Questões de Concurso Sobre advérbios em português

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Q1012927 Português

Correlacione os adjuntos adverbiais das orações a seguir à sua classificação e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a ordem CORRETA:


I. ( ) Cláudia está na escola agora.

II. ( ) Na tarde de amanhã, teremos uma importante reunião.

III.( ) Luísa estuda desleixadamente.

IV.( ) José faltou por causa de uma gripe.

V. ( ) Todos os alunos tiveram de estudar para a prova final.

VI.( ) Maria viajou com os seus pais para a Suécia.

VII.( ) O carpinteiro furou a tábua com uma broca fina.


a. Adjunto adverbial de tempo.

b. Adjunto adverbial de causa.

c. Adjunto adverbial de modo.

d. Adjunto adverbial de lugar.

e. Adjunto adverbial de instrumento.

f. Adjunto adverbial de companhia.

g. Adjunto adverbial de finalidade.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO Provas: IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Contador | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Farmacêutico | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico Clinico Geral | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Odontólogo | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico em Segurança do Trabalho | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Assistente Social da Saúde Mental | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Farmacêutico Bioquímico | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Farmacêutico Hospitalar | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Fisioterapeuta - 20H | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Fonoaudiólogo - 20H | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Fonoaudiólogo - 30H | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico Neurologista | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico Ortopedista e Traumatologista | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico Veterinário | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Biomédico | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Fisioterapeuta | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Enfermeiro Obstetra | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico Ginecologista/Obstetrícia | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico Pediatra | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Médico Psiquiatra | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Nutricionista | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Professor Nível II - Biologia | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Professor Nível II - História | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Professor Nível II - Inglês | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Professor Nível II - Libras | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Professor Nível II - Língua Portuguesa | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Psicólogo de Saúde Mental | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Psicólogo Clínico | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Orientador Escolar | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Professor Nível II - Matemática | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Supervisor Escolar | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Técnico Educacional em Saúde Mental | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Terapeuta Ocupacional em Saúde Mental | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Educador Físico | IBADE - 2018 - Prefeitura de Ji-Paraná - RO - Enfermeiro - 20H |
Q1012831 Português

                                   Como não ser feliz

                  Nós não nascemos pra ser felizes. Isso é  uma descoberta, um anseio recente


      A moça aproximou-se após esperar alguns minutos na fila da tarde de autógrafos na livraria e disparou, com um sorriso entredentes, á queima-roupa:

      -Você é feliz? Respondi, afável mas secamente:

      - Não!

      - Jura? Não acredito!

      A essa altura, começava a pensar, pelo teor da conversa, tratar-se de pura gozação. Mas vi que era a sério quando ela tascou: - Você passa a impressão de que é bem feliz... Pedi breve licença às pessoas na fila. E avancei no debate:

      - Veja, nós não nascemos pra ser felizes. Isso é uma descoberta, um anseio recente. Há 200 anos, tudo que as pessoas queriam era sobreviver, chegar aos 30 anos... No começo dos tempos, você acha que o homem tinha tempo pra pensar em felicidade enquanto fugia dos dinossauros e outras ameaças? Ela ficou parada, certamente surpresa com argumento tão inusitado. Continuei:

      - Quantas “pessoas felizes” você conhece?

      - Não muitas - ela respondeu, já um tanto desolada.

      - Eu não conheço nenhuma - sentenciei, quase amargo.

      Ela riu um riso sem graça.Aliviei um pouco.

      - O que acontece é que algumas pessoas são bem resolvidas com seu trabalho, têm uma vida familiar relativamente tranquila. Essas pessoas talvez pareçam felizes, não demonstram amargura com a vida. E talvez eu seja uma delas. Prefiro acreditar nisso.

      Ela balançou a cabeça, resignada. E eu, concluindo meu pensamento:

      - “Ser feliz” hoje em dia tem mais a ver com poder financeiro, desejos de consumo sem-fim, que com qualquer outra coisa. Mas pense comigo: se você não vive desesperadamente pelo dinheiro, não tem sonhos impossíveis, fica mais fácil viver, mais fluente, mais tranquilo.

      A essa altura eu já me sentia protagonista da palestra “Lair Ribeiro para jovens que sonham com a felicidade”. Só que às avessas, ensinando não como ser feliz, mas como não ser.

      - Se você dedica mais tempo ao lúdico e vive menos pressionado pela corrida do ouro que virou nosso tempo, você terá mais tempo para o que importa. Isso, talvez, seja felicidade, vai saber.

      - É, mas... e o dinheiro? - ela retrucou, mostrando não sertão avoada assim.

      - Se nos satisfizéssemos em ganhar apenas o necessário para viver bem, confortavelmente, sem sacrifícios, seria ótimo. Mas nossa natureza sempre pede m a is . E isso torna as pessoas bastante infelizes, viram escravas do dinheiro...

      A fila já chiava, por conta da espera, interrompida por esse debate misterioso, para o qual os demais não foram convidados. Ainda ilustrei rapidamente, para finalizar, com um filme argentino obscuro que o vi há algum tempo, uma espécie de comédia surreal e filosófica em que dois funcionários de uma companhia elétrica ou de esgotos vagam pela cidade, vivendo situações estranhas e mesmo delirantes. Em dado momento, um fala ao outro: “Preciso ir, tenho que dormir, estou muito cansado.” Ao que o outro diz: “Ok, nos encontramos às sete então?” E o primeiro diz: “Não, preciso dormir pelo menos oito horas, senão não descanso.” O outro contra-ataca: “Essa história de dormir oito horas por dia é uma invenção burguesa. Você acha que no tempo das guerras as pessoas pensavam nisso? Na Idade Média, você acha que alguém dormia oito horas por dia?” O outro fica sem palavras.

     Para arrematar nossa conversa, disse-lhe:

      - É a mesma coisa. Um guerreiro assírio não devia pensar em felicidade, apenas em sobreviver à próxima guerra. Assim é que deveríamos pensar, em sobreviver à próxima guerra. E só.

      Sorri. Ela também sorriu.

      - Fiquei muito feliz de ter você aqui nesta tarde - ainda lhe disse (enfatizando a palavra feliz) à guisa de ironia, mas não sem verdade.

BALEIRO , Zeca. Como não ser feliz. Isto É, dez.2012. Disponível em http://istoe.com.br (Adaptado)

No fragmento “A moça aproximou-se (1) após esperar alguns minutos (2) na fila da tarde de autógrafos na livraria e disparou, (3) com um sorriso entredentes, (4) à queima-roupa”, as expressões numeradas, antes de cada uma delas, mostram, respectivamente, circunstâncias de:
Alternativas
Q1007065 Português

Segurança no trânsito

Não há quem discorde que dirigir com prudência faz do trânsito um lugar mais seguro. Em continuação à campanha do Maio Amarelo, listamos algumas práticas simples que aumentam a segurança nos carros. Considerando que, de acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), 60% dos acidentes graves acontecem com menos de 30 minutos de percurso, recomendamos que as dicas sejam seguidas independentemente da distância.

                                                     (Disponível em: autopapo.com.br, com adaptações) 

Com base no texto 'Segurança no trânsito', leia as afirmativas a seguir:


I. De acordo com o texto, a prudência faz do trânsito um lugar menos seguro.

II. No trecho "Não há quem discorde", o termo "quem" é um advérbio de intensidade.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1007062 Português

Segurança no trânsito

Não há quem discorde que dirigir com prudência faz do trânsito um lugar mais seguro. Em continuação à campanha do Maio Amarelo, listamos algumas práticas simples que aumentam a segurança nos carros. Considerando que, de acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), 60% dos acidentes graves acontecem com menos de 30 minutos de percurso, recomendamos que as dicas sejam seguidas independentemente da distância.

                                                     (Disponível em: autopapo.com.br, com adaptações) 

Com base no texto 'Segurança no trânsito', leia as afirmativas a seguir:


I. No trecho "independentemente da distância", o vocábulo "distância" é um substantivo feminino.

II. No trecho "um lugar mais seguro", o termo "mais" é um advérbio de tempo.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1005184 Português
Sobre o emprego no texto de palavras e/ou expressões com valor adverbial, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1005141 Português

Considere as seguintes afirmações acerca de palavras do texto.

I - A palavra (l. 11) tem valor temporal.

II - A palavra por que (l. 29) tem valor explicativo.

III - A palavra também (l. 44) tem valor de equivalência.

Quais estão corretas?

Alternativas
Q1005100 Português

Considere as seguintes propostas de substituição de vocábulos do texto.

I - A substituição de noções (l. 01) por conceitos, no segmento que se estende da linha 01 à linha 04, implicaria outras cinco (5) alterações no parágrafo.

II - A substituição de contribuíram para (l. 07) por levaram criaria condições para o emprego da crase na frase.

III- A substituição de mais (l. 45) por tanta não provocaria alteração no sentido da frase.

Quais estão corretas?

Alternativas
Q994967 Português
Há dois adjuntos adverbiais, no segundo período do balão, que indicam, respectivamente, circunstâncias de
Alternativas
Q992964 Português

“O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo (...)”


É correto afirmar sobre a classificação das palavras destacadas na ordem em que aparecem na frase:

Alternativas
Q987812 Português

                                              A FELICIDADE

                                                                                                         Vinicius de Moraes

                                                              Compositor: Vinicius De Moraes E Tom Jobim


Tristeza não tem fim Felicidade sim

A felicidade é como a gota De orvalho numa pétala de flor Brilha tranquila Depois de leve oscila E cai como uma lágrima de amor.

A felicidade é uma coisa louca Mas tão delicada, também Tem flores e amores de todas as cores Tem ninhos de passarinhos Tudo de bom ela tem E é por ela ser assim tão delicada Que eu sempre trato dela muito bem.

Tristeza não tem fim Felicidade sim.

                                    https://www.vagalume.com.br/vinicius-de-moraes/afelicidade.html

Considere as assertivas abaixo elencadas, quanto à classificação morfológica dos termos sublinhados e, assinale V para a verdadeira e F para a falsa:


( ) Em: “A felicidade é como a gota”, o vocábulo “é ” é um verbo de ligação.

( ) No trecho: “E cai como uma lágrima de amor”, a palavra lágrima” é classificada como um adjetivo.

( ) Em “Mas tão delicada, também” o vocábulo tão é um advérbio.

( ) No fragmento “E é por ela ser assim tão delicada” a palavra assim é um advérbio.

( ) No trecho “Que eu sempre trato dela muito bem” a palavra “que” é uma conjunção.


As afirmativas sã o, respectivamente:

Alternativas
Q983218 Português
No período “Eu vi a moça triste”, só NÃO existe:
Alternativas
Q983183 Português

Preencha corretamente as lacunas quanto à classe gramatical da palavra destacada e a explicação dada para a sua concordância.

"Conhecida como a 'Grande Dama do Samba' e considerada um dos maiores nomes da música popular brasileira em todos os tempos, Dona Ivone Lara, falecida em 16 de abril, nasceu em família de amantes da música popular. Enfrentou o preconceito e passou por momentos muito difíceis por ser mulher e sambista. Seu maior sucesso foi “Sonho meu”, de autoria do compositor carioca Délcio Carvalho.

(Disponível em <https://www.cartacapital.com.br/cultura/morre-dona-ivone-lara-a-201cgrande-dama-do-samba201d>. Acesso em 19 abr. 2018.)

Na frase, a palavra "muito" modifica o _______________ "difíceis". Não há concordância entre essas classes gramaticais porque, nesse caso, "muito" é um _______________, palavra invariável.

Alternativas
Q968635 Português
TEXTO II

8.png (346×355)
https://wordsofleisure.com/2014/08/26/tirinha-do-dia-armandinho-e-os-olhos-maislindos/

Ao analisar o período sintático do último quadrinho, “...mas enxergam o mundo de uma forma maravilhosa...”, constata-se, em sua construção, a presença de:
Alternativas
Q961869 Português
A classe da palavra está corretamente indicada na alternativa:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UERR Órgão: IPERON - RO Prova: UERR - 2018 - IPERON - RO - Auditor |
Q961724 Português

                             A mulher que ia navegar


       O anúncio luminoso de um edifício em frente, acendendo e apagando, dava banhos intermitentes de sangue na pele de seu braço repousado, e de sua face. Ela estava sentada junto à janela e havia luar; e nos intervalos desse banho vermelho ela era toda pálida e suave.

      Na roda havia um homem muito inteligente que falava muito; havia seu marido, todo bovino; um pintor louro e nervoso; uma senhora morena de riso fácil e engraçado; um físico, uma senhora recentemente desquitada, e eu. Para que recensear a roda que falava de política e de pintura? Ela não dava atenção a ninguém. Quieta, às vezes sorrindo quando alguém lhe dirigia a palavra, ela apenas mirava o próprio braço, atenta à mudança da cor. Senti que ela fruía nisso um prazer silencioso e longo. “Muito!”, disse quando alguém lhe perguntou se gostara de um certo quadro - e disse mais algumas palavras; mas mudou um pouco a posição do braço e continuou a se mirar, interessada em si mesma, com um ar sonhador.

      Quando começou a discussão sobre pintura figurativa, abstrata e concreta, houve um momento em que seu marido classificou certo pintor com uma palavra forte e vulgar; ela ergueu os olhos para ele, com um ar de censura; mas nesse olhar havia menos zanga do que tédio. Então senti que ela se preparava para o enganar.

      Ela se preparava devagar, mas sem dúvida e sem hesitação íntima nenhuma; devagar, como um rito. Talvez nem tivesse pensado ainda que homem escolhería, talvez mesmo isso no fundo pouco lhe importasse, ou seria, pelo menos, secundário. Não tinha pressa. O primeiro ato de sua preparação era aquele olhar para si mesma, para seu belo braço que lambia devagar com os olhos, como uma gata se lambe no corpo; era uma lenta preparação. Antes de se entregar a outro homem, ela se entregaria longamente ao espelho, olhando e meditando seu corpo de 30 anos com uma certa satisfação e uma certa melancolia, vendo as marcas do maiô e da maternidade e se sorrindo vagamente, como quem diz: eis um belo barco prestes a se fazer ao mar; é tempo.

      Talvez tenha pensado isso naquele momento mesmo; olhou-me, quase surpreendendo o olhar com que eu estudava; não sei; em todo caso, me sorriu e disse alguma coisa, mas senti que eu não era o navegador que ela buscava. Então, como se estivesse despertando, passou a olhar uma a uma as pessoas da roda; quando se sentiu olhado, o homem inteligente que falava muito continuou a falar encarando-a, a dizer coisas inteligentes sobre homem e mulher; ela ia voltar os olhos para outro lado, mas ele dizia logo outra coisa inteligente, como quem joga depressa mais quirera de milho a uma pomba. Ela sorria, mas acabou se cansando daquele fluxo de palavras, e o abandonou no meio de uma frase. Seus olhos passaram pelo marido e pelo pequeno pintor louro e então senti que pousavam no físico. Ele dizia alguma coisa à mulher recentemente desquitada, alguma coisa sobre um filme do festival. Era um homem moreno e seco, falava devagar e com critério sobre arte e sexo. Falava sem pose, sério; senti que ela o contemplava com uma vaga surpresa e com agrado. Estava gostando de ouvir o que ele dizia à outra. O homem inteligente que falava muito tentou chamar-lhe a atenção com uma coisa engraçada, e ela lhe sorriu; mas logo seus olhos se voltaram para o físico. E então ele sentiu esse olhar e o interesse com que ela o ouvia, e disse com polidez:

      - Asenhora viu o filme?

      Ela fez que sim com a cabeça, lentamente, e demorou dois segundos para responder apenas: vi. Mas senti que seu olhar já estudava aquele homem com uma severa e fascinada atenção, como se procurasse na sua cara morena os sulcos do vento do mar e, no ombro largo, a secreta insígnia do piloto de longo, longo curso.

      Aborrecido e inquieto, o marido bocejou - era um boi esquecido, mugindo, numa ilha distante e abandonada para sempre. É estranho: não dava pena.

      Ela ia navegar.

BRAGA, Rubem. A mulher que ia navegar. In: Rubem Braga. Recado da primavera. 5. ed. Rio de Janeiro: Record, 1991. p.80­-82.

“houve um momento em que seu marido classificou certo pintor com uma palavra forte e vulgar; ela ergueu os olhos para ele, com um arde censura."


Com relação aos componentes destacados do trecho, é correto afirmar que:

Alternativas
Q961440 Português

Imagem associada para resolução da questão

A palavra “Bonitão”, tal como utilizada no texto, comporta-se como um
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Ano: 2018 Banca: IDECAN Órgão: CRF-SP Prova: IDECAN - 2018 - CRF-SP - Analista de Suporte |
Q961338 Português
Tal como utilizada no primeiro quadro, a palavra “socorro” atua como uma palavra de qual classe gramatical?
Alternativas
Q958362 Português
Nas falas do primeiro quadrinho “Atrasado de novo?” e “Tô com meu tênis novo!”, a palavra “novo” está empregada, correta e respectivamente, em uma
Alternativas
Q954371 Português

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto antecedente, julgue o item seguinte.


O emprego do advérbio “precisamente” (.25) enfatiza o nexo causal entre o avanço da qualidade da tradução feita por computadores e a percepção de seus desenvolvedores de que uma língua não é feita apenas de conjuntos de palavras.

Alternativas
Q951973 Português
A respeito da palavra apenas, empregada no título e no primeiro parágrafo, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
2641: D
2642: C
2643: D
2644: B
2645: C
2646: D
2647: B
2648: D
2649: B
2650: A
2651: B
2652: D
2653: A
2654: D
2655: E
2656: D
2657: D
2658: A
2659: C
2660: C