Questões de Concurso Sobre colocação pronominal em português

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Q612227 Português
A única alternativa que foge às possibilidades de colocação do pronome oblíquo átono é:
Alternativas
Q608283 Português

Texto para a próxima questão


No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto Argumentação, assinale a opção correta.
Alternativas
Q607159 Português
Leia os quadrinhos.

Imagem associada para resolução da questão


Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas na fala da personagem devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q601808 Português

Acerca dos aspectos linguísticos e das ideias do texto acima, julgue o item seguinte.

Seria mantida a correção gramatical do período caso a partícula “se”, em “se beneficiar” (R.16), fosse deslocada para imediatamente após a forma verbal “beneficiar” — escrevendo-se beneficiar-se.

Alternativas
Q2796465 Português

Texto para as questões de 01 a 03.


Somos todos poliglotas

Nós todos falamos o português, mas cada grupo usa a sua modalidade. Como cada brasileiro pertence a vários grupos, isso quer dizer que somos poliglotas, embora falemos o mesmo idioma. Quando se está numa roda ou quando se conversa com o chefe, as falas são bem diferentes. Por mais que se conheça a norma culta da língua, não é usual a pessoa chegar ao balcão de um bar e dizer:

— Dê-me uma xícara de café, por favor!

Ela acaba dizendo: — Me dê (ou me dá) um café, por favor!

A consciência de que há várias modalidades de uso da língua, o jovem deve adquiri-la na escola. Nenhum professor de Português tem o direito de dizer ao aluno que vai lhe ensinar o certo e desvalorizar a modalidade que o aluno traz de seu meio.

Em reuniões de bairro, das quais já participei muito, os analfabetos eram sempre mais participativos, falavam e davam seus palpites, sem medo de errar. As pessoas que passaram pelos bancos escolares eram mais tímidas, tinham receio de falar “abobrinhas” ou de cometer erros. Como já disse um filósofo francês, quando quer, um professor reprime mais que um batalhão de policiais, porque um educador repressor deixa suas marcas no interior das pessoas. (...)

Todos nós sabemos falar o português, como sabemos usar a água. Ninguém precisa saber que a água é composta de H2O para matar a sua sede, nem que a frase tem sujeito e predicado para se comunicar. Porém, saber Química propicia o melhor uso da água, assim como saber o funcionamento da gramática da língua portuguesa dá maior domínio ao usuário no manejo dessa língua. Apropriar-se dessa habilidade deve ser meta de todo estudante, pois é uma forma de libertar-se, já que não há nada mais revolucionário do que uma pessoa que sabe manejar bem as palavras.


Hélio Consolaro. Disponível in: http://www.portrasdasletras.com.br.

Acesso em 24/05/2006. Adaptado.

Em consonância com as ideias apresentadas no texto, optar por “me dê um café” no lugar de “dê-me um café” em um balcão de bar revela que:

Alternativas
Q2793859 Português

Assinale a única alternativa correta quanto à colocação pronominal.

Alternativas
Ano: 2015 Banca: IESES Órgão: CRC-SC Prova: IESES - 2015 - CRC-SC - Contador |
Q2753802 Português

Assinale a única alternativa em que o pronome, na forma proclítica, também poderia estar em ênclise, sem que com isso se transgredissem os princípios da norma padrão:

Alternativas
Q2734127 Português

Assinalar a alternativa em que a colocação pronominal está CORRETA:

Alternativas
Q2181963 Português
Imagem associada para resolução da questão

Em norma-padrão da língua portuguesa e em conformidade com os sentidos da tira, a resposta da mulher à pergunta “O que ensinou a ele?” poderia ser:
Alternativas
Q2055549 Português
A língua portuguesa e o século XXI

  O século XXI começou desafiando a todos nós falantes da língua portuguesa. Está a exigir de nós um protagonismo de grandes proporções. Hoje, há uma expressiva presença de nosso idioma em todos os continentes, presença que não para de crescer e tomar maiores dimensões planetárias. 
   Compomos um universo de falantes que supera o de línguas muito mais tradicionais no mundo da cultura e dos negócios. Somos mais falados do que o italiano e o alemão. O francês nos supera apenas quanto ao número de falantes não nativos.
    ______________ que não tenhamos uma política comum a todos os países que falam o português. Quem há de negar que precisamos definir uma grande estratégia cultural de presença no mundo que abranja todo o nosso território linguístico?
   Quem há de subestimar a importância da língua? É grande a sua dimensão social, política, econômica e geopolítica. Ela é muito mais que uma ferramenta de comunicação. Nela, não estão armazenados apenas conhecimentos e informações. A língua é a cultura que ela produz. É ela quem nos dá os sentidos. É o universo desenhado por ela que nos referencia e nos singulariza. A língua gera coesão, nos fortalece no mundo globalizado. Língua também é economia.
   No mundo globalizado em que vivemos, nunca houve tantas trocas de ideias, de discurso, de palavras, entre todos os falantes de língua portuguesa.
    O português de Portugal, o português que emerge nos países africanos e a língua que é falada no Brasil formam um só idioma. Não tenho dúvidas de que uma ortografia comum, como parte de uma maior interação cultural, nos dará a grandeza e dimensão que nossos artistas e escritores projetam.

Por Juca Ferreira, sociólogo e Ministro de Estado da Cultura do Brasil - adaptado
http://www.cultura.gov.br/artigos/...

Assinalar a alternativa que preenche a lacuna do texto CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q2052899 Português
Me engana que eu gosto

texto_1 - 10 .png (769×376) 
FRANCO, Bernardo Mello. Me engana que eu gosto. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/236258-
me-engana-que-eu-gosto.shtml. Acesso em 13 de outubro de 2015.
A partir do título “Me engana que eu gosto”, julgue os itens abaixo:
I. O pronome 'me', sobretudo em contextos mais formais de escrita, quando inicia uma oração, é usado depois do verbo, em ênclise; II. A forma verbal 'gosto' tende a ser usada com preposição, mas, no contexto do enunciado, torná-lo-ia artificial, inusual, quase sem sentido; III. O uso mencionado e justificado em I se explica pelo tom informal do enunciado do título.
Alternativas
Q2052894 Português
Me engana que eu gosto

texto_1 - 10 .png (769×376) 
FRANCO, Bernardo Mello. Me engana que eu gosto. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/236258-
me-engana-que-eu-gosto.shtml. Acesso em 13 de outubro de 2015.
A partir do trecho “No mesmo dia, representantes dos dois partidos se reuniram com ele secretamente para tratar do que os une: o impeachment de Dilma Rousseff” (linhas 05 e 06), julgue os itens abaixo: 
I. A vírgula após a palavra 'dia' se justifica porque a expressão que inicia o período tem valor adverbial e está deslocada do fim para o início do período; II. Os dois pontos têm valor explicativo; III. O pronome 'se' poderia, também, vir depois da forma verbal 'reuniram'.
Alternativas
Q2035919 Português

Uma onda de criatividade


Antes da web, pessoas comuns só podiam publicar ideias e criações se convencessem guardiões dos portais da mídia a lhes dar destaque. Mas a web deu a elas uma plataforma global para publicar seus escritos, fotos, áudios e vídeos, e as pessoas agarraram a oportunidade.

(Folha de S. Paulo. 09.03.2014. Adaptado)


Assinale a alternativa correta quanto à colocação do pronome pessoal.
Alternativas
Q1627429 Português

Texto 7


Cultura visual e texto literário: variações

   No início dos anos noventa, num programa matinal da TV Globo dirigido ao público infantil, crianças entravam em disputa por um objeto qualquer, e a que apresentava o pior desempenho recebia, ou melhor, era castigada com um livro. O exemplo dispensa comentários ao estigmatizar a leitura como algo penoso e impertinente, enquanto fortalece uma reserva de mercado para a televisão entre os pixotes. Parece também concordar com a Bíblia, onde se lê no Eclesiastes 12.12: “E de se fazerem livros não há fim. E muita devoção a eles é fadiga para a carne”. E dá sua contribuição à velha guerra dos meios - o cinema acabaria com o teatro, a televisão liquidaria o teatro e o cinema, o CD Rom aposentaria o livro etc. - profecias com as quais os fatos se divertem, pois, na verdade, os veículos se reacomodam uns em relação aos outros, suas linguagens se entre mesclam na mais ora criativa, ora espúria intersemio-se. Pensemos no videogame, que é quadrinho, televisão, arte gráfica, computação, e não exterminou, aparentemente, sequer uma cantiga de roda até agora!

  O que o exemplo não explicita, porém, é seu desejo de impor uma temporalidade vazia. Para o entretenimento é preciso que o tempo passe sem ser notado, sem resistência, macio como o fluir gozoso do consumo. Assiste-se ao Domingão do Faustão para matar o tempo, mas lê-se Grande sertão: veredas para saborear melhor o tempo, enriquecendo-o com outros tempos. É inegável: o entretenimento dessensibiliza, ao passo que a boa literatura sobre-sensibiliza nossa inerência ao tempo, apondo-lhe pelo prazer uma nova qualidade. 


SANTOS, Jair Ferreira dos. Breve, o pós-humano: ensaios

contemporâneos. 2a. ed. Rio de Janeiro: Editora Francisco Alves, 2003.

No seguinte período do texto 1, “Parece também concordar com a Bíblia, onde se lê no Eclesiastes 12.12”, o que determina a anteposição do pronome oblíquo átono ao verbo é:
Alternativas
Q1380361 Português
Na seguinte fala do cotidiano: “Lhe amo, filhinho!! Quando comecei a namorar com você não sabia que ia ser tão sério assim”, podemos encontrar a(s) seguinte(s) situação(ões) que fere(m) a norma culta, que são:
Alternativas
Q1375891 Português
O texto a seguir é o poema “Já perdoei erros quase imperdoáveis”, do escritor rondoniense Augusto Branco. Leia-o atentamente e responda à questão proposta.

Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também decepcionei alguém.

Já abracei para proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.

Amei e fui amado,
mas também fui rejeitado,
fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade,
tive medo de perder alguém especial (e acabei
perdendo)!

Mas vivi!
E ainda vivo.
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar.

Viva!

Bom mesmo é irá luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe e vencer com ousadia,
por que o mundo pertence a quem se atreve.

E a vida é muito para ser insignificante.
No verso “já ME decepcionei com pessoas”, o pronome oblíquo destacado está em posição proclítica, o que significa que, em relação ao verbo, ele está:
Alternativas
Q1366562 Português

Texto para responder à questão.

Um chá maluco

    Em frente à casa havia uma mesa posta sob uma árvore, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; entre eles estava sentado um Caxinguelê, que dormia a sono solto [...] 

    Era uma mesa grande, mas os três estavam espremidos numa ponta. “Não há lugar! Não há lugar!”, gritaram ao ver Alice se aproximando. “Há lugar de sobra!”, disse Alice indignada, e sentou-se numa grande poltrona à cabeceira.

     [...]

    “Não foi muito polido de sua parte sentar-se sem ser convidada”, retrucou a Lebre de Março. “Não sabia que mesa era sua”, declarou Alice, “está posta para muito mais do que três pessoas.”

    “Seu cabelo está precisando de um corte”, disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade e essas foram suas primeiras palavras.

   “Devia aprender a não fazer comentários pessoais”, disse Alice com alguma severidade; “é muito indelicado.”

   O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas disse apenas: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

   “Oba, vou me divertir um pouco agora!”, pensou Alice. “Que bom que tenham começado a propor adivinhações”. E acrescentou em voz alta: “acho que posso matar esta”.    

    “Está sugerindo que pode achara resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

   “Exatamente isso”, declarou Alice.
  
   “Então deveria dizer o que pensa”, a Lebre de Março continuou.
    
    “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

      “Nem de longe a mesma coisa!”, disse o Chapeleiro. “Seria como dizer que ‘vejo o que como’ é a mesma coisa que ‘como o que vejo’!” “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou a Lebre de Março, “que ‘aprecio o que tenho’ é a mesma coisa que ‘tenho o que aprecio’! 
    
    “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”

    “É a mesma coisa no seu caso”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa arrefeceu e o grupo ficou sentado em silêncio por um minuto, enquanto Alice refletia sobre tudo de que conseguia se lembrar sobre corvos e escrivaninhas, o que não era muito.

    O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, disse, voltando-se para Alice. [...]
    
    Alice pensou um pouco e disse: “Dia quatro.” “Dois dias de atraso!”, suspirou o Chapeleiro. “Eu lhe disse que manteiga não ia fazer bem para o maquinismo”, acrescentou, olhando furioso para a Lebre de Março.

     “Era manteiga da melhor qualidade” , respondeu humildemente a Lebre de Março.

    “Sim, mas deve ter entrado um pouco de farelo”, o Chapeleiro rosnou. “Você não devia ter usado a faca de pão.”

    A Lebre de Março pegou o relógio e contemplou-o melancolicamente . Depois mergulhou-o na sua xícara de chá, e fitou-o de novo. Mas não conseguiu encontrar nada melhor para dizer que seu primeiro comentário: “Era manteiga da melhor qualidade.” [...]

CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. p. 67-9. 

“Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!” A respeito do trecho acima, quanto aos aspectos gramatical, sintático e semântico, analise as afirmativas a seguir.
I. Quanto à regência, os verbos usados são significativos, transitivos, por isso fundamentais à ideia do predicado. II. OU é uma conjunção coordenativa. III. COISA é um pronome indefinido.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q1366561 Português

Texto para responder à questão.

Um chá maluco

    Em frente à casa havia uma mesa posta sob uma árvore, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; entre eles estava sentado um Caxinguelê, que dormia a sono solto [...] 

    Era uma mesa grande, mas os três estavam espremidos numa ponta. “Não há lugar! Não há lugar!”, gritaram ao ver Alice se aproximando. “Há lugar de sobra!”, disse Alice indignada, e sentou-se numa grande poltrona à cabeceira.

     [...]

    “Não foi muito polido de sua parte sentar-se sem ser convidada”, retrucou a Lebre de Março. “Não sabia que mesa era sua”, declarou Alice, “está posta para muito mais do que três pessoas.”

    “Seu cabelo está precisando de um corte”, disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade e essas foram suas primeiras palavras.

   “Devia aprender a não fazer comentários pessoais”, disse Alice com alguma severidade; “é muito indelicado.”

   O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas disse apenas: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

   “Oba, vou me divertir um pouco agora!”, pensou Alice. “Que bom que tenham começado a propor adivinhações”. E acrescentou em voz alta: “acho que posso matar esta”.    

    “Está sugerindo que pode achara resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

   “Exatamente isso”, declarou Alice.
  
   “Então deveria dizer o que pensa”, a Lebre de Março continuou.
    
    “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

      “Nem de longe a mesma coisa!”, disse o Chapeleiro. “Seria como dizer que ‘vejo o que como’ é a mesma coisa que ‘como o que vejo’!” “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou a Lebre de Março, “que ‘aprecio o que tenho’ é a mesma coisa que ‘tenho o que aprecio’! 
    
    “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”

    “É a mesma coisa no seu caso”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa arrefeceu e o grupo ficou sentado em silêncio por um minuto, enquanto Alice refletia sobre tudo de que conseguia se lembrar sobre corvos e escrivaninhas, o que não era muito.

    O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, disse, voltando-se para Alice. [...]
    
    Alice pensou um pouco e disse: “Dia quatro.” “Dois dias de atraso!”, suspirou o Chapeleiro. “Eu lhe disse que manteiga não ia fazer bem para o maquinismo”, acrescentou, olhando furioso para a Lebre de Março.

     “Era manteiga da melhor qualidade” , respondeu humildemente a Lebre de Março.

    “Sim, mas deve ter entrado um pouco de farelo”, o Chapeleiro rosnou. “Você não devia ter usado a faca de pão.”

    A Lebre de Março pegou o relógio e contemplou-o melancolicamente . Depois mergulhou-o na sua xícara de chá, e fitou-o de novo. Mas não conseguiu encontrar nada melhor para dizer que seu primeiro comentário: “Era manteiga da melhor qualidade.” [...]

CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. p. 67-9. 

Se o pronome oblíquo fosse deslocado para a posição enclítica, a colocação ficaria plenamente inadequada na frase:
Alternativas
Q1363784 Português

Analise as afirmativas abaixo e assinale a opção correta:


I. A palavra “ético” (linha 4) é acentuada pela regra que vogal “e” aberta leva acento agudo.

II. A forma “começando-se” (linha 14) poderia ser corretamente substituída por “se começando”, sem alteração da correção gramatical do texto.

III. A partícula “que” (linha 16) e a partícula “que” (linha 17) exercem a mesma função morfológica.

Alternativas
Q1362353 Português
Tudo acontece na Mente do Campeão.

Campeões têm uma forma especial, uma forma fortemente focada de pensar e tratar sua carreira. Para ser campeão, sua mente tem que ter muito foco no objetivo.
Para quem não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve. Mas quem não olha na direção certa, corre o risco de pegar diversos atalhos e não chegar ao destino. 
Na vida profissional, muita gente coloca sua energia em várias carreiras ao mesmo tempo e seus esforços acabam se dispersando. No final das contas não dá resultado. Por causa dessa dispersão, infelizmente, tenho visto muitas pessoas transformando seus sonhos em pesadelos. 
Muitos talentos se perdem por falta de foco: alguns não têm uma estratégia, outros não se importam em desenvolver suas competências e outros ainda não sabem trabalhar com dedicação. 
Para quem não sabe aonde quer chegar, os ventos sempre atrapalham. Ou seja, uma pessoa sem um objetivo claro sempre acaba perdida e a vida vai levando-a, sem rumo. 
Um mestre Zen disse certa vez: “Os objetivos fazem surgir as ações. Uma flecha atirada em um alvo vago não chega a seu objetivo”. 
Pessoas fracassam porque não procuram saber exatamente o que querem e têm pena de gastar tempo determinando seus reais objetivos. E outras pessoas, que têm objetivos claros em suas carreiras, sempre levam vantagem sobre elas. Vejo muita gente que não sabe o que quer da vida. Nestes tempos digitais, em que a informação está na ponta dos dedos, me parece paradoxal essa situação. É meio estranho que, com tantos GPS, tenhamos tantas pessoas perdidas na vida! Elas estudam pouco e seus objetivos perdem, de longe, para o número de latinhas de cerveja que consomem em intermináveis noites de baladas. Sem pensar em sua autonomia, dormem demais, desperdiçam oportunidades, isso quando não destroem o cérebro sob o efeito danoso das drogas.
Nada realizam e, na maioria das vezes, ficam dando desculpas para seus fracassos. Este é um problema do mundo moderno: muitas pessoas assumem uma atitude de “tanto faz”, e a vida lhes recompensa com resultados de “nada fez”. Como disse um amigo meu: “Quem planta ‘tanto faz’ colhe ‘talvez’. Quem planta ‘objetivos’ colhe ‘resultados’”. O mundo das celebridades estimula a ilusão de que é possível ter sucesso sem trabalho. Resultado: muitas pessoas se frustram e outras acabam fazendo qualquer negócio para ter sucesso, e quando acordam percebem que foram apenas usadas por outras pessoas. 
Muitas pessoas são infelizes e fracassam porque estão trabalhando longe de sua vocação, além de não cultivarem o exercício de pensar. Muitas vezes, elas deixam escapar as boas oportunidades por não terem se preparado para navegar em águas turbulentas, que, ao final, sempre se acalmam e mostram novos horizontes. 
As turbulências passam, mas para evitar a deriva você deve estar sempre com sua bússola apontada para a direção certa, tendo a certeza de que está preparado para guiar seu veleiro com firmeza e com base numa carta náutica bem definida. As rápidas transformações do mundo atual exigem também mudanças velozes para enfrentar os novos desafios que surgem. Mudar é também o verbo da realização. Um verdadeiro campeão sempre aproveita os períodos de incerteza para compreender quais oportunidades esse verbo proporciona. 
Estar aberto para evoluir permanentemente é fundamental para sua carreira. Não deixe que sua vida profissional seja decidida pelo destino. Trace seu objetivo, faça um planejamento consciente para enfrentar os tempos difíceis e mantenha o foco. 
Construa diariamente, passo a passo, sua Mente de Campeão! 



Texto Adaptado
Roberto Shinyashiki
Em todas as frases retiradas do texto a colocação pronominal está correta, EXCETO em:
Alternativas
Respostas
2321: B
2322: B
2323: B
2324: C
2325: A
2326: A
2327: B
2328: B
2329: A
2330: B
2331: D
2332: D
2333: E
2334: E
2335: A
2336: D
2337: D
2338: C
2339: C
2340: A