Questões de Concurso Sobre advérbios em português

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Q1133114 Português

Analise os textos I e II para responder à questão.


                          


                                                     Texto II

               Desafios para o crescimento do hábito de leitura no Brasil


      O hábito da leitura tem crescido em todo o Brasil. Pesquisa feita em 2016 pelo Instituto Pró-Livro estima que 56% da população brasileira acima dos cinco anos se enquadra como leitores regulares. É um dado mais animador que o do ano de 2011, quando o percentual era de 50%. No entanto, por mais que exista esse crescimento, ainda não é o suficiente para enquadrar o Brasil em um cenário relevante dos países com maior índice de leitura.

      Dados preocupantes

      No início de 2018, o Banco Mundial lançou uma pesquisa apontando que os estudantes brasileiros demorarão mais de 260 anos para atingir a qualidade de leitura de países desenvolvidos. O quadro desanimador aponta um risco para o pensamento crítico dos estudantes brasileiros, pois a leitura estimula a reflexão e a interação entre ideias que fomentam discussões proveitosas para o desenvolvimento do conhecimento. Quanto menos a leitura for estimulada, menor será o pensamento crítico dos jovens, principalmente estudantes, no ambiente social.

      O grande obstáculo para a leitura, segundo os próprios leitores, é a falta de tempo. Para 43% dos leitores, a falta de tempo se torna um grande inimigo. Aliado a isso, tem-se o problema do desinteresse por parte dos não leitores. Por esses dois principais motivos, faz-se necessária a construção de uma leitura interessante e de fácil acesso a todas as camadas sociais.

      A busca pelo interesse 

      A única resposta possível a isso é incentivar massivamente a leitura, porém não de maneira forçosa. A leitura deve ser incentivada de forma gradual. Começando com obras mais simples, porém com conteúdo relevante, para que assim os novos leitores consigam desenvolver de maneira mais relevante seu pensamento crítico. 

      Hélio Ricardo, autor do livro ‘Quando as flores machucam’, propôs-se a desenvolver uma escrita que atenda aos requisitos de leitura criativa, crítica e de fácil acesso. Ele desenvolve em seu livro, de forma bem-humorada, pensamentos críticos voltados para a sociedade atual.

      ‘Quando as flores machucam’ também é fruto das próprias experiências de vida do autor, bem como de leitura. Hélio Ricardo entende que a maioria dos brasileiros tem um desinteresse real pela leitura, por isso apresentou seus pensamentos de maneira mais poética em seu livro.

      Para jovens e adultos interessados em uma leitura dinâmica, que convoca à reflexão, ‘Quando as flores machucam’ é um caminho interessante. Principalmente para os que têm uma rotina mais agitada no seu dia a dia. (...)

Disponível em:<https://exame.abril.com.br/negocios/dino/desafios-para-o-crescimento-do-habito-de-leitura-no-brasil/> . Acesso em: 08 mai. 2019.

Assinale a alternativa cuja expressão destacada esteja indicando uma circunstância de tempo.
Alternativas
Q1133078 Português

                                        Não o suficiente

                                                                                                               Carla Dias


      Sentado à mesa, cercado por tantos. Entende bem o que acontece ali, mas é experiente em enganar os próprios sentidos, mesmo não gostando dessa qualidade da qual não consegue se livrar. Vale-se dela sempre que a oportunidade se apresenta. É um talento. Um incômodo talento.

      Permanece ali, os braços cruzados, a cabeça levemente inclinada, como se observasse o cenário que se estende além.

      Já conhece as manifestações que se alardeiam, durante esses encontros sociais. Na verdade, compôs uma canção, certa vez, com uma inquietante letra gerada de combinações de algumas delas: não cabe aqui, não serve para isso, não orna com aquilo, não é sua culpa, mas não vai dar certo.

      É bom, só que não o suficiente.

      Não ser o suficiente é meio que o slogan da vida dele, alguém considerado nada suficiente, até mesmo quando transborda. Acostumou-se a ser visto dessa forma.

      A tal canção tomou conta dele. É capaz de cantá-la de trás para frente, formar novos versos, bagunçar as palavras e, ainda assim, elas continuam ridiculamente cruéis. A melodia, não... Nela ele se recusa a mexer. Ela é a única beleza que reina plena nesse baile da saudade que acontece em seu dentro. Há ternura nessa afiada melodia, ela que é a única cria da qual ele não sente vergonha de ter trazido ao mundo.

      Apegou-se a uma frase que escutou um alguém verbalizar, enquanto passava por ele, depois de um dia de inutilidades profissionais. “Equilibrar-se é saber se desequilibrar com elegância.” Achou aquilo de uma sabedoria profunda e profana. De uma dualidade revigorante, porque se considera equilibrado com a boca cheia de palavras engolidas, de mágoas salientes, de lamentos reverberantes. Daqueles que bufa, do nada, assustando a pessoa que dorme sentada ao lado, em alguma sala de espera da vida.

      A elegância do desequilíbrio é o que mantém à mesa. Ninguém ali se importa de fato com ele, ou deseja escutar o que ele tem a dizer. Sabem seu nome, porque saber o nome oferece pompa, na hora de chamar o insignificante para o campo, e que ele batalhe pelos que significam. É como se chamassem um animal de estimação. Ele atende, rasteja-se, servil, até eles. Atende aos desejos desses sujeitos que acham que a própria dignidade mora na indignidade do outro.

      Os nada suficientes.

      Estranhamente, essas pessoas significam para ele. Há algo de aprendizado nessa labuta de dissonantes inseguranças travestidas de hierarquia. Estranhamente, ele se alimenta da espera pelo dia em que, rebelde como jamais antes, ele se levantará e partirá dali, deles. Sumirá das vistas, das teias, das inseguranças desses significantes que não sabem significar sem desidentificar o outro.

      Equilibrar-se ao desequilibrar-se com elegância, para ele, é combater, na singeleza do insignificante, uma diplomacia mimada, das que atendem a todos os clichês abrandadores de mal-estar. Então, quando dão a vez a ele, permitem ao insuficiente se manifestar, ele sorri e se cala, enquanto rumina a ciência de que, sim, ele sabe que não é o suficiente, ao menos não para atender ao catálogo dos desejos impróprios. Porque acha de uma impropriedade sibilante ter de atender aos desejos alheios, enquanto sufoca os próprios. 

      Ele sorri a certeza de que acontecerá o dia em que ele os reconhecerá, os desejos que vem diluindo em vulgares ironias, recebidas assim, embrulhadas em pequenas doses de falseada gentileza. O dia em que os libertará de uma polidez adquirida como proteção e os soltará no mundo, rebeldes e eletrizantes. Livres. 

      E isso será o suficiente. Ele será o suficientemente corajoso para se despedir de seus apaixonantes flagelos. Desequilibradamente equilibrado, dará a vez a si.

Disponível em:<http://www.cronicadodia.com.br/2019/08/nao-o-suficiente-carla-dias.html> . Acesso em: 16 nov. 2019.

Sobre as funções morfológicas das palavras, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1132840 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Julgamento apressado


Uma garota segurava em suas mãos duas maçãs. Sua mãe entrou e lhe pediu com uma voz doce e um belo sorriso:


— Querida, você poderia dar uma de suas maçãs para a mamãe?


A menina levanta os olhos para sua mãe durante alguns segundos, e morde subitamente uma das maçãs e logo em seguida a outra.


A mãe sente seu rosto se esfriar e perde o sorriso. Ela tenta não mostrar sua decepção quando sua filha lhe dá uma de suas maçãs mordidas. A pequena olha sua mãe com um sorriso de anjo e diz:


— A mais doce é essa!

Disponível em: <encurtador.com.br/dhGL2>. Acesso em: 12 jun. 2019. 

Releia este trecho.
“e morde subitamente uma das maçãs e logo em seguida a outra.”
A expressão destacada não estabelece no trecho sentido de algo feito
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Q1131969 Português

                                               SERÁ??!!

Clara Braga


      Era uma vez um músico/compositor que, como muitos outros (provavelmente todos), sonhava em ter seu trabalho reconhecido e poder viver da sua própria música.

      Trabalhou duro e um belo dia, nos encontros que a música lhe proporcionava, conheceu uma pessoa e se apaixonou perdidamente. Ficou ainda mais inspirado, compôs várias músicas dedicadas ao seu novo amor e teve ainda mais motivação para acreditar que seu trabalho ganharia o reconhecimento merecido.

      Dito e feito, o tal músico ficou mais famoso do que ele mesmo imaginava ser possível, suas músicas estavam na boca do povo, embalando novos casais, tocando na entrada da noiva e sendo até tema de novela. Não tinha um que não desse um suspiro com suas músicas apaixonadas.

      Porém, um belo dia, o tal músico notou que as coisas já não eram mais como antes, que seu relacionamento trazia mais tristezas do que alegrias e que continuar era um erro. O casal decidiu se separar, e a decepção foi tão grande que cantar as músicas que fez para aquela pessoa que já não estava mais ao seu lado lhe causava muita dor!

      E agora, o que fazer? Mesmo que suas músicas lhe tragam dor e angústia, um mar de gente espera ansiosa e emocionada para ouvir aquelas músicas que, para eles, marcam os momentos mais felizes e importantes de suas vidas.

      Essa história é fictícia, mas me peguei pensando esses dias, será que existem muitos músicos nessa situação? Artistas que a cada apresentação precisam lidar com suas próprias dores para levar alegria a outras pessoas? Acho que nunca mais vou assistir a um show da mesma forma!

Disponível em: http://www.cronicadodia.com.br/2019/10/sera-clara-braga.html. Acesso em: 25 out. 2019.

O advérbio destacado no trecho “[...] conheceu uma pessoa e se apaixonou perdidamente.” representa uma circunstância de
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Q1130892 Português

                   Uma breve história das cadeiras para escritório


      Com a escalada da Revolução Industrial e a sociedade menos agrária, surgiu nas empresas a necessidade de ambientes de trabalho equipados com ferramentas para as novas rotinas nos escritórios. Neste cenário, era preciso acomodar em cadeiras quem trabalhava por horas sentado. Nasce uma combinação de forma e função em prol dos funcionários.

      Os historiadores afirmam que a primeira cadeira de escritório pode ser rastreada até Júlio César. O imperador romano conduziria negócios oficiais sentado em uma “cadeira Curule”. Enquanto outros líderes, magistrados e sacerdotes também usavam esta cadeira, César finalmente distinguiu sua cadeira levando-a aonde quer que fosse. Sua cadeira de “escritório” dourada o acompanhava em viagens, ao lado de sua coroa e outros objetos de valor.

      Ao longo do tempo, a cadeira de escritório passou a ter objetivos mais utilitários. No início de 1800, com as viagens de trem tornando-se cada vez mais comuns, os vagões foram equipados com as Poltronas Centripetais de Primavera, projetadas por Thomas E. Warren. Como estas viagens eram uma forma das empresas expandirem seus territórios, o uso de uma cadeira de trabalho adequada permitia que os funcionários completassem suas tarefas administrativas em trânsito. Diante da crescente importância, a cadeira Centripetal foi equipada com molas de assento para ajudar a absorver os solavancos das viagens e permitir que os negócios continuassem nos trilhos, no duplo sentido da frase.

      Nos anos que antecederam a Revolução Industrial, as cadeiras de escritório passam a ser usadas como ferramentas de produtividade. Despertou-se o uso consciente dos ambientes de escritório e a necessidade de se trabalhar por mais horas. A cadeira de escritório foi então fundamental para acomodações mais confortáveis, para que os trabalhadores experimentassem menos cansaço ao longo do dia.

      […] No entanto, na década de 20, associava-se preguiça ao ato de sentar confortavelmente e era comum ver pessoas trabalhando em fábricas usando bancos sem encosto. Reagindo às reclamações de queda de produtividade e doença, particularmente entre as mulheres que já eram uma presença crescente na força de trabalho, uma empresa chamada Tan-Sad lançou uma cadeira giratória com encosto curvo que poderia ser ajustado à estatura de cada trabalhador.

      […] Nos anos seguintes surgiram muitas outras cadeiras emblemáticas e produtos tidos como referência de design, conforto e imponência, que fazem parte da história e ainda podem ser vistos no portfólio das empresas. No entanto, é difícil definir uma maneira acordada de medir o sucesso de uma cadeira.

      Cadeiras de escritório são utilizadas para fins profissionais e as demandas das empresas devem sim ser equacionadas levando-se em conta ergonomia, durabilidade e design, mas também o peso relevante da relação custo-benefício dos produtos.

      No terceiro milênio, as cadeiras continuam a evoluir, porém com uma nova característica de serem acessíveis aos orçamentos enxutos das organizações. Hoje é possível se ter produtos ergonomicamente adequados, com conforto e design, sem necessariamente ter que fazer investimentos como já vistos no rol restrito de produtos do passado.

Adaptado de: <https://funcional.com.br/uma-breve-historia-das-cadeiras-para-escritorio/> Acesso em: 30 out. 2019.

Assinale a alternativa em que um advérbio é utilizado para intensificar o sentido do termo a que se refere.
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Q1125112 Português
No período “A Professora gostava de ver a classe contente, mal entrava na aula e já ia contando uma coisa engraçada” (linhas 3-4), o termo sublinhado tem o mesmo sentido da palavra ou expressão
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Q1118823 Português
Avalie as afirmações que seguem a respeito de advérbios, bem como o uso desses vocábulos no fragmento de texto utilizado na questão anterior:
I. Advérbio, segundo Bechara, é a expressão modificadora que por si só denota uma circunstância e desempenha na oração a função de adjunto adverbial. No fragmento acima, ‘não’ e ‘intuitivamente’ são representantes dessa classe gramatical. II. Conforme Bechara, constituindo o advérbio uma classe de palavra muito heterogênea, torna-se difícil atribuir-lhe uma classificação uniforme e coerente. Em geral, seu papel na oração se prende não apenas a um núcleo (verbo), mas se amplia na extensão em que se espraia o conteúdo manifestado no predicado, permitindo-lhe certa flexibilidade de posição. III. Para Cegalla, advérbio é uma palavra que modifica o sentido do verbo, do adjetivo e do próprio advérbio, exercendo, na oração, a função de adjunto adverbial; quando em funcionamento na frase, exprimem circunstâncias ou ideia acessória.
Quais estão corretas?
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Q1118715 Português

A partir da década de 70, tendo como marco histórico a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e diante dos problemas oriundos da degradação ambiental, iniciou‐se no mundo uma crescente consciência de que seria necessária uma forma diferenciada do ser humano se relacionar com a natureza, e de gerar e distribuir riquezas.
Por outro lado, em paralelo a este movimento chamado “verde”, a desigualdade social foi nas últimas décadas expandindo numa velocidade vertiginosa e com ela crescendo a exclusão social e a violência. Em decorrência destes dois fatores deparamo‐nos, na década de 90, com um novo fenômeno social, qual seja a proliferação do 3º setor: a esfera pública não‐estatal. Somado a isto, ganharam força os movimentos da qualidade empresarial e dos consumidores. De agente passivo de consumo, o consumidor passa a ser agente de transformação social, por meio do exercício do seu poder de compra, uso e descarte de produtos, de sua capacidade de poder privilegiar empresas que tinham valores outros que não somente o lucro na sua visão de negócios. Assim, sociedade civil e empresas passam a estabelecer parcerias na busca de soluções, diante da convicção de que o Estado sozinho não é capaz de solucionar a todos os problemas e a responder a tantas demandas.
É diante desta conjuntura que nasce o movimento da responsabilidade social. Movimento este que vem crescendo e ganhando apoio em todo o mundo, e que propõe uma aliança estratégica entre 1º, 2º e 3º setores na busca da inclusão social, da promoção da cidadania, da preservação ambiental e da sustentabilidade planetária, na qual todos os setores têm responsabilidades compartilhadas e cada um é convidado a exercer aquilo que lhe é mais peculiar, mais característico. E, para que essa aliança seja possível, a ética e a transparência são princípios fundamentais no modo de fazer negócios e de relacionar‐se com todas as partes interessadas.
À sociedade civil organizada cabe papel fundamental pelo seu poder ideológico – valores, conhecimento, inventividade e capacidades de mobilização e transformação.
A responsabilidade social conclama todos os setores da sociedade a assumirem a responsabilidade pelos impactos que suas decisões geram na sociedade e meio ambiente. Nesse sentido, os setores produtivos e empresariais ganham um papel particularmente importante, pelo impacto que geram na sociedade e seu poder econômico e sua capacidade de formular estratégias e concretizar ações.
Essa nova postura, de compartilhamento de responsabilidades, não implica, entretanto, em menor responsabilidade dos governos, ao contrário, fortalece o papel inerente ao governo de grande formulador de políticas públicas de grande alcance, visando o bem comum e a equidade social, aumentando sua responsabilidade em bem gerenciar a sua máquina, os recursos públicos e naturais na sua prestação de contas à sociedade. Além disso, pode e deve ser o grande fomentador, articulador e facilitador desse novo modelo que se configura de fazer negócios.

(Disponível em: http://www.inmetro.gov.br/qualidade/responsabilidade_social/c ontextualizacao.asp. Acesso em agosto de 2019.)
No trecho “Nesse sentido, os setores produtivos e empresariais ganham um papel particularmente importante, pelo impacto que geram na sociedade e seu poder econômico e sua capacidade de formular estratégias e concretizar ações.” (6º§), a expressão assinalada exprime circunstância de:
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Q1118630 Português
No terceiro quadrinho, a expressão “além disso” NÃO poderia ser substituída corretamente, sob pena de alteração do sentido original do texto, por:
Alternativas
Q1104192 Português
A palavra “daquela”, utilizada pelo autor na linha 25, possui a seguinte classe gramatical:
Alternativas
Q1098779 Português
Assinale a alternativa que apresenta palavra sinônima, ou seja, de mesmo sentido, à palavra “somente” (linha 18).
Alternativas
Q1098616 Português
Na linha 13, o advérbio “apesar” introduz a ideia de ____________ e poderia ser substituído por ___________, desde que ______________ as devidas alterações no período. Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q1098505 Português
Leia atentamente o seguinte poema, de autoria de Luís de Camões, para responder à questão a seguir.

“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía”.
No penúltimo verso do poema, afirma-se que “outra mudança faz de mor espanto”. Em relação à palavra “mor”, nesse contexto, pode-se afirmar que é um:
Alternativas
Q1094735 Português

O GRILO PROFESSOR

Em tempos muito remotos, num dos mais quentes dias do Inverno, o Diretor da Escola entrou inesperadamente na sala onde o Grilo dava aos grilinhos a sua aula sobre a arte de cantar, precisamente no momento da exposição em que lhes explicava que a voz do Grilo era a melhor e a mais bela de todas as vozes, uma vez que se produzia mediante a adequada fricção das asas contra as costas, enquanto os Pássaros cantavam tão mal porque se empenhavam em fazê-lo com a garganta, evidentemente, o órgão do corpo humano menos indicado para emitir sons doces e harmoniosos. Ao ouvir aquilo, o Diretor, que era um Grilo muito sábio, assentiu várias vezes com a cabeça e retirou-se, satisfeito de que na Escola tudo continuasse como nos velhos tempos.

(MONTERROSO, Augusto) – Disponível - (http://daedaluspt.blogspot.com/2008_04_01_archive.html)

Marque a alternativa com informação INCORRETA.
Alternativas
Q1093695 Português
Na tradicional vida no campo, poucas pessoas viajavam para longe de casa. Mesmo em 1939, provavelmente metade da população mundial nunca se distanciara muito de seu local de nascimento. Na Europa, onde as estradas de ferro impulsionavam o turismo, a maioria dos adultos não conhecia outro país que não o seu de origem, e dezenas de milhares jamais haviam visto o mar. A aviação aumentava a oferta de viagens para o exterior, mas inicialmente apenas aqueles com boas condições financeiras podiam pagar por uma passagem. Quando a Pan American Airways realizou o primeiro voo sobre o Atlântico, em junho de 1939, o hidroavião de quatro motores tinha capacidade para 22 passageiros. Voar à noite não era considerado seguro. Ninguém imaginava que, no espaço de uma geração, o turismo internacional se tornaria um dos maiores negócios do mundo. Ao fim da Segunda Guerra Mundial, ainda era mais barato viajar de navio. Toda semana, imponentes barcos a vapor de companhias como Orient, P&O, Cunard, lloyd Triestino e outras deixavam a Europa rumo a pontos distantes, como Buenos Aires, Cidade do Cabo, Cingapura e Auckland. Dez anos após o fim da guerra, as viagens aéreas estavam se popularizando. Os aviões, com seus motores poderosos, podiam ser ouvidos sobrevoando Londres e Paris todas as horas do dia – e alguns se incomodavam com o barulho. Os jatos, dos quais o primeiro foi o Comet, da Grâ-Bretanha, em 1949, começaram a expulsar dos mares todos os grandes navios de passageiros – que renasceram na forma de navios de cruzeiro. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 224). 
São considerados advérbios de dúvida, EXCETO:
Alternativas
Q1093691 Português
Na tradicional vida no campo, poucas pessoas viajavam para longe de casa. Mesmo em 1939, provavelmente metade da população mundial nunca se distanciara muito de seu local de nascimento. Na Europa, onde as estradas de ferro impulsionavam o turismo, a maioria dos adultos não conhecia outro país que não o seu de origem, e dezenas de milhares jamais haviam visto o mar. A aviação aumentava a oferta de viagens para o exterior, mas inicialmente apenas aqueles com boas condições financeiras podiam pagar por uma passagem. Quando a Pan American Airways realizou o primeiro voo sobre o Atlântico, em junho de 1939, o hidroavião de quatro motores tinha capacidade para 22 passageiros. Voar à noite não era considerado seguro. Ninguém imaginava que, no espaço de uma geração, o turismo internacional se tornaria um dos maiores negócios do mundo. Ao fim da Segunda Guerra Mundial, ainda era mais barato viajar de navio. Toda semana, imponentes barcos a vapor de companhias como Orient, P&O, Cunard, lloyd Triestino e outras deixavam a Europa rumo a pontos distantes, como Buenos Aires, Cidade do Cabo, Cingapura e Auckland. Dez anos após o fim da guerra, as viagens aéreas estavam se popularizando. Os aviões, com seus motores poderosos, podiam ser ouvidos sobrevoando Londres e Paris todas as horas do dia – e alguns se incomodavam com o barulho. Os jatos, dos quais o primeiro foi o Comet, da Grâ-Bretanha, em 1949, começaram a expulsar dos mares todos os grandes navios de passageiros – que renasceram na forma de navios de cruzeiro. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 224). 
São considerados tipos de advérbio, EXCETO:
Alternativas
Q1093686 Português
Na tradicional vida no campo, poucas pessoas viajavam para longe de casa. Mesmo em 1939, provavelmente metade da população mundial nunca se distanciara muito de seu local de nascimento. Na Europa, onde as estradas de ferro impulsionavam o turismo, a maioria dos adultos não conhecia outro país que não o seu de origem, e dezenas de milhares jamais haviam visto o mar. A aviação aumentava a oferta de viagens para o exterior, mas inicialmente apenas aqueles com boas condições financeiras podiam pagar por uma passagem. Quando a Pan American Airways realizou o primeiro voo sobre o Atlântico, em junho de 1939, o hidroavião de quatro motores tinha capacidade para 22 passageiros. Voar à noite não era considerado seguro. Ninguém imaginava que, no espaço de uma geração, o turismo internacional se tornaria um dos maiores negócios do mundo. Ao fim da Segunda Guerra Mundial, ainda era mais barato viajar de navio. Toda semana, imponentes barcos a vapor de companhias como Orient, P&O, Cunard, lloyd Triestino e outras deixavam a Europa rumo a pontos distantes, como Buenos Aires, Cidade do Cabo, Cingapura e Auckland. Dez anos após o fim da guerra, as viagens aéreas estavam se popularizando. Os aviões, com seus motores poderosos, podiam ser ouvidos sobrevoando Londres e Paris todas as horas do dia – e alguns se incomodavam com o barulho. Os jatos, dos quais o primeiro foi o Comet, da Grâ-Bretanha, em 1949, começaram a expulsar dos mares todos os grandes navios de passageiros – que renasceram na forma de navios de cruzeiro. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 224). 
A palavra “provavelmente”, utilizada pelo autor na terceira linha do texto, possui a seguinte classificação gramatical:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1092998 Português

Texto para o item.


Cárie dentária



Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).


Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“progressivamente” (linha 6) por gradualmente.

Alternativas
Q1090026 Português
A palavra “certamente”, encontrada no texto, corresponde a um advérbio de:
Alternativas
Q1088294 Português
Observando-se a norma culta, complete as lacunas usando a concordância nominal adequada.
I. Entrei no quarto e olhei ao redor, a janela _______ aberta mantinha a penumbra. II. Todos os dias ele nos visita ao meio dia e _______. III. Elia desistiu de nos acompanhar, pois estava _______ cansada.
A alternativa que preenche, correta e sequencialmente, de cima para baixo, as lacunas dos trechos acima é
Alternativas
Respostas
2321: A
2322: D
2323: C
2324: C
2325: A
2326: C
2327: E
2328: A
2329: C
2330: A
2331: C
2332: E
2333: A
2334: B
2335: A
2336: D
2337: D
2338: C
2339: D
2340: C