Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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( ) O período é composto por seis orações. ( ) As orações que compõem o período são: uma oração coordenada assindética, uma oração principal e três orações subordinadas. ( ) Há no período apenas um pronome relativo introduzindo uma oração adjetiva.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:



Considerando os conceitos básicos de sintaxe, a alternativa que apresenta a correta classificação do sujeito é


“O cansaço assusta e traz angústia, fecha as portas das lembranças, cria labirintos, chama o Minotauro por engano” (linhas 13-14).
As orações que compõem esse período apresentam uma composição por


“O cansaço assusta e traz angústia, fecha as portas das lembranças, cria labirintos, chama o Minotauro por engano” (linhas 13-14).
A alternativa que contém a quantidade de orações do fragmento do texto destacado acima é

Quadro 2

A função sintática do termo grifado no título do texto 1 é
O livro é mais ponderado do que a opinião de muita gente. Tento explicar as principais questões do clima, que é o principal problema, com certeza, mas também abordo aspectos da biodiversidade e do excesso de nitrogênio nos oceanos.
1. O livro é mais ponderado do que a opinião de muita gente. (1a resposta) 2. Tento explicar as principais questões do clima, que é o principal problema, com certeza, mas também abordo aspectos da biodiversidade e do excesso de nitrogênio nos oceanos. (1a resposta) 3. O otimista acredita que as pessoas bem-informadas vão começar a cuidar do planeta porque teriam mais consciência ecológica. (2ª resposta) 4. Isso é bem diferente de dizer que o mar vai subir alguns centímetros neste século, caso a temperatura fique dois graus mais elevada. (5ª resposta)
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), em relação aos períodos acima.
( ) Em 1, “do que” introduz uma oração subordinada substantiva completiva nominal. ( ) Em 2, “que” introduz uma oração subordinada adjetiva explicativa e “mas”, uma oração coordenada sindética adversativa. ( ) Em 3, “porque” introduz uma oração subordinada adverbial consecutiva. ( ) Em 3 e 4, “que” introduz oração subordinada substantiva objetiva direta. ( ) Em 4, “caso” introduz uma oração subordinada adverbial concessiva.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Considere a oração – Naquela noite – era uma noite enfadonha – senti-me irritado, circunspecto. Sobre a oração grifada, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A oração grifada é uma oração intercalada.
( ) O verbo da respectiva oração está flexionado no presente do indicativo.
( ) A oração foi construída para fazer um esclarecimento sobre o momento.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
Sobre a oração: “O que aconteceu com o marido esbelto, bonito e espirituoso com o qual casei há vinte anos”?, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O período é composto por duas orações.
( ) “O qual” pode ser classificado como pronome relativo.
( ) Usa-se “há”, porque é uma indicação de tempo decorrido.
( ) A expressão “o qual” faz referência ao substantivo marido.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
Em cada frase há sempre uma intenção por parte de quem a emite. Essa intenção pode revelar uma pergunta, um espanto, uma admiração. Como também pode afirmar ou negar algo.
A esse respeito, associe corretamente o tipo de frase predominante ao exemplo dado.
TIPOS DE FRASE EXEMPLOS
(1) Exclamativa ( ) "Estou me sentido um reles pirambaba."
(2) Interrogativa ( ) "Você foi muito claro, Filipe! Claríssimo!"
(3) Afirmativa ( ) "Não dá para explicar."
(4) Negativa ( ) "Mas afinal o que quer dizer pirambaba?
A sequência correta dessa associação é
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.

Carta ao Leitor
Nunca te vi, sempre te amei
(...)
De todas as tarefas que fazem parte da rotina de redação de Galileu, a mais prazerosa certamente é ler as cartas dos leitores. Os fãs da revista são de fato especiais e suas cartas traduzem isso. São criativos, curiosos, observadores e não deixam passar nada. Fazem perguntas tão difíceis quanto imprevisíveis.
Querem saber de tudo: do monstro do Lago Ness ao Projeto Genoma Humano. E não se contentam com respostas pela metade. Ler as dúvidas que aparecem nas cartas, os comentários sobre as reportagens passadas e as sugestões de futuras é gratificante para qualquer jornalista. Ainda mais para nós, jornalistas de Galileu, que adoramos um bom desafio.
Felizmente, a revista conta com uma arma secreta para satisfazer tantas pessoas exigentes. Vou apresentá-la agora: Luiz Francisco Senne, nosso secretário de produção, professor de português, roqueiro, colecionador de discos de vinil e livros usados, e responsável pelo atendimento aos leitores. Kiko, como é muito mais conhecido, sabe também driblar as angústias dos nossos jovens amigos em apuros.
Muitos pedem ajuda a Galileu quando recebem dos professores uma tarefa complicada e não sabem a quem recorrer. Kiko responde delicada mas firmemente: não dá para fazer o trabalho escolar no lugar do aluno (é festa agora?). Mas simpatiza com o drama de leitores como este cuja mensagem é reproduzida acima: “Vocês não poderiam dar uma dica de como ir bem numa prova de física porque o meu cérebro está cansado?” Atendendo ao apelo levado aos repórteres por Kiko, Galileu oferece a seus leitores a matéria “Os cientistas alertam: não deveríamos existir”, do editor Marcelo Ferroni. Ela mostra que a física pode ser criativa em vez de uma aula chata. Quer ver?
Martha San Juan França, Diretora de Redação
Naquele tempo descobri que todo mundo gosta que alguém conte histórias. Todos querem sair da realidade um momento e viver esses mundos de ficção dos filmes, das radionovelas, dos romances. Gostam até que alguém lhes conte mentiras, se essas mentiras forem bem contadas. Essa é a razão do êxito dos embusteiros de fala hábil.
Sem nem ter pensado nisso, para eles eu tinha me transformado numa fazedora de ilusões. Numa espécie de fada, como dizia a vizinha. Minhas narrações de filme os tiravam daquele amargo nada que era o deserto, e mesmo que fosse por um instante os transportava a mundos maravilhosos, cheios de amores, sonhos e aventuras. Em vez de vê-los projetados numa tela, em minhas narrações cada um podia imaginar esses mundos ao seu bel prazer.
Certa vez li por aí, ou vi num filme, que quando os judeus eram levados pelos alemães naqueles vagões fechados, de transportar gado – com apenas uma ranhura na parte alta para que entrasse um pouco de ar –, enquanto iam atravessando campos com cheiro de capim úmido, escolhiam o melhor narrador entre eles e, subindo-o em seus ombros, o elevavam até a ranhura para que fosse descrevendo a paisagem e contando o que via conforme o trem avançava.
Eu agora estou convencida de que entre eles deve ter havido muitos que preferiam imaginar as maravilhas contadas pelos companheiro a ter o privilégio de olhar pela ranhura.
Utiliza-se dois pontos (:) em enunciados que possuem _________ com caráter _________.


