Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q4111801 Português
No trecho “ A única coisa que me ensinaram”, os termos destacados classificam-se sintaticamente e respectivamente como:
Alternativas
Q4111747 Português

A disciplina do amor


Foi na França, durante a Segunda Grande guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.


Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando àquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.


Todos os dias, com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina.


As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.


Lygia Fagundes Teles

Analise as proposições abaixo:


1- No trecho “ Quiseram prendê-lo , distraí-lo ”, os termos destacados classificam-se sintaticamente como objeto direto.



2- No trecho “Quando ia chegando àquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.”, há uma oração subordinada adverbial temporal.



3 -No trecho “A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas...”, o termo destacado classifica-se sintaticamente como adjunto adverbial de lugar.



4 - No trecho “que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia”, o vocábulo destacado foi formado por derivação parassintética.


Está(ão) correta(s):

Alternativas
Q4110990 Português

Leia o texto e responda à questão.




Nova tendência


    Poucas coisas me chamam tanto a atenção aqui nos Estados Unidos quanto o consumo colaborativo. A prática foi considerada, na semana passada, uma das 10 tendências mais importantes do futuro pela revista "Time".


    Em poucas palavras, o consumo colaborativo é composto por um mercado mundial de trocas e aluguel de tudo o que se possa imaginar: carros, máquina de lavar, quartos em casa.


    Isso é estimulado por algumas razões: a crise deixou as pessoas com menos dinheiro no bolso, as novas tecnologias permitem que se façam mais trocas entre pessoas desconhecidas e, por fim, existe a preocupação com o ambiente (menos consumo, menos pressão ambiental).


    Gosto muito da ideia. Vai contra essa obsessão histérica do consumo. A grande guru desse movimento chama-se Rachel Botsman, formada aqui em Harvard, que mostra, em detalhes, como o consumo colaborativo está virando um negócio bilionário e em escala planetária. Ela é autora do livro “O que é meu é seu”, que está virando leitura obrigatória para quem discute os caminhos do consumo e os impactos das novas tecnologias.


Gilberto Dimenstein
www.uol.com.br - 04/04/2015

Analise as afirmativas abaixo, com base no texto, e assinale a alternativa INCORRETA.


Alternativas
Q4106705 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Benefícios de utilizar protetor solar


Por Joana Sidesc

Q1_15.png (696×433)


(Disponível em: https://topclinicas.com.br/5-beneficios-de-utilizar-o-protetor-solar/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Sobre o trecho “o protetor solar possui uma fórmula química”, assinale a palavra que exerce a função de um verbo.
Alternativas
Q4106696 Português
Caminhar é uma modalidade de exercício que não requer equipamento especial ou inscrição em uma academia - e, o melhor de tudo, é de graça.

Assinale a expressão que contenha apenas substantivos. (obs.: considere os elementos de ligação.)
Alternativas
Q4102910 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 3.


Texto 3


Como surgiu a Maria Farinha Filmes e por que a opção por trabalhar com temas de interesse público e relevância social? Esse propósito está presente desde a origem da produtora?


A Maria Farinha Filmes nasceu em 2008, a partir de um desejo de Ana Lúcia Villela, presidente do Instituto Alana, que existe há vinte anos, mas, há dez, tinha um projeto, o Criança e Consumo, sobre os males da publicidade para a criança. Ana Lúcia percebeu que precisava de uma ferramenta audiovisual para poder comunicar essa causa, pois ainda era vago falar de criança e consumo, as pessoas não compreendiam o tamanho do problema que era um anunciante falar diretamente com uma criança. Então, ela me chamou para fazer um documentário, o Criança, a Alma do Negócio, e com isso a Maria Farinha nasceu. Esse filme foi muito importante para o Alana, é uma ferramenta de sensibilização até hoje, usada muitas vezes por juízes que ainda assistem ao filme para a resolução de processos. Assim, resolvemos fazer uma produtora que só fizesse filmes que ajudassem na transformação ambiental e social, e o nosso volume de trabalho começou a aumentar, porque começamos a fazer filmes também para outras fundações que têm um trabalho tão sério quanto o Alana: Cenpec, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Bernard Van Leer, Unicef, e tantas outras.


Fonte: Entrevista com Estela Renner (adaptado). Revista Na Ponta do Lápis, jul. 2018. 
No texto, a palavra “audiovisual” exerce, como determinante, função sintática de: 
Alternativas
Q4102909 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 3.


Texto 3


Como surgiu a Maria Farinha Filmes e por que a opção por trabalhar com temas de interesse público e relevância social? Esse propósito está presente desde a origem da produtora?


A Maria Farinha Filmes nasceu em 2008, a partir de um desejo de Ana Lúcia Villela, presidente do Instituto Alana, que existe há vinte anos, mas, há dez, tinha um projeto, o Criança e Consumo, sobre os males da publicidade para a criança. Ana Lúcia percebeu que precisava de uma ferramenta audiovisual para poder comunicar essa causa, pois ainda era vago falar de criança e consumo, as pessoas não compreendiam o tamanho do problema que era um anunciante falar diretamente com uma criança. Então, ela me chamou para fazer um documentário, o Criança, a Alma do Negócio, e com isso a Maria Farinha nasceu. Esse filme foi muito importante para o Alana, é uma ferramenta de sensibilização até hoje, usada muitas vezes por juízes que ainda assistem ao filme para a resolução de processos. Assim, resolvemos fazer uma produtora que só fizesse filmes que ajudassem na transformação ambiental e social, e o nosso volume de trabalho começou a aumentar, porque começamos a fazer filmes também para outras fundações que têm um trabalho tão sério quanto o Alana: Cenpec, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Bernard Van Leer, Unicef, e tantas outras.


Fonte: Entrevista com Estela Renner (adaptado). Revista Na Ponta do Lápis, jul. 2018. 
No texto, a expressão “presidente do Instituto Alana” desempenha função sintática de:
Alternativas
Q4102527 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 2.


Texto 2


A burocracia/3


Sixto Martínez fez o serviço militar num quartel de Sevilha. No meio do pátio desse quartel havia um banquinho. Junto ao banquinho, um soldado montava guarda. Ninguém sabia por que se montava guarda para o banquinho. A guarda era feita porque sim, noite e dia, todas as noites, todos os dias, e de geração em geração oficiais transmitiam a ordem e os soldados obedeciam. Ninguém nunca questionou, ninguém nunca perguntou. Assim era feito, e sempre tinha sido feito. E assim continuou sendo feito até que alguém, não sei qual general ou coronel, quis conhecer a ordem original. Foi preciso revirar os arquivos a fundo. E depois de muito cavoucar, soube-se. Fazia trinta e um anos, dois meses e quatro dias que um oficial tinha mandado montar guarda junto ao banquinho, que fora recém-pintado, para que ninguém sentasse na tinta fresca.


Fonte: GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Porto Alegre: Editora LPM, 2016.
No segmento: “E assim continuou sendo feito até que alguém, não sei qual general ou coronel, quis conhecer a ordem original”, as vírgulas marcam:
Alternativas
Q4102524 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 2.


Texto 2


A burocracia/3


Sixto Martínez fez o serviço militar num quartel de Sevilha. No meio do pátio desse quartel havia um banquinho. Junto ao banquinho, um soldado montava guarda. Ninguém sabia por que se montava guarda para o banquinho. A guarda era feita porque sim, noite e dia, todas as noites, todos os dias, e de geração em geração oficiais transmitiam a ordem e os soldados obedeciam. Ninguém nunca questionou, ninguém nunca perguntou. Assim era feito, e sempre tinha sido feito. E assim continuou sendo feito até que alguém, não sei qual general ou coronel, quis conhecer a ordem original. Foi preciso revirar os arquivos a fundo. E depois de muito cavoucar, soube-se. Fazia trinta e um anos, dois meses e quatro dias que um oficial tinha mandado montar guarda junto ao banquinho, que fora recém-pintado, para que ninguém sentasse na tinta fresca.


Fonte: GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Porto Alegre: Editora LPM, 2016.
Sobre a construção sintática do segmento: “Fazia trinta e um anos, dois meses e quatro dias, que um oficial tinha mandado montar guarda junto ao banquinho, que fora recém-pintado, para que ninguém sentasse na tinta fresca”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4102523 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 2.


Texto 2


A burocracia/3


Sixto Martínez fez o serviço militar num quartel de Sevilha. No meio do pátio desse quartel havia um banquinho. Junto ao banquinho, um soldado montava guarda. Ninguém sabia por que se montava guarda para o banquinho. A guarda era feita porque sim, noite e dia, todas as noites, todos os dias, e de geração em geração oficiais transmitiam a ordem e os soldados obedeciam. Ninguém nunca questionou, ninguém nunca perguntou. Assim era feito, e sempre tinha sido feito. E assim continuou sendo feito até que alguém, não sei qual general ou coronel, quis conhecer a ordem original. Foi preciso revirar os arquivos a fundo. E depois de muito cavoucar, soube-se. Fazia trinta e um anos, dois meses e quatro dias que um oficial tinha mandado montar guarda junto ao banquinho, que fora recém-pintado, para que ninguém sentasse na tinta fresca.


Fonte: GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Porto Alegre: Editora LPM, 2016.
Sobre a construção do segmento: “Ninguém nunca questionou, ninguém nunca perguntou. Assim era feito, e sempre tinha sido feito”, afirma-se que:

I. A repetição de determinadas expressões e da estrutura sintática funciona como recurso argumentativo para referir a situação dada de modo absoluto.
II. Usa-se pronome indefinido “ninguém” porque, de fato, não se sabe o nome das personagens questionadoras.
III. O advérbio “nunca” contribui para a proposta argumentativa central, baseada na ideia absoluta do inquestionável.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4080483 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como gregos e romanos usavam eletricidade para aliviar dores sem saber gerá-la

A eletroterapia é um conjunto de técnicas médicas e fisioterapêuticas que usa a eletricidade para tratar uma série de lesões e doenças. Entre suas aplicações, estão a reabilitação muscular, o tratamento de dores crônicas, da depressão e de certas lesões cerebrais.

O ser humano compreende a natureza da eletricidade e aprendeu a manipulá-la há pouco tempo, de forma que a eletroterapia é considerada um avanço científico do mundo moderno.

Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

A capacidade que algumas espécies de peixes têm de gerar eletricidade é chamada bioeletrogênese.

Esses animais utilizam a eletricidade com diversos propósitos, como a comunicação, a caça, a defesa, a navegação e a caracterização do seu entorno.

Algumas espécies eletrógenas vivem em lugares onde se desenvolveram civilizações importantes, como as arraias-elétricas que habitam o Mar Mediterrâneo ou os peixes-gatos-elétricos da África.

Sabemos que os egípcios, os gregos e os romanos estavam familiarizados com os peixes elétricos, que aparecem representados em baixos-relevos de monumentos egípcios, na cerâmica grega e em mosaicos romanos. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2lp9x397pdo. Adaptado.
O ser humano compreende a natureza da eletricidade.

Assinale a opção CORRETA quanto à análise sintática: 
Alternativas
Q4077904 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como gregos e romanos usavam eletricidade para aliviar dores sem saber gerá-la


A eletroterapia é um conjunto de técnicas médicas e fisioterapêuticas que usa a eletricidade para tratar uma série de lesões e doenças. Entre suas aplicações, estão a reabilitação muscular, o tratamento de dores crônicas, da depressão e de certas lesões cerebrais.

O ser humano compreende a natureza da eletricidade e aprendeu a manipulá-la há pouco tempo, de forma que a eletroterapia é considerada um avanço científico do mundo moderno.

Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

A capacidade que algumas espécies de peixes têm de gerar eletricidade é chamada bioeletrogênese.

Esses animais utilizam a eletricidade com diversos propósitos, como a comunicação, a caça, a defesa, a navegação e a caracterização do seu entorno.

Algumas espécies eletrógenas vivem em lugares onde se desenvolveram civilizações importantes, como as arraias-elétricas que habitam o Mar Mediterrâneo ou os peixes-gatos-elétricos da África.

Sabemos que os egípcios, os gregos e os romanos estavam familiarizados com os peixes elétricos, que aparecem representados em baixos-relevos de monumentos egípcios, na cerâmica grega e em mosaicos romanos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2lp9x397pdo. Adaptado.

O ser humano compreende a natureza da eletricidade.


Assinale a opção CORRETA quanto à análise sintática:

Alternativas
Q4077463 Português
As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar



Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia."

Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.

Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford.

"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."

Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.

Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos."

A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."

Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia.

Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.

Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais.

O sujeito da oração é:

Alternativas
Q4077462 Português
As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar



Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia."

Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.

Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford.

"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."

Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.

Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos."

A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."

Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia.

Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.

Existem três categorias gerais 'que' estarão protegidas no futuro próximo.

O vocábulo destacado trata-se de:

Alternativas
Q4077182 Português
As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar


Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia."

Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.

Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford.

"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."

Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.

Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos."

A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."

Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia.

Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.

Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais.

O sujeito da oração é:

Alternativas
Q4077102 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar


Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia."

Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.

Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford.

"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."

Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.

Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos."

A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."

Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia.

Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.

Existem três categorias gerais 'que' estarão protegidas no futuro próximo.



O vocábulo destacado trata-se de:

Alternativas
Q4077099 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar


Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia."

Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.

Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford.

"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."

Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.

Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos."

A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."

Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia.

Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.

Em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos.



Na frase em questão, o predicado é:

Alternativas
Q4076907 Português
As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar


Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia."

Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.

Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford.

"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."

Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.

Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos."

A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."

Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia.

Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.

Em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos.

Na frase em questão, o predicado é:

Alternativas
Q4076906 Português
As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar


Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia."

Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.

Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford.

"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."

Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.

Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos."

A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."

Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia.

Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.

Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais.

O sujeito da oração é:

Alternativas
Q4076839 Português
As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar


Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia."

Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.

Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford.

"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."

Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.

Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos."

A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."

Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia.

Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.
Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais.
O sujeito da oração é: 
Alternativas
Respostas
1781: A
1782: C
1783: B
1784: C
1785: B
1786: E
1787: D
1788: A
1789: C
1790: E
1791: A
1792: B
1793: C
1794: A
1795: B
1796: D
1797: E
1798: E
1799: B
1800: C