Questões de Concurso
Comentadas sobre coesão e coerência em português
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Texto para o item.

Luis Fernando Veríssimo. Aprenda a chamar a polícia.
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Com base no texto apresentado, julgue o item.
O termo “cara” (linha 23) está empregado em referência
a “o ladrão” (linhas 20 e 21).
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Julgue o item, que consistem em propostas de reescrita para períodos destacados do texto, quanto à correção gramatical e à coerência textual.
“Para saber se é melhor usar facetas de porcelana ou
lentes de contato dental o melhor é conversar com seu
dentista” (linha 21) por Para saber se é melhor usar
facetas de porcelana ou lentes de contato dental, a
melhor opção é conversar com o seu dentista
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Julgue o item, que consistem em propostas de reescrita para períodos destacados do texto, quanto à correção gramatical e à coerência textual.
“gerando um mínimo desconforto e dor ao paciente” (linhas
16 e 17) por gerando um mínimo desconforto e uma dor
mínima ao paciente
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Julgue o item, que consistem em propostas de reescrita para períodos destacados do texto, quanto à correção gramatical e à coerência textual.
“tanto as facetas de porcelana quanto as lentes de
contato dental são restaurações de cerâmicas que
são ‘colocadas e cimentadas’ na superfície frontal dos
dentes” (linhas 9 e 10) por as facetas de porcelana e as
lentes de contato dental são restaurações de cerâmica
que são colocadas e “cimentadas” na superfície frontal
dos dentes
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Julgue o item, que consistem em propostas de reescrita para períodos destacados do texto, quanto à correção gramatical e à coerência textual.
“E o material mais comum usado para as facetas são as
de porcelana e a faceta de resina composta” (linhas 7 e
8) por E o material mais comumente usado para a
confecção das facetas são a porcelana e a resina
composta
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Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“Desta forma” (linha 25) por Dessa forma
Texto para o item.

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Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“esclarecemos que todo o processo” (linha 15) por
esclarecemos que todo processo
Texto para o item.

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Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“coladas ao esmalte natural” (linha 3) por coladas no
esmalte natural
Texto para o item.

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Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“ao mesmo tempo em que” (linha 2) por ao mesmo
tempo que
Texto para o item.

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Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“De acordo com a” (linha 1) por De encontro à
Texto para o item.

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Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência
do texto caso o ponto final empregado após “esmalte”,
na linha 25, fosse substituído por dois-pontos.
Texto para o item.

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Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Dadas as relações coesivas do texto, entende-se que “Essa recomendação” (linha 24) consiste na ação de desgastar os dentes.
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Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
O segmento “cada uma delas” (linha 22) está empregado em referência à expressão “facetas de porcelana” (linha 21).
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Em “Entenda que, tanto as facetas de porcelana quanto as lentes de contato dental são restaurações” (linha 9), a retirada da vírgula não acarretaria prejuízo para a correção gramatical e para a coerência das ideias do texto.
No que concerne aos aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o próximo item.
No primeiro período do último parágrafo, estariam
prejudicadas a correção gramatical e a coerência textual caso
a expressão “se devem efetivar” fosse reescrita como
deve-se efetivarem.
No que concerne aos aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o próximo item.
É redundante o uso da expressão “a cidadania organizada”,
no segundo parágrafo, uma vez que tal termo é abrangido
pelo conceito de “cidadãos”.
“O conceito ‘bom’ tem muitos significados. Por exemplo, se um homem acertasse sua avó a uma boa distância, ele seria um bom atirador, mas não necessariamente um bom homem.”
Assinale a opção que apresenta uma característica da linguagem dessa frase.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Saneamento nada básico
Parametrização centralizada no âmbito federal não necessariamente tornaria o processo mais eficiente
Desde a antiguidade, existe preocupação com o saneamento básico [...]. No Brasil, as primeiras iniciativas remontam a 1561.
De acordo com o Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS), dados de 2017, 83,5% da população brasileira tinham acesso a água tratada, 52,4% tinham acesso a coleta de esgoto, e apenas 46% dos esgotos do país são tratados. O volume médio de perdas ainda se encontra em 38,3%.
As condições que não permitiram o desenvolvimento pleno do saneamento básico no país continuam presentes: volume incipiente de investimentos, ausência de planejamento adequado, experiências malsucedidas de gestão e dificuldade para obter financiamentos e licenças para obras. Destas, somente a última apresentou alguma evolução desde o Plano Nacional de Saneamento de 1971.
Dentre as dificuldades de planejamento, destaca-se o fato de que a titularidade dos serviços, conforme lei 11.445/07, é dos municípios. Logo, criar arcabouço regulatório, planos de saneamento e licitar concessões é uma tarefa hercúlea para a gama de 5.570 municípios existentes. O problema é grande; o diagnóstico, antigo. Mas pouco se avançou desde a criação do marco regulatório. Apresento possíveis soluções para contribuir com o debate.
Em primeiro lugar, é preciso que a reflexão sobre o marco regulatório ocorra previamente. As duas medidas provisórias de 2018 e 2019 (844 e 868) tiveram vício de origem, pois não foram fruto de uma discussão prévia com os principais agentes setoriais. Se empresas dos estados de SP, MG e PR foram responsáveis por 45% dos investimentos em saneamento no país em 2017, e 65% ao somarmos as privadas, uma reflexão deveria partir delas, juntamente com a sociedade civil e associações.
A experiência do setor elétrico quando da criação do Novo Modelo é um exemplo a ser lembrado. Houve praticamente um ano de discussões prévias com ampla adesão que culminaram com as MPs 144 e 145, de outubro de 2003. De exemplo negativo, temos a MP 579/12, cuja discussão prévia foi curta e circunscrita a agentes de mercado, em sua maioria eletrointensivos, e, portanto, interessados em redução de tarifas. O barato saiu caro, e a redução de 18% em 2013 foi sucedida por aumentos tarifários 41% acima da inflação de 2014 a 2018.
A solução proposta é a simplificação dos processos e a não concentração de responsabilidade na Agência Nacional de Águas (ANA) ou a criação de arcabouço regulatório e plano de saneamento federais.
[...].
Em segundo lugar, deve-se repensar a proposta de se criar um plano de saneamento nacional como norte para planos municipais. Essa abordagem centralizada pode desconsiderar aspectos locais como características socioeconômicas do consumidor, estrutura dos ativos, distância a fontes de captação de água, topografia, restrições ambientais, entre outros. Enfim, não necessariamente uma parametrização centralizada no âmbito federal tornaria o processo mais eficiente ou atinente às características locais.
Em terceiro lugar, por que não permitir que cada município baseie seu arcabouço regulatório em melhores práticas existentes e regras simplificadas de atualização de tarifas, qualidade e metas de cobertura dos serviços, além de penalidades claras e objetivas pelo não cumprimento destas?
Em quarto lugar, a criação de uma cartilha de regras de licitação para auxiliar municípios seria um começo. Os dois outros pilares, regulação e plano de saneamento, poderiam ser disponibilizados por instituições independentes. Dessa forma, o processo seria parametrizado de maneira simples, descentralizada e com custo baixo.
Investir em saneamento é processo civilizatório. Não há necessidade de se trazer complexidades, quando regras e melhores práticas já existem e podem nortear prefeituras a melhorar a condição de vida de seus habitantes sem uma mão visível da União.
PIRES, Adriano. Saneamento nada básico. Aesbe.
Associação Brasileira das Empresas Estaduais de
Saneamento. Disponível em: https://aesbe.org.br/novo/opiniaoartigo-saneamento-nada-basico/.
Acesso em: 27 ago. 2022.

