Questões de Concurso
Comentadas sobre colocação pronominal em português
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Trecho do conto de Machado de Assis.

Quando falamos em direito, estamos falando inicialmente de um enorme conjunto de regras obrigatórias, o chamado direito positivo. Mas o vocábulo direito é usado também para os estudos, o curso de direito, a assim chamada “ciência do direito”. Numa terceira acepção, a palavra designa os direitos de cada um de nós, chamados de direitos subjetivos, pois somos os sujeitos, os titulares, desses direitos.
Ninguém ignora que paira sobre nossas cabeças uma gigantesca teia de normas, que atinge praticamente todas as nossas atividades. Muitos pensadores têm destacado que o direito atual parece ter invadido tudo: há direito em toda parte, para todos, para tudo. A contrapartida é que, assim como temos de seguir as normas, os outros também têm de obedecer a elas e, desse modo, respeitar os direitos de cada um de nós, os ditos direitos subjetivos.
Vivemos num tempo em que as questões legais se tornaram corriqueiras. Apesar dessa popularização, ainda existe uma enorme dificuldade de acesso às coisas do direito. Ao mesmo tempo, os mecanismos da justiça são cada vez mais acionados, até para resolver quem fica com o cachorro depois da separação, ou se o condomínio pode impedir seus moradores de ter animais. A sobrecarga dos tribunais, e sua lentidão, é parcialmente consequência desse excesso de litigiosidade e da incapacidade das pessoas de resolver com bom senso, compreensão e respeito as questões de convivência em sociedade.
Eduardo Muylaert. Direito no cotidiano: guia de sobrevivência na selva das leis.
São Paulo: Editora Contexto, 2020, p. 11-13 (com adaptações).
Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item a seguir.
No primeiro período do terceiro parágrafo, a forma
pronominal “se” poderia ser corretamente deslocada para
logo após a forma verbal “tornaram” — escrevendo-se
tornaram-se.
Texto I
Como lidar com colegas desagradáveis no ambiente de trabalho (por João Xavier)
Veja o que fazer para sobreviver à influência dos colegas desagradáveis sem prejudicar seu desenvolvimento
Colegas de trabalho desagradáveis não são raridade. Aprendemos desde cedo a lidar com quem nos desagrada. Isso porque toda família, toda escola, todo condomínio (ou turma da rua) tem aquele coleguinha que extrapola nas piadinhas, é “grudento”, desanimado ou inconveniente.
A primeira estratégia que desenvolvemos é a de fugir da pessoa, evitando compartilhar do mesmo espaço físico. Essa tática parece estar ligada ao nosso instinto de sobrevivência, pois é natural ao ser humano evitar aquilo que causa desconforto – reagimos de maneira automática quando sentimos frio, calor, medo ou nojo.
Essa técnica funciona bem, mas o problema é que em ambientes profissionais nem sempre é possível evitar o contato, principalmente quando há relações de troca, cooperação ou subordinação com pessoas chatas.
Como se trata de uma estratégia primitiva, será que podemos desenvolver algo mais eficiente para lidar com essa situação?
Sugestões de como lidar com essas pessoas no ambiente de trabalho:
1. Saiba o que incomoda
Primeiramente faça uma análise profunda sobre o que mais o(a) incomoda em determinada pessoa. Como disse Freud: “Aquilo que te incomoda nos outros tem muito a dizer sobre você”. É provável encontrar pontos de simetria, o que poderá contribuir com o seu autoconhecimento, conhecimento do colega e consequente melhoria da relação.
2. Não compartilhe defeitos
Feita a análise, por favor: não compartilhe os defeitos encontrados naquela pessoa nem com ela e nem com outros colegas. Guarde para si todas as imperfeições e compartilhe apenas aquilo que contém potencial de melhoria. A técnica do reforço positivo é muito mais eficiente do que a crítica – acredite!
3. Não forneça muita informação sobre você
Uma versão mais elaborada do “fugir da pessoa” é o que chamo de não dar ousadia. A principal diferença entre elas é que não dar ousadia significa não fornecer informações que possam aumentar o contato com a pessoa, como pontos em comum, assuntos para conversas, informações pessoais. A ideia é manter as transações apenas no que tange as relações profissionais. E por falar em relações profissionais, ser profissional em suas relações significa: ser educado, respeitoso, cooperativo e facilitador.
4. Preserve seu (bom) humor
Por fim, não se deixar abalar com a situação. Só existe uma pessoa capaz de alterar seu humor: você! No final das contas é você quem decide como vai lidar internamente com os acontecimentos do seu dia a dia. Como disse Dalai Lama: “não deixe que o comportamento dos outros tire a sua paz”.
Importante: lembre-se de que ninguém é chato porque quer. O chato, normalmente, não sabe que é chato e por isso é digno de compaixão. Posso ser eu, pode ser você ou seu irmão Então, depende de nós encontrarmos meios de transformar as relações conflituosas em cooperativas e amistosas.
(Texto adaptado especificamente para este concurso. O texto base está disponível em https://profissoes.vagas.com.br/4-passos-paralidar-com-colegas-de-trabalho-desagradaveis/ sob o título: 4 passos para lidar com colegas de trabalho desagradáveis, de João Xavier)
Texto 1 – Ginástica artística: história e curiosidade História
A ginástica artística está presente nos Jogos Olímpicos desde ______ (I. a – à) primeira edição da Era Moderna, em Atenas 1896. Os gregos da antiguidade acreditavam que a ginástica artística era a junção perfeita entre mente e corpo, assim _______ (II. a – há) praticavam ______ (III. a fim de – afim de) manter a boa forma física e da saúde. Ela também era ensinada como uma preparação para outros esportes, além de treinamento militar. O alemão Friedrich Ludwig Christoph Jahn, apaixonado pelo esporte, criou a primeira escola de ginástica artística em 1811. “O pai da ginástica”, como ficou conhecido, além de aperfeiçoar a modalidade, também criou alguns saltos e os aparelhos cavalo com alças, trave, barras paralelas e horizontais.
A ginástica estreou nos Jogos de Atenas 1896, reunindo atletas de apenas cinco países, que competiram em quatro aparelhos. Em Amsterdã 1928, as mulheres também passaram a competir, participando de uma única prova por equipes.
Nas competições, homens e mulheres competem no solo e no salto. As barras assimétricas e a trave são aparelhos exclusivamente femininos, e os homens competem também na barra fixa, nas barras paralelas, no cavalo com alças e nas argolas.
Curiosidades
A romena Nadia Comaneci encantou o mundo nos Jogos Olímpicos de Montreal 1976. Ela foi a mais jovem ginasta a ganhar medalha e a primeira a obter nota 10 na ginástica artística feminina. Ao todo, Comaneci conquistou nove medalhas olímpicas. Já a ginasta soviética Larysa Latynina entrou para a história como uma das atletas que mais conquistou medalhas em Jogos Olímpicos. Ao todo, em sua carreira, ela obteve 9 ouros, 5 pratas e 4 bronzes. A última delas foi conquistada nos Jogos de Roma 1960.
A primeira brasileira a ser campeã mundial foi Daiane dos Santos, em Anaheim 2003. Sabe-se que, em parceria com o treinador ucraniano Oleg Ostapenko, Daiane criou dois movimentos que foram eternizados pela Federação Internacional de Ginástica (FIG) e hoje levam o seu nome: o duplo twist carpado (Dos Santos I) e o duplo twist esticado (Dos Santos II). Somando suas participações nos Jogos Pan-americanos Winnipeg 1999, Santo Domingo 2003 e Rio 2007, a ginasta possui cinco medalhas: duas de prata e três de bronze. A primeira medalha olímpica da história da ginástica artística do Brasil foi dourada.
Nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, Arthur Zanetti superou o chinês Chen Yibing e levou o ouro nas argolas.
A ginástica que hoje é conhecida como artística ainda é citada em muitos livros e sites como ginástica olímpica. No passado, já foi chamada de ginástica desportiva e de ginástica de aparelhos. Em circuitos esportivos internacionais é comum ouvir atletas, técnicos e até leigos usando simplesmente as iniciais GA (ginástica artística).
Se as informações apresentadas não foram suficientes para levá-los a se interessarem pela GA, então, acompanhem as performances de atuais ginastas que brilharão nos Jogos de Paris, em julho e agosto de 2024.
(Texto adaptado especificamente para este concurso. O texto original está no site da Confederação Brasileira de Ginástica, disponível em https://www.cob.org.br/pt/cob/time-brasil/esportes/Ginasticaartistica/; acesso em 13 jan-24)
Excerto: “Se essas informações não foram suficientes para levá-los (I) a se (II) interessarem pela GA”.


“O que nos impede? (...) tornamo-nos os melhores no que fazemos”.
I. Visitar-te-ei amanhã, daí já lhe entregarei os livros que tomei emprestado.
II. O combinado de te trazer o livro raro não vou cumprir. Enviei-o para ser reformado.
III. Muitos livros estão empoeirando, jogados em prateleiras esquecidas ao longo do tempo, assim se estragando, então, se não fossemos nós, os leitores, os livros seriam esquecidos.
Texto CB1A1-III
Toda língua satisfaz à necessidade humana de comunicação. Embora muitas pessoas do mundo de hoje sejam tentadas a gastar mais tempo em mídias sociais do que talvez deveriam, é o impulso das trocas linguísticas que as está levando a essa situação. Não importa o quão ocupadas algumas pessoas estejam, é difícil não participarem de alguma conversa na tela à sua frente, para opinar sobre assuntos dos quais elas sabem pouco e se importam menos ainda. Seja por meio de conversas informais, da absorção de informações vindas da televisão, da discussão de jogos ou da leitura/escrita de romances, falar e escrever conecta os humanos, de modo ainda mais íntimo, em uma comunidade.
Daniel Everett. Linguagem: a história da maior invenção da humanidade. Tradução de Mauricio Resende. São Paulo: Editora Contexto, Belo Horizonte: Gutenberg, 2019, p. 12-13 (com adaptações).
Julgue o item a seguir, relativos a aspectos linguísticos do texto CB1A1-III.
No trecho “é o impulso das trocas linguísticas que as está
levando a essa situação” (segundo período), seria
gramaticalmente correta a colocação da forma pronominal “as”
em ênclise à forma de gerúndio “levando” — levando-as.
Acerca de aspectos linguísticos do texto CG1A1, julgue o seguinte item.
No segmento “tendemos a não os notar” (penúltimo período
do segundo parágrafo), a anteposição da forma pronominal
“os” ao verbo “notar” é obrigatória, não sendo admitida a
ênclise pronominal, em razão do emprego do vocábulo
“não”.
O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo [...]
Alternativas:
TEXTO II
A casa que educa
71 ____ Escrevo para vocês, crianças! O Amyr Klink é
72 um navegador. Navega num barco a vela. Vela é
73 uma armadilha para pegar o vento. O vento tem
74 força. Os barcos a vela navegam movidos pela
75 força do vento. O vento vem, bate nas velas e
76 empurra o barco. Mas o que fazer quando o
77 navegador quer ir para o sul e o vento sopra para
78 o norte? Peça a um professor para lhe explicar
79 isto. Antes das velas era preciso remar para o
80 barco navegar. Dava muita canseira. Mas aí um
81 dos nossos antepassados descobriu que o vento
82 faria o serviço dos remos e o homem poderia fazer
83 outras coisas…
84 ____ Toda a nossa história passada, desde os
85 tempos das cavernas, é a história dos homens
86 aprendendo a fazer a natureza fazer o trabalho por
87 eles. Os moinhos de vento, os moinhos de água, o
88 arco e a flecha, as alavancas, os monjolos, o fogo…
89 ____ O Amyr Klink disse que as crianças
90 aprendem “construindo” uma casa. Concordo.
91 Para aprender uma coisa é preciso fazê-la. As
92 crianças da ilha Faroe aprendiam o que
93 precisavam saber para viver construindo uma
94 casa! Mas não será muito difícil construir uma
95 casa? É difícil. Mas há um truque: a gente pode
“96 imaginar” a casa que a gente quer construir. Tudo
97 o que a gente faz começa na imaginação: um
98 quadro, um avião. Santos Dumont imaginou o 14-
99 Bis antes de construí-lo. Uma viagem, uma técnica
100 cirúrgica, um foguete, uma música, um livro… –
101 tudo começa na imaginação.
102 ____ Quando vou fazer um papagaio, a primeira
103 coisa é imaginá-lo na minha cabeça: o seu tipo (há
104 papagaios do tamanho de uma casa!), as suas
105 cores, as ferramentas de que vou precisar e os
106 materiais que vou usar: tesoura, canivete, serra,
107 linha, cola, papel… O mesmo vale para uma casa. A
108 primeira coisa é imaginar a casa, como se estivesse
109 pronta. O Oscar Niemeyer, que planejou os
110 edifícios fantásticos de Brasília, a primeira coisa
111 que faz é “desenhar” no papel o edifício que ele vê
112 com os olhos da imaginação.
113 ____ Imagine a casa que você gostaria de
114 construir. Terá um ou dois andares? As telhas
115 serão vermelhas? E as paredes? De que cor serão?
116 Terá uma chaminé para um fogão de lenha ou uma
117 lareira? Terá um jardim na frente? Para que lado
118 estará virada? Na sua cidade, qual é a direção do
119 sul? E do oeste? Onde nasce o sol? Onde se põe?
120 Mas o sol se põe? Esses são os pontos cardeais. É
121 importante saber onde estão os pontos cardeais
122 por causa da luz do sol. Aí é preciso desenhar essa
123 casa no papel, para que os pedreiros e carpinteiros
124 saibam como a imaginei. O desenho torna a
125 imaginação visível. Quem faz esse desenho é o
126 arquiteto. Aí será preciso fazer uma lista dos
127 materiais que você terá de usar para construir sua
128 casa. Começando com tijolo, cimento, areia, e
129 sem se esquecer dos pregos. Não se esqueça do
130 dinheiro, sem o qual não se compra nada. Seu pai
131 e sua mãe terão prazer em ajudá-lo.
ALVES, Rubem. A casa que educa. In: Educação. 2011. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2021/10/12/rubem-alves-criancas-almyr/. Acesso em: 27 fev. 2023.
Considerando a classificação da colocação pronominal no trecho “Santos Dumont imaginou o 14-Bis antes de construí-lo”. (linhas 98-99), é correto afirmar que se utiliza o pronome em posição
Assinale a frase com erro de colocação pronominal:
Cartão vermelho contra o preconceito
Por Ernesto Neves
- O mais popular esporte do planeta, o futebol tem o poder de unir povos e culturas,
- superando diferenças de credo, raça e classe. A linguagem dos campos é universal e pode até
- dar pausa a uma guerra, como ocorreu lá atrás, nos anos 1960, quando lados antagônicos do
- conflito de Biafra pararam para assistir ao genial Pelé. Os estádios, porém, jamais estiveram
- livres de um dos males que ainda assombram a humanidade: o racismo, um nó duro de desatar
- até hoje, em pleno século XXI. Nem mesmo as grandes estrelas do gramado escapam às
- execráveis manifestações de preconceito que resistem ao tempo. Foi assim em 21 de maio,
- quando Vinícius Jr., 22 anos, jogador do Real Madrid, enfrentava o Valência pela La Liga, o
- campeonato da Espanha, e ouviu gritos de “macaco”, “macaco”.
- Ele não se calou e acabou virando um potente símbolo da luta contra esta desumana
- exibição de intolerância. Indignado, interrompeu a partida e se dirigiu aos torcedores que o
- atacavam, pedindo respeito. Nas redes, Vini frisou que era a décima vez em que fora alvo de
- discriminação por ser preto, triste histórico que nunca contou com qualquer reação das
- autoridades, algo comum na trajetória de tanta gente. Sua atitude, de expor a questão sem
- desvios, escancarou uma ferida que, nos últimos anos, vem ganhando maior visibilidade não só
- na Europa, como também no Rio de Janeiro. Segundo dados do Observatório da Discriminação
- Racial no Futebol, entre 2021 e 2022, registrou-se um aumento de 40% nas denúncias de casos
- de racismo. Tamanho crescimento dá os contornos da elevada incidência desse crime e, ao
- mesmo tempo, embute um avanço: como as pessoas estão mais conscientes da aberração que
- o racismo representa, elas _______ cada vez mais levantando a voz contra ele. “Historicamente
- atacadas, pessoas pretas não aceitam mais sofrer discriminação e, por isso, estão levando o
- problema aos holofotes”, afirma o advogado Fabiano Machado da Rocha, especialista em
- compliance antidiscriminatório.
- A reação de Vini Jr. desatou uma onda sem precedentes no mundo do futebol, que começou
- a se mexer. Autoridades, entidades, clubes e atletas se mobilizaram, e ações contra a
- intolerância nos times cariocas, algumas engavetadas, receberam um bem-vindo empurrão. O
- Flamengo abriu oficinas internas conduzidas por integrantes do movimento negro e tem
- promovido visitas a escolas da rede pública e projetos sociais. A diretoria do Fluminense trabalha
- na criação de um comitê da diversidade e promove a campanha antipreconceito Time de Todos.
- Já o Botafogo busca perfis no mercado de modo que equipare as oportunidades profissionais no
- clube, enquanto o Vasco firmou um código de conduta com as torcidas organizadas proibindo
- cânticos embalados pela intolerância.
- Em um salutar sinal de avanço, as iniciativas chegaram até o poder público. A Assembleia
- Legislativa fluminense recém aprovou o Projeto de Lei nº 1.112/2023, que cria a Política Estadual
- Vini Jr. de Combate ao Racismo nos Estádios do Rio. Com a medida, as partidas podem ser
- interrompidas diante de qualquer denúncia ou manifestação racista. O jogo ficará paralisado pelo
- tempo que se julgar necessário ou enquanto não cessarem as ofensas.
- Adequar os estádios às normas de civilidade deste século envolve uma questão financeira
- — quem não o faz pode perder dinheiro, um sinal dos novos ventos. O escrutínio parte dos
- próprios patrocinadores, que não mais toleram investir em clubes ou atletas problemáticos, e
- dos consumidores, que rejeitam gastar com produtos e serviços nocivos à sociedade. Além disso,
- as federações esportivas compreenderam que o ambiente fair play é fundamental ____
- sobrevivência do esporte e que ir a uma partida deve ser uma experiência acolhedora a todos.
- “Racismo, machismo e homofobia são construções culturais que, até pouco tempo atrás, eram
- aceitáveis nos estádios. Felizmente, isso acabou”, ressalta Kwadjo Adjepong, especialista em
- governança esportiva da ONG Sport Resolutions, de Londres.
(Disponível em: VejaRio, junho de 2023 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considere as seguintes passagens do texto:
Assinale a alternativa que apresenta os trechos entre colchetes reescritos, correta e respectivamente, com as expressões em negrito substituídas por pronomes, de acordo com a norma padrão, no que se refere ao uso e à colocação pronominal.