Questões de Concurso
Comentadas sobre coesão e coerência em português
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Leia o texto:
Nos moldes da formação do Brasil, o trabalho configurou-se como exploratório e depreciativo ao capital humano. Mesmo após a abolição da escravatura, em 1888, o trabalho escravo persistiu. Dessa maneira, neste século XXI, o anseio do trabalhador em ser reconhecido como um profissional digno e de qualidade e de ter estabilidade no futuro nunca foi tão imediato.
De início, vale lembrar o quão significativa foi a aprovação da CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas – nos anos 1940. Tal instrumento possibilitou ao trabalhador um reconhecimento de sua verdadeira função social: trabalhar para construir dignidade para si e ao país. Nessa lógica, o profissional começou a valorizar o tipo de trabalho que melhore a sua condição financeira e que lhe proporcione qualidade de vida e realização profissional. [...]
[Texto adaptado]. Disponível em: https://www.imaginie.com.br/enem/exemplo-de-redacao/enem-2010-o-trabalho-naconstrucao-da-dignidade-humana/447569
Quanto aos elementos de coesão textual utilizados no segundo parágrafo do texto, julgue os itens a seguir.
I. “Tal instrumento” – retoma a Consolidação das Leis Trabalhistas.
II. “Nessa lógica” – refere-se às duas orações anteriores, retomando-as.
III. Os pronomes “sua” e “lhe” no último período referem-se, respectivamente, a “dignidade” e “qualidade de vida”.
I. Em alguns casos (primeiro parágrafo)
a. artigos científicos
b. coleta
II. Essa suspeita (primeiro parágrafo)
a. os documentos de anuência obtidos sob coação, o que os tornaria inúteis.
b. há a possibilidade de que a coleta de dados tenha sido forçada e os documentos de anuência obtidos sob coação, o que os tornaria inúteis.
III. A mesma estratégia (segundo parágrafo)
a. Isso faz parte da arquitetura do controle social e é uma ferramenta de pressão psicológica eficaz.
b. se vale de uma base de dados nacional de DNA, de informações biométricas e de métodos de vigilância − tais como câmeras de vídeo e reconhecimento facial.
IV. O artigo (terceiro parágrafo) a. um trabalho publicado em 2022 na revista PLOS ONE b. o consentimento informado dos indivíduos que cederam amostras de sangue.
V. O programa (sexto parágrafo)
a. vigilância gemônica
b. programa para coletar e catalogar perfis genéticos de seus cidadãos e de visitantes.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Em comum, os estudos cancelados utilizavam dados genéticos ou biométricos de minorias étnicas e grupos populacionais vulneráveis da China, cuja coleta foi realizada em condições nebulosas.
A respeito do sentido e significado da palavra em destaque, analise as afirmações a seguir:
I.A palavra foi empregada no sentido denotativo, visto que consiste em um processo de tornar sem efeitos os estudos.
II.A palavra foi empregada no sentido conotativo, como uma expressão que nasceu na Internet e diz respeito ao cancelamento de ações e pessoas consideradas inadequadas pelos usuários da Rede.
III.A acepção mais adequada para a palavra é a de "Suspender a realização de algo que se havia planejado" (MICHAELIS, online).
IV.A acepção mais adequada à palavra é a de "reprovar e repudiar, boicotar e banir pessoas, eventos ou marcas que assumem comportamentos considerados incorretos ou que ferem os valores de um grupo de pessoas em redes sociais".
V.O significado dicionarizado da palavra é mais relacionado a "invalidar processo ou objeto em um determinado contexto".
É correto o que se afirma em:
Classifique as expressões coesivas referenciais destacadas, fazendo a associação.
(1) Anáfora
(2) Catáfora
( ) Aprendi que há apenas um caminho para a liberdade e a felicidade: parar de me preocupar com tudo aquilo que está além do meu controle, decisão e capacidade e ter a consciência de que não são as pessoas e situações que me afetam e desequilibram, mas as minhas percepções, opiniões, crenças e interpretações equivocadas sobre elas.
( ) Uma prova concreta de que estou aprendendo a dominar meus monstros internos é o fato de ter parado de tomar Lexotan. Antes da pandemia, sempre que precisava viajar, dar aulas, palestras, entrevistas, participar de programas de televisão, eu tomava o ansiolítico antes de dormir.
( ) ‘Alguém procedeu mal comigo? Isso é com ele. A deliberação é dele, a ação é dele... É impossível que os maus não pratiquem o que está em sua índole... Eis a melhor maneira de se vingar: não se lhes assemelhar.’
( ) Por isso, todos os dias, assim que acordo, respondo às seguintes perguntas no meu diário: "O que eu faria se não tivesse tanto medo? Como vou gozar o dia de hoje? O que posso fazer de bonito, bom e relevante? Como posso transformar o meu medo em coragem, a minha tristeza em beleza e a minha dor em amor?".
A sequência CORRETA é:
I.Os comprimidos, prescritos para TDAH e compulsão alimentar, aumentam a liberação dos neurotransmissores dopamina e noradrenalina nas sinapses, que são as conexões entre os neurônios.(sinapses)
II.Gebara e outros médicos consultados pela reportagem afirmam que o uso dos comprimidos por pessoas sem diagnósticos que o justifique tem sido cada vez mais comum ( o uso dos comprimidos)
III.Foi aí que busquei outro profissional, que me ajudou a parar com o remédio. (remédio)
IV.Eu e meu marido saímos com a mesma receita: Ozempic para emagrecer e Venvanse para ter foco — uma combinação que ele aparentemente prescreve para todos."( Endocrinologista) Considerando a correta referência entre os termos destacados e os termos entre parênteses nos trechos fornecidos, identifique a alternativa correta:
“Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano
Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina
Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria”.
I- Os termos “mulheres” e “médicas” constituem uma cadeia coesiva em torno do tema central do texto.
II- A repetição do termo “elas”, mencionado no fragmento duas vezes, é um recurso linguístico inadequado, haja vista que provoca repetição desnecessária.
III- O emprego do termo “elas” constitui uma retomada pronominal importante na recuperação de termos já mencionados.
IV- O emprego do termo “elas” constitui uma retomada por hipônimo, ou seja, de um termo geral para um específico, recurso que colabora para a interligação das partes do texto.
V- No fragmento “Na cidade de São Paulo, já são maioria”, há uma elipse do referente, recurso coesivo também importante na construção textual.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o Texto I e responda à questão:
Texto I
Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano
Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina
Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.
O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.
Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.
Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.
Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.
Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.
Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.
Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.
Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.
Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, Metrópole, 8 abr. 2024.p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações.
“Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano
Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina
Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria”.
I- Os termos “mulheres” e “médicas” constituem uma cadeia coesiva em torno do tema central do texto.
II- A repetição do termo “elas”, mencionado no fragmento duas vezes, é um recurso linguístico inadequado, haja vista que provoca repetição desnecessária.
III- O emprego do termo “elas” constitui uma retomada pronominal importante na recuperação de termos já mencionados.
IV- O emprego do termo “elas” constitui uma retomada por hipônimo, ou seja, de um termo geral para um específico, recurso que colabora para a interligação das partes do texto.
V- No fragmento “Na cidade de São Paulo, já são maioria”, há uma elipse do referente, recurso coesivo também importante na construção textual.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o excerto abaixo. Em seguida, analise as proposições elaboradas acerca de sua configuração morfossintática.

CENTAMORI, Vanessa. Em livro, judeu relata grande amor que viveu com filha de comandante nazista. Galileu, 15 de maio de 2024. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/colunistas/sua-estante/coluna/ 2024/05/em-livro-judeu-relata-grande-amor-que-viveu-com-fil ha-de-comandante-nazista.ghtml. Acesso em: 15 mai. 2024.
I. A expressão “no qual” (linha 2ª) pode ser substituída por “do qual” sem acarretar inadequação à escrita padrão.
II. A palavra “bastante” (linha 3ª) se classifica como um substantivo no contexto em que se encontra empregada.
III. A expressão “um judeu húngaro” (linha 4ª) apresenta dois adjetivos, levando-se em consideração o contexto sintático de utilização das palavras.
IV. Foi empregada uma oração subordinada adjetiva explicativa na oitava linha do texto.
V. A correlação verbal do período que se inicia na linha 13 ficaria adequada se a locução verbal empregada no modo subjuntivo fosse substituída por outra flexionada no modo indicativo.
VI. A elipse foi empregada duas vezes no trecho apositivo que se enuncia após os dois-pontos na linha 15, de modo a evitar a repetição de uma palavra citada na oração principal.
Estão corretas as seguintes proposições:
No texto, a expressão 'para isso' refere-se:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Humanizar a escrita: a nova tarefa dos robôs
Depois da chegada de nossos robôs auxiliares de escrita, que são capazes de resumir, de parafrasear e até mesmo de escrever por conta própria, vieram os programas de "humanização da escrita", também disponíveis na internet. Essas novas ferramentas, segundo seus fabricantes, servem para tornar indetectável o uso de inteligência artificial na produção de um texto, tornando-o mais semelhante a um texto escrito por um ser humano.
Dado que a inteligência artificial aprendeu com o material produzido por seres humanos, qual seria o elemento humano faltante aos textos escritos por ela? Em outras palavras, como fazer para que humanos não percebam que um texto foi produzido por uma máquina? Por curiosidade, fiz alguns testes, sem a menor pretensão de avaliar essas poderosas inteligências e seus criadores, e não cheguei a uma conclusão sobre o que seria a linguagem humanizada dos robôs.
Em um caso, o robô humanizado substituiu "pedido" por "request" num texto que, aliás, tinha sido escrito por um humano de carne e osso. Em outro, houve substituição de frases mais curtas e econômicas por períodos mais longos e redundantes; em outro, houve troca de "entre" por "dentre" (naturalmente, sem critério gramatical). Enfim, os seres humanos que criam esse tipo de ferramenta têm algum critério, seja ele qual for, para definir o que seria um estilo mais "humano". Qual será?
Em todo o caso, o termo "humanizado" vem aparecendo em muitos contextos, o que nos pode dar uma pista do que nós, afinal humanos, cremos ser "humano". Dia desses, uma discussão entre leitores de uma crônica na internet trouxe, talvez sem querer, uma questão curiosa. Um deles achou que o autor do texto tivesse cometido um erro de português (especificamente o uso de "câmara" no lugar de "câmera"). Outro explicou que as duas formas são corretas etc. etc., o que é verdade e qualquer bom dicionário pode atestar. Outros ainda consideraram inoportuno levantar esse tipo de questão, pois o texto era tão interessante e divertido etc. − tanta coisa a que prestar atenção e o sujeito vai logo reparar na grafia da palavra!
Até que outro acrescentou que qualquer um, autor ou revisor, pode errar (ora bolas!), a que se seguiu um comentário de assentimento: "Exatamente, compreensível. Essa é a forma humanizada da ortografia". Note-se que, a essa altura, o problema não era saber se as duas grafias eram corretas, muito menos se cogitava aproveitar o ensejo para discutir a variação ortográfica ou as acepções da palavra. Não. O problema mesmo foi o fato de alguém ter levantado a questão de supostamente haver um erro de grafia no texto do escritor.
A "forma humanizada da ortografia", ao que tudo indica, pressupõe um nível importante de tolerância. Sendo a ideia compreensível, para que essa "obsessão" pelo "correto"? Existe "o correto"? O curioso é que a ortografia, por ser convencionalmente estabelecida, é (ou era) a parte da gramática menos sujeita aos debates sobre variação da língua.
A humanização a que alude o comentário, porém, parece mais ligada a uma atitude ou posicionamento moral, que prescreve tolerância com a "diversidade ortográfica" como reflexo da tolerância com a pessoa que escreveu o texto. Corrigir ou assumir "tom professoral" é uma espécie de afronta à expressão alheia, uma atitude em si "intolerante". É preciso, afinal, respeitar o "diverso". O problema é que a língua precisa de elementos comuns para que seja eficaz em sua principal função, a da comunicação ("comunicar", na origem, é "pôr em comum").
Talvez essa postura humanizada explique o fato de hoje ser frequente encontrarmos erros gramaticais em livros caros, ilustrados, produzidos em ótimo papel, com capa dura etc. Afinal, como diziam nossas avós, errar é humano e, como já disse José Saramago, na sua "História do Cerco de Lisboa", ao explicar que o revisor nem sempre corrige, "primeiro mandamento do decálogo do revisor que aspire à santidade, aos autores deve-se evitar sempre o peso das vexações".
Não faz assim tanto tempo que o nosso querido Paulo Coelho, um dos mais bem-sucedidos escritores brasileiros, era alvo de críticas na imprensa por causa das gralhas que se avolumavam nos seus livros, as quais, diga-se, nunca atrapalharam seus negócios. Certa vez, um tanto irritado pela cobrança de jornalistas, ele se saiu com um chiste, que acabou sendo levado a sério: disse que a magia de seus livros (responsável pelo milagre das vendas) poderia estar justamente nos erros gramaticais, de modo que não providenciaria revisão nas edições seguintes. E assim provavelmente foi. Mal sabia ele que antecipava uma tendência.
A tolerância às falhas às − falhas, que, mágicas ou não, afinal, nos lembram que somos humanos parece ser − um valor nos dias de hoje. Talvez essa seja a dica de ouro para os humanizadores de texto. Vamos ensinar os robôs a errar.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br
O pronome destacado no período acima desempenha papel
• Se você viu o título desta coluna e imaginou ler um alerta importante... (1º parágrafo)
• ... acertou ... mas só pela metade. (1º parágrafo)
• Portanto, cuidado com o cuidado. (4º parágrafo)
As palavras em destaque foram empregadas nos trechos para estabelecer, respectivamente, ideias de
A Assistência Social como política de proteção social configura-se como uma nova situação para o Brasil. Ela significa garantir a todos, que dela necessitam, e sem contribuição prévia a provisão dessa proteção. Na construção dessa política, levou-se em conta três vertentes de proteção social: as pessoas, as suas circunstâncias e dentre elas seu núcleo de apoio primeiro, isto é, a família. Nesse sentido, a proteção social exige a capacidade de maior aproximação possível das pessoas, dos seus riscos e vulnerabilidades produzidos _______________.
(__) O texto contém em si mesmo todos os sentidos necessários para a compreensão pelo leitor.
(__) O processo de construção de sentidos em um texto depende exclusivamente do conhecimento linguístico do leitor.
(__) A construção de sentidos no texto ocorre sem influência de fatores socioculturais ou interacionais.
(__) A construção de sentidos no texto envolve fatores situacionais, socioculturais, cognitivos e interacionais.
A sequência está correta em: