Questões de Concurso
Comentadas sobre colocação pronominal em português
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“A sentença mais correta e ponderada que se pronunciou sobre a questão do celibato e do casamento é esta: Qualquer decisão que tomes, ficarás arrependido”.
Acerca da estruturação dessa frase, assinale a afirmativa incorreta.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
Considerando a estrutura linguística do texto e o vocabulário nele empregado, julgue o item.
Na linha 5, a correção gramatical do texto seria prejudicada caso o pronome “se” fosse empregado logo após a forma verbal “dá”, resultando em dá-se.
Antes de deitar-se escreva uma lista de coisas que você deverá fazer ou seus planos para o dia seguinte. Tal tarefa irá tirar de seus ombros a responsabilidade de lembrar e isso relaxará seu inconsciente. Se seguir discutindo com eles e mentalizando-os, não irá resolvê-los nem conseguirá relaxar.
REVISTA Ortobom. Manual do Sono. Outubro 2022, p. 19.
Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal em destaque no texto.
I – A frase: “O brasileiro e a leitura” está construída com: artigos definidos, sendo um masculino e um feminino, ambos no singular; um termo polissílabo e um trissílabo, ambos são adjetivos paroxítonos; há também uma conjunção coordenativa aditiva.
II – O (1º§) está construído com um único período e algumas orações.
III – O verbo “repeti-la” escrito no (1º§) está na forma nominal do infinitivo, seguido de consoante de ligação e pronome oblíquo, exemplificando uma ênclise.
IV – A frase: “Ao menos é isso que eu tenho escutado”. – Sugere que a voz do texto se orienta polo que ouve, de forma que repete como se houvesse concordância pessoal.
Considere os excertos:
I. “estava determinado a fazê-lo”
II.“seria a política que lhe causaria mais problemas.”
Em relação à colocação pronominal, observa-se nas sentenças dadas, respectivamente:
Considere os seguintes excertos:
I. Onde me espetam, fico.
II. Deixe-me, senhora.
Em relação à colocação pronominal, as sentenças dadas apresentam, respectivamente:
I. Ele se calou diante do tribunal. II. Fizeram-lhe passar vergonha.
Em relação à colocação pronominal, observa-se, respectivamente:
Leia o texto para responder a questão.
Uma analogia frequentemente usada para falar de divulgação científica descreve o cientista como um ser enclausurado em uma torre de marfim isolada do resto da sociedade. A metáfora costuma ser a deixa para defender que ele tem o dever de descer da torre ou construir pontes para compartilhar o conhecimento produzido na academia com o cidadão comum. Essa história sempre me pareceu estranha por retratar a pesquisa acadêmica como uma torre de marfim: uma estrutura sólida, robusta e imaculada.
É óbvio que cientistas sabem algumas coisas com um grau muito alto de certeza. Computadores, celulares e bombas atômicas estão aí para provar o sucesso acachapante das leis da física em fazer previsões sobre a realidade. Da mesma forma, ninguém discutiria no meio médico que antibióticos são capazes de matar bactérias, ou que a insulina salvou a vida de milhões de diabéticos.
Ao mesmo tempo, porém, quase um século de estudos sobre nutrição não conseguiu responder a questões básicas, como saber se é melhor basear uma dieta em carboidratos ou lipídeos. Décadas de investimento na neurobiologia dos transtornos mentais tiveram um impacto raso na saúde mental das populações. E os bilhões de dólares investidos em pesquisa básica sobre Alzheimer que se converteram em praticamente nada de útil na clínica? Em algumas áreas da ciência, ao menos, a tal torre de marfim está mais para um castelo de cartas.
Os defensores da ciência serão rápidos em argumentar que o fracasso desses campos não se traduz necessariamente em uma mácula no currículo da pesquisa acadêmica. Alguns problemas são simplesmente difíceis, e é perfeitamente possível que, a qualquer momento, essas décadas de investimento em pesquisa comecem a trazer seu retorno para a sociedade.
Minha impressão é de que a pesquisa acadêmica tem muitos pontos a serem melhorados – e minha intenção, mais do que a propagandear, é me debruçar sobre suas mazelas. Que ninguém pense, porém, que estou descendo da torre de marfim para fazê-lo. Pelo contrário, sempre estive falando ao rés do chão: se há alguma torre nessa história, meu intuito é ajudar a construí-la.
(Olavo Amaral. Torres de marfim, castelos de cartas e telhados de vidro.
www.nexojornal.com.br, 23.08.2022. Adaptado)
A sentença “ninguém avisou-me” foge às regras gramaticais de colocação pronominal, devendo ser corrigida com o uso da próclise: “Ninguém me avisou”.
Na sentença “Se se fizer uma análise do problema, ver-se-ão causas diversas e interconectadas”, foram respeitadas todas as normas gramaticais de concordância, colocação pronominal e ortografia.
“Isto me limita. Isto me trava. Isto me corrói.”
Nas frases acima, o uso da próclise está correto porque




Disponível em: https://estudio.folha.uol.com.br/unico.
Acesso em: 20 out. 2022. Adaptado.


