Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q326882 Português
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.



Embora tenha sujeito próprio, a forma verbal “elaborar” (l.9) não está flexionada no plural por estar antecedida pela preposição “a”.
Alternativas
Q325859 Português
As questões 09 a 12 tomarão por base o poema “Tema e Variações”, de Manuel Bandeira:

Imagem 003.jpg

Sobre a estrutura sintática dos dois períodos da última estrofe, é correto afirmar:

Alternativas
Q325738 Português
“... mármore do parapeito ...”

A expressão sublinhada exerce igual função sintática daquela sublinhada em:
Alternativas
Q325733 Português
“.. o particular se torna público... “

Na passagem em destaque, o predicado da oração tem igual classificação em:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SUDECO Prova: FUNCAB - 2013 - SUDECO - Contador |
Q325607 Português
Em: “[...] provocou um escândalo tão grande que os seios do anúncio tiveram que ser logo cobertos com um soutien .”(parágrafo 4), a segunda oração exprime:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUMARC Órgão: PC-MG Prova: FUMARC - 2013 - PC-MG - Médico legista |
Q324918 Português
A partir da análise sintática das orações do texto acima, assinale a afirmativa CORRETA. :


Alternativas
Q324143 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente,as lacunas.Não sei _______ deram ________ jovem tamanha responsabilidade.

Alternativas
Q324140 Português
Assinale a alternativa que indica corretamente a função sintática de “pela atendente” na oração abaixo:

O presente foi caprichosamente embalado pela atendente.
Alternativas
Q324139 Português
Assinale a alternativa que indica corretamente a função sintática de “pelas artes cênicas” na oração abaixo:

Desde pequena, Ana demonstrou genuíno interesse pelas artes cênicas.
Alternativas
Q323603 Português
                            Imagem 004.jpg
Com base na leitura do texto acima, julgue o  item  que se segue.

A forma verbal “traz” (l.2) está no singular porque concorda com o núcleo de seu sujeito: “a oferta” (l.1).
Alternativas
Q322396 Português
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 6 a 10.

Imagem 002.jpg

O livro foi oferecido a todos os editores nacionais, de todos recebeu um não seco ...

O segmento em destaque na frase acima exerce a mesma função sintática que o elemento grifado em:

Alternativas
Q321808 Português
Com referência às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens subsequentes.

No fragmento “há baixa disposição porque a classe média não utiliza o serviço” (l.7-9), caberia, entre os termos “disposição” e “porque”, o emprego da expressão com o pagamento de impostos, sem que isso alterasse as relações sintáticas e o sentido original do texto.
Alternativas
Q321638 Português
“A falta de mão de obra que assusta o País” (Título do texto) .

Desconsideradas as alterações de sentido, assinale a alternativa em que a nova redação do título do texto apresenta erro linguístico.

Alternativas
Q321634 Português
Desconsideradas eventuais alterações de sentido, assinale a alternativa em que a nova redação do fragmento esteja gramaticalmente CORRETA, na perspectiva da norma culta.

Alternativas
Q320379 Português

POBRES PAGAM MAIS IMPOSTO QUE OS RICOS NO BRASIL

      Os 10% mais ricos concentram 75% da riqueza do país. Para agravar ainda mais o quadro da desigualdade brasileira, os pobres pagam mais impostos que os ricos.

      Segundo levantamento feito pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), apresentado hoje (15/5) ao CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) reunido em Brasília, os 10% mais pobres do país comprometem 33% de seus rendimentos em impostos, enquanto que os 10% mais ricos pagam 23% em impostos.

      “O país precisa de um sistema tributário mais justo que seja progressivo e não regressivo como é hoje. Ou seja, quem ganha mais deve pagar mais; quem ganha menos, pagar menos”, disse o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, durante a apresentação do levantamento, que foi feito por pesquisadores das diretorias de Estudos Sociais, Macroeconomia e Estudos Regionais e Urbanos, para contribuir na discussão da reforma tributária.

      Os números do Ipea mostram que os impostos indiretos (aqueles embutidos nos preços de produtos e serviços) são os principais indutores dessa desigualdade. Os pobres pagam, proporcionalmente, três vezes mais ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que os ricos. Enquanto os ricos desembolsam em média 5,7% em ICMS, os pobres pagam 16% no mesmo imposto.

      Nos impostos diretos (sobre renda e propriedade) a situação é menos grave, mas também desfavorável aos mais pobres. O IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) tem praticamente a mesma incidência para todos, com alíquotas variando de 0,5% para os mais pobres a 0,6% e 0,7% para os mais ricos. Já o IPTU (Imposto sobre Propriedade Territorial e Urbana) privilegia os ricos. Entre os 10% mais pobres, a alíquota média é de 1,8%; já para os 10% mais ricos, a alíquota é de 1,4%.

      “As mansões pagam menos imposto que as favelas, e estas ainda não têm serviços públicos como água, esgoto e coleta de lixo”, alertou o presidente do Ipea.

“Os 10% mais ricos concentram 75% da riqueza do país. Para agravar ainda mais o quadro da desigualdade brasileira, os pobres pagam mais impostos que os ricos.

Segundo levantamento feito pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), apresentado hoje (15/5) ao CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) reunido em Brasília, os 10% mais pobres do país comprometem 33% de seus rendimentos em impostos, enquanto que os 10% mais ricos pagam 23% em impostos.

"O país precisa de um sistema tributário mais justo que seja progressivo e não regressivo como é hoje. Ou seja, quem ganha mais deve pagar mais; quem ganha menos, pagar menos".

Entre os cinco elementos sublinhados no fragmento de texto acima, aquele que mostra o valor semântico corretamente identificado é:

Alternativas
Q320363 Português

TEXTO 1

RUI BARBOSA E O IMPOSTO SOBRE A RENDA MEMÓRIA DA RECEITA FEDERAL


O imposto sobre a renda teve em Rui Barbosa, primeiro Ministro da Fazenda do período republicano, um ardente defensor. Seu relatório de janeiro de 1891 dedica, com erudição e brilhantismo, 38 páginas ao tema. Mostra a história, as formas de aplicação do imposto e as propostas de adoção.
No relatório, Rui Barbosa lembrava as qualidades de um imposto justo, indispensável e  necessário: “No Brasil, porém, até hoje, a atenção dos governos se tem concentrado quase só na aplicação do imposto indireto, sob sua manifestação mais trivial, mais fácil e de resultados mais imediatos: os direitos de alfândega. E do imposto sobre a renda, por mais que se tenha falado, por mais que se lhe haja proclamado a conveniência e a moralidade, ainda não se curou em tentar a adaptação, que as nossas circunstâncias permitem, e as nossas necessidades reclamam”.
Resumidamente, a proposta de Rui Barbosa se sustentava nos seguintes pilares:
1. O imposto incidiria sobre as rendas provenientes de propriedades imóveis, do exercício de qualquer profi ssão, arte ou ofício, de títulos ou fundos públicos, ações de companhias, juros e dívidas hipotecárias e de empregos públicos;
2. Estariam isentas as rendas não superiores a 800$000, a dos agentes diplomáticos das nações estrangeiras, rendimentos das sociedades de socorros mútuos e benefi cência e juros das apólices da dívida pública possuídas por estrangeiros residentes fora do país;
3. A declaração do contribuinte seria o ponto de partida do lançamento. O Fisco devia procurar outras fontes para a verificação fiscal, pois fi caria muito prejudicado caso se baseasse unicamente na declaração do contribuinte. Discordou da posição de alguns em entregar a determinação da renda unicamente ao arbítrio do Fisco. O arbitramento podia degenerar em arbítrio. Na sua visão, o arbitramento seria aceito se a renda não fosse conhecida fixa e precisamente, mas sujeito a conhecimento e impugnação do interessado, com todos os recursos do contencioso administrativo.
Suas sugestões, no entanto, não encontraram respaldo para serem postas em prática.

“O imposto sobre a renda teve em Rui Barbosa, primeiro Ministro da Fazenda do período republicano, um ardente defensor”. A alternativa que mostra uma afirmativa correta sobre os constituintes desse segmento do texto é:

Alternativas
Q319107 Português
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 13 a 21.



Tomado o padrão culto escrito como referência, é correto afirmar:

Alternativas
Q319106 Português
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 13 a 21.



Afirma-se com correção:

Alternativas
Q319102 Português
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 7 a 12.


É correto afirmar:

Alternativas
Q319101 Português
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 7 a 12.


Acerca de verbos encontrados no texto é correto afirmar, tomando como parâmetro o padrão culto escrito:

Alternativas
Respostas
7921: E
7922: A
7923: B
7924: A
7925: D
7926: C
7927: B
7928: C
7929: D
7930: E
7931: B
7932: E
7933: D
7934: A
7935: E
7936: B
7937: B
7938: E
7939: E
7940: D