Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q1248129 Português

Considerando alguns dos aspectos formais da gramática de nossa língua, aplicados ao Texto 1, analise as afirmativas a seguir.

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Estão CORRETAS

Alternativas
Q1246904 Português
Leia as afirmativas a seguir: I. A avaliação da aprendizagem deve estar desassociada das oportunidades oferecidas aos alunos. II. Em “óleo para fritar” há uma ideia de concessão. III. A grafia do verbo seguinte está correta: caucular. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1245861 Português
Leia o poema de Mario Quintana a seguir e responda a questão.

Poeminho do Contra
Todos esses que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão…
Eu passarinho!
A respeito dos termos “o meu caminho”, presentes no segundo verso do poema, assinale a alternativa que classifica corretamente seu uso.
Alternativas
Q1244584 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão


Sinais de inclusão


Fonte: Adaptado de https://www.revistaplaneta.com.br/sinais-de-inclusao/

Todas as ocorrências a seguir da palavra ‘que’ são classificadas da mesma forma, EXCETO:
Alternativas
Q1244583 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão


Sinais de inclusão


Fonte: Adaptado de https://www.revistaplaneta.com.br/sinais-de-inclusao/

Considerando a frase “A Libras e as línguas de sinais não são mímica” retirada do texto, analise as seguintes assertivas.
I. O período é classificado como composto. II. O sujeito é composto, pois apresenta dois núcleos. III. O predicado é nominal.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1244287 Português
     (1) Podemos começar pensando na seguinte questão: O que caracteriza a cultura brasileira? Certamente, ela possui suas particularidades quando comparada ao restante do mundo, principalmente quando nos debruçamos sobre um passado marcado pela miscigenação racial entre índios, europeus e africanos.
     (2) A cultura brasileira em sua essência seria composta por uma diversidade cultural, fruto dessa aproximação que se desenvolveu desde os tempos de colonização, a qual, como sabemos, não foi, necessariamente, um processo amistoso entre colonizadores e colonizados, entre brancos e índios, entre brancos e negros. Se é verdade que portugueses, indígenas e africanos estiveram em permanente contato, também é fato que essa aproximação foi marcada pela exploração e pela violência impostas a índios e negros pelos europeus colonizadores, os quais, a seu modo, tentavam impor seus valores, sua religião e seus interesses.
     (3) Ao retomarmos a ideia de cultura, podemos afirmar que, apesar desse contato hostil num primeiro momento entre as etnias, o processo de mestiçagem contribuiu para a diversidade da cultura brasileira, no que diz respeito aos costumes, práticas, valores, entre outros aspectos que poderiam compor o que alguns autores chamam de ‘caráter nacional’.
     (4) A culinária africana misturou-se à indígena e à europeia; os valores do catolicismo europeu fundiram-se às religiões e aos símbolos africanos, configurando o chamado sincretismo religioso; as linguagens e vocabulários afros e indígenas somaram-se ao idioma oficial da coroa portuguesa, ampliando as formas possíveis para denominarmos as coisas do dia a dia; o gosto pela dança, assim como um forte erotismo e apelo sexual juntaram-se ao pudor de um conservadorismo europeu. Assim, do vatapá ao chimarrão, do frevo à moda de viola caipira, da forte religiosidade ao carnaval e ao samba, tudo isso, a seu modo, compõe aquilo que conhecemos como cultura brasileira. Ela seria resultado de um Brasil-cadinho (aqui se fazendo referência àquele recipiente, geralmente de porcelana, utilizado em laboratório para fundir substâncias), no qual as características das três “raças” teriam se fundido e criado algo novo: o brasileiro. [...]
     (5) Ainda hoje há quem acredite que nossa mistura étnica tenha promovido uma democracia racial ao longo dos séculos, com maior liberdade, respeito e harmonia entre as pessoas de origens, etnias e cores diferentes. Contudo, não são poucos os autores que já apontaram a questão da falsidade dessa democracia racial, defendendo a existência de um racismo velado, implícito, muitas vezes, nas relações sociais. Dessa forma, o discurso da diversidade, do convívio harmônico e da tolerância entre brancos e negros, pobres e ricos, acaba por encobrir ou sufocar a realidade da desigualdade, tanto do ponto de vista racial como de classe social. Ainda hoje, mesmo com leis claras contra atos racistas, é possível afirmarmos a existência do preconceito de raça na sociedade brasileira, no transporte coletivo, na escola, até no ambiente de trabalho.
     (6) Como sugere o antropólogo Darcy Ribeiro, mais do que preconceitos de raça ou de cor, têm os brasileiros um forte preconceito de classe social. Dessa forma, o Brasil da diversidade é, ao mesmo tempo, o país da desigualdade. Por isso tudo, é importante que, ao iniciarmos uma leitura sobre a cultura brasileira, possamos ter um senso crítico mais aguçado, tentando compreender o processo histórico da formação social do Brasil e seus desdobramentos no presente para além das versões oficiais da história.
Disponível em: http://www.clic101.com.br/ver/133/O-Brasil-da-diversidade-e-ao-mesmo-tempo-o-pais-da-desigualdade. Acesso em: 29/10/18. Adaptado. 
Releia: “Ainda hoje, mesmo com leis claras contra atos racistas, é possível afirmarmos a existência do preconceito de raça na sociedade brasileira” (5º parágrafo).
O segmento destacado estabelece com o que vem em seguida uma relação semântica 
Alternativas
Q1244165 Português

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).


( ) Nas frases: “Todos consideram correta a sua proposta” e “Os professores encontraram a solução surpresos”, os predicados têm a mesma classificação, pois ambos contêm predicativo do sujeito, sendo, pois, verbo-nominais.

( ) Na frase: “Doía-lhe a cabeça”, o termo sublinhado tem valor de pronome possessivo; é, pois, um adjunto adnominal.

( ) Em: “A resposta ao aluno foi objetiva” e “A resposta do aluno foi objetiva”, os termos sublinhados são complemento nominal e adjunto adnominal, respectivamente.

( ) Em: “A caderneta, guardou-a consigo”, o termo sublinhado é objeto direto pleonástico.

( ) Em: “Repreendeu o aluno que faltou” e “Quero que você me explique essa repreensão”, a palavra “que” exerce a mesma função sintática: ambas são pronomes relativos.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q1242514 Português

Leia o pensamento de Epicuro, filósofo grego.


“Assim como realmente a medicina em nada beneficia se não liberta dos males do corpo, assim também sucede com a filosofia se não liberta das paixões da alma.”


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1242511 Português

Leia a tirinha abaixo:


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https://www.google.com.br


Analise as afirmativas abaixo em relação à tirinha.


1. A fala do segundo quadrinho revela que “a vingança” foi conseguida pela mulher por meio de um constrangimento verbal pelo uso impróprio da norma culta.

2. O último quadrinho leva o leitor a inferir que a personagem tem domínio das regras de concordância verbal.

3. Na frase: “Os médicos estão sempre alerta”, a concordância nominal está correta.

4. No primeiro quadrinho, as vírgulas se justificam por isolarem um vocativo.

5. Na frase: “Sinto muito…”, a palavra sublinhada intensifica a ação do verbo e, quanto à sua função sintática, é um adjunto adnominal.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: UFOB
Q1236793 Português
Tratamento da Dependência Afetiva nos Relacionamentos Amorosos  Alexandre Alves 

  A dependência afetiva é uma estratégia de rendição conduzida pelo medo com a finalidade de preservar as coisas boas que a relação oferece. Sob o disfarce de amor romântico a pessoa dependente afetiva sofre uma alteração profunda na sua personalidade de modo gradual até se transformar numa espécie de “apêndice” da pessoa amada. Ela obedece e se subordina ao amado para evitar o sofrimento. 
  Em muitos casos, não importa o quão nociva é a relação, as pessoas são incapazes de por um fim nela. Em outros, a dificuldade reside numa incapacidade para lidar com o abandono ou a perda afetiva. Ou seja, não se conformam com o rompimento ou permanecem, inexplicável e obstinadamente, numa relação desfavorável. Quando o bem-estar da presença do outro se torna indispensável, a urgência em encontrar o amado não o deixa em paz, e o universo psíquico se desgasta pensando nele, bem-vindo ao mundo dos viciados afetivos. 
  De forma mais específica, se poderia dizer que por trás de toda dependência há medo e, subjacente a isso, algum tipo de sentimento de incapacidade. O apego é a muleta preferida do medo, um calmante com perigosas contraindicações. O sujeito apegado promove um desperdício impressionante de recursos para reter a sua fonte de gratificação. Seu repertório de estratégias de retenção, de acordo com o grau de desespero e a capacidade inventiva pode ser diversificado, inesperado e perigoso. Podemos distinguir dois tipos básicos. São eles: 
  Os ativos-dependentes podem se tornar ciumentos e hipervigilantes, ter ataques de ira, desenvolver padrões de comportamentos obsessivos, agredir fisicamente ou chamar a atenção de maneira inadequada, inclusive mediante atentados contra a própria vida. Aqui se enquadram os casos de ciúmes patológico conhecidos também como síndrome de Otelo. E os passivos-dependentes tendem a ser submissos, dóceis e extremamente obedientes para tentarem ser agradáveis e evitar o abandono.  
  A segunda forma de desperdício energético não é por excesso, mas por carência. Com o tempo, essa exclusividade vai se transformando em fanatismo e devoção: “Meu parceiro é tudo”. O gozo da vida se reduz a uma expressão mínima: a vida do outro. Daí vale o velho ditado: “Não se deve colocar todos os ovos no mesmo cesto”. 
  A dependência afetiva faz adoecer, incapacita, elimina critérios, degrada e submete, deprime, gera estresse, assusta, cansa e exaure a vitalidade e a terapia cognitivo-comportamental objetiva auxiliar o dependente afetivo no autocontrole para que, ainda que necessite da “droga”, seja capaz de brigar contra a urgência e a vontade. No balanço custo-benefício, aprendem a sacrificar o prazer imediato pela gratificação a médio e a longo prazo. O mesmo ocorre com outros tipos de vícios como, por exemplo, a comida e o sexo.
Retirado e adaptado de: <https://psicologiario.com.br/tratamentoda-dependencia-afetiva-nos-relacionamentos-amorosos/>. Acesso em: 19 ago. 2018. 
A dependência afetiva nem sempre foi tratada com seriedade e é vista como um transtorno que necessita de cuidados especiais e auxílio especializado para seu tratamento. Em relação ao texto 1, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir. 
Em “Sob o disfarce de amor romântico a pessoa dependente afetiva sofre uma alteração profunda na sua personalidade de modo gradual até se transformar numa espécie de “apêndice” da pessoa amada. Ela obedece e se subordina ao amado para evitar o sofrimento.”, não há elementos coesivos que retomam os termos destacados. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: UFABC
Q1231517 Português
Redes pessoais e vulnerabilidade social 
Redes sociais têm sido cada vez mais consideradas como elementos importantes na construção de uma grande variedade de processos, desde a mobilização política em movimentos sociais ou partidos políticos, até as ações e a estrutura de relações formais e informais entre as elites políticas e econômicas ou na estruturação de áreas de políticas públicas, entre muitos outros temas. Número significativo de estudos tem examinado as redes pessoais, aquelas que cercam os indivíduos em particular. Essas análises visam a estudar os efeitos da sociabilidade de diversos grupos sociais, para compreender como os laços sociais são construídos e transformados e suas consequências para fenômenos como integração social, imigração e apoio social. 
No caso específico da pobreza, a literatura tem estabelecido de forma cada vez mais eloquente como tais redes medeiam o acesso a recursos materiais e imateriais e, ao fazê-lo, contribuem de forma destacada para a reprodução das condições de privação e das desigualdades sociais. A integração das redes ao estudo da pobreza pode permitir a construção de análises que escapem dos polos analíticos da responsabilização individual dos pobres por sua pobreza (e seus atributos), assim como de análises sistêmicas que foquem apenas os macroprocessos e constrangimentos estruturais que cercam o fenômeno. 
A literatura brasileira sobre o tema tem sido marcada por uma oposição entre enfoques centrados nesses dois campos, embora os últimos anos tenham assistido a uma clara hegemonia dos estudos baseados em atributos e ações individuais para a explicação da pobreza. Parece-nos evidente que tanto constrangimentos e processos supraindividuais (incluindo os econômicos) quanto estratégias e credenciais dos indivíduos importam para a constituição e a reprodução de situações de pobreza. Entretanto, essas devem ser analisadas no cotidiano dos indivíduos, de maneira que compreendamos de que forma medeiam o seu acesso a mercados, ao Estado e às trocas sociais que provêm bem-estar. 
(Eduardo Marques, Gabriela Castello e Renata M. Bichir. Revista USP, nº 92, 2011-2012. Adaptado)
(I) A literatura brasileira sobre o tema tem sido marcada por uma oposição entre enfoques centrados nesses dois campos, (II) embora os últimos anos tenham assistido (III) a uma clara hegemonia dos estudos baseados em atributos e ações individuais (IV) para a explicação da pobreza.
Assinale a alternativa contendo afirmação correta. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Benedito Leite - MA
Q1222596 Português
VIOLÊNCIA, TV E CRIANÇA: O COMEÇO DE UMA NOVA ERA. SERÁ? 
Muita gente culpa os meios de comunicação por disseminar e incentivar, através de programas e notícias, a violência no mundo. A tevê então é a principal acusada deste malefício à sociedade.
Acontece que os meios de comunicação são considerados, por estas mesmas pessoas, como causa de alguma coisa e não reflexo e causa ao mesmo tempo, num processo interativo, como pessoalmente creio ocorrer. Quer dizer: a tevê não é a causa das coisas, das transformações, dos fatos. Não. Ela é veículo. É meio pelo qual as coisas, as transformações e os fatos chegam aos indivíduos. 
Pois bem, é neste ponto que três temas passam a ser profundamente entrelaçados e discutidos, adquirindo a maior importância em qualquer sociedade: criança – violência e televisão. 
As crianças, estas estão aí. No Brasil, sessenta por cento da população têm menos de vinte anos de idade, o que desde logo dá a devida magnitude do problema. 
A violência também está aí mesmo. Com uma diferença: ao longo da história do mundo ela sempre esteve presente só que lá longe. Agora, graças aos meios de comunicação são as pessoas, em suas casas, as que estão presentes a ela. As gerações anteriores, para saber das guerras, ou as viam “idealizadas”, glamourizadas e heroicizadas no cinema, ou liam a respeito nos livros de história. Hoje, ninguém idealiza nada. Vê. Vê, via satélite. Não ouve falar dos horrores. Participa deles. Por outro lado, a violência aumenta em proporções assustadoras, tanto no resto do mundo como aqui bem perto, em cada esquina.
Pergunto eu: será só o incentivo à violência o resultado único desse processo de informação em escala mundial? 
É preciso lembrar, por exemplo, que muito da campanha de opinião pública contra a guerra do Vietnã nos Estados Unidos deveu-se à cobertura instantânea da televisão. Nada é estático. O que divulga provoca também resistências. Hoje as pessoas deixaram de ter a violência como algo sempre distante, algo que “só acontece com os outros”. Todos estão ameaçados nesta bolota azul em que vivemos. Logo, repudiar a violência é tarefa comum. 
 Não é verdade, igualmente, que os meios de comunicação só disseminem a violência. Quem acompanha de boa-fé, assiste ao alerta diário destes meios contra todas as formas de violência e as ameaças de destruição tanto da terra quanto da espécie, no caso de persistirem as ameaças nucleares e as afrontas ecológicas. 
Ninguém aguenta tensões prolongadas. A humanidade está podendo se ver a cada dia. Está podendo julgar e avaliar a que leva os seus desvarios. Está se conhecendo em seus máximos e em seus mínimos, em suas grandezas e em suas patologias, como nunca antes da televisão fora possível. Está secretando os anticorpos à violência e as atitudes necessárias à sua sobrevivência. Está consciente de que a ameaça é conjuntural. De que ou o homem se entende e redescobre o Direito estabelecendo seu primado, ou se aniquila: no macro do mundo ou no micro de cada comunidade.
E as crianças? Elas estão assistindo a tudo isso. Elas, por definição, são mais saudáveis, mais instintivas, mais purificadas. Ninguém vai lhes contar histórias sobre as guerras: elas as acompanham. Sobre os atentados brutais: elas os veem. E no segredo de sua psique, ainda plena dos instintos vitais, seguramente elaboram os mecanismos de defesa necessários à preservação da vida.
É analisando estes assuntos que me recordo de uma tese, estranha, mas séria e digna de reflexão, de um amigo meu, médico, homem de idade, sabedoria e ciência. Diz ele que nunca como hoje a humanidade pôde conviver tão perto da loucura. Ela entra diariamente através dos noticiários, dos fatos e das imagens, enfim, da comunicação moderna. E acrescenta: só quando o ser humano aceitar conviver com seu lado louco ele começa a se aproximar da cura. Negar a loucura é tão louco quanto ela. Aceitá-la como dado desse eterno conflito em superação no caminho absoluto que é o homem significa poder entrar em relação com a doença e só assim tratá-la, superá-la, dimensioná-la, aproveitar o fluxo de sua energia desordenada para a tarefa de reconstrução humana. 
Desnecessário dizer que ele é psiquiatra. Como necessário é concluir o artigo dizendo: concordando ou não, sua tese merece reflexão. E perguntando com pavor: será mesmo necessário pagar um preço existencial tão alto para se ter esperança? Que ela venha com as crianças deste país que sei (por intuição) serão os pontais de uma civilização espiritualizada que há de emergir (já está começando) das cinzas da violência, se possível antes da generalização desta como única forma de resolver os conflitos e as diferenças entre os homens. Eros e Tanatos, sempre. Mas o amor é maior que o ódio.   Artur da Távola - 1979 

“Pergunto eu: será só o incentivo à violência o resultado único desse processo de informação em escala mundial?” 6º parágrafo 
 O termo destacado nessa frase exerce a função de:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Rio das Antas - SC
Q1221080 Português
Leia o texto.
Por que suamos ao sentir calor? Para refrescar o organismo. Quando o corpo sente calor durante ou depois de alguma atividade física, ou quando estamos com febre, pequenas glândulas na pele produzem o suor. Ele é um líquido levemente salgado, composto por 99% de água. Essa água evapora e ajuda a absorver o calor da pele, deixando o corpo mais fresco. Mas se o lugar é quente e úmido, a água não evapora e o suor acaba não refrescando.
Marcelo Duarte. O guia dos curiosos.
Avalie a veracidade das afirmativas abaixo com base no texto.
1. Podemos afirmar que a primeira linha do texto já responde à pergunta do título. As explicações subsequentes aprofundam a resposta dada.
2. A resposta dada à pergunta do texto é uma oração subordinada adverbial final reduzida de infinitivo.
3. No segundo período, o termo sublinhado é o sujeito da oração principal.
4. O último período do texto apresenta uma ideia em adição ao que foi exposto anteriormente e esse sentido, coerentemente, foi introduzido pela conjunção adversativa “mas”.
5. A expressão “durante ou depois de alguma atividade física” é um complemento da palavra “calor”, por isso é um complemento nominal.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1219620 Português
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Assinale a alternativa correta em relação ao texto 1.
Alternativas
Q1219619 Português

Leia o texto.


Numa loja de animais, o vendedor enaltece as qualidades de um papagaio a um cliente interessado em comprá-lo.

— Este papagaio é extraordinário! Falante como ele só! O senhor observou que ele tem um fio amarrado em cada pé? Se o senhor puxar o fio amarrado ao pé direito, ele fala francês. Se o senhor puxar o fio amarrado ao pé esquerdo, ele fala russo.

— E se eu puxar os dois ao mesmo tempo? – perguntou o cliente interessado.

— Eu caio no chão, idiota! – responde o papagaio.

in Cereja, William Roberto.

Analise as afirmativas abaixo em relação ao texto.


1. O período sublinhado no texto é composto por duas orações. A primeira está subordinada à segunda, estabelecendo uma ideia de condição.

2. A palavra “extraordinário” é um predicativo do sujeito no contexto em que se insere.

3. O verbo “enaltecer” possui dois objetos: um direto (as qualidades) e um indireto (de um papagaio).

4. A expressão “o cliente interessado” é um sujeito simples deslocado, se considerada a ordem direta da frase em que se encontra.

5. A frase: “que ele tem um fio amarrado em cada pé” completa o sentido do verbo “observar” e, assim, pode ser classificada como objeto indireto.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1215867 Português

Fonte: Adrienne Bernhard. BBC. https://www.bbc.com/portuguese/vert-cap-45304168 Acesso em 01/09/2018.  

Analise o período, retirado do texto, e assinale a alternativa correta quanto à classificação dos termos das orações sublinhados.

“Para a maioria de nós, a matemática básica é algo que usamos o dia todo com sucesso, seja em casa ou no trabalho.” (l.3).

Alternativas
Q1215866 Português

Fonte: Adrienne Bernhard. BBC. https://www.bbc.com/portuguese/vert-cap-45304168 Acesso em 01/09/2018.  

Assinale a opção correta quanto à classificação das orações em destaque: ”Antes de fechar esta página, horrorizado com a ideia de ler voluntariamente sobre matemática, espere.”(l.2)
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Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: Câmara de Sertãozinho - SP
Q1213007 Português
Texto
Agravamento da poluição por plástico nos oceanos ao lavar roupa Lavar a roupa
Lavar a roupa pode agravar a poluição por plástico no meio ambiente – a depender do tipo de tecido, a tarefa doméstica contribuiria para a contaminação dos oceanos, apontam estudos. A questão foi levantada no início deste mês em reunião do Comitê de Auditoria Ambiental do Reino Unido, quando membros do Parlamento discutiram pesquisas que concluem que fibras de tecidos sintéticos que se soltam da roupa durante a lavagem acabam chegando aos oceanos e sendo comidas por peixes e outras criaturas aquáticas. Os maiores vilões são poliéster, acrílico e náilon. Um casaco de lã de poliéster libera 1 milhão de fibras, enquanto um par de meias de náilon é responsável por 136 mil fibras a cada lavagem, aponta um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Manchester. Cientistas descobriram que essas fibras estão cobrindo leitos de rios em todo o Reino Unido. Há sempre a opção de lavar roupa com menos frequência, o que pode ser uma boa desculpa para quem sempre odiou essa tarefa doméstica. Isso teria um grande impacto positivo, na avaliação de Jeroen Dagevos, integrante de um projeto de conservação dos oceanos. Ele sugere ainda que comprar menos roupas sintéticas também ajuda. Preferir tecidos como lã, algodão, seda e caxemira também ajudam. Uma outra opção, recomendada pelo Instituto de Engenheiros Mecânicos, em um novo relatório, seria o uso de sacolas de roupas de malha para reter os fios. Assim, em vez de irem direto para os oceanos, as fibras podem ser colocadas no lixo. Jeroen Dagevos diz que a ideia de criar novas regulamentações para os fabricantes poderia ajudar, forçando as empresas a colocar mais recursos na busca por soluções.
(Folha de S.Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2018/10/ por-que-podemos-estar-agravan do-poluicao-por-plastico- nos-oceanos-ao-lavar-roupa.shtml. Adaptado)
A palavra destacada no segmento “... fibras de tecidos sintéticos que se soltam da roupa durante a lavagem acabam chegando aos oceanos...” exprime ideia de
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Ano: 2018 Banca: IADES Órgão: CAU-RO
Q1211555 Português
Mercado de arquitetura e urbanismo cresce 5% no primeiro semestre de 2018
[15/8/2018] O mercado de atividades realizadas por arquitetos e urbanistas esta em ascensão, de acordo com o censo realizado pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR). O documento revela que, nos primeiros seis meses de 2018, foram registrados 5% a mais de serviços prestados pela área em relação ao mesmo período do ano passado,totalizando 734 mil atividades. Tal crescimento, segundo o estudo divulgado na ultima sexta-feira, 10 de agosto, acontece em quase todo o Brasil. Das 27 unidades da Federação, 25 registraram crescimento, oito delas com taxas acima de 10%, com destaque para São Paulo (12%), Acre (32%), Sergipe (26%) e Rondônia (24%). Os estados nos quais houve maior aumento da demanda foram Acre (32%), Sergipe (26%), Rondônia (24%), Distrito Federal (13%) e Pernambuco (12,5%). [...] O conselho também ressalta a importância de conscientizar a população do País a respeito das vantagens da contratação de arquitetos e urbanistas tanto em obras de reforma quanto de construção, pois os_ serviços desses profissionais resultam em uma série de vantagens aos clientes, como economia, segurança, planejamento, conforto e valorização do imóvel. 
No que concerne aos aspectos sintáticos e semânticos do texto, é correto afirmar que, na linha 
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Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Sertãozinho - SP
Q1206102 Português
Ao se referir às pessoas com limitações física, intelectual, auditiva, visual ou sensorial, é necessário utilizar termos adequados e atuais, para não corrermos o risco da escolha de expressões que, mesmo involuntariamente, possam denotar algum tipo de discriminação. Até o início da década de 1980, quando se falava de diferenças físicas, se utilizavam os termos: “aleijado”, “incapacitado”, “inválido”. Desde o Ano internacional da Pessoa com Deficiência, em 1981, passamos a adotar a expressão “pessoa deficiente”, enfatizando-se, com isso, a pessoa com uma limitação. Passou-se então para “pessoa portadora de deficiência”, que logo caiu em desuso, por se entender que só se porta aquilo que se pode deixar de portar, fato que não costuma ocorrer com uma deficiência. Na década de 1990, a expressão “pessoa com deficiência” foi estabelecida como a mais adequada e permanece até hoje. Formas de falar como “ceguinho”, “doente mental”, “ele sofre de paraplegia”, “doente de lepra” embutem sentido discriminatório, tornam a pessoa com deficiência uma vítima ou transformam a deficiência em doença. O mais apropriado é: “pessoa cega” ou “pessoa com deficiência visual”, “pessoa com deficiência mental”, “pessoa com deficiência física”. Deve-se dizer: “pessoa com hanseníase” – a Lei Federal no 9.010, de 23.03.1995, proíbe a utilização do termo “lepra” e seus derivados. (Renato D’Ávila. “Expressões não adequadas para tratar das pessoas com deficiência”. http://observatoriodaimprensa.com.br. 18.07.2017. Adaptado)
Neste trecho do segundo parágrafo – Passou-se então para “pessoa portadora de deficiência”, [que logo caiu em desuso,] [por se entender que só se porta aquilo que se pode deixar de portar, fato que não costuma ocorrer com uma deficiência.] –, o vocábulo destacado explicita entre as passagens entre colchetes, na sequência em que ocorrem, uma relação de
Alternativas
Respostas
5981: C
5982: A
5983: A
5984: D
5985: D
5986: A
5987: D
5988: A
5989: C
5990: E
5991: C
5992: A
5993: C
5994: B
5995: C
5996: D
5997: A
5998: C
5999: E
6000: E