Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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Em relação à oração destacada é correto o que se afirma em:
Em relação à formação do período acima, identifique a alternativa que apresenta uma informação INCORRETA:
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0lg061w184o.adaptado)
O número de orações presentes na frase em questão é de:
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0lg061w184o.adaptado)
A frase apresentada é constituída por período:
Texto CB1A1
O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA).
Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”.
No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.
Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.
Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.
Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.
Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).
Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CB1A1.
No segundo período do quarto parágrafo, o termo ‘que’, em ‘que diferem profundamente’, funciona como sujeito sintático da oração por ele introduzida, sendo o seu referente semântico a expressão ‘esses programas’.
E Macabéa, com medo de que o silêncio já significasse uma ruptura, disse ao recém-namorado: – Eu gosto tanto de parafuso e prego, e o senhor? (Clarice Lispector, A hora da estrela, 1977)
No fragmento: “E Macabéa, com medo de”, classifique “com medo de”:
No quarto período, o segmento “o modelo obrigatório de qualquer composição social entre nós” exerce a função de complemento da forma verbal “forneceram”.
Julgue o próximo item, relativo a aspectos gramaticais do texto precedente.
O segmento “Estar com aquela turma” (primeiro período) desempenha a função sintática de sujeito.
Julgue o próximo item, relativo a aspectos gramaticais do texto precedente.
A oração “Tudo é natureza.” forma um período simples cujo sujeito é um sintagma adverbial.
Julgue o item que se segue, a respeito de aspectos linguísticos e semânticos do texto apresentado anteriormente.
As orações que aparecem no trecho “Ela me incomoda tanto que fiquei oco” (primeiro parágrafo) estão coordenadas entre si, expressando a segunda oração uma justificativa sobre a primeira.
Em relação à linguagem, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da obra dramatúrgica Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, julgue os seguintes itens.
Na última fala apresentada no texto, a expressão “Santa Maria” desempenha a função sintática de sujeito da oração.
Em relação à linguagem, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da obra dramatúrgica Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, julgue os seguintes itens.
Na última fala do texto, o segmento “mãe de Deus” desempenha a função sintática de aposto.
Julgue o item subsequente, referente a construções linguísticas do texto apresentado.
Em “uma formação que o torne isento de preconceitos” (último período), o termo “isento” exerce a função sintática de predicativo do objeto expresso pela forma pronominal “o”.
Julgue o item subsequente, referente a construções linguísticas do texto apresentado.
O trecho “que existia até então” (terceiro período) constitui uma oração subordinada adjetiva sem sujeito.
Julgue o item subsequente, referente a construções linguísticas do texto apresentado.
A oração “como reagir diante de situações de variação dialetal” (último período) classifica-se como subordinada adverbial comparativa.
Em relação ao texto 9A1 e a aspectos gramaticais a ele relacionados, julgue o item que se segue.
No trecho “que nos ensinaram a nomear determinados comportamentos” (segundo período do terceiro parágrafo), completam o sentido do verbo da primeira oração um complemento direto — “nos” — e um complemento indireto — a oração regida pela preposição “a”.
Charlatões
Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.
Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.
O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.
LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em
A estrofe encerra um período composto por:
Texto para a questão.
Combate à evasão escolar exige compromisso público

(Kelly Baptista. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/desigualdades/2024/03/combate-aevasao-escolar-exige-compromisso-publico.shtml.16.mar.2024)