Questões de Concurso
Sobre adjetivos em português
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Internet: <www.consumidor.gov.br> (com adaptações).
Com relação às ideias e aos aspectos gramaticais do texto,
julgue o item.
Julgue o item subsequente.
É possível formar advérbios de modo a partir da adição
do sufixo -mente a um adjetivo, como ocorre nas palavras
“rápido” que se torna “rapidamente”.
Julgue o item que se segue.
Advérbios são sempre formados a partir de adjetivos,
adicionando o sufixo -mente. Por exemplo:
advertidamente, objetivamente e simplesmente.
Julgue o item subsequente.
Advérbios são sempre formados a partir de adjetivos,
adicionando o sufixo -mente. Por exemplo:
advertidamente, objetivamente e simplesmente.
Julgue o item subsequente.
Em “Cresça, independente do que aconteça”, ocorre a
adverbialização de um adjetivo, ou seja, um adjetivo é
empregado no lugar de advérbio.
Julgue o item subsequente.
O adjetivo composto deve permanecer invariável quando
o último elemento for um substantivo, como em “paredes
branco-neve”; enquanto, nos compostos formados por
adjetivo + adjetivo, o segundo termo deve concordar
normalmente, a exemplo de “camisas verde-escuras”.
Julgue o item subsequente.
Nas expressões “esculturas DE OURO” e “estratégia DE
GUERRA”, as locuções adjetivas em destaque podem ser
substituídas, respectivamente, pelos adjetivos “áureas” e
“bélica”, sem prejuízo de sentido.
Julgue o item subsequente.
Alguns adjetivos, a depender da posição em relação ao
substantivo, mudam significativamente o seu sentido,
como nas sentenças: “Era um poema simples” e “Era um
simples poema”.
Julgue o item subsequente.
Adjetivos biformes, quanto à flexão de gênero, são
aqueles que possuem uma única forma para se referir ao
masculino ou feminino, a exemplo de “triste”, “breve” e
“simples”.
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.
O direito à água e o dever de preservá-la


(Marcia Castro. Professora de demografia e chefe do Departamento
de Saúde Global e População da Escola de Saúde Pública de Harvard.
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcia-castro/2023/03/odireito-a-agua-e-o-dever-de-preserva-la.shtml. 26.mar.2023)




Texto 1
Professora e linguista com 70 anos no serviço público vê equívoco em termo 'linguagem neutra'
Maria Helena de Moura Neves, 91, atua como docente da pós-graduação em linguística e língua portuguesa na Unesp e defende linguagem inclusiva
Emerson Vicente

Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/ educacao/2022/03/professora-e- linguista-com-70- anos-no-servico-publico-ve-equivoco-em-termo-linguagemneutra.shtml Acesso em 27 dez. 2022. Adaptado.
A INACREDITÁVEL HISTÓRIA DO PRIMEIRO CARRO DE SÍLVIO SANTOS

Pela descrição de Carlos Alberto, primeiro carro de Sílvio Santos era como esse modelo Fotos: Richard Spiegelman - Flickr
Esta história foi contada pelo humorista Carlos Alberto da Nóbrega, no Flow Podcast, como o primeiro carro comprado por Silvio Santos. À época, no ano de 1957 ou 1958, o apresentador do humorístico A Praça é Nossa cursava Direito em Santos, cidade onde o Dodge 1939, almejado pelo jovem Senhor Abravanel, estava à venda.
Ao que a história dá a entender, Sílvio Santos não dirigia naquela época, ou não tinha habilitação, já que Carlos Alberto foi solicitado para levar o Dodge 1939 até a cidade de São Paulo. O primeiro fato surreal é que o hoje milionário,dono do SBT, chegou a Santos a bordo de um ônibus da Viação Cometa por volta das 11 horas.
O Dodge 1939 pertencia ao jogador de futebol Del Vechio, do Santos Futebol Clube, que antecedeu Pelé. Carlos Alberto e Sílvio Santos foram até São Vicente, na Baixada Santista, para comprar o carro. “Quando cheguei na casa dele (Del Vechio), vi o carro e falei “Sílvio, você não vai levar esse carro!, porque ele estava um bagaço”, contou o humorista.
Carlos Alberto disse que o Dodge 1939 era um conversível, mas sequer tinha cor definida: “Não era marrom, era ferrugem. Não tinha cor, mas o Sílvio comprou.” O apresentador da “Praça” não se lembra qual era a moeda vigente na época, muito menos quanto Sílvio Santos pagou pelo “possante”, mas garante que foi muito barato, tipo uns 5 mil.
O carro podia estar em um estado deplorável, mas, no auge dos seus 20 anos, Carlos Alberto tratou de abrir a capota do conversível (manualmente!). Se a ideia era “ficar bonito”, o estado do carro não permitiu tal façanha. “O motor estava ruim e eu falei “Sílvio, esse carro não vai subir a serra'”, temeu.
As portas do Dodge 1939 estavam tão bambas, que Sílvio Santos precisava segurá-las com os braços abertos. Para isso, o jovem Abravanel precisava ficar pertinho de Carlos Alberto no banco inteiriço do veículo. O humorista se lembra que estava na Praia do Gonzaga quando, na frente de um bar, um frequentador viu a cena e soltou um palavrão, contou às gargalhadas.
Mas tudo pode piorar. Eis que começou a chover, com a capota do conversível aberta. “Eu falei pro Silvio que, se a gente parasse o carro, não íamos mais sair. Ele foi para o banco de trás, eu diminuí a marcha, e ele conseguiu fechar”. Ao imaginar essa cena envolvendo Sílvio Santos, os apresentadores do podcast, Igor Coelho e Cris Paiva, deram boas risadas.
O melhor é como essa epopeia acabou. Por incrível que pareça, o carro conseguiu chegar em São Paulo. Carlos Alberto explica que, no fim do Largo do Arouche, onde ficava a Rádio Nacional, destino da dupla, existia uma “cena” de compra e venda de carros. Ao passar ali, Sílvio Santos recebeu uma proposta pelo Dodge 1939.
O jovem Abravanel pediu para Carlos Alberto parar o carro. O comprador perguntou quanto ele queria e Sílvio Santos disse algo como R$ 7 mil. “O cara pagou, nós fomos a pé para a Rádio Nacional e ele ganhou R$ 2 mil em duas horas”, concluiu Carlos Alberto.
Disponível em: https://www.vrum.com.br/aceleradas/silvio-santos-primeiro-carro/ Acesso
em: 02 mar. 2023 (Adaptado)
