na página eletrônica da revista.”

Um professor propôs a seus alunos que reescrevessem a frase transcrita substituindo os termos sublinhados por pronomes oblíquos coerentes. A resposta correta seria esta:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: DPE-MT Prova: FGV - 2015 - DPE-MT - Advogado |
Q485248 Português
Texto 1

“Brasileiro adora elogio de estrangeiro. Ninguém questiona quando falam bem da gente. Quando nos criticam, porém, a história é outra. Quem nos critica é mal-intencionado – ou quer nos colonizar.

Se a revista Economist publica na capa o Cristo Redentor em forma de foguete, com a manchete 'o Brasil decola', é chamada de “a melhor revista do mundo". Se traz o mesmo Cristo Redentor voando desgovernado, com a pergunta 'O Brasil estragou tudo?', é acusada de 'instrumento do capital internacional'.

Muito da dificuldade que encontramos em lidar com a crítica decorre de insegurança em relação a nossa identidade nacional. Não sabemos bem quem somos."

(Alexandre Vidal Porto. Folha de São Paulo.)

“Ninguém questiona quando falam bem da gente. Quando nos criticam, porém, a história é outra. Quem nos critica é mal- intencionado – ou quer nos colonizar".

Assinale a opção que indica o problema estrutural desse segmento do texto.
Alternativas
Q483900 Português
Imagem associada para resolução da questão
Com referência às estruturas linguísticas do texto III, julgue o item a seguir.

A correção gramatical do texto seria preservada caso se pospusesse, na linha 12, o pronome “se" à forma verbal “somavam", da seguinte forma: somavam-se.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: TJ-SC Prova: FGV - 2015 - TJ-SC - Técnico Judiciário Auxiliar |
Q483699 Português
Na frase “Abrace-me, meu filho, antes de eu ir embora!”, se colocada na forma negativa, a opção correta seria:
Alternativas
Q482994 Português
A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens subsecutivos.

Em um uso mais formal da língua, as regras de colocação pronominal do padrão culto permitem que o pronome átono em “que não os atraíam” (l. 10 e 11) seja também utilizado depois do verbo, sob a forma de nos, ligada ao verbo por um hífen.
Alternativas
Q482810 Português
“Ao se apresentarem os projetos, chegou-se à seguinte conclusão: pôr em discussão esses projetos com outros menos caros equivaleria a julgar melhor o valor desses projetos, em vista do princípio geral que vem julgando os mesmos projetos".

Transcrevendo o texto, substituindo as expressões sublinhadas por pronomes pessoais que lhes sejam correspondentes e efetuando as alterações necessárias, as formas adequadas seriam, respectivamente:
Alternativas
Q482090 Português
      Pelo menos 20,9 milhões de pessoas - principalmente mulheres e meninas - no mundo são afetadas pelas diversas formas contemporâneas de escravidão, segundo estimativa da Organização das Nações Unidas (ONU). A pobreza, os conflitos, a violência, a falta de acesso à educação e ao trabalho decente e a falta de oportunidades para o empoderamento socioeconômico são considerados os principais fatores subjacentes à escravidão, segundo a organização.
      O secretário-geral da ONU disse que governos, a sociedade civil e o setor privado devem se unir para erradicar todas as formas contemporâneas de escravidão, incluindo o trabalho forçado. Ele apelou para que os Estados-Membros “ratifiquem e implementem os instrumentos relevantes de direito internacional, em particular o novo protocolo elaborado pela Organização Internacional do Trabalho, que foi concebido para fortalecer os esforços globais para eliminar o trabalho forçado”.

                                                                                                                              (www.istoe.com.br, 02.12.2014. Adaptado)


Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal.
Alternativas
Q477883 Português
Uma rasteira no cotidiano

Dia desses, precisei pingar um remédio no nariz e deitei na cama para fazer isso. O remédio desceu pelas minhas narinas, mas eu não conseguia mais me levantar.

Meu pé foi capturado pela delícia de um raio de sol que costuma atravessar o meu quarto àquela hora do dia.

Eu fiquei ali parada, deitada sobre a colcha, esquentando os pés enquanto olhava uns reflexos dançando no teto. Minha cabeça começou a caminhar.

Se não fosse o meu nariz congestionado, não estaria ali. Eu me assustei. Não conseguia me lembrar de uma única vez que tivesse deitado na minha cama assim, no meio do dia, sem exata serventia. Uma coisa tão simples, tão boa e por que tão rara?
Por quê? Por que não faço isso mais vezes?

A vida cotidiana sempre me parece excessiva, mas eu também me rendo ao que parece ser a ordem natural das coisas e vivo correndo de um lado para outro com meu celular na mão.

Mas aquele dia fiz uma coisa tão banal! Deitei na minha cama de dia e entrei numa bolha subversiva de calma e prazer. Dei uma rasteira no cotidiano.

Faça o mesmo, caro leitor. Deite-se, ainda que seja por dez minutos. Sem função. Deite-se para ouvir-se.

Sempre tive uma curiosa inveja desses trabalhadores de praças e jardins que vejo, depois do almoço, deitados nos tristes gramados urbanos.

Apesar do serviço duro, são capazes de deitar na grama no meio do dia, enquanto nós continuamos no trânsito passando séculos sem ver uma árvore de baixo para cima. Quando estou num táxi e vejo um deles, eu me lembro de recostar a cabeça no banco para, no mínimo, ver uma inédita cidade passando pelo céu.

Pura delícia. Experimente. E se alguém ficar surpreso com sua atitude, diga que resolveu dar uma rasteira no cotidiano.

(Denise Fraga. Folha de S. Paulo, 14.05.2013. Adaptado)

O pronome lhe está substituindo corretamente a expressão destacada em:
Alternativas
Q476499 Português
Em relação ao trecho “Nunca mais a veremos senão pelos registros de pouquíssimos fotógrafos como Malta.”, é correto afirmar que, quanto à sua colocação, o pronome oblíquo “a”, em destaque, está:
Alternativas
Q476127 Português
                                                    A lanterninha

     Apaguei todas as luzes, e não foi por economia; foi porque me deram uma lanterna de bolso, e tive a ideia de fazer a experiência de luz errante.
     A casa, com seus corredores, portas, móveis e ângulos que recebiam iluminação plena, passou a ser um lugar estranho, variável, em que só se viam seções de paredes e objetos, nunca a totalidade. E as seções giravam, desapareciam, transformavam-se. Isso me encantou. Eu descobria outra casa dentro da casa.
     A lanterna passava pelas coisas com uma fantasia criativa e destrutiva que subvertia o real. Mas que é o real, senão o acaso da iluminação? Apurei que as coisas não existem por si, mas pela claridade que as modela e projeta em nossa percepção visual. E que a luz é Deus.
     A partir daí entronizei minha lanterninha em pequeno nicho colocado na estante, e dispensei-me de ler os tratados que me perturbavam a consciência. Todas as noites retiro-a de lá e mergulho no divino. Até que um dia me canse e tenha de inventar outra divindade.


                                                                            (ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis.
                                                                                                Rio de Janeiro: José Olympio, 1985, p. 25)

Ganhei uma lanterna e passei a explorar a lanterna, projetando a luz que emanava da lanterna para transfigurar os cantos e objetos familiares da casa, dotando a lanterna desse poder divino de criar as coisas ao mesmo tempo que ilumina as coisas.

Evitam-se as viciosas repetições acima substituindo-se os segmentos sublinhados, na ordem dada, por:
Alternativas
Q467896 Português
A questão refere-se ao texto seguinte.

Pátrio poder

Pais que vivem em bairros violentos de São Paulo
chegam a comprometer 20% de sua renda para manter seus
filhos em escolas privadas. O investimento faz sentido? A
questão, por envolver múltiplas variáveis, é complexa, mas, se
fizermos questão de extrair uma resposta simples, ela é
"provavelmente sim". Uma série de estudos sugere que a
influência de pais sobre o comportamento dos filhos, ainda que
não chegue a ser nula, é menor do que a imaginada e se dá por
vias diferentes das esperadas. Quem primeiro levantou essa
hipótese foi a psicóloga Judith Harris no final dos anos 90.
Para Harris, os jovens vêm programados para ser
socializados não pelos pais, como pregam nossas instituições e
nossa cultura, mas pelos pares, isto é, pelas outras crianças
com as quais convivem. Um dos muitos argumentos que ela usa
para apoiar sua teoria é o fato de que filhos de imigrantes não
terminam falando com a pronúncia dos genitores, mas sim com
a dos jovens que os cercam.
As grandes aglomerações urbanas, porém, introduziram
um problema. Em nosso ambiente ancestral, formado por
bandos de no máximo 200 pessoas, o "cantinho" das crianças
era heterogêneo, reunindo meninos e meninas de várias idades.
Hoje, com escolas que reúnem centenas de alunos, o(a)
garoto(a) tende a socializar-se mais com coleguinhas do mesmo
sexo, idade e interesses. O resultado é formação de nichos com
a exacerbação de características mais marcantes. Meninas se
tornam hiperfemininas, e meninos, hiperativos. O mau aluno
encontra outros maus alunos, que constituirão uma subcultura
onde rejeitar a escola é percebido como algo positivo. O mesmo
vale para a violência e drogas. Na outra ponta, podem surgir
meios que valorizem a leitura e a aplicação nos estudos.
Nesse modelo, a melhor chance que os pais têm de
influir é determinando a vizinhança em que seu filho vai viver e
a escola que frequentará.
(Adaptado de: SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo,
7/12/2014)

Formam-se grupos de alunos nas escolas. O que determina esses grupos não é uma orientação formal; o que constitui esses grupos, o que traça os contornos desses grupos, são as afinidades individuais.

Evitam-se as viciosas repetições do texto acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por
Alternativas
Q466257 Português
A frase “Deixamos eles bêbados”, dita por Hagar no segundo quadrinho do texto 6, mostra uma linguagem coloquial; a forma adequada à norma culta seria:
Alternativas
Q464434 Português
Ficção universitária

Os dados do Ranking Universitário publicados em setembro de 2013 trazem elementos para que tentemos desfazer o mito, que consta da Constituição, de que pesquisa e ensino são indissociáveis. É claro que universidades que fazem pesquisa tendem a reunir a nata dos especialistas, produzir mais inovação e atrair os alunos mais qualificados, tornando-se assim instituições que se destacam também no ensino.

O Ranking Universitário mostra essa correlação de forma cristalina: das 20 universidades mais bem avaliadas em termos de ensino, 15 lideram no quesito pesquisa (e as demais estão relativamente bem posicionadas). Das 20 que saem à frente em inovação, 15 encabeçam também a pesquisa. Daí não decorre que só quem pesquisa, atividade estupidamente cara, seja capaz de ensinar.

O gasto médio anual por aluno numa das três universidades estaduais paulistas, aí embutidas todas as despesas que contribuem direta e indiretamente para a boa pesquisa, incluindo inativos e aportes de Fapesp, CNPq e Capes, é de R$ 46 mil (dados de 2008). Ora, um aluno do ProUni custa ao governo algo em torno de R$ 1.000 por ano em renúncias fiscais.

Não é preciso ser um gênio da aritmética para perceber que o país não dispõe de recursos para colocar os quase sete milhões de universitários em instituições com o padrão de investimento das estaduais paulistas. E o Brasil precisa aumentar rapidamente sua população universitária. Nossa taxa bruta de escolarização no nível superior beira os 30%, contra 59% do Chile e 63% do Uruguai.

Isso para não mencionar países desenvolvidos como EUA (89%) e Finlândia (92%). Em vez de insistir na ficção constitucional de que todas as universidades do país precisam dedicar-se à pesquisa, faria mais sentido aceitar o mundo como ele é e distinguir entre instituições de elite voltadas para a produção de conhecimento e as que se destinam a difundi-lo. O Brasil tem necessidade de ambas.

(Hélio Schwartsman. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br, 10.09.2013. Adaptado)

Considere o seguinte trecho do texto.

Os dados do Ranking Universitário publicados em setembro de 2013 trazem elementos para que tentemos desfazer o mito...

Assinale a alternativa em que os pronomes que substituem as expressões em destaque estão corretamente empregados, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q2956115 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

O recente interesse na regulamentação da astrologia como profissão oferece a oportunidade de refletir sobre questões que vão desde as raízes históricas da ciência até a percepção, infelizmente muito popular, de seu dogmatismo. Preocupa-me, e imagino que a muitos dos colegas cientistas, a rotulação do cientista como um sujeito inflexível, bitolado, que só sabe pensar dentro dos preceitos da ciência. Ela vem justamente do desconhecimento sobre como funciona a ciência. Talvez esteja aqui a raiz de tanta confusão e desentendimento.

Longe dos cientistas achar que a ciência é o único modo de conhecer o mundo e as pessoas, ou que a ciência está sempre certa. Muito ao contrário, seria absurdo não dar lugar às artes, aos mitos e às religiões como instrumentos complementares de conhecimento, expressões de como o mundo é visto por pessoas e culturas muito diversas entre si.

Um mundo sem esse tipo de conhecimento não científico seria um mundo menor e, na minha opinião, insuportável. O que existe é uma distinção entre as várias formas de conhecimento, distinção baseada no método pertinente a cada uma delas. A confusão começa quando uma tenta entrar no território da outra, e os métodos passam a ser usados fora de seus contextos.

Portanto, é (ou deveria ser) inútil criticar a astrologia por ela não ser ciência, pois ela não é. Ela é uma outra forma de conhecimento. [...]

Essa caracterização da astrologia como não ciência não é devida ao dogmatismo dos cientistas. É importante lembrar que, para a ciência progredir, dúvida e erro são fundamentais. Teorias não nascem prontas, mas são refinadas com o passar do tempo, a partir da comparação constante com dados. Erros são consertados, e, aos poucos, chega-se a um resultado aceito pela comunidade científica.

A ciência pode ser apresentada como um modelo de democracia: não existe o dono da verdade, ao menos a longo prazo. (Modismos, claro, existem sempre.) Todos podem ter uma opinião, que será sujeita ao escrutínio dos colegas e provada ou não. E isso tudo ocorre independentemente de raça, religião ou ideologia. Portanto, se cientistas vão contra alguma coisa, eles não vão como donos da verdade, mas com o mesmo ceticismo que caracteriza a sua atitude com relação aos próprios colegas. Por outro lado, eles devem ir dispostos a mudar de opinião, caso as provas sejam irrefutáveis.


Será necessário definir a astrologia? Afinal, qualquer definição necessariamente limita. Se popularidade é medida de importância, existem muito mais astrólogos do que astrônomos. Isso porque a astrologia lida com questões de relevância imediata na vida de cada um, tendo um papel emocional que a astronomia jamais poderia (ou deveria) suprir.

A astrologia está conosco há 4.000 anos e não irá embora. E nem acho que deveria. Ela faz parte da história das ideias, foi fundamental no desenvolvimento da astronomia e é testemunha da necessidade coletiva de conhecer melhor a nós mesmos e os que nos cercam. De minha parte, acho que viver com a dúvida pode ser muito mais difícil, mas é muito mais gratificante. Se erramos por não saber, ao menos aprendemos com os nossos erros e, com isso, crescemos como indivíduos. Afinal, nós somos produtos de nossas escolhas, inspiradas ou não pelos astros.

(GLEISER, Marcelo. Folha de São Paulo, 22 set. 2002)

Constitui evidente equívoco de leitura supor que o pronome em destaque se refere à passagem do texto indicada em:

Alternativas
Q2928671 Português
not valid statement found
Se, em “A mãe botou-o de castigo” (linha 4), fosse inserido o advérbio não logo após o substantivo “mãe”,
Alternativas
Q2928654 Português
not valid statement found
Caso fosse necessário substituir os termos destacados, no período “apresentar a Campanha Nacional de Doação de Órgãos e o balanço de transplante do primeiro semestre deste ano.” (linhas de 1 a 3), por apenas um pronome oblíquo, a nova redação, conforme a norma padrão, deveria ser
Alternativas
Q2860269 Português
not valid statement found

Com base na tirinha, dadas as proposições a seguir,

I. No segmento: “Isso se chama interesse!” (3º quadrinho), o pronome demonstrativo “isso” faz alusão a “relações públicas”.

II. No 4º quadrinho, a expressão “linguagem poético-comercial” sugere uma apresentação conceitual, dada pela personagem Mafalda, do que são “relações públicas”.

III. O tipo de conexão sintático-semântica entre o 2º e o 3º quadrinho tem valor temporal; entre o 3º e o 4º, tem valor de adversidade.

IV. No segmento do 3º quadrinho, existe um exemplo de pronome pessoal oblíquo na posição enclítica.

verifica-se que está(ão) correta(s) apenas

Alternativas
Q2813282 Português

Sobre a colocação pronominal, assinale a única alternativa em que a mesóclise deveria ter sido empregada para que a norma padrão fosse respeitada:

Alternativas
Respostas
2541: B
2542: E
2543: D
2544: A
2545: C
2546: D
2547: E
2548: A
2549: D
2550: E
2551: C
2552: E
2553: D
2554: D
2555: C
2556: A
2557: E
2558: B
2559: A
2560: B