Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q273582 Português
Considerando que os itens de 65 a 67 correspondem a partes
sucessivas e adaptadas do texto Contra o Fanatismo, de Amós Oz,
julgue-os quanto à correção gramatical e ao emprego de elementos
coesivos.

O século XX erodiu e destruiu essas e outras certezas. A perda dessas certezas elementares pode ter provocado o meio século mais carregado de ideologias, seguido do meio século mais ferozmente egoísta, hedonista e voltado para aparatos mecânicos.
Alternativas
Q273581 Português
Considerando que os itens de 65 a 67 correspondem a partes
sucessivas e adaptadas do texto Contra o Fanatismo, de Amós Oz,
julgue-os quanto à correção gramatical e ao emprego de elementos
coesivos.

Quase todos no mundo, há cerca de duzentos anos, sabiam que iam passar a vida ali onde tinham nascido. Todos sabiam que iam ganhar a vida fazendo o que seus pais faziam. E todos sabiam que, se se comportassem bem, iriam ser transpostos para um mundo melhor após a morte.
Alternativas
Q273580 Português
Nos itens seguintes, são apresentados trechos de texto adaptado da
revista VEJA de 13/7/2011. Julgue-os com relação à correção
gramatical e ao emprego de elementos coesivos.

Com tanta tradição e esbanjando saúde (lucro líquido de 64 milhões de dólares em 2010), como se explica o fim do jornal? Essa é uma história de suicídio. Murdoch o fechou para tentar conter a sangria produzida por mais de uma década de mau jornalismo, durante a qual a direção criou, na redação, uma equipe de espionagem que quebrava o sigilo telefônico e postal não apenas de artistas, políticos e nobres, mas de cidadãos sem nenhum poder ou projeção. Esses espiões violavam a caixa postal de telefones fixos e celulares de familiares de vítimas de assassinato ou terrorismo e até de pessoas com parentes nas Forças Armadas destacados para missões no Iraque e no Afeganistão.
Alternativas
Q273579 Português
Nos itens seguintes, são apresentados trechos de texto adaptado da
revista VEJA de 13/7/2011. Julgue-os com relação à correção
gramatical e ao emprego de elementos coesivos.

A editora do jornal em 2002 foi acusada de ter ignorado um alerta de que um executivo do jornal emprestara carros e fotógrafos da empresa para que dois homens suspeitos de assassinato conseguissem reunir informações com o intuito de chantagear o policial que investigava o caso. Ela chegou a admitir, em depoimento ao Parlamento: “Nós compramos informações da polícia no passado”. Ao ser avisada que estava assumindo um crime ela recuou, sem perder a fleuma, dizendo que não era capaz de citar nenhum caso específico de suborno de policial. Sabe-se agora que o porta-voz do primeiro- ministro foi um dos que autorizaram as propinas.
Alternativas
Q273578 Português
Nos itens seguintes, são apresentados trechos de texto adaptado da
revista VEJA de 13/7/2011. Julgue-os com relação à correção
gramatical e ao emprego de elementos coesivos.

O caso Milly Dowler é, de longe, o mais doloroso e o mais imperdoável, entre todos os crimes praticados pelos jornalistas. Eles conseguiram apagar mensagens do correio de voz do telefone da casa de Milly, dando a falsa impressão aos pais da menina que ela ainda estava viva, ninguém, pois, tinha o código para manipular o aparelho à distância. Em um ato de suprema crueldade, os espiões a serviço do jornal ligaram para a delegacia de polícia informando que “havia pistas decisivas a respeito do caso” na secretária eletrônica da família. A intenção era dar uma sobrevida ao caso, cuja cobertura o jornal liderava. Àquela altura Milly já estava morta.
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Q273537 Português
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Julgue os seguintes itens, no que se refere às ideias e a aspectos
linguísticos do texto acima.

Os termos “comunicação” (L.2) e “presente” (L.11) exercem a função de núcleo do sujeito da oração em que se inserem.
Alternativas
Q273532 Português
Julgue, com base na prescrição gramatical, os itens a seguir, que
constituem referências a artigos da Convenção Americana sobre
Direitos Humanos, de 1969, conhecida também como Pacto de São
José da Costa Rica.

Consoante o texto dessa convenção, a lei pode submeter aos espetáculos públicos à censura prévia, objetivando exclusividade no regular acesso a eles com o fito de proteção moral à infância e adolescência contudo sujeitando esse direito a posterior responsabilização legal.
Alternativas
Q271675 Português
Assinale a alternativa em que os termos sublinhados estabelecem vinculação sintática direta como determinante e determinado.
Alternativas
Q271120 Português
Em “É fácil falar mal dos bancos", a oração em destaque funciona como
Alternativas
Q270823 Português
Chaplin e Camões na chuva

Eduardo Escorel

1.° Meia hora de chuva moderada foi suficiente para alagar a rua Luís de Camões, no centro do Rio. Para ir a pé até lá, saindo da Rua da Assembleia, foi preciso atravessar a Avenida Rio Branco, seguir pela rua da Carioca, dobrar na Ramalho Ortigão, contornar a igreja São Francisco de Paula, passar em frente ao Real Gabinete Português de Leitura, cruzar a avenida Passos e chegar ao nº 68, sede do Centro Municipal de Arte Helio Oiticica, instalado em um edifício neoclássico, onde foi aberta em 6 de março a exposição Chaplin e sua imagem. 
2.° No caminho, além do aguaceiro, pessoas vindo em sentido contrário, ou seguindo na mesma direção, mas andando devagar – muitas com dificuldade de seguir em linha reta, tornaram o percurso ainda mais difícil. Isso sem falar das barracas dos ambulantes ocupando a maior parte das calçadas, e dos vendedores apregoando guarda-chuvas chineses por dez reais. 
3.° Não ficar encharcado de todo, nem molhar demais os pés, requereu paciência – uma parada de meia-hora na entrada de uma farmácia no Largo de São Francisco – e perícia, buscando proteção debaixo de um pequeno guarda-chuva em decomposição. E na chegada, antes de poder subir os degraus de entrada do Centro Municipal de Arte Helio Oiticica, foi necessário atravessar a estreita e alagada Luís de Camões na ponta dos pés. 
4.° Logo na entrada, a falta de sinalização levou a perguntar por onde seguir a uma guarda desabada numa cadeira. Em tom incompreensível à primeira escuta, ela indicou com má vontade, e certo ar de desprezo pela desorientação do visitante, a porta em frente como a de acesso à exposição e fez a caridade de informar que ocupa salas do primeiro e segundo andar. 
5.° Uma primeira suposição provou ser infundada – não há interdição para entrar com guarda-chuva e pasta molhados, circunstância inédita em locais do gênero mundo afora. Outra, ainda menos auspiciosa, também caiu por terra. Ao contrário do que imaginara durante a travessia aquática do centro da cidade, havia algumas pessoas vendo a exposição, por volta de meio-dia, nas amplas salas, na pequena rua fora de mão, numa sexta-feira chuvosa. 
6.° Não eram muitas, mas pareciam interessadas, dando impressão de estarem vendo pela primeira vez painéis fotográficos e trechos de filmes de Chaplin projetados em monitores. 
7.° A modesta exposição não passa disso – uma série de painéis e alguns trechos de filmes exibidos em monitores –, sendo surpreendente que instituições tão respeitáveis, como a Cinemateca de Bologna, por exemplo, difundam pelo mundo mostra tão pobre, muito aquém, por exemplo, do que é possível ver nas duas horas e meia do documentário O Chaplin que Ninguém Viu (Unknown Chaplin), de 1983, realizado por Kevin Brownlow e David Gill para ser exibido na televisão, e disponível em DVD desde 2005. Como introdução a Chaplin, mais valeria promover em praça pública sessões gratuitas desse documentário. 
8.° O Chaplin que Ninguém Viu inclui imagens da coleção particular de Chaplin e demonstra seu perfeccionismo através das filmagens dos exaustivos ensaios para chegar à gag perfeita, e das várias tomadas feitas de uma mesma cena até obter a encenação mais eficaz. Nessa época, o custo de produção e do filme virgem ainda não haviam tornado proibitivo descobrir filmando o que se queria fazer. 
9.° Percorrida a exposição, com decepção crescente a cada sala, eis que uma risada distante se fez ouvir, parecendo vir do primeiro andar. Voltando sobre os próprios passos, descendo a sinuosa escadaria monumental com corrimão de madeira envernizada, numa das primeiras salas, lá estava a origem do riso: um rapaz de fones nos ouvidos, postado diante de um monitor, divertindo-se à grande
10.° O motivo da alegria era a sequência da luta de boxe de Luzes da cidade (1931). Disponível no Youtube, é possível comprovar a perenidade do humor chapliniano, sem correr o risco de se molhar. 
11.° A exposição Chaplin e sua imagem estará aberta, até 29 de abril, no Centro Municipal de Arte Helio Oiticica. Para quem não tiver acesso ao Youtube ou não puder ver O Chaplin que Ninguém Viu, pode valer a pena. As risadas do rapaz comprovam que ressalvas feitas à exposição talvez não façam sentido. 
12.° Evitem apenas dias de chuva para não ficarem com os pés encharcados. 

  Revista Piauí, edição 66.

Em “...é possível comprovar a perenidade do humor chapliniano.", a oração destacada funciona como
Alternativas
Q269913 Português
O fragmento a seguir será o texto base para se responderem as questões de 1 a 10 desta prova. Ele compõe a obra “O Processo”, escrita pelo tcheco Franz Kafka (em tradução de Torrieri Guimarães. São Paulo: Abril Cultural, 1979. p. 228- 230.). Autores e estudiosos têm denominado o excerto como sendo uma parábola, intitulando-a “Diante da lei”. 


          

Assinale a alternativa em que a partícula “se" exerce função sintática idêntica à do trecho “O homem reflete e depois pergunta se mais tarde lhe será permitido entrar.":
Alternativas
Ano: 2012 Banca: FAURGS Órgão: TJ-RS Prova: FAURGS - 2012 - TJ-RS - Taquígrafo Forense |
Q269772 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.  



Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. Para não esquecer. Extra Classe - SINPRO-RS, Ano 17, N.º 159 nov. 2011. Disponível em: <http://www.sinprors.org.br/extraclasse/nov11/verissimo.asp>
Considere as seguintes possibilidades de reescrita do trecho Normalmente não faço isto porque sempre me esqueço de ter um bloco de notas à mão para não esquecer a eventual ideia e porque sei, intuitivamente, que se tivesse o bloco de notas à mão a ideia viria no chuveiro (L. 34-38).

I - Normalmente não faço isso; porque sempre me esqueço de ter, à mão, um bloco de notas, para não me esquecer da eventual ideia e porque, por intuição, sei que se tivesse o bloco de notas à mão, a ideia viria no chuveiro.

II - Habitualmente não faço isso, já que sempre me esqueço de ter um bloco de notas à mão para não me esquecer da eventual ideia, e também porque sei, intuitivamente, que, se tivesse o bloco de notas à mão, a ideia viria no chuveiro.

III - Em geral não faço isto porque me esqueço sempre de ter, à mão, um bloco de notas que me ajude a não me esquecer da eventual ideia e porque, intuitivamente, sei que, se o bloco de notas estivesse ao meu alcance, a ideia viria no chuveiro.

Quais estão corretas do ponto de vista da norma gramatical e conservam o sentido original do texto?
Alternativas
Q269501 Português
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue  o  item  seguinte.
O emprego de vírgula logo após “brasileiro” (L.12) justifica-se para isolar a oração subsequente, de natureza explicativa.
Alternativas
Q269499 Português
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue  o  item  seguinte.
Em “Podem-se candidatar” (L.9), o pronome “se” indica indeterminação do sujeito.
Alternativas
Q268730 Português
Considere as afirmações abaixo sobre pontuação no texto.


I - A substituição dos travessões da linha 18 por parênteses permitiria a supressão da vírgula antes de a seu ver (L. 18-19).


II - A vírgula depois de semanais (L. 56) cumpre a função de sinalizar o deslocamento do adjunto adverbial desde 2004 (L. 57).


III - As vírgulas depois de Flávio Pinheiro (L. 64) e nacional (L. 65) cumprem a função de isolar um aposto.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q268724 Português
Considere as seguintes afirmações sobre o vocábulo que no texto.


I - Em dizia que quem morria passava para outro tempo (L. 01-02), tem a função de sujeito da oração de que faz parte.


II - Em que mesmo quando não é clara (L. 14-15), introduz uma oração com valor explicativo.


III - No trecho ou um sentido que faça sentido (L. 19-20), introduz uma oração com função de aposto.


IV - Em o mesmo que dizia o Becket (L. 47-48), tem a função de objeto direto da oração de que faz parte.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q268712 Português
Assinale a afirmação correta sobre as formas verbais considerados (l. 05), representam (L. 06) e constituem (L. 07).

Alternativas
Q268569 Português


Em relação às ideias e à estrutura linguística do texto acima, julgue os itens a seguir.

O núcleo do sujeito das formas verbais “matou" (L.13) e “feriu" (L.14) é “Pyongyang" (L.13).
Alternativas
Q266178 Português
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A respeito dos aspectos linguísticos do texto, julgue os itens que se
seguem.

No primeiro período do texto, o trecho ‘É preciso limpar as palavras’ (L.2) exerce a função de aposto explicativo.
Alternativas
Q264793 Português
Do ponto de vista das relações sintático-semânticas observáveis no texto, está correta a seguinte afirmação:
Alternativas
Respostas
8321: C
8322: E
8323: C
8324: E
8325: E
8326: E
8327: E
8328: A
8329: D
8330: B
8331: C
8332: E
8333: C
8334: E
8335: C
8336: D
8337: A
8338: E
8339: E
8340: C