Questões de Concurso
Comentadas sobre coesão e coerência em português
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Texto para o item.

A expressão informal “não tem como” (linha 18), típica da linguagem falada, poderia ser corretamente substituída, com mais formalidade, pela expressão não há possibilidade de.
Texto para o item.

Pelas relações coesivas do texto, conclui-se que o vocábulo “isso” (linha 16) está empregado em referência ao fato de a taxa de juros ser “capaz de sustentar sozinha o aquecimento do setor por muito tempo”.

Internet:<https://super.abril.com.br>

Internet:<https://super.abril.com.br>

Internet:<https://super.abril.com.br>

Internet:<https://g1.globo.com>
No que se refere à estruturação linguístico-gramatical do texto, julgue o item.
O vocábulo “lhes” (linha 23) substitui a expressão “os
consumidores” (linhas 22 e 23).
No que se refere à estruturação linguístico-gramatical do texto, julgue o item.
No primeiro parágrafo, as duas sentenças interrogativas
são retomadas pelo vocábulo “Esses” (linha 3) e estão
diretamente vinculadas uma à outra, ou seja, os
elementos da primeira sentença relacionam-se,
respectivamente, aos elementos da segunda sentença.

Bruno Carbinatto. Pessoas que crescem em cidades têm senso de direção
pior. In: Revista Superinteressante, fev./2020. Internet:
< https://super.abril.com.br > (com adaptações) .
No texto, o sentido de “teorizar” (l.33) é equivalente a criar hipóteses.

Bruno Carbinatto. Pessoas que crescem em cidades têm senso de direção
pior. In: Revista Superinteressante, fev./2020. Internet:
< https://super.abril.com.br > (com adaptações) .
A expressão “esse efeito” (l.5) faz referência à relação entre local de moradia e habilidade de localização, estabelecida anteriormente.
Julgue o item, relativo à estruturação linguística do texto.
Na linha 36, o elemento “o”, presente na forma
“levando-o”, e o vocábulo “suas” têm o mesmo
referente textual.
Julgue o item, relativo à estruturação linguística do texto.
O vocábulo “que” (linha 13) retoma, no texto, a
expressão “A linguagem cotidiana” (linhas 11 e 12).
Socorro, eu não estou sentindo nada.
Texto para a questão.
Atendimento pediátrico por telemedicina é possível?
Segundo Ana Escobar, o atendimento médico é
essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o
atendimento por telemedicina emergiu como uma
possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos
Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática.

Internet: <https://jornal.usp.br> (com adaptações)
Texto para a questão.
Cientistas afirmam ter identificado nova variante do coronavírus na Europa
Pesquisa, que ainda não foi publicada em revista científica, aponta que a mutação do Sars‐CoV‐2 surgiu no início do verão europeu, provavelmente na Espanha, e se espalhou por vários países.

Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).
Texto para a questão.
Cientistas afirmam ter identificado nova variante do coronavírus na Europa
Pesquisa, que ainda não foi publicada em revista científica, aponta que a mutação do Sars‐CoV‐2 surgiu no início do verão europeu, provavelmente na Espanha, e se espalhou por vários países.

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O texto abaixo servirá de base para responder à questão desta prova.
Sustentabilidade atrai investimentos para o mercado imobiliário brasileiro
Por Fabiano Cordaro
A preocupação com melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) é uma tendência mundial que vem ganhando força no Brasil e movimentando a indústria de gestão de ativos. Segundo estimativas, um terço dos ativos em nível global já é voltado para investimentos sustentáveis. O conceito leva em conta questões corporativas, como emissão de carbono, impacto ambiental, cidadania e desenvolvimento de capital, para a tomada de decisão sobre investimentos. Os critérios ESG também funcionam como moderadores de risco, pois dão mais credibilidade aos investidores sobre as companhias em que estão alocando capital, o que garante o retorno do investimento.
Para as empresas, a preocupação com o meio ambiente e com as políticas sociais também reflete em uma reputação mais positiva entre os consumidores e, com isso, em melhor desempenho financeiro. E, para o mercado imobiliário, não é diferente. Após um período de crise, o setor começou a se recuperar este ano e vive uma janela de oportunidade. Apenas no estado de São Paulo houve 575.043 operações de compra e venda de imóveis nos últimos 12 meses até junho de 2019, montante 1,55% maior do que no acumulado dos 12 meses encerrados em junho de 2018, de acordo com o levantamento Indicadores de Registro Imobiliário, divulgado pela Associação dos Registradores de Imóveis de São Paulo (Arisp) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
Aliado a esse cenário, outro dado também chama a atenção: o Brasil está entre os cinco países com maior déficit habitacional do mundo. Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas FGV), seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis ao ano para atender a demanda por moradia na próxima década. O déficit em unidades habitacionais cresceu 7% em apenas 10 anos, de 2007 a 2017, atingido 7,78 milhões em 2017.
Aproveitando esse movimento, o ESG pode ser um importante aliado da indústria de imóveis para conquistar investimentos e impulsionar o setor. Inclusive, investidores estrangeiros já apostam nesse diferencial. Um relatório publicado pela Harvard Business Review apontou que, a partir do início de 2018, a cada US$ 4 trilhões investidos nos EUA, US$ 1 trilhão foi encaminhado para investimentos sustentáveis. No ano passado, esse valor chegou a US$ 11,6 trilhões, um aumento de US$ 9 trilhões em comparação a 2010. E não só a economia ganha com esses investimentos, mas a sociedade também. O crescimento da adoção de princípios ESG traz à tona a melhoria do sistema como um todo, já que aumenta a entrega de práticas sociais e ambientais positivas.
Pensando no mercado imobiliário, esse retorno para a população chega ao oferecer residências que aliam arquitetura, tecnologia, sustentabilidade e práticas de engajamento social. Já pensou viver em um condomínio hi-tech, com uma série de serviços e soluções integradas no âmbito do imóvel e do prédio, como sensores e medidores inteligentes, Wi-Fi em todos os ambientes, horta urbana, gestor social, biblioteca e até creche para as crianças? Esse novo conceito tem como foco a economia compartilhada, que faz com que os moradores tenham maior interação. O objetivo é entregar um novo tipo de moradia, que tem como centro principal melhorar a vida das pessoas com projetos inteligentes, ao mesmo tempo que atrai novos investidores e fortalece a economia.
E engana-se quem acredita que esses imóveis são voltados apenas para classes mais altas. Pelo contrário, hoje já é possível financiar um apartamento com esse conceito até pelo programa Minha Casa Minha Vida, da Caixa Econômica Federal. Isso porque, com a aposta em inovação e tecnologia, essas moradias contam com soluções que não são normalmente aplicáveis aos produtos de interesse social. Há menos desperdício de materiais e maior agilidade nos processos, o que reduz os custos de construção de uma forma geral. A inovação também permite, inclusive, diminuir os gastos com condomínio, internet, energia e até TV a cabo.
Em um mundo globalizado essas iniciativas estão cada vez mais presentes e o desafio é que todas as pessoas possam ter acesso a esse novo jeito de viver de agora em diante. O investimento nesses novos empreendimentos desencadeia um grande potencial de crescimento para todos os envolvidos, e essa é a verdadeira sustentabilidade.
Para responder à questão, considere o excerto abaixo.
Esse novo conceito tem como foco a economia compartilhada, que[1] faz com que os moradores tenham maior interação. O objetivo é entregar um novo tipo de moradia, que[2] tem como centro principal melhorar a vida das pessoas com projetos inteligentes, ao mesmo tempo que[3] atrai novos investidores e fortalece a economia.
No excerto, existem informações implícitas que são recuperadas por alguns elementos
linguísticos. Uma dessas informações é recuperada pela expressão
O emprego da expressão “o que” (linha 27) relaciona-se ao fato de que cerca de um terço dos jovens entre quinze e dezessete anos de idade está fora da escola devido à falta de interesse.


