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Questões de Concurso Comentadas sobre coesão e coerência em português

Foram encontradas 9.047 questões

Q1643043 Português

Julgue os itens que se seguem quanto a aspectos gramaticais.


Embora um indivíduo não possa ser tomado isoladamente, haja vista que é somente um ser, cada governado deve, em primeiro lugar, controlar a si mesmo.

Alternativas
Q1641539 Português
O texto, O Brasil vai para o espaço, servirá de apoio para a questão.

Edição nº 110 - 10/3/2006

O Brasil vai para o espaço

Viagem do primeiro astronauta do país levanta polêmicas

Por Elisa Marconi e Francisco Bicudo

Pela primeira vez na história, um brasileiro fará parte de uma missão espacial. No dia 30 de março próximo, o tenente-coronel aviador Marcos César Pontes deixará a atmosfera do planeta a bordo da nave russa Soyuz. Lá no alto, do espaço, Pontes deverá fazer três contatos com a Terra e realizar nove experimentos científicos em áreas como biologia, óptica e mecânica. Mas, longe de ser um acontecimento que mereça elogios e encha de orgulho a comunidade científica, o acontecimento tem, na verdade, recebido uma enxurrada de críticas que questionam a política espacial do Brasil.

A primeira reclamação de nossos cientistas diz respeito ao elevado custo da participação brasileira no programa russo. Na empreitada, o Brasil vai gastar aproximadamente doze milhões de dólares, o equivalente a 24 milhões de reais. O problema não é o valor em si – ainda que seja considerado alto. O que se questiona são as possíveis respostas que ele poderá oferecer – e elas são consideradas muito tímidas, em relação ao investimento feito. A outra grande queixa apontada pelos especialistas – e nesse caso destaca-se a opinião do presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Sérgio Gaudenzi – é que a viagem não é fruto de avanços alcançados especificamente pelo programa espacial brasileiro, que ainda estaria muito longe de conseguir uma façanha como essa. Na verdade, o tenente-coronel vai para o espaço de carona. A história, que começou com um elogiado acordo entre a Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) e a brasileira, acabou rendendo um lugar na nave russa. Por fim, os experimentos que Pontes pretende realizar no espaço sideral – e que confeririam à missão um caráter de pesquisa e inovação científica – são, de acordo com os especialistas, questionáveis e até desnecessários, pois envolvem, por exemplo, a germinação de grãos de feijão num ambiente com microgravidade, situação muito semelhante à clássica experiência realizada por alunos de ensino fundamental de todo o país.

A comunidade científica, no entanto, consegue também enxergar benefícios na viagem, e há até quem compare nosso primeiro explorador do espaço ao pioneiro da aviação, Alberto Santos Dumont. Antes de mais nada, os cientistas destacam a questão simbólica. Segundo o diretor do Comando Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), Carlos Augusto Leal Velloso, o grande intuito do vôo é dar visibilidade ao programa espacial do país e esse objetivo vem sendo alcançado em todo o território nacional. O outro ponto de destaque é a interação entre a viagem na Soyuz e as universidades e escolas. Os experimentos que o tenente-coronel Pontes vai realizar foram propostos por faculdades, centros de pesquisas e até por uma escola de 1º grau da cidade de São José dos Campos, no interior de São Paulo. Depois de concluídos, o material e os relatórios serão entregues às 22 instituições participantes do projeto, para que elas dêem prosseguimento às pesquisas.

Fonte: O Estado de S. Paulo
“A comunidade científica, no entanto, consegue também enxergar benefícios na viagem, e há até quem compare nosso primeiro explorador do espaço ao pioneiro da aviação, Alberto Santos Dumont.” O termo destacado poderia ser substituído, sem alteração do significado geral do texto como um todo por
Alternativas
Q460695 Português
                    O fiscal e o menino
      Já pelos meus dez anos ocupava eu um posto na Secretaria da Fazenda. A ocupação era informal, não implicava proventos ou tempo para a aposentadoria, mas o serviço era regular: acompanhava meu pai, que era fiscal de rendas, em suas visitas rotineiras aos comerciantes da cidade. Cada passada dele exigia duas das minhas, e eu ainda fazia questão de carregar sua pasta, pesada de processos. Tanto esforço tinha suas compensações: nos bares ou padarias, o proprietário lembrava-se de me agradar com doce, salgado ou refrigerante – o que configurava, como se vê, uma espécie de pacto entre interesseiros. Outra compensação encontrava eu em desfrutar, ainda que vagamente, da sombra da autoridade que emana de um fiscal de rendas. Para fazer justiça: autoridade mesmo meu pai só mostrava diante desses grandes proprietários arrogantes, que se julgam acima do bem, do mal e do fisco. E ai de quem se atrevesse a sugerir um “arranjo”, por conta da sonegação evidente...
      Gostava daquele fiscal. Duro no trato com os filhos e com a mulher, intempestivo e por vezes injusto ao julgar os outros, revelava-se um coração mole diante de um comerciante pobre e em débito com o governo. Nessas situações, condescendia no prazo de regularização do imposto e instruía o pobre-diabo acerca da melhor maneira de proceder. Ao dono de um botequim da zona rural – homem viúvo, carregado de filhos pequenos, em situação quase falimentar – ajudou com dinheiro do próprio bolso, para a quitação da dívida fiscal.
      Meu estágio em tal ocupação também aumentou meu vocabulário: conheci palavras como sisa, sonegação, guarda- livros, estampilha, mora e outras tantas. A intimidade com esses termos não implicava que lhes conhecesse o sentido; na verdade, muitos deles continuam obscuros para mim até hoje. De qualquer modo, não posso dizer que nunca me interessou a profissão de fiscal de rendas.
(Júlio Pietrobon das Neves)

Está clara e correta a redação do seguinte comentário sobre o texto:
Alternativas
Q460689 Português
                      Acerca do bem e do mal
      Fulano é “do bem”, Sicrano é “do mal”. Não, não são crianças comentando um filme de mocinho e bandido; são frases de adultos, reiteradas a propósito das mais diferentes pessoas, nas mais diversas situações. O julgamento definitivo e em preto e branco que elas implicam parece traduzir o esforço de adotar, em meio ao caldeirão de valores da sociedade moderna, um princípio básico de qualificação moral e ética.Essa oposição rudimentar revela a necessidade que temos de estabelecer algum juízo de valor para a orientação da nossa própria conduta. Tal busca de discernimento é antiga, e em princípio é legítima: está na base de todas as culturas, dá sustentação a religiões e inspira ideologias, provoca os filósofos, os juristas, os políticos. O perigo está em que o movimento de busca cesse e dê lugar à paralisia dos valores estratificados.
      O exemplo pode vir de cima: quando um chefe de poderosa nação passa a classificar países inteiros como integrantes do “eixo do mal”, está-se proclamando como
representante dos que constituiriam o “eixo do bem”. Essa divisão tosca é, de fato, muito conveniente, pois faculta ao mais forte a iniciativa de intervir na vida e no espaço do mais fraco, sob a alegação de que o faz para preservar os chamados “valores fundamentais da humanidade”. Interesses estratégicos
e econômicos são, assim, mascarados pela suposta preservação de princípios da civilização. A História já nos mostrou, sobejamente, a que levam tais ideologias absolutistas, que se atribuem o direito de julgar o outro segundo o critério da religião que este professa, do regime político que adota, da etnia a que pertence. A intolerância em relação às diferenças culturais, por exemplo, acaba levando o mais forte à subjugação das pessoas “diferentes” – e mais fracas. É quando a ética sai de cena, para dar lugar à barbárie.
      A busca de distinção entre o que é “do bem” e o que é “do mal” traz consigo um dilema: por um lado, não podemos dispensar alguma bússola de orientação ética e moral, que aponte para o que parece ser o justo, o correto, o desejável; por outro lado, se o norteamento dos nossos juízos for inflexível como o teimoso ponteiro, comprometemos de vez a dinâmica que é própria da história e dos valores humanos. Não há, na rota da civilização, leis eternas, constituições que não admitam revisões, costumes inalteráveis. A escolha do critério de julgamento é sempre crítica e sofrida, quando responsável; dispensando-se, porém, a responsabilidade dessa escolha, restará a terrível fatalidade dos dogmas. Lembrando o instigante paradoxo de um filósofo francês, “estamos condenados a ser livres”. Nessa compulsória liberdade, de que fala o filósofo, a escolha entre o que é “do bem” e o que é “do mal” é uma questão sempre viva, que merece ser analisada e enfrentada em suas particulares manifestações históricas. Se assim não for, estará garantido um espaço cada vez maior para a ação dos fundamentalistas de todo tipo.
(Cândido Otoniel de Almeida)

Nessa compulsória liberdade, de que fala o filósofo (...).

Numa nova redação da frase acima, mantém-se corretamente a expressão sublinhada caso se substitua fala o filósofo por
Alternativas
Q460673 Português
      A educação é uma função tão natural e universal da comunidade humana que, pela própria evidência, leva muito tempo a atingir a plena consciência aqueles que a recebem e praticam, sendo, por isso, relativamente tardio o seu primeiro vestígio na tradição literária. O seu conteúdo, aproximadamente o mesmo em todos os povos, é ao mesmo tempo moral e prático. Também entre os Gregos foi assim. Reveste, em parte, a forma de mandamentos, como honrar os deuses, honrar pai e mãe, respeitar os estrangeiros; consiste, por outro lado, numa série de preceitos sobre a moralidade externa e em regras de prudência para a vida, transmitidas oralmente pelos séculos afora; e apresenta-se ainda como comunicação de conhecimentos e aptidões profissionais a cujo conjunto, na medida em que é transmissível, os Gregos deram o nome de techné. Os preceitos elementares do procedimento correto para com os deuses, os pais e os estranhos foram mais tarde incorporados à lei escrita dos Estados. E o rico tesouro da sabedoria popular, mesclado de regras primitivas de conduta e preceitos de prudência enraizados em superstições populares, chegava pela primeira vez à luz do dia, através de uma antiqüíssima tradição oral, na poesia rural gnômica de Hesíodo. As regras das artes e ofícios resistiam naturalmente, em virtude da sua própria natureza, à exposição escrita dos seus segredos, como esclarece, no que se refere à profissão médica, a coleção dos escritos hipocráticos.
      Da educação, neste sentido, distingue-se a formação do Homem por meio da criação de um tipo ideal intimamente coerente e claramente definido. Essa formação não é possível sem se oferecer ao espírito uma imagem do homem tal como ele deve ser. A utilidade lhe é indiferente ou, pelo menos, não essencial. O que é fundamental nela é o kalón, isto é, a beleza, no sentido normativo da imagem desejada, do ideal. A formação manifesta-se na forma integral do Homem, na sua conduta e comportamento exterior e na sua atitude interior. Nem uma nem outra nasceram do acaso, mas são antes produtos de uma disciplina consciente. Já Platão a comparou ao adestramento de cães de raça. A princípio, esse adestramento limitava-se a uma reduzida classe social, a nobreza.

Obs: gnômico = sentencioso

(Adaptado de Werner Jaeger, Paidéia: a formação do homem grego. Trad. Artur M. Parreira, 4.ed., São Paulo: Martins Fontes,2001, p. 23-24)

A afirmativa correta é:
Alternativas
Q460669 Português
      A educação é uma função tão natural e universal da comunidade humana que, pela própria evidência, leva muito tempo a atingir a plena consciência aqueles que a recebem e praticam, sendo, por isso, relativamente tardio o seu primeiro vestígio na tradição literária. O seu conteúdo, aproximadamente o mesmo em todos os povos, é ao mesmo tempo moral e prático. Também entre os Gregos foi assim. Reveste, em parte, a forma de mandamentos, como honrar os deuses, honrar pai e mãe, respeitar os estrangeiros; consiste, por outro lado, numa série de preceitos sobre a moralidade externa e em regras de prudência para a vida, transmitidas oralmente pelos séculos afora; e apresenta-se ainda como comunicação de conhecimentos e aptidões profissionais a cujo conjunto, na medida em que é transmissível, os Gregos deram o nome de techné. Os preceitos elementares do procedimento correto para com os deuses, os pais e os estranhos foram mais tarde incorporados à lei escrita dos Estados. E o rico tesouro da sabedoria popular, mesclado de regras primitivas de conduta e preceitos de prudência enraizados em superstições populares, chegava pela primeira vez à luz do dia, através de uma antiqüíssima tradição oral, na poesia rural gnômica de Hesíodo. As regras das artes e ofícios resistiam naturalmente, em virtude da sua própria natureza, à exposição escrita dos seus segredos, como esclarece, no que se refere à profissão médica, a coleção dos escritos hipocráticos.
      Da educação, neste sentido, distingue-se a formação do Homem por meio da criação de um tipo ideal intimamente coerente e claramente definido. Essa formação não é possível sem se oferecer ao espírito uma imagem do homem tal como ele deve ser. A utilidade lhe é indiferente ou, pelo menos, não essencial. O que é fundamental nela é o kalón, isto é, a beleza, no sentido normativo da imagem desejada, do ideal. A formação manifesta-se na forma integral do Homem, na sua conduta e comportamento exterior e na sua atitude interior. Nem uma nem outra nasceram do acaso, mas são antes produtos de uma disciplina consciente. Já Platão a comparou ao adestramento de cães de raça. A princípio, esse adestramento limitava-se a uma reduzida classe social, a nobreza.

Obs: gnômico = sentencioso

(Adaptado de Werner Jaeger, Paidéia: a formação do homem grego. Trad. Artur M. Parreira, 4.ed., São Paulo: Martins Fontes,2001, p. 23-24)

A utilidade lhe é indiferente ou, pelo menos, não essencial.

É correto afirmar que, na frase acima,
Alternativas
Q460664 Português
      A educação é uma função tão natural e universal da comunidade humana que, pela própria evidência, leva muito tempo a atingir a plena consciência aqueles que a recebem e praticam, sendo, por isso, relativamente tardio o seu primeiro vestígio na tradição literária. O seu conteúdo, aproximadamente o mesmo em todos os povos, é ao mesmo tempo moral e prático. Também entre os Gregos foi assim. Reveste, em parte, a forma de mandamentos, como honrar os deuses, honrar pai e mãe, respeitar os estrangeiros; consiste, por outro lado, numa série de preceitos sobre a moralidade externa e em regras de prudência para a vida, transmitidas oralmente pelos séculos afora; e apresenta-se ainda como comunicação de conhecimentos e aptidões profissionais a cujo conjunto, na medida em que é transmissível, os Gregos deram o nome de techné. Os preceitos elementares do procedimento correto para com os deuses, os pais e os estranhos foram mais tarde incorporados à lei escrita dos Estados. E o rico tesouro da sabedoria popular, mesclado de regras primitivas de conduta e preceitos de prudência enraizados em superstições populares, chegava pela primeira vez à luz do dia, através de uma antiqüíssima tradição oral, na poesia rural gnômica de Hesíodo. As regras das artes e ofícios resistiam naturalmente, em virtude da sua própria natureza, à exposição escrita dos seus segredos, como esclarece, no que se refere à profissão médica, a coleção dos escritos hipocráticos.
      Da educação, neste sentido, distingue-se a formação do Homem por meio da criação de um tipo ideal intimamente coerente e claramente definido. Essa formação não é possível sem se oferecer ao espírito uma imagem do homem tal como ele deve ser. A utilidade lhe é indiferente ou, pelo menos, não essencial. O que é fundamental nela é o kalón, isto é, a beleza, no sentido normativo da imagem desejada, do ideal. A formação manifesta-se na forma integral do Homem, na sua conduta e comportamento exterior e na sua atitude interior. Nem uma nem outra nasceram do acaso, mas são antes produtos de uma disciplina consciente. Já Platão a comparou ao adestramento de cães de raça. A princípio, esse adestramento limitava-se a uma reduzida classe social, a nobreza.

Obs: gnômico = sentencioso

(Adaptado de Werner Jaeger, Paidéia: a formação do homem grego. Trad. Artur M. Parreira, 4.ed., São Paulo: Martins Fontes,2001, p. 23-24)

Também entre os Gregos foi assim. Reveste, em parte, a forma de mandamentos, como honrar os deuses, honrar pai e mãe, respeitar os estrangeiros; consiste, por outro lado, numa série de preceitos sobre a moralidade externa e em regras de prudência para a vida, transmitidas oralmente pelos séculos afora; e apresenta-se ainda como comunicação de conhecimentos e aptidões profissionais a cujo conjunto, na medida em que é transmissível, os Gregos deram o nome de techné.

Considerados o fragmento acima e o contexto, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2006 Banca: UEG Órgão: TJ-GO Prova: UEG - 2006 - TJ-GO - Oficial de Justiça Auxiliar |
Q426190 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

LINGUAGEM JURÍDICA

Ao evitar o uso de palavras e termos complicados, que torna o texto por vezes inexplicável, você ajuda a
democratizar o Direito e ampliar para a sociedade o acesso à justiça.
Reconhecer a necessidade de simplificação da linguagem jurídica é o primeiro passo para a real democratização
e pluralização da Justiça. É preciso perceber que o contato diário do juiz com o jurisdicionado e com a própria
sociedade não enfraquece o Poder Judiciário. Ao inverso, tende a conferir-lhe maior grau de legitimidade.

MAGALHÃES PINTO, Oriana Piske de Azevedo. Visão Jurídica. São Paulo, n°. 01, p.16. [Adaptado].
O pronome “que”, sublinhado no texto, refere-se a:
Alternativas
Q394234 Português
     Tentativas que privilegiam o bem-estar, a simplicidade,
      a tradição local, o resgate da história e a hospitalidade
      começam a surgir pelo globo. Esse é o começo de
      uma revolução cultural, uma mudança radical na forma
05  como vemos o tempo e como lidamos com a velocidade
      e a lentidão. Significa colocar qualidade antes de
      quantidade. É uma espécie de “filosofia do devagar”,
      em que se percebe que nem sempre a rapidez é a
      melhor maneira de fazer as coisas. A principal fonte da
10  aceleração é o domínio de um sistema econômico que
     “sugere” às pessoas a chance de preencher suas vidas
      com ajuda da tecnologia. Mas desacelerar parece dar
      a muita gente a sensação de estar perdendo o pouco
      tempo que lhes resta.

Mesmo alterando parcialmente as relações semânticas do texto, assinale a proposta de substituição para o termo “em que”(l.8) que torna incoerente o desenvolvimento da argumentação.
Alternativas
Q394230 Português
Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas do texto, preservando sua coerência e correção gramatical

Devagar, mas no rumo certo

A Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad), do IBGE, _____1_____ em 2004, mostra que o Brasil está no caminho certo, ___2___em ritmo lento. Os rendimentos do trabalho tiveram ___3____, a concentração de renda diminuiu e ___4_____ganhos reais ____5____ a população mais pobre. A qualidade de vida da classe média, traduzida em celulares e computadores, melhorou bastante, bem mais___6____ os serviços de primeira necessidade, como o saneamento básico.
Alternativas
Q394225 Português
      A concorrência  constitui  ingrediente   fundamental  do
      crescimento.  Sem  concorrência  não  há  inovação,  e
      sem inovação não há crescimento sustentado. O Brasil
      acordou  na questão da concorrência. Agora é preciso
05  dotá-la  de  recursos  adequados  e  implementá-la  de
      acordo com  as  especificidades  do  país.  Na  defesa
      da  concorrência,  como  de  resto  em várias áreas da
      política pública, é preciso copiar um  clichê  do mundo
      corporativo multinacional: manter  a  visão global  sem
10  perder o enfoque local.

Assinale a alteração proposta para o texto que resulta em incoerência da argumentação ou incorreção gramatical. Desconsidere os necessários ajustes nas letras maiúsculas e minúsculas.
Alternativas
Q393930 Português
Os trechos abaixo constituem um texto, mas estão desordenados. Ordene-os nos parênteses de maneira a compor um texto coeso e coerente e assinale, a seguir, a opção correspondente.

( ) Segundo sua análise, uma classe burguesa controlava os mecanismos sociais no Brasil, como acontecia em quase todos os países do ocidente.

( ) Florestan Fernandes tomou para si a tarefa de romper com a tradição de pseudoneutralidade das ciências humanas e reconstruir uma análise do Brasil abertamente comprometida com a mudança social.

( ) No entanto – por causa de fatores históricos como a escravidão tardia, a herança colonial e a dependência em relação ao capital externo – , a burguesia brasileira era mais resistente às mudanças sociais do que as classes dominantes dos países desenvolvidos.

( ) Para Florestan, não havia tal cultura no Brasil por dois motivos: ela estimularia as massas populares a participar politicamente e ao mesmo tempo tiraria das classes dominantes a prerrogativa de fazer tudo o que quisessem sem precisar dar satisfação ao conjunto da população.

( ) O Brasil, dizia o sociólogo, era atrasado também em relação ao que ele chamava de cultura cívica, ou seja, um compromisso em torno do mínimo interesse comum.
Alternativas
Q393927 Português
Assinale a opção incorreta a respeito do emprego das estruturas lingüísticas no texto.

     Antenas, computadores e vontade política. Três fatores
      que podem facilitar o acesso às modernas tecnologias
      de informação, à internet e ajudar a reduzir a nossa
      enorme dívida social. Podem, com certeza, encurtar a
05  distância entre os que têm e os que não têm acesso
      à rede mundial de computadores e às modernas
      tecnologias. A grande massa do povo encontra-se à
      margem das informações disponíveis e contatos com o
      mundo global.
Alternativas
Q393916 Português
     O  acesso  às  novas  tecnologias  tornou-se  um  dos
      fatores determinantes para a criação  e  absorção  de
      empregos. Há uma profunda transformação em curso
      nas   comunicações,    potencializando   a   revolução
05  da   cidadania e  a  redução   da   injustiça   social.  A
      continuidade  dessas  transformações   reside  menos
      em novas e radicais inovações  tecnológicas  e  muito
      mais na universalização  de  seus  benefícios  para  as
      camadas de baixa renda e para o grande universo  de
10  pequenas  e  médias empresas   deste   país,  maiores
      geradoras de empregos.

Julgue como falsas (F) ou verdadeiras (V) as seguintes afirmações a respeito do emprego das estruturas lingüísticas no texto.

( ) Preserva-se a correção gramatical ao substituir “às novas tecnologias”(l.1) por a novas tecnologias, usando o termo de maneira indeterminada, sem artigo.

( ) Mantém-se a coerência textual e a correção gramatical também ao empregar “uma profunda transformação”(l.3) generalizadamente no plural: profundas transformações.

( ) O valor do gerúndio em “potencializando”(l.4) corresponde ao de uma subordinada adjetiva: que potencializa.

( ) Por se tratar de advérbio que confere ênfase, “muito” (l.7) pode ser suprimido do texto sem prejudicar a estrutura sintática.

A seqüência obtida é:
Alternativas
Ano: 2006 Banca: ESAF Órgão: SUSEP Prova: ESAF - 2006 - SUSEP - Agente Executivo |
Q362159 Português
Assinale a opção que corresponde a erro gramatical.

A literatura política moderna de? ne o Estado como um conjunto de indivíduos que têm(1) a mesma origem étnica(2), cultural e histórica (povo) e que se estabeleceu em um determinado espaço físico (território) no qual(3) elegeu um governo civil soberano. Nessa de?nição teórica está conjugado(4) os principais elementos da sociedade política organizada denominada de Estado: o povo, o território e o governo soberano. Soberania signi?ca a capacidade que tem o Estado de editar a lei e impor ao povo o seu cumprimento (soberania interna) e ainda fazer-se(5) respeitar no concerto externo das comunidades internacionais (soberania externa)
Alternativas
Ano: 2006 Banca: ESAF Órgão: SUSEP Prova: ESAF - 2006 - SUSEP - Agente Executivo |
Q362156 Português
Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas do texto.

O governo Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-61) __1__mudado a ?sionomia do Brasil. A acumulação industrial do Programa de Metas prosseguiu liderada pela industrialização pesada, __2__concentração crescente no espaço paulista, o que provocou vários con? itos entre as burguesias cafeeira e industrial __3__da política de câmbio múltiplo, que prejudicava a primeira e bene?ciava a segunda. O Rio de Janeiro, por sua vez, continuou __4__ centro intelectual do projeto nacional-desenvolvimentista. Os efeitos multiplicadores do Programa de Metas na economia brasileira foram imensos (Jaguaribe, 2003). A atuação dos Grupos de Executivos e do BNDE, as encomendas da Petrobrás à indústria naval e ao setor de bens de capital, a siderurgia, a mineração e a metalurgia em Minas Gerais, os desdobramentos regionais dos projetos da Vale do Rio Doce, a construção de estradas foram centrais ___5___classe industrial brasileira
Alternativas
Ano: 2006 Banca: ESAF Órgão: SUSEP Prova: ESAF - 2006 - SUSEP - Agente Executivo |
Q362153 Português
Os trechos abaixo constituem um texto. Assinale a opção gramaticalmente correta.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: ESAF Órgão: SUSEP Prova: ESAF - 2006 - SUSEP - Agente Executivo |
Q362152 Português
Os trechos abaixo são partes seqüenciais de um texto. Assinale a opção em que há erro gramatical
Alternativas
Ano: 2006 Banca: ESAF Órgão: SUSEP Prova: ESAF - 2006 - SUSEP - Agente Executivo |
Q362149 Português
Em relação ao texto, assinale a opção incorreta.

A concepção moderna de Estado tem raízes no pensamento ético de Kant e de Hegel e o apresenta como uma realização da idéia moral, para o primeiro, ou como a substância ética consciente de si mesma, para o segundo. Para esses pensadores, o Estado seria o apogeu do desenvolvimento moral, substituiria a família, e com o direito produzido, racional, imparcial e justo, substituiria a consciência ética dos indivíduos, que, embora reti? cadora da ação humana, se revelaria, na prática, inviável, por ser incoercível.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: ESAF Órgão: SUSEP Prova: ESAF - 2006 - SUSEP - Agente Executivo |
Q362148 Português
Em relação ao texto abaixo, assinale a opção incorreta.

Herdeiro de uma experiência extremamente rica, mas esgotada pelo autoritarismo, o socialismo dos nossos tempos já não pode utilizar os referenciais do passado e ainda não tem referenciais estratégicos para encaminhar seu futuro. Está condenado a sobreviver politicamente por meio de projetos e programas de administração “humanizada” do capitalismo global, o que lhe infunde permanentes crises de identidade e traumáticas experiências de poder conforme a maior ou menor solidez ideológica dos partidos que o representam.

Alternativas
Respostas
8801: C
8802: D
8803: E
8804: B
8805: A
8806: E
8807: B
8808: A
8809: D
8810: A
8811: D
8812: B
8813: A
8814: E
8815: D
8816: A
8817: C
8818: D
8819: C
8820: C