Questões de Concurso
Comentadas sobre análise sintática em português
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I. “Portanto, as escolas devem continuar a adaptar seus currículos e métodos de ensino [...]” (10º§) – a palavra “portanto” é invariável e introduz uma conclusão referente ao que foi dito anteriormente.
II. “A ideia é não apenas decodificar as interações comunicativas, mas saber quando e como aplicá-las.” (2º§) – O termo “-las” é um pronome pessoal do caso reto, retoma a expressão “interações comunicativas” e tem a função de objeto direto.
III. “As crianças e adolescentes passam boa parte da vida no ambiente escolar.” (1º§) – “As crianças e adolescentes” é sujeito simples da oração e o verbo “passar” está flexionado na terceira pessoa do plural para concordar com “crianças” e “adolescentes”, que estão no plural.
Está correto o que se afirma em
Sobre o trecho, assinale a alternativa FALSA.
"Quando um deles disse que estava ali sem querer, que estava interno compulsoriamente, outros se encorajaram...”
Sobre as palavras destacadas, assinale a alternativa FALSA.
“Machucaram o meu pescoço.”
Sobre o trecho, estão falsas as alternativas, EXCETO:
Leia o texto para responder à próxima questão.
A bagagem da sua vida.
(https://www.mundodasmensagens.com/mensagem/amizade-o-trem-da-vida.html).
“Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina de mão. À medida que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando. Porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, porque pensa que são importantes.
A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas. Pesa demais! Então, você pode escolher: ficar sentado à beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, pois todos os que passarem por ali, já têm sua própria bagagem. Ou você pode aliviar o peso, esvaziando a mala. Mas o que tirar?
Você começa tirando tudo para fora, vendo o que tem dentro. Amizade, nossa! Tem bastante, e curioso, não pesa nada. Mas tem algo pesado, você faz força para tirar. É a raiva, como ela pesa! Aí você começa a tirar, tirar, aparecem a incompreensão, o medo, o pessimismo...
Nesse momento o desânimo quase leva você para dentro da mala. Mas você o puxa para fora com toda a força e aparece um sorriso, que estava sufocado no fundo de sua bagagem. Pula para fora outro sorriso e mais outro e aí, sai a felicidade.
Você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira para fora a tristeza. Agora você vai ter que procurar a paciência dentro da mala, pois você vai precisar bastante. Procure então, o resto: força, esperança, coragem, entusiasmo, equilíbrio, responsabilidade, tolerância, bom humor...
Tire a preocupação também e a deixe de lado. Depois você pensa o que fazer com ela? Bem,
sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo! Mas pensa: o que você vai colocar lá
dentro? Agora é com você e não se esqueça de fazer isso mais vezes, pois o caminho é muito,
muito longo!”
A ideia de que a mente pertence a um domínio separado, distinto do corpo, foi teorizada bem cedo, em grandes textos como o Fédon, de Platão (IV a.C.) e a Suma teológica, de Tomás de Aquino (1265-1274), um texto fundador da concepção cristã da alma. Mas foi o filósofo francês René Descartes (1596-1650) quem estabeleceu aquilo que é hoje conhecido como dualismo: a tese de que a mente dotada de consciência é feita de uma substância imaterial que não está sujeita às leis da física.
Ridicularizar Descartes tornou-se moda em neurociência. Depois da publicação, em 1994, de O erro de Descartes, o best-seller de Antonio Damasio, muitos manuais contemporâneos que tratam de consciência passaram a criticar Descartes, alegando que ele teria atrasado a pesquisa em neurociência. A verdade, porém, é que Descartes foi um cientista pioneiro, fundamentalmente um reducionista, cuja análise mecânica da mente humana, muito à frente de seu tempo, foi o primeiro exercício de biologia sintética e de modelagem teórica. O dualismo de Descartes não foi um capricho de momento — fundamentava-se em um argumento lógico que afirmava a impossibilidade, para qualquer máquina, de imitar a liberdade da mente consciente.
Stanislas Dehaene. É assim que pensamos: como o cérebro
trabalha para tomarmos consciência do mundo. Trad.: Rodolfo Ilari.
São Paulo: Editora Contexto, 2024, p. 12 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue.
No primeiro período do segundo parágrafo, a oração
“Ridicularizar Descartes” funciona como complemento da
forma verbal “tornou-se”.
Nesta frase, tem-se um exemplo de agente:

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Assinale a alternativa CORRETA:

I. Há a presença de uma oração subordinada substantiva e de uma adjetiva no trecho em destaque.
II. A palavra “para” é uma preposição e sua substituição pela locução “para que” demandaria o desenvolvimento da oração em que ocorre.
III. Encontram-se dois verbos transitivos diretos e um intransitivo no trecho.
Quais estão corretas?
( ) Quando há um verbo de ligação, o advérbio de negação que “modifica o verbo”, na realidade, exclui que haja compatibilidade entre o sujeito e o seu predicativo.
( ) As expressões negativas são mais numerosas do que sugere a gramática tradicional, e o advérbio “não” é, entre todas, uma das menos confiáveis pelos equívocos a que dá margem.
( ) Além dos advérbios de negação, pode-se incluir, entre os recursos que a língua nos oferece para negar algo, os prefixos negativos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
