Questões de Concurso
Comentadas sobre advérbios em português
Foram encontradas 2.777 questões
Leia o texto, considere cada linha um verso.
Valsinha
Um dia ele chegou tão diferente
Do seu jeito de sempre chegar.
Olhou-a de um jeito muito mais quente
Do que sempre costumava olhar
E não maldisse a vida tanto
Quanto era seu jeito de sempre falar.
E nem deixou-a só num canto
Pra seu grande espanto
Convidou-a pra rodar.
Então ela se fez bonita
Como há muito tempo não queria ousar
Com seu vestido decotado
Cheirando a guardado
De tanto esperar.
Depois os dois deram-se os braços
Como há muito tempo
Não se usava dar
E cheios de ternura e graça
Foram para a praça
E começaram a se abraçar.
E ali dançaram tanta dança
Que a vizinhança toda despertou
E foi tanta felicidade
Que toda a cidade se iluminou
E foram tantos beijos loucos
Tantos gritos roucos como não se ouviam mais
Que o mundo compreendeu
E o dia amanheceu em paz.
(Chico Buarque de Holanda)
Considere a frase:
“Tantos gritos roucos como não se ouviam mais”.
Assinale a alternativa correta.
Nesse contexto, a palavra destacada é classificada como
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
ESTRATÉGIA
Dizem que, certa vez, estava um cego sentado no passeio, com um boné em seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "POR FAVOR! AJUDEM-ME, SOU CEGO".
Um criador de publicidade que passava por ele, parou e observou umas poucas moedas no boné. Sem lhe pedir permissão, pegou o cartaz, deu volta, pegou um giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira sobre os pés do cego e se foi.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmolas, e seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu seus passos e lhe perguntou se tinha sido ele que escreveu seu cartaz e sobretudo, o que ele tinha escrito. O publicitário lhe respondeu:
- Nada que não esteja certo com seu anúncio, mas com outras palavras. Sorriu e seguiu seu caminho.
O novo cartaz dizia: "HOJE É PRIMAVERA, E NÃO POSSO VÊ-LA!"
Mudemos de estratégia, quando as coisas não nos saem bem, e veremos que o resultado poderá ser diferente.
Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/html/contan
dohistorias.html - Modificado
TEXTO I
São Demasiado Pobres os Nossos Ricos
A maior desgraça de uma nação pobre é que, em vez de produzir riqueza, produz ricos. Mas ricos sem riqueza. Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos, mas de endinheirados. Rico é quem possui meios de produção. Rico é quem gera dinheiro e dá emprego. Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro. Ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.
A verdade é esta: são demasiado pobres os nossos «ricos». Aquilo que têm, não detêm. Pior: aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros. É produto de roubo e de negociatas. Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em tranquilidade de tudo quanto roubaram. Vivem na obsessão de poderem ser roubados. Necessitavam de forças policiais à altura. Mas forças policiais à altura acabariam por lançá-los a eles próprios na cadeia. Necessitavam de uma ordem social em que houvesse poucas razões para a criminalidade. Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem.
O maior sonho dos nossos novos-ricos é, afinal, muito pequenito: um carro de luxo, umas efêmeras cintilâncias. Mas a luxuosa viatura não pode sonhar muito, sacudida pelos buracos das avenidas. O Mercedes e o BMW não podem fazer inteiro uso dos seus brilhos, ocupados que estão em se esquivar entre chapas, muito convexos e estradas muito côncavas. A existência de estradas boas dependeria de outro tipo de riqueza. Uma riqueza que servisse a cidade. E a riqueza dos nossos novos-ricos nasceu de um movimento contrário: do empobrecimento da cidade e da sociedade.
As casas de luxo dos nossos falsos ricos são menos para serem habitadas do que para serem vistas. Fizeram-se para os olhos de quem passa. Mas ao exibirem-se, assim, cheias de folhos e chibantices, acabam atraindo alheias cobiças. Por mais guardas que tenham à porta, os nossos pobres-ricos não afastam o receio das invejas e dos feitiços que essas invejas convocam. O fausto das residências não os torna imunes. Pobres dos nossos riquinhos!
São como a cerveja tirada à pressão. São feitos num instante, mas a maior parte é só espuma. O que resta de verdadeiro é mais o copo que o conteúdo. Podiam criar gado ou vegetais. Mas não. Em vez disso, os nossos endinheirados feitos sob pressão criam amantes. Mas as amantes (e/ou os amantes) têm um grave inconveniente: necessitam de ser sustentadas com dispendiosos mimos. O maior inconveniente é ainda a ausência de garantia do produto. A amante de um pode ser, amanhã, amante de outro. O coração do criador de amantes não tem sossego: quem traiu sabe que pode ser traído.
Mia Couto, in 'Pensatempos'
http://www.citador.pt/textos/sao-demasiado-pobres-os-nossosricos-mia-couto..
Assim como essa, outras locuções adverbiais femininas também recebem crase. Assinale a alternativa em que a crase ocorreu por se tratar de uma locução adverbial feminina.
Para uma companheira inseparável
Em Gramado, o Festival de Cinema; em Passo Fundo, a Jornada de Literatura: uma semana de festas no Rio Grande do Sul. Não para mim, que não fui convidado para nenhuma das duas (talvez pensem que já morri?), e mesmo que fosse, quase certamente não poderia ir. É que, embora continue vivo, arrumei uma inimiga poderosa. A Tosse, eu a chamo, assim mesmo, com maiúsculas merecidas, pois já dura uns quatro meses e não tem nada, absolutamente nada, que a cure.
Começou, que eu me lembre, lá por maio. Foi logo depois de uma gripe e tão generalizada que tinha também um pouco de sinusite, rinite, otite e se outros ites existem no aparelho respiratório, essa gripe certamente também tinha. Tudo foi passando aos poucos. Ela, a Tosse, não.
Traiçoeira, inadequada, vem principalmente à noite. Tarde da noite, como entidade do mal que é, lá pelas quatro, cinco da manhã, quando faz tanto frio que seria suicídio sair da cama. E não passa.
Meu médico diz que a causa é uma só – chama-se Porto Alegre, talvez uma das cidades com um dos piores climas do país. Principalmente em agosto, quando as paredes vertem água de tanta umidade, não há sol, o mofo se infiltra e as casas geladas transformam-se numa espécie de Disneyworld de ácaros. Trata-se, portanto, de atravessar agosto. Falta pouco. Prometo ser forte.
(Caio Fernando de Abreu. Pequenas epifanias, 2014. Adaptado)
Para responder à questão, considere o trecho do segundo parágrafo:
Foi logo depois de uma gripe e tão generalizada que tinha também um pouco de sinusite, rinite, otite e se outros ites existem no aparelho respiratório, essa gripe certamente também tinha.
Além de “certamente”, presente nesse trecho, encontram-se
no texto os advérbios “absolutamente” (1º parágrafo: “e
não tem nada, absolutamente nada”) e “principalmente”
(3º parágrafo: “vem principalmente à noite”). Eles expressam,
correta e respectivamente, circunstâncias de:
Em 16 de setembro de 1620, o Mayflower zarpou da Inglaterra com destino ao Novo Mundo, transportando 102 peregrinos e inaugurando a colonização do país que viria a ser os Estados Unidos. Quatrocentos anos depois, no mesmo dia e no mesmo porto britânico de Plymouth, de onde a antiga embarcação se lançou ao Atlântico, um novo Mayflower, completamente diferente daquele, foi oficialmente batizado. Dessa vez, porém, a missão desbravadora é outra: nos próximos dias, a nau inaugurará uma nova era nas navegações, sem passageiros nem tripulação, viajando de forma completamente autônoma.
O Mayflower do século XXI é efetivamente guiado pela tecnologia, e não por pessoas — mais especificamente por um software que analisa informações vindas de radares, satélites e outros equipamentos que ajustam seu percurso e velocidade, evitando colisão com outras embarcações. O sistema tem como objetivo principal comprovar a viabilidade de navios sem assistência humana.
Ao refazer a jornada histórica, o reluzente Mayflower não só provará sua capacidade de navegação autônoma, como também coletará informações da vida marinha, monitorando constantemente a temperatura e os níveis de sal e oxigênio das águas, além de verificar a existência de microplásticos poluentes no mar. Outro dispositivo especial são os microfones, que captarão sons emitidos por baleias encontradas pelo caminho.
Apesar de toda a tecnologia e cuidados, o grau de aventura do projeto é inequívoco — sujeito, evidentemente, a contratempos, chuvas e trovoadas. Poucos dias depois da primeira partida do porto de Plymouth, em 15 de junho, com 10% do percurso já concluído, um problema no gerador a diesel forçou o retorno da embarcação à Inglaterra para reparo e, até 29 de junho, o barco aguardava sinal verde para zarpar novamente.
Embora os percalços existam, a empolgação com o Mayflower e com outros barcos do tipo não arrefeceu. Com os últimos avanços, a tecnologia já tornou semiautônomos alguns processos de carga e descarga nos portos mais avançados. Até agora, depois de alguns anos de testes, existem dificuldades técnicas e legais a superar antes de pôr para rodar os aguardados carros autônomos. Imagine o tamanho do problema quando se trata de cargueiros e petroleiros de 10000 toneladas. Para chegar lá, as esperanças estão depositadas no sucesso de embarcações como o moderno Mayflower. Assim como a sua versão histórica, ele pode ficar marcado como o navio pioneiro de uma grande mudança.
(Sabrina Brito. Águas remotas. Veja, 07.07.2021. Adaptado)
Leia o texto II para responder à próxima questão.
Texto II
Um ano depois, o massacre em Suzano deixou alguma lição?
Laura Mattos
Tenta-se buscar, um ano depois, o que o massacre na escola Raul Brasil, em Suzano, trouxe de lição ao país. Uma resposta concreta está na reforma realizada no prédio onde, no dia 13 de março de 2019, dois ex-alunos entraram com revólver, arco e flechas e machado, assassinaram seis estudantes, duas funcionárias e se suicidaram.
No próximo mês, o colégio estadual da Grande São Paulo será entregue, completamente reformulado, aos estudantes. Durante as obras, iniciadas em outubro, as aulas aconteceram em uma faculdade privada, alugada pelo governo do Estado.
O objetivo do projeto foi fazer da Raul Brasil uma escola pública modelo, em um momento em que se discute a reformulação da educação básica, concentrando esforços no desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como empatia, criatividade, autonomia, capacidade de se comunicar e de solucionar problemas.
O objetivo é tornar as escolas mais interessantes e acolhedoras, na tentativa de sanar a baixa qualidade de ensino e a evasão escolar que teimam em se perpetuar no país.
A partir desse viés, foram construídas, por exemplo, uma biblioteca maior do que a que existia antes da tragédia, novas quadras esportivas, uma praça de convivência arborizada e uma sala “maker” para se colocar em prática conceitos teóricos.
São estruturas que podem facilitar essa busca por uma renovação pedagógica e a reformulação dos currículos que foi determinada pela nova BNCC (Base Nacional Comum Curricular), um documento elaborado entre 2015 e 2018 em conjunto pelo Ministério da Educação, por governos estaduais e municipais e pela sociedade civil.
A reforma também se concentrou na segurança. Foram instaladas câmeras e construídas duas entradas, uma para alunos e funcionários, e outra, que só dá acesso à parte administrativa, para familiares e demais pessoas fora da comunidade escolar.
Nesta segunda (9), ao apresentar à imprensa as novas instalações, o secretário de educação de São Paulo, Rossieli Soares, afirmou que esse padrão deverá ser replicado em outras escolas. Falou também do Gabinete Integrado de Segurança e Proteção Escolar, criado depois do massacre pelas secretarias de Educação e Segurança Pública, que prevê instalação e monitoramento de câmeras, ronda de policiais no entorno dos colégios e treinamento de funcionários da educação, entre outras medidas.
Essa é uma polêmica sem fim. Há uma corrente que defende um outro olhar para combater a violência, em sentido oposto, como a abertura dos portões, uma convivência maior entre alunos, professores, famílias e vizinhança, as ruas como salas de aula a céu aberto.
A proximidade inibiria a violência; a distância, a estimularia. É uma discussão pertinente, mas não dá para esperar que a Raul Brasil encare seu trauma por aí, pelo menos não por ora. Na entrevista do secretário, mais do que falar a respeito de pedagogia, boa parte das perguntas dos jornalistas, em tom de cobrança, era sobre medidas de segurança. E no sentido de erguer muros, não de derrubá-los.
É achismo dizer se uma escola aberta ou blindada inibiria um ataque como o de Suzano, assim como não se pode garantir que quadras e debates sobre bullying dariam conta de evitar um crime dessa complexidade. Mas o acolhimento escolar, e disso é difícil duvidar, pode significar melhores oportunidades para crianças e jovens.
A forma como a reforma foi realizada é talvez a maior lição da tragédia. Dos R$ 3,1 milhões gastos, 90% vieram de empresas. Doações para escolas até existem, mas são raras. E a obra na Raul Brasil, pela dimensão e pelo financiamento, é pioneira.
Um chamamento público foi feito pelo governo, com base em um novo regulamento de doações da Procuradoria Geral do Estado, segundo afirmou à coluna Romero Raposo, diretor de projetos especiais da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, braço da secretaria.
Para ele, é um modelo que pode ganhar corpo nos próximos anos. Que as empresas, então, não precisem de tragédias para se mobilizar pela educação.
Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/lauramattos/2020/03/um-ano-depois-o-massacre-em-suzano-deixou-alguma-de-licao.shtml>.
Acesso em 13 mar. 2020
Trata-se de um texto narrativo que é marcado pela sucessão cronológica de ações; assinale a opção que apresenta o vocábulo desse texto que não indica sucessão cronológica.
Obs.: As questões se apoiam em frases do discurso
publicitário ou de propaganda.
“Se nossas cidades não forem ajudadas agora, daqui a pouco elas serão só isso.”
Sobre essa frase, assinale a afirmativa inadequada.
Os gênios são aqueles que dizem muito antes o que se dirá muito depois.
Ramón Gómez De La Serna, escritor espanhol.
Nesse pensamento, a palavra muito é empregada duas vezes, com o mesmo valor que apresenta na seguinte frase:
Texto para a questão.

Internet: <corrreiobraziliense.com.br> (com adaptações).
Analise o trecho a seguir:
“Eu gostaria de saber quem teve a brilhante ideia de pintar a parede.”
O termo sublinhado na frase EXERCE a função de:
Leia o texto para responder a questão.
Exposed nos eSports: os casos de violência sexual, machismo e outros abusos
Efeito MiT: onda de denúncias de comportamentos abusivos choca esporte eletrônico brasileiro
Por Juliano Correa, para o GE
Após a tatuadora Daniela Li ter acusado Gabriel "MiT" de agressão sexual por meio de prints postados no Twitter, uma onda de denúncias nos eSports incluindo violência sexual, abusos, machismo e até pedofilia tomou conta das redes sociais. Os "exposed" agitaram comunidades como League of Legends (LoL) e Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO), por envolverem pró-players e até casters e criadores de conteúdo bastante conhecidos.
Exemplos não faltaram. Além de MiT, o pró-player de CS:GO Fillipe "panccs" foi exposto com prints mostrando-o flertando com uma menina de 15 anos e perseguindo a também atleta Bruna Sobieszczk. Thiago "tinowns", eleito Melhor Atleta do LoL em 2020, recebeu graves acusações de ter um relacionamento abusivo e até ter agredido sua ex-namorada.
Confira alguns casos de exposed nos eSports nesta semana:
Gabriel "MiT" (LoL)
A tatuadora Daniela Li postou um texto no Twitter relatando uma ocasião em que o caster e ex-técnico de LoL Gabriel "MiT" tentou forçá-la a fazer sexo oral nele há seis ou sete anos. A paulistana também afirmou que outras mulheres comentaram ocasiões parecidas envolvendo MiT, como a cosplayer Débora Fuzeti, que respondeu a postagem de Daniela na rede social. Em nota oficial, MiT se desculpou por erros no passado de forma generalizada. A Riot Games afirmou que o caster não fará parte das transmissões do CBLoL 2021.
Filipe "pancc" (CS:GO)
O ex-atleta da Sharks Esports aparece em prints com uma garota de 15 anos, sete anos mais nova que ele, sugerindo relações sexuais entre os dois e inclusive admitindo o quão problemático isso seria. Em outra série de prints, aparece insistindo e perseguindo outra garota, para quem ele teria inventado uma mentira em que teria transado com ela. O pró-player confirmou as acusações e pediu desculpas veementemente em nota oficial, afirmando que se arrependeu. A Sharks declarou que abriu processo interno para apurar os relatos envolvendo o jogador de CS:GO.
[...]
Disponível em https://globoesporte.globo.com/esports/noticia/exposed-nos-esports-os-casos-de-violencia-sexual-machismo-e-outros-abusos.ghtml
Leia o texto para responder a questão.
Exposed nos eSports: os casos de violência sexual, machismo e outros abusos
Efeito MiT: onda de denúncias de comportamentos abusivos choca esporte eletrônico brasileiro
Por Juliano Correa, para o GE
Após a tatuadora Daniela Li ter acusado Gabriel "MiT" de agressão sexual por meio de prints postados no Twitter, uma onda de denúncias nos eSports incluindo violência sexual, abusos, machismo e até pedofilia tomou conta das redes sociais. Os "exposed" agitaram comunidades como League of Legends (LoL) e Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO), por envolverem pró-players e até casters e criadores de conteúdo bastante conhecidos.
Exemplos não faltaram. Além de MiT, o pró-player de CS:GO Fillipe "panccs" foi exposto com prints mostrando-o flertando com uma menina de 15 anos e perseguindo a também atleta Bruna Sobieszczk. Thiago "tinowns", eleito Melhor Atleta do LoL em 2020, recebeu graves acusações de ter um relacionamento abusivo e até ter agredido sua ex-namorada.
Confira alguns casos de exposed nos eSports nesta semana:
Gabriel "MiT" (LoL)
A tatuadora Daniela Li postou um texto no Twitter relatando uma ocasião em que o caster e ex-técnico de LoL Gabriel "MiT" tentou forçá-la a fazer sexo oral nele há seis ou sete anos. A paulistana também afirmou que outras mulheres comentaram ocasiões parecidas envolvendo MiT, como a cosplayer Débora Fuzeti, que respondeu a postagem de Daniela na rede social. Em nota oficial, MiT se desculpou por erros no passado de forma generalizada. A Riot Games afirmou que o caster não fará parte das transmissões do CBLoL 2021.
Filipe "pancc" (CS:GO)
O ex-atleta da Sharks Esports aparece em prints com uma garota de 15 anos, sete anos mais nova que ele, sugerindo relações sexuais entre os dois e inclusive admitindo o quão problemático isso seria. Em outra série de prints, aparece insistindo e perseguindo outra garota, para quem ele teria inventado uma mentira em que teria transado com ela. O pró-player confirmou as acusações e pediu desculpas veementemente em nota oficial, afirmando que se arrependeu. A Sharks declarou que abriu processo interno para apurar os relatos envolvendo o jogador de CS:GO.
[...]
Disponível em https://globoesporte.globo.com/esports/noticia/exposed-nos-esports-os-casos-de-violencia-sexual-machismo-e-outros-abusos.ghtml
Leia o texto para responder a questão.
Dicas para cuidar da saúde mental no trabalho
Como ter uma rotina mais leve e equilibrada mesmo em trabalhos corridos e intensos.
por Camila Silva
A saúde mental no trabalho está diretamente relacionada com a qualidade de vida das pessoas. Engana-se quem acredita que é possível separar profissional do pessoal, afinal, somos um ser por inteiro, que não se divide em partes.
Por isso, criar uma atmosfera de bem-estar no trabalho é primordial para ter uma vida mais leve e feliz em todos os âmbitos. E por isso trouxemos dicas super práticas para você começar a mudar a sua forma de trabalhar. Acompanhe.
5 dicas para cuidar da saúde mental no trabalho
A saúde mental no trabalho pode e precisa começar a ser trabalhada a partir da sua visão de mundo. O autoconhecimento é, sem dúvidas, um ingrediente importantíssimo para garantir o bem-estar. Para tanto, veja as dicas que trouxemos:
1- Reconheça os seus limites e respeite-os
O primeiro passo para garantir o bem-estar no trabalho é justamente reconhecer os seus limites. Muitas pessoas acreditam que conhecer os limites é necessário para fazer de tudo para ultrapassá-los, mas esta ideia pode ser prejudicial para a saúde mental. Afinal, você estará a todo momento criando uma visão de que nunca é o suficiente, e que todos os limites precisam ser o tempo todo ultrapassados. E quando ultrapassados, criarão outros. E isso tudo pode levar ao que chamamos de esgotamento psicológico. É claro que não queremos dizer que você deve simplesmente parar de se desenvolver, mas sim, que você deve respeitar a si mesmo. Não queira, para ontem, evoluções que necessitam de tempo. Além disso, não se compare com outras pessoas que conseguiram mais rápido. Pois cada pessoa possui um tempo e habilidades diferentes, e isso deverá sempre ser levado em conta.
2- As tarefas devem ser listadas de uma forma inteligente
Não adianta cair no erro de simplesmente listar tudo o que precisa ser feito sem nenhum tipo de critério. Isso apenas criará uma atmosfera de “muita coisa pra fazer” e é possível que a procrastinação surja. Portanto, a melhor maneira de vencer uma lista de tarefas é criando algo mais inteligente, onde você separa as suas atividades por prioridade, por exemplo. Intercale tarefas exaustivas com leves, para criar um fluxo de trabalho que não leve a exaustão. Além disso, conheça profundamente os seus prazos e trabalhe considerando-os.
3- Saúde mental no trabalho: Saiba dizer não
Um dos grandes erros cometidos por muitas pessoas é o de não saber dizer “não”. Assim, vão aceitando demandas em cima de demandas, sem se darem conta de que podem estar se sobrecarregando cada vez mais. Sendo assim, sempre que você se deparar com uma atividade que você sabe que ultrapassa limites (lembra deles?), negue. Não tenha medo de negar! Negar uma atividade que sabemos que não daremos conta é muito mais ético do que aceitar e entregar algo mal feito. Pense nisso.
4- Saiba falar sobre o que lhe incomoda
Muitas pessoas possuem o hábito de guardar tudo para si, sejam frustrações ou vitórias. No caso das frustrações, isso pode ser muito prejudicial e atrapalhar a saúde mental no trabalho. Por conta disso, procure sempre falar abertamente sobre o que houve de errado e o que precisa ser melhorado. Não guarde para si as suas dores, e converse de maneira respeitosa sobre novas alternativas. Isso aliviará o seu peso mental e proporcionará bem-estar no trabalho.
5- Entenda a importância da construção em equipe para o bem-estar no trabalho
O bem-estar no trabalho pode ser trabalhado com o auxílio de uma boa equipe. Entenda a importância de delegar funções e usufruir dos pontos fortes de cada um, antes de simplesmente querer “abraçar o mundo”. Ninguém é capaz de fazer tudo sozinho. Saiba respeitar seus limites e use o trabalho em equipe como um meio de fortalecer os resultados. Assim, todos crescem e se desenvolvem juntos.
Disponível em https://noticiasconcursos.com.br/saude/saude-mental-no-trabalho/
Leia o texto para responder a questão.
Dicas para cuidar da saúde mental no trabalho
Como ter uma rotina mais leve e equilibrada mesmo em trabalhos corridos e intensos.
por Camila Silva
A saúde mental no trabalho está diretamente relacionada com a qualidade de vida das pessoas. Engana-se quem acredita que é possível separar profissional do pessoal, afinal, somos um ser por inteiro, que não se divide em partes.
Por isso, criar uma atmosfera de bem-estar no trabalho é primordial para ter uma vida mais leve e feliz em todos os âmbitos. E por isso trouxemos dicas super práticas para você começar a mudar a sua forma de trabalhar. Acompanhe.
5 dicas para cuidar da saúde mental no trabalho
A saúde mental no trabalho pode e precisa começar a ser trabalhada a partir da sua visão de mundo. O autoconhecimento é, sem dúvidas, um ingrediente importantíssimo para garantir o bem-estar. Para tanto, veja as dicas que trouxemos:
1- Reconheça os seus limites e respeite-os
O primeiro passo para garantir o bem-estar no trabalho é justamente reconhecer os seus limites. Muitas pessoas acreditam que conhecer os limites é necessário para fazer de tudo para ultrapassá-los, mas esta ideia pode ser prejudicial para a saúde mental. Afinal, você estará a todo momento criando uma visão de que nunca é o suficiente, e que todos os limites precisam ser o tempo todo ultrapassados. E quando ultrapassados, criarão outros. E isso tudo pode levar ao que chamamos de esgotamento psicológico. É claro que não queremos dizer que você deve simplesmente parar de se desenvolver, mas sim, que você deve respeitar a si mesmo. Não queira, para ontem, evoluções que necessitam de tempo. Além disso, não se compare com outras pessoas que conseguiram mais rápido. Pois cada pessoa possui um tempo e habilidades diferentes, e isso deverá sempre ser levado em conta.
2- As tarefas devem ser listadas de uma forma inteligente
Não adianta cair no erro de simplesmente listar tudo o que precisa ser feito sem nenhum tipo de critério. Isso apenas criará uma atmosfera de “muita coisa pra fazer” e é possível que a procrastinação surja. Portanto, a melhor maneira de vencer uma lista de tarefas é criando algo mais inteligente, onde você separa as suas atividades por prioridade, por exemplo. Intercale tarefas exaustivas com leves, para criar um fluxo de trabalho que não leve a exaustão. Além disso, conheça profundamente os seus prazos e trabalhe considerando-os.
3- Saúde mental no trabalho: Saiba dizer não
Um dos grandes erros cometidos por muitas pessoas é o de não saber dizer “não”. Assim, vão aceitando demandas em cima de demandas, sem se darem conta de que podem estar se sobrecarregando cada vez mais. Sendo assim, sempre que você se deparar com uma atividade que você sabe que ultrapassa limites (lembra deles?), negue. Não tenha medo de negar! Negar uma atividade que sabemos que não daremos conta é muito mais ético do que aceitar e entregar algo mal feito. Pense nisso.
4- Saiba falar sobre o que lhe incomoda
Muitas pessoas possuem o hábito de guardar tudo para si, sejam frustrações ou vitórias. No caso das frustrações, isso pode ser muito prejudicial e atrapalhar a saúde mental no trabalho. Por conta disso, procure sempre falar abertamente sobre o que houve de errado e o que precisa ser melhorado. Não guarde para si as suas dores, e converse de maneira respeitosa sobre novas alternativas. Isso aliviará o seu peso mental e proporcionará bem-estar no trabalho.
5- Entenda a importância da construção em equipe para o bem-estar no trabalho
O bem-estar no trabalho pode ser trabalhado com o auxílio de uma boa equipe. Entenda a importância de delegar funções e usufruir dos pontos fortes de cada um, antes de simplesmente querer “abraçar o mundo”. Ninguém é capaz de fazer tudo sozinho. Saiba respeitar seus limites e use o trabalho em equipe como um meio de fortalecer os resultados. Assim, todos crescem e se desenvolvem juntos.
Disponível em https://noticiasconcursos.com.br/saude/saude-mental-no-trabalho/