Questões de Concurso Sobre advérbios em português

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Ano: 2018 Banca: FAU Órgão: CPS-PR Prova: FAU - 2018 - CPS-PR - Advogado |
Q1840553 Português

O problema dos cálculos biliares 


    Para uma parte do corpo tão pequena e pouco essencial, a vesícula biliar pode causar muita dor. Mais ou menos do tamanho e formato de uma pera, o órgão fica no lado direito do abdome. Sua função é guardar a bile, líquido produzido pelo fígado que ajuda a digerir a gordura da alimentação. A vesícula libera o líquido no intestino delgado quando necessário. 

    Quando o delicado equilíbrio químico da bile se altera – não sabemos direito como nem por quê -, seus componentes podem se cristalizar. Com o tempo, esses cristais se combinam para formar cálculos (colelitíase), pequenos como grãos de areia ou grandes como bolas de golfe. Em pelo menos 75% dos casos, os cálculos biliares não causam sintomas nem complicações e, portanto, não exigem tratamento. No entanto, caso um cálculo obstrua temporariamente um dos dutos da bile que entram e saem da vesícula, o resultado é um surto súbito e rápido de dor intensa no abdome, na área das costelas e/ou nos ombros. Isso não causa problemas duradouros, mas é bom ir ao médico para confirmar se é mesmo a vesícula, e não outro problema, como uma úlcera.

    A obstrução prolongada ou permanente dos dutos pode provocar complicações graves, como infecções e inflamações. Vá ao médico imediatamente se tiver icterícia, febre, arrepios ou dor incessante.

    Os cálculos biliares são mais comuns em mulheres com mais de 40 anos e em pessoas com histórico familiar da doença. O principal fator de risco passível de correção é a obesidade, diz o Dr. Stephen Ryder, consultor médico do British Liver Trust. Mas ele é contra emagrecer depressa demais, pois isso pode dar início à formação de cálculos ou provocar sintomas; “portanto, é melhor um emagrecimento controlado”, diz ele.

    Se você já tem cálculos biliares sintomáticos, e os ataques são leves, é possível controlar seus efeitos com analgésicos; uma alimentação com baixo teor de gordura também faz uma modesta diferença. Se os sintomas forem graves e frequentes, o único tratamento eficaz é a remoção cirúrgica da vesícula.

    É possível viver sem ela, pois o fígado continua a produzir bile, que passa direto ao intestino delgado em vez de se acumular primeiro na vesícula. Depois da cirurgia, cerca de um em dez pacientes sofre diarreia ocasional enquanto o sistema digestivo se adapta à liberação contínua da bile. Isso pode durar de semanas a anos, mas medicamentos chamados sequestradores de ácidos biliares ajudam a controlar o problema. Mas, para a maioria, a diferença entre ter ou não vesícula é imperceptível.


Samantha Rideout Fonte: Revista Seleções, abril de 2018, páginas 16 e 17. 

Assinale o trecho que apresente um advérbio de tempo destacado:
Alternativas
Q1822789 Português
Leia o pequeno trecho a seguir e responda à questão:

“Quem procura não acha. É preciso estar distraído e não esperando absolutamente nada. Não há nada a ser esperado. Nem desesperado.” Caio Fernando Abreu. 
Analise as afirmativas a respeito do termo “absolutamente”, presente no texto, e assinale a alternativa CORRETA.
I. O termo significa “inteiramente, totalmente, completamente”. II. O termo se relaciona ao termo “acha”, na frase “quem procura não acha”. III. O termo está ortograficamente incorreto, pois é impossível o encontro das consoantes “bs” em língua portuguesa.
Alternativas
Q1814974 Português
Leia as frases abaixo.
I. “Realmente fiquei surpreso.” (Advérbio de Afirmação) II. “Onde vocês estão?” (Advérbio Interrogativo de Lugar) III. “Quando você chegou?” (Advérbio de Intensidade)
Os itens em que os termos destacados correspondem corretamente às classificações entre parênteses estão contidos em
Alternativas
Q1814969 Português
Leia a seguinte frase.
“Ainda ______ furiosa, mas com ______ violência, proferia injúrias ______ para escandalizar os mais arrojados.”
Marque a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas acima.
Alternativas
Q1774628 Português
U2 faz show surpresa nas ruas de Nova York

    Eram umas 4 da tarde de uma sexta-feira. Na saída da redação encontro um amigo que me diz, enquanto olha o celular: “Tem uma amiga dizendo que o U2 vai fazer um pocket show surpresa no High Line.”
    Virei pra ele, demorei uns segundos processando: “Como assim?”
    Ele disse que era isso mesmo. A amiga dele tinha uma outra amiga que conhecia alguém que trabalha em uma gravadora e que estava avisando que o U2 faria uma aparição surpresa no meio da rua para tocar uma música. Nós dois não acreditamos muito, mas, na dúvida, fomos para o lugar.
    O show, segundo a amiga do amigo, ia ser às 5 da tarde. Fazia um frio danado (4º C) e, perto das cinco, ainda não havia nenhuma movimentação no lugar. Até que essa tal amiga do meu amigo chegou e continuou garantindo que a informação era quente, mas ninguém aparecia.
    Naquela altura éramos em cinco pessoas: dois brasileiros, um português, um argentino e a espanhola que tinha a amiga informante. E só. Por isso eu duvidava bastante que os caras fossem aparecer. Qual a chance de só nós cinco estarmos ali? De só a gente ter ficado sabendo? Eu imaginava que em poucos minutos haveria algumas dezenas de pessoas no lugar ou não teria show nenhum. Mas nada. Ninguém. Muito menos o U2. 
    Logo depois chegaram cinco caras. Um deles, segundo a amiga bem informada, era o agente da banda. O cara devia ter uns 30 anos, pinta de moleque. Outros dois seriam os responsáveis por transmitir ao vivo, na internet, a apresentação. Um tinha um telefone na mão e o outro uma iluminação, dessas bem amadoras, que na teoria seria a luz do show.
    Mais uma hora se passou e nada de U2. Então apareceu um guarda do High Line (que é um parque urbano) e disse que o lugar fecharia em 10 minutos. Aí a produção da banda partiu para procurar outra locação. Desceram as escadas e andaram de um lado para outro na rua com o celular e aquela luzinha amadora. Decidiram ficar ali mesmo, embaixo da escada, ao lado de um cone de sinalização e uma placa de trânsito. 
    Tudo absurdamente improvável e improvisado. Tudo inacreditável. Tão absurdo como os carros pretos enormes que começaram a chegar... Uns 8 ou 10. E então, o Bono. Ele desceu primeiro e caminhou tranquilamente para o lugar. O resto da banda veio junto e nós cinco fomos nos aproximando… Foi quando resolvi gravar o vídeo, enquanto eles se preparavam. Depois não consegui gravar mais nada e o segundo vídeo que postei é da amiga do amigo. Parei em frente ao U2, debaixo de um viaduto, numa calçada improvável, e a banda tocou… E nós cinco, estupefatos, ficamos cara a cara com Bono. 
    Outras pessoas começaram a parar, mas a rua 26, ali naquele ponto, é meio parada, meio vazia, era noite e estava frio. O que fez com que até o final da música e a saída da banda tenha se formado um pequeno grupo de não mais que 25 pessoas, mas virtualmente havia uma multidão. Com o celular (e sem a luz, que não serviu pra nada) a produção transmitiu ao vivo a música. Nos dois dias seguintes o vídeo seria visto por uns 3 milhões de pessoas… E esse número deve continuar subindo.
    Antes de ir embora, o Bono literalmente parou o trânsito cantando no meio da rua. A voz inconfundível ganhando os quarteirões barulhentos de Nova York que naquele momento pareciam congelados. Nenhuma sirene, nenhum carro de bombeiros, nenhuma buzina. Só depois que eles pararam de tocar e voltaram para os carros o primeiro motorista voltou ao estado normal de irritação dos motoristas nova-iorquinos e buzinou. E a gente voltou à realidade.
Por Tiago Eltz – Texto extraído do portal G1
Sobre as relações de concordância da palavra destacada abaixo é CORRETO afirmar que:
Outras pessoas começaram a parar, mas a rua 26, ali naquele ponto, é meio parada, meio vazia, era noite e estava frio.”
Alternativas:
Alternativas
Q1773444 Português
Observe:
“ O deputado estadual mais votado visitou a cidadezinha para agradecer os votos da população.”
A palavra “ estadual” constitui:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2018 - UFMG - Auxiliar Administrativo |
Q1762007 Português

INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao Texto , a seguir. Leia-o com atenção, antes de respondê-la.


TEXTO

   Quem passou por alguma praia recentemente talvez tenha se deparado com um fenômeno comum, mesmo nas regiões mais remotas do litoral brasileiro: o lixo. Em uma caminhada de uns dez minutos que fiz no litoral de Santa Catarina no começo de janeiro, por exemplo, encontrei garrafas pet, latinhas de cerveja e de energéticos, canudinhos, plásticos de picolé. Fui recolhendo o que achei até que, sozinha, eu não tinha mais braços suficientes para tanto lixo acumulado.

   O problema é que quando a maré sobe, ou quando chove, tudo aquilo que se acumula na areia vai para o mar – e causa um estrago danado. Já há, inclusive, estudos que mostram que até 2050 os Oceanos terão mais plásticos do que peixes.

   Por que as pessoas jogam lixo na praia? Fiz essa pergunta alto para quem estava lá comigo entre latinhas e pacotes de batata frita e tive como resposta o mesmo que você deve ter pensado: “as pessoas não têm educação”. Ok. Então vamos entender o que isso significa.

   “Não ter educação” e, por causa disso, jogar lixo na praia, na rua e nos espaços públicos, pode ser entendido como falta de conhecimento. Não aprendi algo, por isso tenho uma determinada atitude por desconhecimento dos impactos do que eu faço. As pessoas, em tese, não saberiam que aquele lixo plástico jogado na areia inevitavelmente vai parar no mar. Tampouco saberiam que o peixe pode ingerir esse plástico, então você “come o plástico” simplesmente porque come o peixe. É a ideia de “cadeia alimentar”, que aparece na escola no ensino fundamental e pode ser tema até de vestibular. Não me parece, no entanto, que o lixo naquela praia seja um caso de falta de conhecimento. Chuto dizer que a maioria das pessoas que estava lá em Santa Catarina – e que jogou latinha de cerveja por onde passou – tinha passado pelas aulas de biologia da escola. Aquelas pessoas provavelmente tinham diploma de ensino superior – ou até alguma pós-graduação. Cruzei com gente opinando sobre política e ostentando um português elegante – ou falando outras línguas, como espanhol e alemão.

   O problema pode estar no formato da nossa educação. Aprendemos conceitos importantes de maneira muito teórica e temos aulas expositivas focadas em livros didáticos com pouca experimentação. Pode ser que aquelas pessoas da praia tenham conhecimento ambiental, mas não internalizaram os conceitos aprendidos. Trocando em miúdos: quem joga uma sacola plástica na areia da praia pode até acertar uma questão do Enem sobre poluição ou cadeia alimentar, por exemplo, mas talvez não compreenda completamente que aquele seu próprio lixo interfere no ecossistema do qual faz parte.

    Mais: pessoas altamente instruídas no Brasil podem ter baixíssima noção de cidadania, do que é ser cidadão, de regras de divisão de espaços públicos. Talvez porque estejam viciadas pelos hábitos de gerações anteriores, que jogavam lixo na praia, as pessoas seguem fazendo o mesmo. Ou então aquelas pessoas estão mais acostumadas a ambientes privados e controlados, e acreditam que sempre haverá alguém para limpar o rastro que se deixa por aí.

   Aqui, vamos das aulas de ciências à sociologia. Será que estamos discutindo o suficiente, na escola, sobre a formação sociocultural brasileira, que é impregnada pela ideia de “ser servido”? E debatemos o quanto isso afeta, inclusive, o nosso próprio ecossistema?


RIGHETTI, Sabine. Disponível em:

<http://abecedario.blogfolha.uol.com.br/2018/01/31/lixo-na-praiamostra-que-precisamos-muito-mais-do-que-educacao/>. Acesso em: 1 fev. 2018.

Em relação à construção linguística do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1761302 Português

TEXTO I

Solitude: o lado bom da solidão


    Para alguns, sinônimo de tristeza, para outros apenas uma opção de vida. Os seres humanos são animais sociais por natureza, uma vez que, desde os primeiros instantes de vida, já são naturalmente instruídos ao contato e interação com os demais. Muitos julgam a solidão como algo ruim, como ter uma grande decepção amorosa, por exemplo, mas nem sempre ela precisa ser caracterizada como negativa.

    A solidão pode ajudar a amadurecer, fazendo com que as pessoas possam ter calma e maturidade para resolver problemas que surjam. Quem age assim tem grande probabilidade de conhecer a raiz da situação e solucionar adversidades com os próprios meios, sem depender de ninguém para isso, tornando-se uma pessoa mais independente, emocionalmente forte e com uma maior autoestima.

    SOLITUDE

    Estar só nem sempre é uma forma triste de viver: pode ser uma escolha positiva de vida. Os que optam por momentos assim vivem o que é conhecido como solitude, caracterizada quando a pessoa considera-se a melhor companhia de si mesma. O recolhimento em si potencializa o conhecimento da autoessência e potencializa a solução de problemas.

    Segundo o psicólogo Domingos Sávio Rodrigues, essa forma de vida é adotada por opção e pelo desejo de se entender com as próprias situações. "Isso [a solitude] é uma atitude adotada pela modernidade. É o ato de se sentir bem consigo mesmo sem ter a necessidade de precisar de outras pessoas para dividir os problemas ou a felicidade. É um meio de sobrevivência em que o indivíduo acaba se conhecendo mais e se preparando para os problemas colocados pela vida", explica o profissional.

    Na solitude deseja-se entender, de alma aberta, o que afeta e faz falta. Ainda segundo Rodrigues, a solitude torna o ser humano mais cuidadoso com a própria vida e a leveza, alcançada por meio dela, faz com que as pessoas sintam-se melhores para entender a voz da alma.

http://www20.opovo.com.br/app/revistas/saude/2017/06/13/notrsaude,3680675/solitude-o-lado-  bom-da-solidao.shtml

Em “Os seres humanos são animais sociais por natureza, uma vez que, desde os primeiros instantes de vida, já são naturalmente instruídos ao contato e interação com os demais”, a expressão destacada pode ser classificada gramaticalmente como sendo:
Alternativas
Q1761301 Português

TEXTO I

Solitude: o lado bom da solidão


    Para alguns, sinônimo de tristeza, para outros apenas uma opção de vida. Os seres humanos são animais sociais por natureza, uma vez que, desde os primeiros instantes de vida, já são naturalmente instruídos ao contato e interação com os demais. Muitos julgam a solidão como algo ruim, como ter uma grande decepção amorosa, por exemplo, mas nem sempre ela precisa ser caracterizada como negativa.

    A solidão pode ajudar a amadurecer, fazendo com que as pessoas possam ter calma e maturidade para resolver problemas que surjam. Quem age assim tem grande probabilidade de conhecer a raiz da situação e solucionar adversidades com os próprios meios, sem depender de ninguém para isso, tornando-se uma pessoa mais independente, emocionalmente forte e com uma maior autoestima.

    SOLITUDE

    Estar só nem sempre é uma forma triste de viver: pode ser uma escolha positiva de vida. Os que optam por momentos assim vivem o que é conhecido como solitude, caracterizada quando a pessoa considera-se a melhor companhia de si mesma. O recolhimento em si potencializa o conhecimento da autoessência e potencializa a solução de problemas.

    Segundo o psicólogo Domingos Sávio Rodrigues, essa forma de vida é adotada por opção e pelo desejo de se entender com as próprias situações. "Isso [a solitude] é uma atitude adotada pela modernidade. É o ato de se sentir bem consigo mesmo sem ter a necessidade de precisar de outras pessoas para dividir os problemas ou a felicidade. É um meio de sobrevivência em que o indivíduo acaba se conhecendo mais e se preparando para os problemas colocados pela vida", explica o profissional.

    Na solitude deseja-se entender, de alma aberta, o que afeta e faz falta. Ainda segundo Rodrigues, a solitude torna o ser humano mais cuidadoso com a própria vida e a leveza, alcançada por meio dela, faz com que as pessoas sintam-se melhores para entender a voz da alma.

http://www20.opovo.com.br/app/revistas/saude/2017/06/13/notrsaude,3680675/solitude-o-lado-  bom-da-solidao.shtml

O termo “solitude”, citado várias vezes no texto, inclusive no título, desempenha, no texto, função de:
Alternativas
Q1758681 Português

O texto abaixo é um fragmento de entrevista feita a Vinicius de Moraes em 1979 e servirá de subsídio para a questão.


Você está satisfeito consigo mesmo?

Vinicius de Moraes — Bem, eu gostaria de mudar algumas coisas de mim, mas de um modo geral não sou um sujeito de jogar fora. Tenho uma estima por mim bastante grande, sabe. Uma estima que vem da constatação das coisas que fiz, das pessoas que eu amei, dos amigos que tive e tenho. Considero tudo conquistas consideráveis, no cômputo geral. Às vezes tenho a imodéstia de dizer a mim mesmo: ―Você vale a pena‖. Isso sem nenhum sentimento de vaidade. Não tenho qualquer preocupação com a glória literária. Se tivesse essa preocupação, eu trataria muito melhor das minhas coisas. A publicação de antologia dos meus poemas pela Aguilar (editora) foi um dos partos mais difíceis e demorados que já houve, tudo por despreocupação minha. Hoje em dia tenho uma preguiça enorme de trabalhar, escrever.


Que tipo de sociedade você gostaria que houvesse no Brasil?

Vinicius de Moraes — Acho que uma volta a uma democracia relativa já seria muito bom! O povo ter liberdade — isso me parece fundamental. Quer dizer, ver as pessoas felizes, contentes, com as caras alegres, sem angústia. E, sobretudo, haver a realização, ou pelo menos um arremedo de realização, de uma organização social mais justa, com uma melhor distribuição da riqueza, uma reforma agrária legal. Isso eu gostaria de ver: os problemas sociais mais graves resolvidos ou, no mínimo, colocados num bom caminho. Isso já me daria um pouco de paz, de calma, de uma tranquilidade bastante maior do que aquela que eu tenho hoje. Eu não consigo me destacar do problema humano.

https://www.revistabula.com/369-a-ultima-entrevista-de-vinicius-de-moraes/

"E, sobretudo, haver a realização, ou pelo menos um arremedo de realização, de uma organização social mais justa, com uma melhor distribuição da riqueza...” A palavra que não pode substituir o vocábulo em destaque observando o sentido proposto encontra-se em:
Alternativas
Q1758303 Português
No trecho “Através da lente de sua câmera Leica, o artista observava, registrava e guardava em seu grande inventário natural toda a fragilidade e a força do ambiente em que escolheu viver, em Nova Viçosa, na Bahia.” A palavra em destaque é classificada como pertencente à classe:
Alternativas
Q1757244 Português
No trecho “Isso é besteira”, o termo destacado é
Alternativas
Q1757178 Português

INSTRUÇÃO: Leia este cartum (Texto 2) para responder à questão.



Considerando a classe gramatical das palavras da fala no cartum (Texto 2), assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1754752 Português

INSTRUÇÃO: questão diz respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê- las.

TEXTO


“... brasileiros são obesos (...) (linha 1). Tal expressão apresenta, na ordem em que os termos aparecem, respectivamente:

Alternativas
Q1752865 Português
Instrução: A questão diz respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

TEXTO


“Antibióticos, por outro lado, são pouco recomendados contra tosse – simplesmente porque, na maioria dos casos, eles não ajudam a combater os sintomas." (linhas 4 a 7). Analisando o termo destacado, pode-se afirmar que na frase exerce função morfológica de:
Alternativas
Q1752292 Português

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


TEXTO


“... brasileiros são obesos (...)” (linha 1). Tal expressão apresenta, na ordem em que os termos aparecem, respectivamente:
Alternativas
Q1750831 Português
“Não gostaria de tomar nada?”. Assinale a alternativa em que a palavra “nada” sublinhada possui a mesma classificação morfológica que a palavra “nada” sublinhada na frase acima:
Alternativas
Q1750604 Português

Leia com atenção a oração a seguir:

“Parece que há certa indolência ou esterilidade nos escritores de hoje.”

Está correto afirmar que a locução em destaque tem função equivalente de:

Alternativas
Q1750220 Português

João é um amigo a quem devemos muito.”. Na frase, a palavra destacada pertence à seguinte classe gramatical:

Alternativas
Q1749794 Português
A questão diz respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê-las.

TEXTO

“Alguns comparavam o som de um trovão vulcânico ao barulho de pipoca estourando, mas só quem havia presenciado a erupção de um vulcão de verdade era capaz de fazer comparações... Até agora.” (linhas 1 a 5). É correto afirmar que o termo destacado, no contexto em que está inserido, exerce função morfológica de:
Alternativas
Respostas
2421: D
2422: A
2423: B
2424: D
2425: C
2426: D
2427: A
2428: D
2429: C
2430: D
2431: B
2432: C
2433: B
2434: A
2435: D
2436: A
2437: D
2438: B
2439: B
2440: D