Questões de Concurso
Comentadas sobre análise sintática em português
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Leia o texto a seguir:
"Embora a tecnologia tenha ampliado o acesso à informação, muitos indivíduos ainda enfrentam dificuldades para selecionar conteúdos confiáveis. Por isso, a formação de leitores críticos torna-se cada vez mais necessária." Com base nas classes de palavras e seus empregos no texto, analise as afirmativas abaixo:
I - A palavra embora exerce a função de conjunção e introduz uma ideia de concessão.
II - A palavra muitos é um pronome indefinido que acompanha o substantivo "indivíduos".
III - A palavra ainda é um advérbio que expressa circunstância de tempo.
IV - A expressão por isso atua como uma preposição responsável por indicar finalidade.
É CORRETO o que se afirma em:
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
1.300 graus à sombra dos telheiros retos 1
2.000 cavalos invisíveis pensando
40.000 toneladas de níquel amarelo
Para sair do nível das águas esponjosas
E uma estrada de ferro nascendo do solo
Os fornos entroncados
Dão o gusa e a escória
A refinação planta barras
E lá embaixo os operários
Forjam as primeiras lascas de aço.
Anuário de Literatura, ISSNe: 2175‑7917, vol. 15, n. 1, 2010 (com adaptações).
A respeito da estrutura e dos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.
Texto CG1A1
Com o objetivo de promover a transformação digital e atender diretamente a população, o governo de Rondônia inovou com o lançamento da primeira assistente virtual baseada em inteligência artificial (IA) no Portal da Transparência do estado. A assistente, denominada Clara, foi apresentada durante o 2.º Encontro de Controles Internos, nos dias 27 e 28 de junho de 2024, no Instituto Federal em Porto Velho.
A iniciativa fez parte de um trabalho desenvolvido pela Superintendência Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação (SETIC), em parceria com a Controladoria Geral do Estado (CGE), em acordo com o eixo de gestão estratégica governamental. Ela surgiu da necessidade de simplificar a relação do poder público com a sociedade, e a IA foi escolhida por sua capacidade de adaptação com base em novos treinamentos.
Para o governo de Rondônia, a Clara representa um avanço para o estado, reforçando os investimentos da gestão estadual em modernização, eficiência e qualidade das iniciativas.
O governo de Rondônia está em primeiro lugar entre os Poderes Executivos estaduais no Programa Nacional de Transparência Pública. Para alcançar essa posição, é necessário obter um nível de transparência entre 95% e 100%, e Rondônia atingiu 99,29%. A Clara é fruto da continuidade desse trabalho e do compromisso do estado com a transformação digital.
Segundo o coordenador de análise de dados da SETIC, Pedro Gomes, o uso de IA está revolucionando o mundo e a administração pública. “Apenas acompanhar e replicar tendências não é suficiente para contribuir para a modernização de serviços. Por isso é importante analisar e escolher as melhores soluções para solucionar problemas e proporcionar melhorias de processos dentro da administração pública”, destacou.
De acordo com o superintendente da SETIC, Delner Freire, a adoção de IA no setor público traz uma série de benefícios, que incluem: automatização de processos, análise de dados para tomadas de decisão, atendimentos mais eficientes e redução de custos. “Esses benefícios podem se converter em sistemas de atendimento ao cidadão e ferramentas de análise para políticas públicas. Ao contrário de outras tecnologias, a IA tem a capacidade de aprender e se adaptar continuamente, melhorando sua eficácia ao longo do tempo”, explicou.
Internet: <rondonia.ro.gov.br> (com adaptações).
I O trecho “Para alcançar essa posição” expressa uma finalidade relacionada apenas ao conteúdo apresentado na oração imediatamente subsequente no período.
II A transposição do trecho “Para alcançar essa posição” para o final do período, desde que feitos os devidos ajustes de maiúsculas e minúsculas, não comprometeria a correção gramatical nem a coerência textual.
III A oração “Rondônia atingiu 99,29%” não se subordina sintaticamente à oração imediatamente anterior, mas elas se articulam semanticamente.
Assinale a opção correta.
Analise o processo de formação do período acima e julgue as afirmativas.
I.O período é simples, formado por uma única oração, uma vez que apresenta apenas um verbo que indica ação.
II.O período acima constitui uma frase e também uma oração com verbo de ligação, pois apresenta um enunciado completo com verbo que liga o sujeito a uma característica.
III.O período apresenta uma frase, mas não constitui oração, uma vez que o verbo não indica ação.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições corretas.
A expressão 'Em um estudo' exerce a função sintática de:
No trecho apresentado, observa-se o uso adequado da colocação pronominal, em conformidade com uma regra específica. Com base nisso, analise as frases a seguir e assinale aquela em que a colocação pronominal está incorreta.
Leia a frase.
O operador verificou o equipamento porque havia recebido uma solicitação urgente.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação desse período.
Considerando a função sintática que os termos exercem no enunciado acima, julgue as afirmativas:
I.A expressão 'Os estrangeiros' exerce a mesma função sintática do substantivo 'calor' na frase 'Faz muito calor aqui'.
II.O termo 'para eles' exerce função de complemento nominal de 'formigas', funcionando como complemento nominal que indica a quem o objeto é entregue.
III.O particípio 'embaladas' exerce função de predicativo do sujeito, caracterizando a condição em que as formigas se encontram ao serem levadas.
IV.O pronome oblíquo 'nos' em '...eles nos forneciam' exerce a função sintática de objeto indireto.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições corretas.
Considerando as classes de palavras dos vocábulos presentes no trecho, analise as afirmativas.
I.O vocábulo 'quando', no trecho analisado, atua como uma conjunção subordinativa temporal, introduzindo uma oração que indica o momento em que ocorre a ação da oração principal.
II.O vocábulo 'mais' é advérbio que intensifica 'cedo' e estabelece uma comparação implícita com outro ponto de referência, que no texto é 'o normal'.
III.O vocábulo 'menor' caracteriza o substantivo 'ingestão', atribuindo-lhe a ideia de quantidade reduzida em relação a outra referência.
IV.O vocábulo 'levemente' é um advérbio que modifica o substantivo 'adultos', atribuindo-lhe uma característica de qualidade própria.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições corretas.
Com base na análise morfológica dos vocábulos destacados, analise as afirmativas a seguir:
I. O vocábulo 'pouco' é pronome indefinido, pois retoma de forma vaga uma quantidade não especificada.
II. O vocábulo 'se' atua como partícula apassivadora, formando uma voz passiva sintética.
III. A palavra 'sobre' é preposição equivalente a 'acerca de', indicando o tema sobre o qual se sabe pouco. Essa mesma preposição, no entanto, assume valor semântico distinto em 'Recebiam uma porcentagem sobre os valores cobrados pelo processo de embalsamento', em que expressa ideia de correspondência ou proporcionalidade.
IV. O vocábulo 'momento' é um substantivo que, ao integrar a expressão 'Neste momento', compõe uma locução adverbial de tempo.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
I. Em “ele só pode ser criado se houver um vídeo gravado antes da morte”, a palavra em negrito demarca uma condição para a criação do avatar.
II. Em “O uso de IA para ‘reviver’ pessoas falecidas tem se tornado cada vez mais comum”, a expressão em negrito indica uma ação cujo início remonta ao presente, ou seja, à atualidade do aplicativo desenvolvido.
III. No trecho “Essa ilusão da IA pode minar a autonomia emocional [...] e dificultar o movimento de simbolização, que é reconhecer a morte e, aos poucos, ressignificá-la", a expressão em negrito enfatiza a temporalidade gradativa com a qual o luto deve ser encarado.
IV. Nos trechos “O 2Wai é um aplicativo para criar ‘HoloAvatars’, como a empresa chama os avatares” e “A startup afirma que é possível gerar um ‘HoloAvatar’ de ‘personagens’, como um personal trainer, escritor, agente de viagem ou até astrólogo”, o termo em negrito é usado com o mesmo sentido.
Analise as proposições a seguir acerca da regência dos verbos destacados na frase.
I.O verbo "beneficie" classifica-se como transitivo indireto, exigindo complemento introduzido por preposição.
II.O verbo "estavam" exerce função de verbo de ligação ao relacionar o sujeito à circunstância expressa no período.
III.O verbo "decorre" apresenta transitividade indireta, estabelecendo relação sintática com complemento introduzido pela preposição "de".
IV.O verbo "beneficie" foi empregado como verbo intransitivo, dispensando complemento na organização da oração.
Assinale a alternativa correta.
Na frase: Pedro comprou um livro.
O sujeito é: