Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q857975 Português

“A maioria das pessoas usa o Facebook diariamente, mas poucos estão conscientes das consequências”

Disponível em: http://veja.abril.com.br/brasil/tire-umas-ferias-das-redes-sociais-para-ser-feliz-dizestudo/ Acesso em: 13 set. 2017


É possível verificar a ocorrência de quantas frases, orações e períodos no fragmento acima?

Alternativas
Q857881 Português

Vou Te Encontrar

Paulo Miklos

Compositor: Nando Reis


Olha, ainda estou aqui

Perto, nunca te esqueci

Forte, com a cabeça no lugar

Livre, livre para amar


Sofro, como qualquer um

Rio, quando estou feliz

Homem, dessa mulher

Vivo, como você quer


Nas ondas do mar

Nas pedras do rio

Nos raios de sol

Nas noites de frio


No céu, no horizonte

No inverno, verão

Nas estrelas que formam

Uma constelação


Vou te encontrar...

Vou te encontrar


Olha, eu fiquei aqui

Perto, está você em mim

Forte, pra continuar

Livre, livre para amar


Sofro, como qualquer um

Rio, porque sou feliz

Homem, de uma mulher

Vivo, como você quer


No beijo da moça

No alto e no chão

Nos dentes da boca

Nos dedos da mão


No brilho dos olhos

Na luz da visão

No peito dos homens

No meu coração


Vou te encontrar...

Vou te encontrar

Assinale a alternativa em que há um adjunto adverbial de tempo.
Alternativas
Q857789 Português

                                                 A seca

De repente, uma variante trágica.

Aproxima-se a seca.

O sertanejo adivinha-a e graças ao ritmo singular com que se desencadeia o flagelo.

Entretanto não foge logo, abandonando a terra a pouco e pouco invadida pelo limbo candente que irradia do Ceará.

Buckle, em página notável, assinala a anomalia de se não afeiçoar nunca, o homem, às calamidades naturais que o rodeiam. Nenhum povo tem mais pavor aos terremotos que o peruano; e no Peru as crianças ao nascerem têm o berço embalado pelas vibrações da terra. 

Mas o nosso sertanejo faz exceção à regra. A seca não o apavora. É um complemento à sua vida tormentosa, emoldurando-a em cenários tremendos. Enfrenta-a, estoico. Apesar das dolorosas tradições que conhece através de um sem número de terríveis episódios, alimenta a todo o transe esperanças de uma resistência impossível.

Com os escassos recursos das próprias observações e das dos seus maiores, em que ensinamentos práticos se misturam a extravagantes crendices, tem procurado estudar o mal, para o conhecer, suportar e suplantar. Aparelha-se com singular serenidade para a luta. Dois ou três meses antes do solstício de verão, especa e fortalece os muros dos açudes, ou limpa as cacimbas. Faz os roçados e arregoa as estreitas faixas de solo arável à orla dos ribeirões. Está preparado para as plantações ligeiras à vinda das primeiras chuvas.

[...]

É o prelúdio da sua desgraça.

Vê-o acentuar-se num crescendo, até dezembro.


CUNHA, Euclides da. Os Sertões. São Paulo: Três, 1984.

Leia o trecho abaixo retirado do texto.

Buckle, em página notável, assinala a anomalia de se não afeiçoar nunca, o homem, às calamidades naturais que o rodeiam.


A respeito do trecho em destaque acima, é correto afirmar que

Alternativas
Ano: 2017 Banca: IDIB Órgão: CRC-CE Prova: IDIB - 2017 - CRC - CE - Auxiliar Administrativo |
Q857692 Português
O excerto “é possível gerar relatórios ou demonstrativos que possibilitem a tomada de decisão por parte dos gestores” (2º parágrafo), a passagem em destaque possui a função sintática que a destaca em:
Alternativas
Q857207 Português

                 

Assinale a alternativa correta com base no texto 2.
Alternativas
Q857204 Português

Texto 1


Arrumando a mala e o espírito


Lembro bem dos dias que antecederam a minha primeira viagem à Europa. Era como se eu estivesse prestes a embarcar para outra galáxia. Quê! Surpresas minhas. Tanto que, quando aterrissei em Londres, não foram os monumentos históricos que me causaram impacto, e sim o fato de me deparar com farmácias, paradas de ônibus e escolas. Meu devaneio não havia previsto o lugar-comum. Sei lá o que imaginava encontrar de tão insólito, só sei que caí na real: as cidades, pelo menos as ocidentais, têm estrutura muito similar: o que nos encanta, na verdade, é o confronto com o nosso outro eu, aquela parte de nós que nunca se conformou com a vida em prisão domiciliar.

Viajar é correr atrás do nosso eu ancestral, aquele rebelde que escapou da domesticação e que não vê a hora do reencontro com sua alma peregrina. Quando pensamos em todas as opções que o planeta oferece, dá uma certa vertigem. Qual o melhor lugar para arrancar a gravata, tirar o salto alto e ficar desnudo para si mesmo? Diante de quais das sete maravilhas do mundo conseguiremos redimensionar o nosso próprio tamanho e passar a viver com mais humildade, prazer e leveza?

Sem ilusões: estamos falando de turismo, e não de um retiro espiritual. O melhor local para conhecer a si mesmo é onde se está todos os dias da semana em todos os anos da vida, uma viagem que não termina e que acontece dentro da gente. O processo é interno, sempre foi. Viajar é apenas o tubo de oxigênio que nos permite mergulhar mais fundo na nossa estranheza e insegurança. Mesmo por uma semana? Que seja. É mais do que dura uma viagem lisérgica. E dessa droga ninguém deveria prescindir, o vício incurável no deslumbre.

Martha Medeiros

Fonte: Revista Viagem e Turismo. Fevereiro de 2017. Texto Adaptado.

Associe as colunas 1 e 2 abaixo:


Coluna 1


1. Substantivo com função sintática de sujeito simples.

2. Substantivo com função sintática de objeto direto.

3. Adjetivo com função sintática de adjunto adnominal.

4. Adjetivo com função sintática de predicativo do sujeito.

5. Pronome com função sintática de objeto direto.

6. Pronome com função sintática de objeto indireto.


Coluna 2


( ) [...] o vício incurável no deslumbre.

( ) Viajar é apenas o tubo de oxigênio [...].

( ) [...] não vê a hora do reencontro [...].

( ) O processo é interno, sempre foi.

( ) [...] o que nos encanta, na verdade, é o confronto com o nosso outro eu [...].

( ) Viajar é apenas o tubo de oxigênio que nos permite mergulhar mais fundo na nossa estranheza e insegurança.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q857203 Português

Texto 1


Arrumando a mala e o espírito


Lembro bem dos dias que antecederam a minha primeira viagem à Europa. Era como se eu estivesse prestes a embarcar para outra galáxia. Quê! Surpresas minhas. Tanto que, quando aterrissei em Londres, não foram os monumentos históricos que me causaram impacto, e sim o fato de me deparar com farmácias, paradas de ônibus e escolas. Meu devaneio não havia previsto o lugar-comum. Sei lá o que imaginava encontrar de tão insólito, só sei que caí na real: as cidades, pelo menos as ocidentais, têm estrutura muito similar: o que nos encanta, na verdade, é o confronto com o nosso outro eu, aquela parte de nós que nunca se conformou com a vida em prisão domiciliar.

Viajar é correr atrás do nosso eu ancestral, aquele rebelde que escapou da domesticação e que não vê a hora do reencontro com sua alma peregrina. Quando pensamos em todas as opções que o planeta oferece, dá uma certa vertigem. Qual o melhor lugar para arrancar a gravata, tirar o salto alto e ficar desnudo para si mesmo? Diante de quais das sete maravilhas do mundo conseguiremos redimensionar o nosso próprio tamanho e passar a viver com mais humildade, prazer e leveza?

Sem ilusões: estamos falando de turismo, e não de um retiro espiritual. O melhor local para conhecer a si mesmo é onde se está todos os dias da semana em todos os anos da vida, uma viagem que não termina e que acontece dentro da gente. O processo é interno, sempre foi. Viajar é apenas o tubo de oxigênio que nos permite mergulhar mais fundo na nossa estranheza e insegurança. Mesmo por uma semana? Que seja. É mais do que dura uma viagem lisérgica. E dessa droga ninguém deveria prescindir, o vício incurável no deslumbre.

Martha Medeiros

Fonte: Revista Viagem e Turismo. Fevereiro de 2017. Texto Adaptado.

No texto 1, os recursos "sei lá" e "caí na real", em "Sei lá o que eu imaginava encontrar de tão insólito, só sei que caí na real [...]." (1° parágrafo), podem ser exemplos de:
Alternativas
Q857106 Português

Texto 4

Guignard na parede

– Este seu Guignard é falso ou verdadeiro? - perguntou-lhe o visitante, coçando o queixo, de um modo ainda mais suspeitoso do que a pergunta.

– Ora essa, por que duvida?

– Eu não duvido nada, só que existem por aí uns cinquenta quadros falsos de Guignard, e então...

– Então o quê?

– Esse também podia ser. Só isso.

– Pois não é, não senhor. Qualquer um vê logo que se trata de Guignard autêntico, Guignard da melhor época.

– Não ponho em dúvida sua palavra, Deus me livre. Mas nunca se sabe se um quadro é autêntico ou não. Nunca. Não há prova irrefutável.

– Mesmo que se tenha visto o pintor trabalhando nele?

– Em geral, o pintor não trabalha à vista dos outros. No máximo dá uma pincelada, um toque. Até os retratos, não sabia? São feitos em grande parte na ausência dos retratados. Todo artista tem um auxiliar, espécie de primo pobre, que imita à perfeição a maneira do mestre...

– Guignard tinha alunos; e daí? Vai me dizer que os alunos pintavam e ele assinava? 

– O senhor é que parece estar insinuando isso. Eu digo apenas que assinatura pode ser autêntica num quadro falso. Veja Picasso. Picasso assina falsos Picassos por blague ou para ajudar pobres-diabos. Pode parecer maluquice, mas para mim o pintor é o primeiro falsificador de sua obra, ele se copia e manda os outros copiarem .

– Não diga uma besteira dessas.

[...]

– Fiquei com medo do senhor ter um falso Guignard, e preveni. Não há razão para se queimar.

– Está bem.

– Talvez tenha feito mal em alertá-lo. O senhor vai ficar preocupado, cismado. Não desejo isso. Vamos fazer uma coisa? Para o senhor não se chatear, eu compro o seu quadro, mesmo tendo as maiores dúvidas sobre a autenticidade. Repare bem: a fluidez da pintura é demasiado fluida para ser original. Um mestre nunca vai ao extremo de sua potencialidade; deixa que os outros exacerbem sua maneira. Este Guignard é tão leve, tão aéreo, que só mesmo de alguém muito habilidoso, que procurasse ser mais Guignard do que o próprio Guignard. Não há dúvida, para mim não é Guignard. Quanto quer por isto?

– Quero que o senhor vá para o inferno, sim?

ANDRADE, C. D. de. 70 historinhas. 13 ed. Rio de Janeiro: Record,2009. p.195-197.

Assinale a alternativa correta, com base no texto 4.
Alternativas
Q857104 Português

Texto 3

A arte de fazer crônicas

"A crônica não é um gênero maior" já escreveu Antônio Cândido. Graças a Deus, completou o próprio crítico, porque, "sendo assim, ela fica perto de nós" Na sua despretensão, humaniza. Fruto do jornal, onde aparece entre notícias efêmeras, a crônica é um gênero literário que se caracteriza por estar perto do dia a dia, seja nos temas, ligados à vida cotidiana, seja na linguagem despojada e coloquial do jornalismo. Mais do que isso, surge inesperadamente, como um instante de alívio para o leitor fatigado com a frieza da objetividade jornalística.

De extensão limitada, essa pausa se caracteriza exatamente por ir contra as tendências fundamentais do meio em que aparece - o jornal diário. Se a notí­cia deve ser sempre objetiva e impessoal, a crônica é subjetiva e pessoal. Se o jornal é frio, na crônica estabelece-se uma atmosfera de intimidade entre o leitor e o cronista, que refere experiências pessoais ou expende juízos originais acerca dos fatos versados. A crônica não é, portanto, apenas filha do jornal. Trata-se do antídoto que o próprio jornal produz. Só nele pode sobreviver, porque se nutre exatamente do caráter antiliterário do jornalismo diário. 

O leitor pressuposto da crônica é urbano e, em princí­pio, um leitor de jornal ou de revista. A preocupação com esse leitor é que faz com que, entre os assuntos tratados, o cronista dê maior atenção aos problemas do modo de vida urbano, do mundo contemporâneo, dos pequenos acontecimentos do dia a dia comuns nas grandes cidades. Por esse motivo, é uma leitura agradável, pois o leitor interage com os acontecimentos e, por muitas vezes, se identifica com as ações tomadas pelas personagens.

NISKIER, A. Disponível em:  <http://www.academia.org.br/artigos/arte-de-fazer-cronicas> Acesso em 12/11/2017. [Adaptado]

Considere os excertos extraídos do texto 3.

1. Fruto do jornal, onde aparece entre notícias efêmeras, a crônica é um gênero literário...(1º parágrafo)

2. A crônica não é, portanto, apenas filha do jornal. (2º parágrafo)


Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras (V) e as falsas (F).

( ) Em 1, a palavra "onde" é um pronome relativo, que tem como antecedente o substantivo "jornal" e desempenha a função sintática de adjunto adverbial de lugar.

( ) Em 1, "onde aparece entre notícias efêmeras" é uma oração subordinada adjetiva restritiva.

( ) Em 2, o conector "portanto" expressa uma ideia de conclusão, em relação ao conteúdo do contexto precedente (2º parágrafo). 

( ) Em 2, o conector "portanto" pode ser substituído por "pois" sem prejuízo de significado e sem ferir a norma culta da língua escrita.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q857093 Português

Texto 1 

O Sol na obra de Van Gogh

Nenhum outro pintor captou e soube transmitir a luz e a energia do Sol como Vincent van Gogh (1863-1890). Cansado e desgostoso de Paris, Van Gogh passou os dois últimos anos de sua vida no sul da França, que os franceses chamam de Midi. Ele queria pintar ao ar livre, em um contexto mais luminoso. Em uma carta ao seu irmão Theo, em 1888, ele escreveu: "Vim ao Midi por muitas razões. Por querer ver outra luz, crer que a contemplação da natureza sob um céu mais claro pode me dar um ideia mais exata da maneira de sentir e desenhar dos japoneses. Querer, enfim, ver este sol mais intenso, porque pressinto que, sem conhecê-lo, não é possível compreender desde o ponto de vista da realização e da técnica, as obras de Delacroix, e porque me intuiu que as cores do prisma se velam com as brumas do norte". 

Após uma violenta discussão com seu amigo pintor Paul Gauguin (1848-1903), e que teve como consequência a famosa mutilação de parte da orelha, Van Gogh foi internado no sanatório de Saint-Rémy. Lá, o Sol continuava presente em suas criações.

Em seus últimos meses de vida, e durante uma das várias internações de Van Gogh no sanatório de SaintRémy, ele descobriu na França meridional uma fonte de inspiração inesgotável: as oliveiras. Com elas compartilhou os últimos dias de sua vida turbulenta. Talvez uma destas obras mais significativas que tenha pintado foi Oliveiras com céu amarelo e Sol. Recentemente, esta obra foi uma das escolhidas em um projeto para sofrer um corte virtual de suas árvores como forma criativa de chamar a atenção para o desmatamento.

Van Gogh era fascinado pelos astros. Sol, Lua, estrelas. Procurava a luz à sua volta. Talvez para iluminar o seu interior sombrio. Ele precisava de todas as luzes da natureza para fazer germinar a natureza da sua Arte.

BELTRÃO, C. Disponível em: <http://artenarede.com.br/blog/index.php/o-sol-na-obra-de-van-googh/> Acesso em:  12/11/2017. [Adaptado]

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras (V) e as falsas (F), em relação às palavras extraídas do texto 1.
( ) As palavras "árvores", "técnica"e "últimos" obedecem à seguinte regra de acentuação gráfica: são proparoxítonas que apresentam na sílaba tônica as vogais abertas grafadas a, e, u, respectivamente . ( ) As palavras "várias", "consequência"e "sanatório" são acentuadas por se enquadrarem na regra das paroxítonas terminadas em ditongo crescente, ou das chamadas proparoxítonas aparentes ou relativas. 
( ) No primeiro parágrafo, o pronome oblíquo átono "me" (em "me dar uma ideia") funciona como objeto direto do verbo dar. 
( ) No último parágrafo, as três ocorrências do pronome possessivo ("sua volta", "seu interior", "sua Arte") funcionam como elementos coesivos e fazem referência a Van Gogh.
( ) No último parágrafo, o sinal grave indicativo de crase é facultativo em "Procurava a luz à sua volta".
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q857092 Português

Texto 1 

O Sol na obra de Van Gogh

Nenhum outro pintor captou e soube transmitir a luz e a energia do Sol como Vincent van Gogh (1863-1890). Cansado e desgostoso de Paris, Van Gogh passou os dois últimos anos de sua vida no sul da França, que os franceses chamam de Midi. Ele queria pintar ao ar livre, em um contexto mais luminoso. Em uma carta ao seu irmão Theo, em 1888, ele escreveu: "Vim ao Midi por muitas razões. Por querer ver outra luz, crer que a contemplação da natureza sob um céu mais claro pode me dar um ideia mais exata da maneira de sentir e desenhar dos japoneses. Querer, enfim, ver este sol mais intenso, porque pressinto que, sem conhecê-lo, não é possível compreender desde o ponto de vista da realização e da técnica, as obras de Delacroix, e porque me intuiu que as cores do prisma se velam com as brumas do norte". 

Após uma violenta discussão com seu amigo pintor Paul Gauguin (1848-1903), e que teve como consequência a famosa mutilação de parte da orelha, Van Gogh foi internado no sanatório de Saint-Rémy. Lá, o Sol continuava presente em suas criações.

Em seus últimos meses de vida, e durante uma das várias internações de Van Gogh no sanatório de SaintRémy, ele descobriu na França meridional uma fonte de inspiração inesgotável: as oliveiras. Com elas compartilhou os últimos dias de sua vida turbulenta. Talvez uma destas obras mais significativas que tenha pintado foi Oliveiras com céu amarelo e Sol. Recentemente, esta obra foi uma das escolhidas em um projeto para sofrer um corte virtual de suas árvores como forma criativa de chamar a atenção para o desmatamento.

Van Gogh era fascinado pelos astros. Sol, Lua, estrelas. Procurava a luz à sua volta. Talvez para iluminar o seu interior sombrio. Ele precisava de todas as luzes da natureza para fazer germinar a natureza da sua Arte.

BELTRÃO, C. Disponível em: <http://artenarede.com.br/blog/index.php/o-sol-na-obra-de-van-googh/> Acesso em:  12/11/2017. [Adaptado]

Considerando as funções sintáticas dos termos sublinhados, numere a coluna 2 de acordo com acoluna 1.
Coluna 1 Função Sintática
1. Objeto direto 2. Objeto indireto 3. Predicativo do sujeito 4. Adjunto adverbial 5. Adjunto adnominal
Coluna 2 Frases
( ) Ele queria pintar ao ar livre (1º parágrafo) ( ) Nenhum outro pintor captou e soube transmitir a luz e a energia do Sol (1º parágrafo) ( ) Por [...] crer que a contemplação da natureza sob um céu mais claro (1º parágrafo) ( ) Van Gogh era fascinado pelos astros.(4º parágrafo) ( ) Ele precisava de todas as luzes da natureza (4º parágrafo)
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q856995 Português
Considerando o modo como estão organizadas as partes que compõem o texto e as relações sintáticas entre elas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q856947 Português

                                             TEXTO 4


      Adiante, o célebre conto Um Apólogo, de Machado de Assis. Leia-o, com atenção, e responda às questões propostas a seguir.


                                     “UM APÓLOGO

      Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

      — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?

      — Deixe-me, senhora.

      — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

      — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

      — Mas você é orgulhosa.

      — Decerto que sou.

      — Mas por quê?

      — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu? — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?

      — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

      — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...

      — Também os batedores vão adiante do imperador.

      — Você é imperador?

      — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...

      Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:

      — Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...

      A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.

      Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:

      — Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.

      Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:

      — Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.

      Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:

      — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!” 

Quanto ao trecho “(...) isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si (...)” é correto afirmar que se trata de período:
Alternativas
Q856897 Português

                             


      “(...) Entre os fatores constitutivos da globalização, em seu caráter perverso atual, encontram-se a forma como a informação é oferecida à humanidade e a emergência do dinheiro em estado puro como motor da vida econômica e social. (...). O que é transmitido à maioria da humanidade é, de fato, uma informação manipulada que, em lugar de esclarecer, confunde. Isso é tanto mais grave porque, nas condições atuais da vida econômica e social, a informação constitui um dado essencial e imprescindível. (...)”

Fragmento de Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal, 2015, de MILTON SANTOS (3 de maio de 1926, Brotas de Macaúba, Bahia – 24 de junho de 2001, São Paulo). O geógrafo e professor foi preso, durante o golpe de 1964, e permaneceu no exílio por 13 anos. Depois de seu retorno ao Brasil, foi professor e pesquisador na UFRJ até 1983. Milton Santos recebeu 20 títulos Doutor Honoris Causa de universidades brasileiras e estrangeiras.

No período “Isso é tanto mais grave porque, nas condições atuais da vida econômica e social, a informação constitui um dado essencial e imprescindível. (...)”; a segunda oração, em relação à primeira, exprime:
Alternativas
Q856887 Português

                                                      TEXTO 4


Leia atentamente o texto abaixo e responda a questão.


      Maria Firmina dos Reis (1825-1917), escritora e educadora, autodidata, nasceu na ilha de São Luís do Maranhão. Viveu parte de sua vida na casa de uma tia materna, acolhimento esse crucial para a sua formação. Foi incentivada pelo escritor e gramático Sotero dos Reis, seu primo por parte de mãe, a dedicar-se na busca pelo conhecimento. Em 1847, concorreu à cadeira de Instrução primária no município de Viamão e foi aprovada. Nessa região, até 1881, exerceu a profissão de professora de primeiras letras. Em 1859, publicou o que é considerada sua principal obra e um dos primeiros romances abolicionistas da literatura brasileira – Úrsula. A obra foi classificada como um dos primeiros escritos de uma mulher negra brasileira, com forte imersão em elementos da tradição africana, que trata a tragédia da escravidão a partir da perspectiva dos negros escravizados.

                                                                             Trecho adaptado de Antigo – A cor da Cultura 

Nesse mesmo trecho “Em 1847, concorreu à cadeira de Instrução primária no município de Viamão e foi aprovada.”, há um período:
Alternativas
Q856532 Português

Texto 4A4AAA


Considerando as relações sintático-semânticas do texto 4A4AAA, julgue o próximo item.

O vocábulo “Como” (l.9) introduz no segundo período uma ideia de comparação.
Alternativas
Q856531 Português

Texto 4A4AAA


Considerando as relações sintático-semânticas do texto 4A4AAA, julgue o próximo item.

Na oração “que lhe atribui um valor ‘atual’” (l.19), o elemento “que” exerce a função de complemento direto da forma verbal “atribui”.
Alternativas
Q856524 Português

Texto 4A2AAA


A respeito dos aspectos linguísticos do texto 4A2AAA, julgue o item que se segue.

O termo “bens não mercantis em disputa” (l.32) exerce a função de sujeito da oração em que ocorre e é o referente do pronome “se”, em “Tratando-se” (l.32).
Alternativas
Q856516 Português

Texto 4A2AAA


Com relação aos sentidos do texto 4A2AAA, julgue o item a seguir.

A locução “de sorte a” (l.1) introduz a consequência decorrente do modo como o espaço urbano foi organizado, de acordo com o texto.
Alternativas
Q856515 Português

Texto 4A2AAA


Com relação aos sentidos do texto 4A2AAA, julgue o item a seguir.

No segundo período do terceiro parágrafo, os termos “pela luta” (l.28), “pelas manifestações” (l.30) e “pelo direito” (l.31) funcionam como agentes da passiva.
Alternativas
Respostas
6101: D
6102: A
6103: A
6104: B
6105: C
6106: D
6107: B
6108: E
6109: B
6110: A
6111: C
6112: A
6113: D
6114: E
6115: B
6116: E
6117: E
6118: E
6119: C
6120: E