Questões de Concurso
Sobre classificação dos verbos (regulares, irregulares, defectivos, abundantes, unipessoais, pronominais) em português
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Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa e o comportamento dos verbos defectivos, assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está empregada corretamente.
“Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão.”
A expressão “ficar maluco” apresenta um verbo que, nesse contexto, classifica-se como:
Para responder à questão, leia a charge abaixo.

Analise sintaticamente o verbo CONTAR na frase falada pelo pássaro engaiolado. De acordo com a gramática normativa, esse verbo classifica-se, neste contexto específico, como:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Como chatbot de IA descobriu condição rara de mulher após anos de diagnósticos errados
Um chatbot de inteligência artificial auxiliou uma jovem do País de Gales a identificar uma condição rara de saúde, após anos de diagnósticos equivocados. Aos vinte e três anos, residente na capital galesa, ela relata ter recebido diagnósticos de ansiedade, depressão e epilepsia, além de ter sido advertida de que poderia ser tratada como paciente psiquiátrica caso continuasse a procurar atendimento emergencial.
Após sofrer uma convulsão e permanecer em coma por três dias, ao receber alta hospitalar, decidiu inserir seus sintomas em um sistema de inteligência artificial. A ferramenta apresentou uma lista de possíveis condições, entre elas a paraplegia espástica hereditária. Ao levar essa hipótese ao clínico geral, exames genéticos confirmaram o diagnóstico.
A instituição de saúde responsável declarou lamentar a experiência da paciente. Profissionais da área médica orientam que informações obtidas por meio de ferramentas digitais devem sempre ser discutidas com especialistas, uma vez que estudos indicam que esses sistemas podem fornecer respostas tanto precisas quanto imprecisas, dificultando a avaliação de sua confiabilidade.
A jovem reconhece as dificuldades enfrentadas pelos profissionais no processo diagnóstico, mas afirma que recorreu à tecnologia por se sentir isolada ao longo da experiência. Desde a infância, apresentava dificuldades motoras, tendo nascido com uma alteração no quadril que exigiu cirurgias ainda bebê. Na fase escolar, também apresentava problemas de equilíbrio, sendo investigada para distúrbios de coordenação, hipótese posteriormente descartada.
Aos dezenove anos, sofreu um desmaio seguido de convulsão no ambiente de trabalho, sendo diagnosticada com ansiedade, apesar de não possuir histórico compatível. Anos depois, recebeu diagnóstico de epilepsia e iniciou tratamento medicamentoso. Contudo, em 2024, voltou a apresentar agravamento dos sintomas, com novas convulsões e dificuldade para manter o uso da medicação.
Posteriormente, passou a ter dificuldades para caminhar e recebeu diagnóstico equivocado de uma condição neurológica associada a crises epilépticas, caracterizada por paralisia temporária. Em janeiro de 2025, sofreu uma queda de escada, o que resultou em internação hospitalar por três meses, sem conclusão diagnóstica.
Em julho do mesmo ano, uma nova convulsão grave a deixou em coma por três dias. Após a recuperação, foi informada por um médico de que não apresentava epilepsia, mas sim ansiedade. Diante dessa situação, decidiu recorrer novamente ao chatbot, que sugeriu hipótese correta.
Após refletir sobre a possibilidade, buscou avaliação médica, e o clínico considerou a hipótese plausível. Os exames confirmaram o diagnóstico, trazendo finalmente uma explicação para os sintomas.
Não há dados precisos sobre a incidência dessa condição, em parte devido à dificuldade de diagnóstico. Seus sintomas podem ser manejados com fisioterapia. Atualmente, a jovem utiliza cadeira de rodas e não pode mais exercer sua profissão anterior, voltada ao ensino de alunos com necessidades especiais.
Diante desse novo cenário, decidiu redirecionar sua trajetória profissional, iniciando estudos em psicologia, com o objetivo de continuar contribuindo para o cuidado com outras pessoas.
Especialistas destacam que a prática médica enfrenta o desafio de lidar com amplo volume de conhecimento, especialmente em sistemas de saúde sobrecarregados. Nesse contexto, a participação ativa dos pacientes, trazendo informações e questionamentos, contribui para diagnósticos mais precisos, desde que haja abertura para o diálogo por parte dos profissionais.
Ferramentas de inteligência artificial vêm sendo incorporadas ao cotidiano, inclusive na área da saúde, embora seu uso ainda gere debates. Estudos indicam que esses sistemas podem oferecer orientações inconsistentes, o que representa risco quando utilizados de forma isolada.
Recentemente, foi lançada uma funcionalidade voltada à análise de registros médicos e oferta de respostas mais refinadas, embora não destinada a diagnóstico ou tratamento. Ainda assim, milhões de pessoas utilizam semanalmente esses recursos para obter informações sobre saúde e bem-estar.
Há preocupações quanto ao uso de dados sensíveis, embora as empresas responsáveis afirmem que essas ferramentas foram desenvolvidas para auxiliar, e não substituir, o atendimento médico. Não há previsão clara sobre a expansão desses recursos para outros países.
Enquanto o debate permanece em curso, cresce o número de pessoas que recorrem à inteligência artificial para diversas finalidades, incluindo a busca por orientação em questões de saúde, como ocorreu no caso dessa jovem, cuja experiência evidencia tanto o potencial quanto os limites dessas tecnologias.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yvjyzpznko.adaptado.
Não há dados precisos sobre a incidência dessa condição, em parte devido à dificuldade de diagnóstico.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à sintaxe da oração apresentada.

“Para seu desconsolo, justo no dia em que surge a oportunidade de aproximar-se da amada, ele está acompanhado de duas primas”.
I. O gás mostarda, o qual aspiraram soldados na Primeira Guerra, ainda é bastante utilizado.
II. A glória eterna, à qual aspiram os religiosos, é um estado de graça divina.
III. O livro, o qual aspirei desde minha infância, é um verdadeiro Best-seller.
Está CORRETO o que se afirma:
A utilização do verbo “haver” no trecho “Há quem diga” segue a regra disposta na alternativa:
Utilize o texto abaixo para responder à questão.
Há pessoas com daltonismo que enxergam as cores de maneira diferente, ou seja, podem confundir tonalidades como vermelho e verde. Em geral, de origem genética, afeta principalmente os homens e pode estar associada à alteração nos cones da retina. Além disso, há exames oftalmológicos que permitem diagnosticar e avaliar o grau dessa alteração visual, bem como compreender suas particularidades em cada indivíduo.
I. É classificada como verbo.
II. Está corretamente acentuada, pois a expressão “pequenos orifícios” está no plural.
III. Perderia o acento gráfico caso a expressão “as folhas” fosse substituída por “a folha”.
Quais estão corretas?
