Questões de Concurso
Sobre adjetivos em português
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A opção abaixo em que o adjetivo indica uma caracterização, é:
Texto para o item.

Internet:<www.gazetadopovo.com.br>
Julgue o item, relativos à concordância, à pontuação, às classes e ao emprego das palavras no texto.
Na linha 26, a palavra “desinfetante” é empregada como
adjetivo e concorda com o termo a que se refere, o
vocábulo “efeito”, que se classifica como substantivo.
Julgue o item, relativo a aspectos linguísticos do texto.
Estaria mantida a correção gramatical do texto caso o
termo “necessárias” (linha 5) estivesse flexionado no
masculino plural, dada a possibilidade prevista na
gramática normativa de concordância do adjetivo com a
expressão mais próxima – “como empatia, criatividade e
pensamento crítico” (linha 4) –, que contém um
substantivo masculino.
Nesse pensamento, o autor utiliza os adjetivos “fiel e bom” e, em seguida, os substantivos correspondentes “fidelidade” e “bondade”.
A opção abaixo em que os dois adjetivos citados mostram substantivos adequados é:
INSTRUÇÃO: leia o texto abaixo e responda à questão.
Saudades da secretária eletrônica
“Emília tinha quatorze anos quando a vi pela primeira vez. Era uma menina muito feia, mas da fealdade núbil que promete a donzela esplendores de beleza.”
ALENCAR, José de. Diva. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000131 .pdf.
O grau em que o adjetivo “feia” foi empregado no trecho apresentado é o
Leia o texto.
Cafezinho
Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café.
Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:
— Ele foi tomar café.
A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um “cafezinho”. Para quem espera nervosamente, esse “cafezinho” é qualquer coisa infinita e torturante.
Depois de esperar duas ou três horas dá vontade de dizer:
— Bem cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho.
Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago:
— Ele saiu para tomar um café e disse que volta já.
Quando a bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:
— Ele está? alguém dará o nosso recado sem endereço.
Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:
— Ele disse que ia tomar um cafezinho...
Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:
— Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí...
Ah! Fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar.
Quando vier a grande hora de nosso destino nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.
(Rubem Braga)
Leia o texto.
Cafezinho
Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café.
Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:
— Ele foi tomar café.
A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um “cafezinho”. Para quem espera nervosamente, esse “cafezinho” é qualquer coisa infinita e torturante.
Depois de esperar duas ou três horas dá vontade de dizer:
— Bem cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho.
Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago:
— Ele saiu para tomar um café e disse que volta já.
Quando a bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:
— Ele está? alguém dará o nosso recado sem endereço.
Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:
— Ele disse que ia tomar um cafezinho...
Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:
— Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí...
Ah! Fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar.
Quando vier a grande hora de nosso destino nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.
(Rubem Braga)
Assinale a alternativa correta.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados na questão.

Analise as assertivas a seguir considerando a palavra “menosprezo” (l. 19):
I. Esse substantivo pertence à mesma família de palavras do verbo “menosprezar”.
II. Adjetivos relacionados a esse substantivo são “menosprezável” e “menosprezível”.
III. O substantivo pode ser classificado como próprio e abstrato.
Quais estão corretas?
Qual frase apresenta concordância nominal adequada com a palavra “bastante”?
Leia atentamente o texto a seguir, extraído de um dos discursos do Barão do Rio Branco, o patrono da diplomacia brasileira, para responder a questão.
“Ser, como fui desde a adolescência e na idade viril, um estudioso do nosso antigo passado militar;
ter sido, sempre que pude, em outros tempos, tanto
aqui quanto no estrangeiro, um modesto divulgador
de feitos gloriosos da nossa gente portuguesa e brasileira de outrora na defesa e dilatação do território
do Brasil; prezar constantemente os que se dedicam
à carreira das armas, indispensável para a segurança dos direitos e da honra da pátria; tudo isso, meus
senhores, não significa que eu tenha sido ou seja um
‘militarista’, como, no ardor das recentes lutas políticas, me acoimaram às vezes de o ser em alguns
dos combatentes, mal informados dos meus sentimentos e ações. Também todos os meus atos e afirmações solenes no serviço diplomático, continuando
no desempenho das funções que desde alguns anos
exerço, protestam contra as tendências belicosas e
imperialistas que alguns estrangeiros e nacionais me
têm injustamente atribuído. Nunca fui conselheiro ou
instigador de armamentos formidáveis, nem da aquisição de máquinas de guerra colossais. Limitei-me a
lembrar, como tantos outros compatriotas, a necessidade de, após vinte anos de descuido, tratarmos seriamente de reorganizar a defesa nacional seguindo
o exemplo de alguns países vizinhos, os quais em
pouco tempo haviam conseguido aparelhar-se com
elementos de defesa e ataque muito superiores aos
nossos”.
O trecho a seguir foi extraído de um dos discursos do Barão do Rio Branco, o patrono da diplomacia brasileira. Considere-o atentamente para responder a questão.
“O estudo da história nacional é ocupação das mais gratas e tão absorvente para os que por ele se apaixonam, que, às vezes, uma vida inteira se passa em reunir elementos para trabalhos de conjunto, que nem sempre nos julgamos bastante preparados para empreender resolutamente ou cuja execução adiamos seduzidos pelo desejo de novas, mais amplas e contínuas pesquisas. Mas, durante essa longa, prolixa e paciente preparação, em que as descobertas pessoais se multiplicam, enchendo de encanto o investigador, durante o minucioso inquérito a que procedemos sobre os nossos antecedentes sociais e políticos, vai-se formando em nós, primeiro obscuramente e, depois, com evidência e autoridade irrecusáveis, a convicção da grandeza dos nossos destinos no hemisfério americano. Nenhuma recompensa cívica, nenhuma coroa de louros, nenhuma aclamação gloriosa vale esse resultado moral, que é a segurança de que o nosso patriotismo se objetiva dignamente. Diante do pessimismo irredutível dos que veem o mundo através das próprias irritações e tristezas, e mesmo nas horas escuras das nossas fadigas e desalentos pessoais, a confiança nos destinos do Brasil se apresenta como o melhor dos tônicos. Foi ela certamente a que nos amparou nos momentos difíceis com a energia que sempre pôde vencer vaticínios sinistros e infundados, nascidos somente de fatos de passageira realidade”.
(Trecho com adaptações)
O trecho a seguir foi extraído de um dos discursos do Barão do Rio Branco, o patrono da diplomacia brasileira. Considere-o atentamente para responder a questão.
“O estudo da história nacional é ocupação das mais gratas e tão absorvente para os que por ele se apaixonam, que, às vezes, uma vida inteira se passa em reunir elementos para trabalhos de conjunto, que nem sempre nos julgamos bastante preparados para empreender resolutamente ou cuja execução adiamos seduzidos pelo desejo de novas, mais amplas e contínuas pesquisas. Mas, durante essa longa, prolixa e paciente preparação, em que as descobertas pessoais se multiplicam, enchendo de encanto o investigador, durante o minucioso inquérito a que procedemos sobre os nossos antecedentes sociais e políticos, vai-se formando em nós, primeiro obscuramente e, depois, com evidência e autoridade irrecusáveis, a convicção da grandeza dos nossos destinos no hemisfério americano. Nenhuma recompensa cívica, nenhuma coroa de louros, nenhuma aclamação gloriosa vale esse resultado moral, que é a segurança de que o nosso patriotismo se objetiva dignamente. Diante do pessimismo irredutível dos que veem o mundo através das próprias irritações e tristezas, e mesmo nas horas escuras das nossas fadigas e desalentos pessoais, a confiança nos destinos do Brasil se apresenta como o melhor dos tônicos. Foi ela certamente a que nos amparou nos momentos difíceis com a energia que sempre pôde vencer vaticínios sinistros e infundados, nascidos somente de fatos de passageira realidade”.
(Trecho com adaptações)
Frio vai deixar saudade? Saiba quando chega a próxima massa polar
A onda de frio que chegou ao Brasil na última semana começa a perder força. A tempestade subtropical Yakecan se deslocou para o alto-mar e a pressão polar que estava no Sul está se dissipando, o que permitirá a elevação gradual da temperatura.
Quem gosta de ficar embaixo dos cobertores vai ter que esperar até a primeira quinzena de junho para a próxima onda de frio, que promete ser tão intensa quanto a dos últimos dias.
Segundo o site de meteorologia Clima Tempo, em uma previsão estendida, o que pode gerar imprecisões, os modelos meteorológicos indicam que, em meados de junho, há previsão para a chegada de uma nova massa de ar polar.
Ainda de acordo com o site, até o fim de maio, os dias seguem dentro da normalidade. Considerando a época do ano, a previsão é de temperaturas agradáveis também para a região Sul.
"A massa de ar seco atua no centro-sul do Brasil, e os índices de umidade do ar tendem a cair, volta a chover sobre o Rio Grande do Sul ao longo da semana e os dias terão grande amplitude térmica, ou seja, manhãs e noites frias, mas com tardes quentes."
Olívio Bahia, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), disse que "periodicamente, em algum momento, você tem uma entrada de ar frio, como foi o caso agora, parece que a estação fria mesmo começou mais cedo, o que a gente chama de variabilidade anual."
O Norte e o Nordeste ainda terão uma semana com fortes pancadas de chuva, pois a presença da frente fria na região ainda favorece o surgimento de temporais, chamado de "rescaldo".
O Inmet informa que as atualizações das previsões de tempo indicam volumes elevados de chuva. O início desta semana tende a permanecer chuvoso no Nordeste.
(Disponível em:Frio-vai-deixar-saudade-saiba-quando-chega-a-próxima-massa-polar(msn.com). Adaptado.)
'Considerando a época do ano, a previsão é de temperaturas agradáveis também para a região Sul.'
Assinale a opção CORRETA quanto às regras de
acentuação.
Texto 01
PERSISTÊNCIA
A maioria das pessoas está pronta para jogar fora objetivos e propósitos e desistir ao primeiro sinal de oposição ou infortúnio. Algumas continuam, apesar de toda oposição, até atingirem o objetivo. Pode não haver uma conotação heroica na palavra “persistência”, mas ela faz por seu caráter o que o carbono faz pelo ferro – o endurece e transforma em aço.
Aqueles que cultivaram o hábito da persistência parecem protegidos contra o fracasso. Não importa quantas vezes sejam derrotados, no fim alcançam o objetivo. E mais ainda – o conhecimento de que todo fracasso traz nele a semente de uma vantagem equivalente.
As pessoas que aprendem pela experiência a importância da persistência não aceitam a derrota como algo mais que temporário. Vemos que essas pessoas transformam o castigo da derrota em impulso para se esforçarem mais. Mas o que não vemos, o que a maioria nem suspeita, é o poder silencioso, que socorre os que lutam contra o desânimo.
HILL, Napoleon. Quem pensa, enriquece. O Legado. Fundação Napoleon Hill. 2020. p.69-70.
