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Questões de Concurso Comentadas sobre coesão e coerência em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 9.100 questões

Q1176783 Português





Durval Muniz de Albuquerque Júnior. De amadores a desapaixonados: eruditos e intelectuais como distintas figuras de sujeito do conhecimento no Ocidente contemporâneo. In: Trajetos. Revista de História da UFC, v. 3, n.º 6, 2005, p. 55. 
Internet: <www.revistatrajetos.ufc.br> (com adaptações).

Julgue o item no que se refere às estruturas linguístico‐gramaticais do texto.



No último parágrafo do texto, as formas “exigia” (linha 25) e “fazia” (linha 26) retomam o mesmo referente, ou seja, “um produtor do conhecimento” (linha 25).

Alternativas
Q1176780 Português





Durval Muniz de Albuquerque Júnior. De amadores a desapaixonados: eruditos e intelectuais como distintas figuras de sujeito do conhecimento no Ocidente contemporâneo. In: Trajetos. Revista de História da UFC, v. 3, n.º 6, 2005, p. 55. 
Internet: <www.revistatrajetos.ufc.br> (com adaptações).

Julgue o item no que se refere às estruturas linguístico‐gramaticais do texto.



Ficam mantidos a correção gramatical e os sentidos originais do texto caso a expressão “entre os finais do século XIX e a primeira década do século XX” (linha 12) seja substituída por entre fins do século XIX e meados do século seguinte.

Alternativas
Q1176778 Português





Durval Muniz de Albuquerque Júnior. De amadores a desapaixonados: eruditos e intelectuais como distintas figuras de sujeito do conhecimento no Ocidente contemporâneo. In: Trajetos. Revista de História da UFC, v. 3, n.º 6, 2005, p. 55. 
Internet: <www.revistatrajetos.ufc.br> (com adaptações).

Julgue o item no que se refere às estruturas linguístico‐gramaticais do texto.



Na linha 2, o deslocamento do vocábulo “mais” para antes de “do que” mantém a correção gramatical, ainda que haja a alteração dos sentidos originais do texto.

Alternativas
Q1176776 Português





Durval Muniz de Albuquerque Júnior. De amadores a desapaixonados: eruditos e intelectuais como distintas figuras de sujeito do conhecimento no Ocidente contemporâneo. In: Trajetos. Revista de História da UFC, v. 3, n.º 6, 2005, p. 55. 
Internet: <www.revistatrajetos.ufc.br> (com adaptações).

Julgue o item no que se refere às estruturas linguístico‐gramaticais do texto.



Na linha 1, manteria a correção gramatical e os sentidos originais do texto a inserção do vocábulo “‐se” após a forma verbal “transitava”, devido à presença desse mesmo elemento na forma verbal “caracterizava‐se”.

Alternativas
Q1176638 Português

Texto para o item. 




Elisa Campos Machado. Bibliotecas comunitárias como prática
social no Brasil. 2008. Tese (Doutorado em Ciência
da Informação), Escola de Comunicações e Artes,
Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, 2008,
p. 77‐78. Internet: <www.teses.usp.br>
(com adaptações).



Julgue o item em relação aos aspectos linguísticos do texto.


A expressão “o que” (linha 45) retoma todo o segmento a partir de “burocracia” (linha 43), razão pela qual pode ser substituída por e isso, da mesma forma que “sua” (linha 45) retoma “SNBP” (linha 31).


Alternativas
Q1176637 Português

Texto para o item. 




Elisa Campos Machado. Bibliotecas comunitárias como prática
social no Brasil. 2008. Tese (Doutorado em Ciência
da Informação), Escola de Comunicações e Artes,
Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, 2008,
p. 77‐78. Internet: <www.teses.usp.br>
(com adaptações).



Julgue o item em relação aos aspectos linguísticos do texto.



Na estrutura “é provável que não estivesse preparado” (linhas 38 e 39), a coesão é feita por elipse do vocábulo ela.



Alternativas
Q1176636 Português

Texto para o item. 




Elisa Campos Machado. Bibliotecas comunitárias como prática
social no Brasil. 2008. Tese (Doutorado em Ciência
da Informação), Escola de Comunicações e Artes,
Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, 2008,
p. 77‐78. Internet: <www.teses.usp.br>
(com adaptações).



Julgue o item em relação aos aspectos linguísticos do texto.


Os vocábulos “instituído” (linha 32), “subordinado” (linha 33), “vinculado” (linha 34) e “participou” (linha 35) retomam “O Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP)” (linha 31).



Alternativas
Q1176635 Português

Texto para o item. 




Elisa Campos Machado. Bibliotecas comunitárias como prática
social no Brasil. 2008. Tese (Doutorado em Ciência
da Informação), Escola de Comunicações e Artes,
Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, 2008,
p. 77‐78. Internet: <www.teses.usp.br>
(com adaptações).



Julgue o item em relação aos aspectos linguísticos do texto.


Sem prejuízo para a correção gramatical, a expressão “com o objetivo de integrar” (linha 19) pode ser substituída por cujo propósito era o de agregar.


Alternativas
Q1176633 Português

Texto para o item. 




Elisa Campos Machado. Bibliotecas comunitárias como prática
social no Brasil. 2008. Tese (Doutorado em Ciência
da Informação), Escola de Comunicações e Artes,
Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, 2008,
p. 77‐78. Internet: <www.teses.usp.br>
(com adaptações).



Julgue o item em relação aos aspectos linguísticos do texto.


Prejudica a correção gramatical a inserção, antes de “A partir de 2003,” (linha 8), da forma verbal Foi, mesmo com a adaptação da letra inicial “A” para a, além da substituição da vírgula por que.



Alternativas
Q1176522 Português
Leia o texto para responder à questão.

          A capacidade de apagar a própria conta do Facebook e a audácia de gabar-se disso não se devem a uma suposta superioridade intelectual, mas a condições privilegiadas. Para milhões de pessoas fora da América do Norte e Europa Ocidental, a realidade é outra: o Facebook é a internet. Quando se apaga a conta, é como se o indivíduo se retirasse para as profundezas escuras da selva.       
         A maioria dos usuários ocidentais de redes sociais provavelmente não tem consciência da extensão com que o Facebook permeia o cotidiano de outros países. Escrevo em Kiev, capital da Ucrânia, onde meu plano local de telefonia celular inclui acesso gratuito ao Facebook, ao Facebook Messenger e às suas subsidiárias, WhatsApp e Instagram, entre outros serviços.
         Na Ucrânia, cada vez mais, a plataforma se torna a rede social para todos os fins. Enquanto americanos usam o e-mail para sua correspondência profissional e o LinkedIn para contatos profissionais, os ucranianos se valem do Facebook também para essas finalidades, incluindo todas as suas credenciais e filiações profissionais em seu perfil.
         A situação na Ucrânia é algo que provavelmente é familiar aos brasileiros, onde as operadoras de celular também oferecem acesso gratuito às plataformas de rede social. Informa-me por e-mail minha colega Anna Prusa, do Brazil Institute do Wilson Center, que, assim como ocorre na Ucrânia, “Facebook e WhatsApp são fundamentais no que se refere à comunicação entre os brasileiros, desde grupos de família até comunicações profissionais.”
     Com o acesso ao celular tornando-se onipresente, mais pessoas hoje fazem uso quase exclusivamente de serviços baseados na internet. Mais de 83% dos brasileiros fizeram uma chamada de vídeo ou voz no ano passado por meio de algum aplicativo da internet.

(Nina Jankowicz. Abandonar o Facebook é mais fácil para países ricos.
www1.folha.uol.com.br, 18.05.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa corretamente a frase abaixo, segundo a norma-padrão da língua portuguesa e as ideias presentes no texto:
__________apagar o perfil do Facebook ________ possível, isso equivale a se isolar do mundo.
Alternativas
Q1176521 Português
Leia o texto para responder à questão.

          A capacidade de apagar a própria conta do Facebook e a audácia de gabar-se disso não se devem a uma suposta superioridade intelectual, mas a condições privilegiadas. Para milhões de pessoas fora da América do Norte e Europa Ocidental, a realidade é outra: o Facebook é a internet. Quando se apaga a conta, é como se o indivíduo se retirasse para as profundezas escuras da selva.       
         A maioria dos usuários ocidentais de redes sociais provavelmente não tem consciência da extensão com que o Facebook permeia o cotidiano de outros países. Escrevo em Kiev, capital da Ucrânia, onde meu plano local de telefonia celular inclui acesso gratuito ao Facebook, ao Facebook Messenger e às suas subsidiárias, WhatsApp e Instagram, entre outros serviços.
         Na Ucrânia, cada vez mais, a plataforma se torna a rede social para todos os fins. Enquanto americanos usam o e-mail para sua correspondência profissional e o LinkedIn para contatos profissionais, os ucranianos se valem do Facebook também para essas finalidades, incluindo todas as suas credenciais e filiações profissionais em seu perfil.
         A situação na Ucrânia é algo que provavelmente é familiar aos brasileiros, onde as operadoras de celular também oferecem acesso gratuito às plataformas de rede social. Informa-me por e-mail minha colega Anna Prusa, do Brazil Institute do Wilson Center, que, assim como ocorre na Ucrânia, “Facebook e WhatsApp são fundamentais no que se refere à comunicação entre os brasileiros, desde grupos de família até comunicações profissionais.”
     Com o acesso ao celular tornando-se onipresente, mais pessoas hoje fazem uso quase exclusivamente de serviços baseados na internet. Mais de 83% dos brasileiros fizeram uma chamada de vídeo ou voz no ano passado por meio de algum aplicativo da internet.

(Nina Jankowicz. Abandonar o Facebook é mais fácil para países ricos.
www1.folha.uol.com.br, 18.05.2019. Adaptado)
Encontra-se redigida conforme a norma-padrão da língua portuguesa a frase:
Alternativas
Q1173251 Português
Texto I
    A água é um recurso natural de valor econômico, estratégico e social, além de ser essencial para a existência e bem-estar humano e para a manutenção dos ecossistemas do planeta. Apesar de, aparentemente, a Terra dispor de enorme quantidade de recursos hídricos, a distribuição da água no planeta é desigual.
    Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), estima-se que 97,5% da água existente no mundo é salgada e não é adequada ao nosso consumo direto, nem mesmo para irrigação. Dos 2,5% de água doce, a m aior parte é de difícil acesso, pois está concentrada nas geleiras (69%) e armazenada em aquíferos (30%). Somente 1 % encontra-se nos rios e lagos. Deste último, apenas uma pequena parte está disponível para consumo humano. Mais da metade dos rios do mundo estão poluídos, fato que está associado ao assoreamento e à diminuição de seu volume efetivo.
    Nos países industrializados, a perda de água é causada por sistemas obsoletos de distribuição. Já nos países em desenvolvimento, o problema é a falta de esgotos e de água encanada. Além disso, mais de 80% das águas residuais são despejadas nos rios, lagos e oceanos sem tratamento adequado. Este fato leva à degradação destes ecossistemas, agravando ainda mais a crise hídrica.
    Estatísticas da Organização das Nações Unidas (ONU) revelam que aproximadamente 2,1 bilhões de pessoas não têm acesso a água tratada e cerca de 2,4 bilhões carecem de instalações sanitárias adequadas. A falta de água potável causa a morte de 1,7 milhão de crianças por ano, a partir de doenças como cólera, disenteria e malária.
    A solução para esses problemas envolve várias ações, desde a modernização da legislação até a conscientização de todos os setores da sociedade quanto ao uso e consumo consciente deste recurso.

Rosa Dias
(Disponível em https://revistabioika.org)
Em “Apesar de, aparentemente, a Terra dispor de enorm e quantidade de recursos hídricos, a distribuição da água no planeta é desigual” (1° parágrafo), o conectivo “apesar de” pode ser substituído, fazendo-se as alterações necessárias e mantendo o sentido original da frase, por:
Alternativas
Q1173123 Português
Leia o texto para responder a questão.

    Do lado de fora, nada de extraordinário: apenas mais um prédio residencial envelhecido no bairro Kung Tong, em Hong Kong. Muitos deles têm lojas e restaurantes no primeiro e no segundo piso, placas penduradas na fachada.
  Por dentro, os apartamentos não são iguais. Alguns deles foram subdivididos nos ilegais “apartamentos-gaveta”: compartimentos minúsculos, onde é difícil conceber que uma pessoa possa viver.
     Kung Tong é o bairro mais densamente povoado do território chinês. São mais de 57 mil pessoas por quilômetro quadrado, uma das taxas mais altas do mundo. Espaço é um luxo que muita gente não tem como pagar. A miséria é vertical. É preciso entrar para entender.
     Um dos apartamentos tem 58 metros quadrados e nele moram 19 pessoas. Um banheiro minúsculo e imundo, assim como a cozinha, são de uso compartilhado.
    O espaço foi divido em dois “andares”. Os cubículos de cima têm 1,4 metro quadrado, enquanto os de baixo têm menos de 3 metros quadrados. Nesses, é possível ficar de pé, mas, nos outros, só sentar ou deitar. A “gaveta” nada mais é que um caixão para vivos.
     Esses moradores pagam cerca de R$ 700 por mês, o valor mais baixo possível por um teto, e sofrem ainda com o calor e a falta de higiene. Não há controle dos preços do aluguel ou do tamanho dos espaços habitáveis, e faltam moradias sociais. Idosos e famílias têm prioridade nas mais de 750 mil habitações subvencionadas da cidade, mas a espera é longa — leva em média mais de quatro anos.
     No bairro de Happy Valley, onde apartamentos são facilmente alugados por mais de 10 mil dólares por mês, ao menos 20 pessoas vivem em uma passagem subterrânea para pedestres.
    Imigrantes indianos, chineses e quatro idosos locais são alguns dos sem-teto morando ao lado do prestigioso Jóquei Clube de Hong Kong.

(Luiza Duarte. Pequim elege crise da moradia como raiz da mobilização civil em Hong Kong. www.folha.uol.com.br, 25.09.2019. Adaptado)
Encontra-se em conformidade com as ideias presentes no texto e com a norma-padrão a frase:
Alternativas
Q1173121 Português
Leia o texto para responder a questão.

    Do lado de fora, nada de extraordinário: apenas mais um prédio residencial envelhecido no bairro Kung Tong, em Hong Kong. Muitos deles têm lojas e restaurantes no primeiro e no segundo piso, placas penduradas na fachada.
  Por dentro, os apartamentos não são iguais. Alguns deles foram subdivididos nos ilegais “apartamentos-gaveta”: compartimentos minúsculos, onde é difícil conceber que uma pessoa possa viver.
     Kung Tong é o bairro mais densamente povoado do território chinês. São mais de 57 mil pessoas por quilômetro quadrado, uma das taxas mais altas do mundo. Espaço é um luxo que muita gente não tem como pagar. A miséria é vertical. É preciso entrar para entender.
     Um dos apartamentos tem 58 metros quadrados e nele moram 19 pessoas. Um banheiro minúsculo e imundo, assim como a cozinha, são de uso compartilhado.
    O espaço foi divido em dois “andares”. Os cubículos de cima têm 1,4 metro quadrado, enquanto os de baixo têm menos de 3 metros quadrados. Nesses, é possível ficar de pé, mas, nos outros, só sentar ou deitar. A “gaveta” nada mais é que um caixão para vivos.
     Esses moradores pagam cerca de R$ 700 por mês, o valor mais baixo possível por um teto, e sofrem ainda com o calor e a falta de higiene. Não há controle dos preços do aluguel ou do tamanho dos espaços habitáveis, e faltam moradias sociais. Idosos e famílias têm prioridade nas mais de 750 mil habitações subvencionadas da cidade, mas a espera é longa — leva em média mais de quatro anos.
     No bairro de Happy Valley, onde apartamentos são facilmente alugados por mais de 10 mil dólares por mês, ao menos 20 pessoas vivem em uma passagem subterrânea para pedestres.
    Imigrantes indianos, chineses e quatro idosos locais são alguns dos sem-teto morando ao lado do prestigioso Jóquei Clube de Hong Kong.

(Luiza Duarte. Pequim elege crise da moradia como raiz da mobilização civil em Hong Kong. www.folha.uol.com.br, 25.09.2019. Adaptado)
Para responder a questão, considere o seguinte trecho do 2º parágrafo:
“Alguns deles foram subdivididos nos ilegais ‘apartamentos-gaveta’: compartimentos minúsculos, onde é difícil conceber que uma pessoa possa viver”
O vocábulo “onde” foi corretamente empregado e com a mesma função do trecho em:
Alternativas
Q1171189 Português

Como comecei a escrever


      Aí por volta de 1910 não havia rádio nem televisão, e o cinema chegava ao interior do Brasil uma vez por semana aos domingos. As notícias do mundo vinham pelo jornal, três dias depois de publicadas no Rio de Janeiro. Se chovia a potes, a mala do correio aparecia ensopada, uns sete dias mais tarde. Não dava para ler o papel transformado em mingau. Papai era assinante da Gazeta de Notícias, e antes de aprender a ler eu me sentia fascinado pelas gravuras coloridas do suplemento de Domingo. Tentava decifrar o mistério das letras em redor das figuras, e mamãe me ajudava nisso. Quando fui para a escola pública, já tinha a noção vaga de um universo de palavras que era preciso conquistar.

      Durante o curso, minhas professoras costumavam passar exercícios de redação. Cada um de nós tinha de escrever uma carta, narrar um passeio, coisas assim. Criei gosto por esse dever, que me permitia aplicar para determinado fim o conhecimento que ia adquirindo do poder de expressão contido nos sinais reunidos em palavras.

      Daí por diante as experiências foram se acumulando, sem que eu percebesse que estava descobrindo a leitura. Alguns elogios da professora me animavam a continuar. Ninguém falava em conto ou poesia, mas a semente dessas coisas estavam germinando. Meu irmão, estudante na Capital, mandava-me revistas e livros, e me habituei a viver entre eles. Depois, já rapaz, tive sorte de conhecer outros rapazes que também gostavam de ler e escrever.

      Então começou uma fase muito boa de troca de experiências e impressões. Na mesa do café-sentado (pois tomava-se café sentado nos bares, e podia-se conversar horas e horas sem incomodar nem ser incomodado) eu tirava do bolso o que escrevera durante o dia, e meus colegas criticavam. Eles também sacavam seus escritos, e eu tomava parte nos comentários. Tudo com naturalidade e franqueza. Aprendi muito com os amigos, e tenho pena dos jovens de hoje que não desfrutam desse tipo de amizade crítica.

Fonte: “Para Gostar de Ler – Volume 4 – Crônicas”, Editora Ática – São Paulo, 1980, pág. 6

Analise as informações sobre o texto e marque a opção correta: 
Alternativas
Q1171040 Português

Texto 1


Turma da Mônica – Laços

A partir de 6 anos


Floquinho, o cachorro do Cebolinha (Kevin Vechiatto), desapareceu. O menino desenvolve então um plano infalível para resgatar o cãozinho, mas para isso vai precisar da ajuda de seus fiéis amigos Mônica (Giulia Benite), Magali (Laura Rauseo) e Cascão (Gabriel Moreira). Juntos, eles irão enfrentar grandes desafios e viver grandes aventuras para levar o cão de volta para casa.


Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-248374/.




Texto 2



Escolha do Elenco


As seletivas para o filme foram abertas em meados de 2016. De lá para cá, foram avaliadas mais de 7.000 crianças de todo o Brasil. Laura Rauseo foi escolhida para ser Magali em seu primeiro teste, porém nada foi dito à atriz. No dia 29 de setembro de 2016, foi liberado um vídeo no canal de Mauricio de Souza onde ele, juntamente com o diretor do longa Daniel Rezende, anunciam o elenco principal. Giulia Benite foi escolhida para viver Mônica, Kevin Vechiatto foi escolhido para viver Cebolinha, Gabriel Moreira foi escolhido para viver Cascão e Laura Rauseo foi escolhida para viver Magali. As gravações do longa aconteceram entre junho e julho de 2018, em Limeira, Paulínia e Poços de Caldas, Minas Gerais. Mais tarde, foi anunciado que Rodrigo Santoro, Monica Iozzi e Paulo Vilhena fariam parte do elenco adulto do longa.


Fonte: https://www.wikizero.com/pt/Turma_da_M%C3%B4nica:_La%C3%A7os_(filme).

Respeitante ao texto 2, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1170986 Português

Após a leitura do texto abaixo (recorte de reportagem sobre o YouTube), responda à questão, que explora o comportamento de algumas marcas linguísticas ou gramaticais recorrentes no texto.


MEXEU NO BOLSO

Para não afugentar seus anunciantes com vídeos inadequados, o YouTube aumenta o rigor de seus critérios de remuneração mas incomoda aqueles que lhe dão vida e alma – os produtores de vídeo.


AS REGRAS DA CASA: Alguns dos casos nos quais o site corta propagandas – e as três principais razões que levam à exclusão total de canais.


SE FIZER ISSO, PODERÁ PERDER OS ANÚNCIOS

COMENTAR TEMAS POLÊMICOS

Falar a respeito de atividades criminosas, ações de governos ou boatos sobre celebridades

ABUSAR DE PALAVRAS CHULAS

Marcas pedem para não se associar a youtubers que dizem palavrões ou usam linguajar ofensivo

COLOCAR-SE EM SITUAÇÕES PERIGOSAS

Encaixam-se aqui os vídeos nos quais se propõem desafios físicos que podem causar lesões se repetidos em casa


OS PRINCIPAIS MOTIVOS PARA A EXCLUSÃO DE CANAIS EM 2018

Penalizam-se conteúdos tidos pelo You Tube como preconceituosos, depreciativos ou que incitam agressões contra grupos minoritários

TÍTULOS CAÇA-NÍQUEIS

São aqueles que prometem algo que não é abordado nos vídeos (como, por exemplo, revelações bombásticas sobre alguém famoso)

EXIBIÇÃO DE NUDEZ

Nenhum tipo de ato sexual nem imagens de pessoas nuas são permitidos. Nesses casos, o site não autoriza nem a publicação do vídeo

ASSÉDIO A MENORES DE IDADE

Gravações com conteúdo adulto porém com sinalização etária inadequada ou que expõem crianças e adolescentes a situações constrangedoras ou criminosas

Analise as explicações fornecidas a seguir quanto aos mecanismos de coesão referencial utilizados no texto.
I- O pronome possessivo SEUS, nas duas ocorrências no subtítulo da reportagem, tem vínculo com o termo “Youtube”: seus anunciantes ↔ anunciantes do Youtube; critérios de remuneração ↔ critérios estabelecidos pelo Youtube. II- O pronome oblíquo LHE, que funciona sintaticamente como objeto indireto, substitui, no subtítulo da reportagem o constituinte oracional “aos vídeos”. III- O pronome relativo QUE no trecho: “Gravações com conteúdo adulto porém com sinalização etária inadequada ou que expõem crianças e adolescentes a [...]” faz remissão ao termo “conteúdo”. IV- O pronome relativo QUE no trecho: “Penalizam-se conteúdos tidos pelo YouTube como preconceituosos, depreciativos ou que incitam agressões contra grupos minoritários” faz referência ao termo “conteúdos”.
É CORRETA a explicação presente em:
Alternativas
Q1170276 Português

Último hambúrguer do McDonald’s vendido na Islândia está intacto há 10 anos


      No dia 31 de outubro de 2009, o islandês HjorturSmarason comprou um hambúrguer e batatas fritas da última unidade do McDonald’s que fechava na Islândia. Mas ele não comprou o lanche para comer: o seu plano era guardálo para provar que ele não iria se decompor.

    Dez anos depois, o lanche mudou bem pouco e está exposto no hostelSnotraHouse, ao sul do país, com transmissão em tempo real na internet para que todos acompanhem a evolução — ou não. “Ouvi algo sobre o McDonald’s nunca se decompor, então só queria descobrir se isso era verdade ou não”, diz Smarason no site do hostel.

    O hambúrguer e as fritas já se deslocaram bastante pela Islândia. Quando comprou o lanche, Smarason deixou guardado em uma sacola plástica em sua garagem para ver quão rápida seria sua decomposição, mas ele não notou nenhuma mudança. Em 2012, ele entregou o hambúrguer ao Museu Nacional da Islândia.

    Depois de alguns anos no museu, um especialista dinamarquês devolveu o item para Smarason alegando que eles não tinham condições de preservar um hambúrguer. “Acho que ele estava errado porque esse hambúrguer se preserva”, diz Smarason. Inclusive, alguns visitantes confiam tanto na preservação que até chegaram a comer algumas das batatas. Coragem!

(Revista Galileu. 04/11/2019. https://revistagalileu. globo.com/Sociedade/Curiosidade/noticia/2019/11/ ultimo-hamburguer-do-mcdonalds-vendido-naislandia-esta-intacto-ha-10-anos.html)

“[...] não comprou o lanche para comer: o seu plano era guardá-lo para provar que ele não iria se decompor.” Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE os termos que retomam “o lanche”.
Alternativas
Q1170082 Português

TEXTO 4


“Menino foge de casa em Curitiba, burla segurança de aeroporto e voa até Congonhas, em São Paulo [...] O menino, _____________ só foi abordado _____________ chegou a São Paulo, no desembarque, fugiu de casa depois de ter tirado notas baixas na escola. O garoto havia falsificado a assinatura dos pais no boletim e, quando a professora descobriu, ele acabou sendo suspenso. Para evitar o confronto com os pais, ele foi até o aeroporto, se misturou com uma família e embarcou no avião, _____________ tinha assentos disponíveis. Ele foi abordado em Congonhas pois, _____________ desembarcar, não sabia para _______________ ir. [...]”.


(Fonte: Yahoo Notícias. Disponível em: https://br.yahoo.com/noticias/menino-foge-de-casa-em-curitiba-burla-seguranca-de-aeroporto-e-voa-ate-congonhas-em-sao-paulo-174241876.html)


Em sequência, as expressões que completam as lacunas do Texto 4 acima são:

Alternativas
Q1170036 Português

Após a leitura do artigo abaixo, extraído de Veja - 06/03/19, responda à questão.


AS UTIs ESTÃO NA UTI


Faltam vagas, médicos, recursos e medicamentos. O cenário dramático das unidades de terapia intensiva do país faz com que os profissionais muitas vezes tenham de escolher a quem ceder o leito.


      A unidade de terapia intensiva é uma estrutura hospitalar caracterizada pela capacidade de atender pacientes em estado grave ou potencialmente grave. Para cumprir sua missão, deve ser dotada de recursos humanos e técnicos de excelência para minimizar o sofrimento das pessoas, aliviar e proporcionar conforto, e sobretudo promover a cura. Com o aumento de expectativa de vida da população e a predominância de doenças crônicas como as principais causas de mortalidade, a necessidade de leitos de UTI hoje é crescente no Brasil, à semelhança da maioria dos países desenvolvidos. A questão é que o cenário da terapia intensiva está muitíssimo aquém das necessidades da população – tanto em números quanto em quantidade.

      Estudo recente do Conselho Federal de Medicina demonstrou que menos de 10% dos municípios brasileiros oferecem esse tipo de leito pelo Sistema Único de Saúde (SUS): apenas 532 de 5570 municípios. De acordo com dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, o Brasil tem quase 45000 leitos de UTI. Desses, 49% estão disponíveis para o SUS e 51%, para instituições privadas ou de saúde suplementar. Também chama a atenção a distribuição irregular dos leitos: a Região Sudeste concentra 53,4% do total. A Região Norte tem apenas 5%. A falta de leitos e a baixa qualidade do atendimento em terapia intensiva são constatadas nos dois sistemas de saúde, mas o cenário dramático é mais visível no SUS, pois os hospitais privados têm maior disponibilidade de recursos humanos e tecnológicos, além de melhores instalações físicas.

      O dia a dia de um intensivista no Brasil, em especial de um hospital público, é feito de desafios inimagináveis: devemos escolher a quem ceder o leito (o paciente em estado mais grave entre milhares de outros em estado grave); determinar quem é o paciente que deverá receber hemodiálise (pois não há hemodiálise para todos que precisam dela); deixar de administrar o antibiótico adequado (por ele não estar acessível no hospital); ter de utilizar o tratamento menos eficiente; deixar de caminhar com o paciente na UTI pois não há equipe de fisioterapia; restringir a permanência da família ao lado do paciente (Não há infraestrutura para isso); não possibilitar dignidade durante o processo de morte... São muitos nãos. Ao não dispormos de terapias intensivas avançadas, não estamos cumprindo o artigo 196 da nossa constituição – a saúde é direito de todos e dever do Estado – no momento mais difícil que uma família enfrenta [...]

Apresentam-se na sequência versões correspondentes (paráfrases) de excertos extraídos do texto acima, estando ausentes os conectivos que estabelecem relações lógico-semânticas. Preencha as lacunas, considerando o contexto.


I- A necessidade de leitos de UTI hoje é crescente no Brasil, ______________a expectativa de vida da população aumentou e que doenças crônicas, que são as principais causadoras de mortalidade, predominam.

II- O cenário dramático é mais visível no SUS _____________ falta de leitos e a baixa qualidade do atendimento em terapia intensiva sejam constatadas nos dois sistemas de saúde, _______________ os hospitais privados têm maior disponibilidade de recursos humanos e tecnológicos, além de melhores instalações físicas.

III- Não estamos cumprindo o artigo 196 da nossa constituição – a saúde é direito de todos e dever do Estado, ______________ não dispomos de terapias avançadas.


A disposição CORRETA dos conectivos que preenchem as lacunas está na alternativa:

Alternativas
Respostas
4081: E
4082: E
4083: C
4084: E
4085: E
4086: E
4087: E
4088: C
4089: E
4090: B
4091: E
4092: C
4093: D
4094: D
4095: A
4096: A
4097: A
4098: A
4099: A
4100: E