Questões de Concurso Sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português

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Q370089 Português
Assinale a alternativa, cuja acentuação está correta de acordo com o novo acordo ortográfico da língua portuguesa.
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Q369738 Português
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue os próximos itens.

O emprego do acento gráfico nas palavras “metálica”, “acúmulo” e “imóveis” justifica-se com base na mesma regra de acentuação
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Q369143 Português
A palavra “conteúdo” recebe acentuação pela mesma razão de:
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Q368620 Português
Julgue o item a seguir, relativo às estruturas linguísticas e às ideias do texto acima.

Justifica-se com base na mesma regra de acentuação gráfica o emprego do acento gráfico nos vocábulos “sabíamos” e “procurávamos”.
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Q366022 Português

     A crônica “Filho da dor e pai do prazer”, de Santiago Dias, inicia-se com uma menção ao passado escravocrata: 

     Uma vez, um negro velho contou-me que, no tempo da escravidão, os homens dormiam acorrentados nas barras de ferro que havia nas paredes das senzalas. Depois de trabalhar exaustivamente e maltratados, tinham que se ajeitar para descansar de qualquer maneira naquele lugar sujo e fétido. 

                                                                                      (O Plantador de manhãs. Crônicas. Inédito). 

     Percebe-se a denúncia do tratamento dispensado aos escravos, e a referência à dura realidade a que estavam submetidos na sociedade escravocrata. 

     Se, por um lado, o sofrimento e a insatisfação eram motivo de tristeza, por outro, o samba e a capoeira representavam alegria e prazer. A dualidade dor/ prazer anda lado a lado. Privados da possibilidade de serem donos de si mesmos, os escravos viam, na manifestação cultural afro-brasileira, uma maneira de manter viva sua tradição ancestral. Para tanto, faziam uso de alguns artifícios, como tocar durante a noite e usar instrumentos como código de comunicação, inclusive durante fugas, a fim de enganar os perseguidores que pensavam ser canto de LITERAFRO – www.letras.ufmg.br/literafro pássaros. 

     Assim, os afrodescendentes conseguiam preservar parte de sua cultura. Neste sentido, o samba surge, nas senzalas, como forma de sufocar a dor e o lamento e como forma de resistência, para depois se configurar como manifestação tipicamente afro-brasileira. Por isso, o samba é entendido como “filho da dor e pai do prazer”. 

     O samba, enquanto manifestação cultural afro-brasileira, nasceu da influência de ritmos africanos adaptados para a realidade dos escravos brasileiros e, ao longo do tempo, sofreu transformações de caráter social, econômico e musical até atingir as características conhecidas hoje. É a respeito disso que nos fala Santiago, na crônica citada. Nela, o autor apresenta os elementos que compõem o samba e ao mesmo tempo resgata a identidade cultural dos seus ancestrais, construindo a história desse ritmo através da descrição dos elementos de percussão que o acompanham. 

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à acentuação, assinale a alternativa em que as duas palavras devam ser acentuadas obedecendo às mesmas regras da palavra “DENÚNCIA”.
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Q365363 Português
                        Pensando livremente sobre o livre arbítrio 

                                                                                                Marcelo Gleiser

      Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
      A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
      Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
      A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
      Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
      Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
      Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana. 

                        http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/ 1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.


Apresenta a mesma regra de acentuação da palavra filósofos a expressão
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Q361996 Português
A seguinte frase está redigida com adequada grafia de palavras, correta acentuação e pontuação de acordo com a norma-padrão:
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Q360859 Português
Com relação a aspectos linguísticos e aos sentidos do texto acima, julgue os itens a seguir.

O emprego do acento gráfico nos vocábulos “índice” e “período” justifica-se com base na mesma regra de acentuação gráfica
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Q359002 Português
Assinale a alternativa que não apresenta palavras acentuadas pela mesma regra de acentuação.
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Q2926053 Português

Texto I

A farra dos sacos plásticos

O Brasil é definitivamente o paraíso dos sacos plásticos. Todos os supermercados, farmácias e boa parte do comércio varejista embalam em saquinhos tudo o que passa pela caixa registradora. Não importa o tamanho do produto que se tenha à mão, aguarde a sua vez porque ele será embalado num saquinho plástico. O pior é que isso já foi incorporado na nossa rotina como algo normal, como se o destino de cada produto comprado fosse mesmo um saco plástico. Nossa dependência é tamanha, que quando ele não está disponível, costumamos reagir com reclamações indignadas.

Quem recusa a embalagem de plástico é considerado, no mínimo, exótico. Outro dia fui comprar lâminas de barbear numa farmácia e me deparei com uma situação curiosa. A caixinha com as lâminas cabia perfeitamente na minha pochete. Meu plano era levar para casa assim mesmo. Mas num gesto automático, a funcionária registrou a compra e enfiou rapidamente a mísera caixinha num saco onde caberiam seguramente outras dez. Pelas razões que explicarei abaixo, recusei gentilmente a embalagem.

A plasticomania vem tomando conta do planeta desde que o inglês Alexander Parkes inventou o primeiro plástico em 1862. O novo material sintético reduziu os custos dos comerciantes e incrementou a sanha consumista da civilização moderna. Mas os estragos causados pelo derrame indiscriminado de plásticos na natureza tornou o consumidor um colaborador passivo de um desastre ambiental de grandes proporções. Feitos de resina sintética originadas do petróleo, esses sacos não são biodegradáveis e levam séculos para se decompor na natureza. Usando a linguagem dos cientistas, esses saquinhos são feitos de cadeias moleculares inquebráveis, e é impossível definir com precisão quanto tempo levam para desaparecer no meio natural.

No caso específico das sacolas de supermercado, por exemplo, a matéria-prima é o plástico filme, produzido a partir de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD). No Brasil são produzidas 210 mil toneladas anuais de plástico filme, que já representa 9,7% de todo o lixo do país. Abandonados em vazadouros, esses sacos plásticos impedem a passagem da água – retardando a decomposição dos materiais biodegradáveis – e dificultam a compactação dos detritos.

(André Trigueiro. Meio ambiente no século XXI. Editora Sextante, 2003. Disponível em: www.mundosustentavel.com.br – Adaptado.)

As palavras a seguir são acentuadas pela mesma razão, EXCETO:

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Q2818053 Português

Leia o texto que se segue e responda às questões de 01 a 10.


Na China, população troca garrafas PET por passe livre no metrô


01 Já pensou trocar as garrafas PET que iriam direto para o lixoreciclável, por favor – por uma viagem

02 de metrô “na faixa”? Essa é a mais nova realidade dos moradores de Pequim, na China.

03 Máquinas instaladas em duas estações da capital, Jinsong e Shaoyaoju, coletam o material reciclável e,

04 em troca, dão créditos aos usuários do metrô, que podem usá-los para comprar passagens. Cada PET

05 depositada no equipamento vale entre US$ 0,15 e US$ 0,50, de acordo com o tamanho e tipo da garrafa.

06 A ideia é estimular o uso do transporte público na capital chinesa – e, assim, diminuir os índices de

07 congestionamento e poluição – e, ainda, incentivar a prática da reciclagem entre a população. Todo o

08 material coletado nas estações do metrô é enviado para uma central de processamento, que utiliza o plástico para

09 outros fins.

10 As máquinas que trocam PETs por bilhetes de metrô ainda estão em fase de teste, mas, se a iniciativa

11 der certo, a ideia é expandi-la para toda a rede metroviária de Pequim e, também, para a rede de ônibus.


(SPITZCOVSKY, Débora. Revista Super Interessante. http://super.abril.com.br/ - Acesso em 13.08.13)

Quanto à acentuação é CORRETO afirmar que a palavra “ônibus” (linha 11) é acentuada pela mesma razão que

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Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: TCE-BA Prova: FGV - 2013 - TCE-BA - Agente Público |
Q1637284 Português
“As políticas regional e de coesão europeias têm como objetivo fazer face a estes desafios”.
Assinale a alternativa que mostra um comentário inadequado sobre os componentes desse segmento do texto.
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Q1286153 Português
Políticos devem ouvir com mais atenção os cidadãos,
pondera leitor
Leitor Éderson Garin Porto
De Porto Alegre (RS)
    1.§ As instituições estatais evoluíram, a sociedade evoluiu, mas as relações mantidas entre si continuam praticamente as mesmas. Vivemos uma era em que as relações interpessoais, assim como as relações entre o Poder Público e o cidadão cada vez mais desenvolvem-se com o apoio da tecnologia da informação.
     2.§ No entanto, em que pese a verificada evolução, Estado e indivíduo ainda se relacionam como no medievo, servindo a tecnologia apenas como veículo para manutenção do mesmo modelo de relacionamento.
     3.§ A Constituição de 1988 colocou o cidadão no centro do ordenamento jurídico e o bem de todos foi alçado à condição de objetivo fundamental do nosso país. Se o Estado existe para servir o cidadão e buscar a realização dos objetivos inscritos no artigo 3° da Constituição, como explicar que a relação entre Estado e indivíduo seja vista de uma perspectiva verticalizada, de cima para baixo, na qual o Estado sujeita o cidadão aos seus desígnios?  
     4.§ Dois exemplos ilustram esta relação engessada e submissa: o calvário do atendimento realizado pelo INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) e as marcações de consultas pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Em ambos os casos, a tecnologia antes referida não é utilizada e quando aplicada serve para manter o modelo de relação medieval.
   5.§ Não obstante o Estado disponha de recursos tecnológicos e os administradores conheçam os problemas -- nas eleições todos os candidatos sabem como resolver estes problemas, diga-se de passagem --, o ser humano é visto apenas como um número ou, em linguagem mais moderna, como um byte.  
    6.§ Não se pode admitir que a evolução tecnológica experimentada pela sociedade não seja capaz de aplacar com a espera dos brasileiros por perícia médica para receber benefícios da previdência, assim como não se pode conceber que os hospitais e postos de saúde não consigam gerir, com o uso da tecnologia, as demandas por tratamento médico.
    7.§ Se o homem já é capaz de pilotar um veículo não tripulado na Lua, se a medicina já dispõe de tecnologia para operar à distância, não se pode conceber que os gestores públicos não consigam organizar o atendimento num posto de saúde. O que se observa no dia a dia é que os recursos de informática são utilizados para cultivar a mesma forma de relacionamento feudal. Os gestores ficam encastelados e distantes da população, despreocupados em ouvir a população, sujeitando-as às filas reais ou virtuais.
    8.§ Propõe-se, pois, menos bytes e mais humanidade. Menos formalidades e mais diálogo. Muitos problemas poderiam ser facilmente resolvidos se o Estado fosse capaz de ouvir, isto é, se tivesse vontade política e treinamento para bem atender a população, estabelecer um diálogo e encaminhar solução aos problemas.
    9.§ Por estes motivos é que se espera a construção de uma relação dialógica (fundada no diálogo) entre administração e cidadão, em atenção à dignidade humana, valor fundamental do nosso país.
http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/meuolhar/1184352-politicos-devem-ouvir-com-mais-atencao-os-cidadaos-ponderaleitor.shtml
Assinale a expressão que está escrita corretamente.
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Ano: 2013 Banca: CETRO Órgão: Prefeitura de Campinas - SP
Q1235830 Português
Bactérias resistentes abrem a possibilidade de uma era pós-antibióticos "O mundo está prestes a perder essas curas milagrosas", já disse a diretora da OMS (Organização Mundial da Saúde), Margaret Chan, sobre os antibióticos. Chan se referiu a um futuro tenebroso, no qual infecções comuns não terão cura. É o que especialistas chamam de era pós-antibióticos. Esses remédios têm como alvo as bactérias, mas esses micro-organismos sempre acham uma forma de sobreviver e se tornarem resistentes, o que pede o uso de novos medicamentos. Por isso, antibióticos têm um tempo determinado de validade. O problema é que o arsenal terapêutico e o desenvolvimento de novas drogas só diminuíram nas últimas décadas. A última classe de antibióticos foi descoberta em 1987. O mau uso dos antibióticos (seja sem necessidade ou por tempo e dose incorretos) e o maior tráfego global de bactérias resistentes pioram o cenário. Neste ano, um relatório dos Centros de Controle de Doenças dos EUA chamou a atenção para o problema da gonorreia resistente às cefalosporinas, classe de antibióticos usados no tratamento dessa doença sexualmente transmissível. Para retardar o surgimento de uma superbactéria resistente, os CDCs (Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos) mudaram as diretrizes do tratamento, que agora deve combinar um remédio oral e outro injetável. As bactérias causadoras da tuberculose também geram preocupação, assim como a KPC, resistente à maioria dos medicamentos e que, normalmente, atinge pessoas hospitalizadas. Na semana passada, o Hospital de Clínicas da Unicamp anunciou que teve 11 casos de infecções pela KPC entre dezembro e março. Mariana Versolato. http://www1.folha.uol.com.br. Adaptado.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação às regras de acentuação, assinale a alternativa cujas palavras devam ser acentuadas, respectivamente, obedecendo às mesmas regras dos vocábulos destacados no período abaixo.  O problema é que o arsenal terapêutico e o desenvolvimento de novas drogas diminuíram nas últimas décadas.
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Q1213502 Português
Observe a sílaba tônica destacada nestas palavras: dedo – árabe – álbum Indique o item em que a sílaba tônica das palavras esteja na mesma posição das relacionadas acima: 
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Ano: 2013 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Tijucas - SC
Q1211465 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas corretamente.
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Ano: 2013 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1199929 Português
Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...
Luíz Fernando Veríssimo   Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito: “Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes”. No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:       – Quem será que estava atrapalhando o meu progresso?       – Ainda bem que esse infeliz morreu!       Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, eles engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.        A pergunta ecoava na mente de todos: “Quem está nesse caixão”? No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. “SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA.”        O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando “você muda”.
Adaptado de http://pensador.uol.com.br/frase/MTQ4Mjcw/
Assinale a alternativa em que a palavra apresentada é uma paroxítona. 
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Ano: 2013 Banca: FEPESE Órgão: EMASA-SC
Q1196453 Português
Quando a chuva cessava e um vento fino franzia a tarde tímida e lavada, eu saía a brincar pela calçada, nos meus tempos felizes de menino.
Fazia, de papel, toda uma armada; e, estendendo o meu braço pequenino, eu soltava os barquinhos, sem destino, ao longo das sarjetas, na enxurrada…
Fiquei moço. E hoje sei, pensando neles, que não são barcos de ouro os meus ideais: são feitos de papel, são como aqueles, perfeitamente, exatamente iguais… – Que os meus barquinhos, lá se foram eles! Foram-se embora e não voltaram mais.
Guilherme Almeida

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ). 
(   ) A acentuação nas palavras “pretérito”, advérbio” e “saía” justificam-se pelas seguintes normas: palavra paroxítona, palavra proparoxítona terminada em ditongo crescente e “i” do hiato, respectivamente. 
(   ) Se a frase “Fiquei moço” fosse passada para o futuro do presente, teríamos a seguinte construção: “ Ficarei moço”. 
(   ) “Armada” é antônimo de “frota”.
(   ) Se na frase “ um vento fino franzia a tarde tímida e lavada”, o verbo “franzir” fosse trocado por “sacudir”, obrigatoriamente a expressão “a tarde” deveria ser escrita assim: “à tarde”, ou seja, com o sinal indicativo da crase no “a” que seria a contração do artigo “a” com a preposição “a”. 
(   ) Os ideias de menino do narrador do texto são comparados a barcos de papel, ou seja, se desfizeram, não foram perenes. 
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CESGRANRIO Órgão: LIQUIGÁS
Q1194067 Português
A frase em que a palavra em negrito está acentuada de acordo com a norma-padrão é:
Alternativas
Q1001276 Português
As palavras nuvens e margens não são acentuadas pela mesma razão que:
Alternativas
Respostas
5701: D
5702: E
5703: A
5704: C
5705: D
5706: B
5707: A
5708: C
5709: A
5710: E
5711: C
5712: B
5713: C
5714: B
5715: D
5716: A
5717: A
5718: C
5719: D
5720: B