Questões de Concurso
Sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português
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Sobre as novas regras do Acordo Ortográfico, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
I. Não se acentuam graficamente os ditongos representados por “ei” e “oi” da sílaba tônica das palavras paroxítonas.
II. É facultativo assinalar com acento agudo as formas verbais de pretérito perfeito do indicativo, do tipo “amámos”, “louvámos”, para as distinguir das correspondentes formas do presente do indicativo.
III. Assinalam-se com acento circunflexo, obrigatoriamente, “pôde” (3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo), que se distingue da correspondente forma do presente do indicativo “pode”.
“A grande maioria das pessoas acredita que definir o que seja uma “língua” é algo fácil e cômodo [...]”
Entre as palavras destacadas nas alternativas a seguir, assinale a que não é acentuada pela mesma regra de acentuação da palavra destacada no trecho anterior.
Leia o cartum abaixo para responder à questão:

Assinale a alternativa que apresenta a razão pela qual essa palavra é acentuada.
Relativamente ao seguinte fragmento do texto, avalie as afirmações subsequentes, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
Hoje é impre__indível que a empresa tenha um diálogo constante com sua contabilidade, pois esta será impre__indível na melhor decisão do caminho a tomar no negócio. (l. 22-24).
( ) A lacuna tracejada das duas ocorrências do vocábulo impre__indível fica corretamente preenchida por c.
( ) A palavra diálogo, sem o acento gráfico, altera a classe gramatical, passando de substantivo a verbo, assim como ocorre com negócio.
( ) A oração a tomar no negócio, ao ser desenvolvida, assumiria a forma que tome-se.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

(In http://tribunadoceara.uol.com.br/opiniao/flavia-castelo/flavia-castelo-a-amiga-sou-eu/.Acesso em 21/09/17).


Yuval Noah Harari. Sapiens – uma breve história da humanidade.
Trad. Janaína Marcoantonio. 22.ª ed. Porto Alegre: L&PM,
2017, p. 286-287 (com adaptações).
I – júri / mártir / látex / fórceps / substância. II – bainha / juízes / países / balaústre / feiura. III – herói / heroico / pastéis / troféus / esferoide. IV – álibi / códigos / incômodo / último / incrédulo.
Podemos concluir que está correto o que se apresenta em:
Sempre é hora de refletir sobre segurança no trânsito.
Observatório Nacional de Segurança Viária elegeu maio como o mês da segurança no trânsito e, a exemplo do que é feito nos meses de outubro e novembro, quando a sociedade em geral é convidada a refletir sobre as formas de prevenção dos cânceres de mama e de próstata, a proposta é pensar como cada cidadão pode contribuir para reduzir as preocupantes estatísticas de mortes causadas por acidentes de trânsito.
Embora o discernimento sobre a importância de preservar comportamentos seguros no trânsito deva estar presente nos 365 dias do ano, a sugestão do Maio Amarelo, de convocar cidadãos, empresas e órgãos públicos a repensar seu papel no combate a essa, que é uma das maiores causas de morte no Brasil, é louvável.
De acordo com dados do DPVAT, cerca de 50 mil pessoas por ano perdem a vida em acidentes, isso sem falar daquelas ocorrências que, embora não sejam fatais, afastam as pessoas de suas atividades profissionais e, muitas vezes, dos seus papeis com a família.
As estatísticas são alarmantes e se destacam no cenário mundial, o que nos leva a crer que há no Brasil um problema cultural no que diz respeito a garantir a própria segurança ao trafegar por ruas e rodovias. Por algum motivo, somos relapsos com a nossa integridade física e precisamos ser constantemente alertados sobre isso. Uma palavra-chave para mudar esse cenário é perseverança. Programas estruturados de segurança viária, que utilizem sistematicamente ações de engenharia, operacionais, de fiscalização e de educação, são fundamentais para conseguir a atenção dos motoristas.
Assim como são importantes políticas públicas que estabeleçam maior rigor na formação e contínua preparação dos condutores, especialmente os profissionais que, muitas vezes, abusam do tempo de direção na estrada, descuidam da saúde e nem sempre têm o conhecimento adequado de todos os componentes de segurança hoje embarcados nos veículos pesados.
Às empresas que administram rodovias, órgãos responsáveis por vias públicas e governos, é essencial perseverar em programas com estas características e acompanhar a evolução dos tempos. Não se pode ignorar todos os avanços tecnológicos que surgiram para facilitar a comunicação humana e o quanto todos nós, cidadãos, gostamos de estar plenamente conectados a todo momento e em todo lugar.
Aos cidadãos em geral, motoristas, ciclistas e pedestres, é importante ter consciência de que estamos dividindo um espaço público, no qual existem regras de convivência que precisam ser respeitadas. É fundamental que todos se preparem para o trajeto que irão fazer, seja ele de cinco ou 500 quilômetros, e tenham plena consciência de suas ações enquanto dirigem. Rodovia, por melhor que seja não é lugar de eliminar atrasos. O tempo precisa ser calculado de acordo com as normas existentes e com as condições de tráfego no momento.
Nesse ponto, uma reflexão que vale a pena ser feita é como todos nós, tão contagiados pelas mudanças tecnológicas que nos permitem acesso às mais variadas informações, podemos usar isso ao nosso favor e não contra a nossa segurança.
Planejar bem uma viagem e, por meio de aplicativos e redes sociais, saber previamente como está a condição do trecho pelo qual vamos passar, calcular o tempo de chegada e conhecer a melhor opção de caminho antes de iniciar a viagem é, hoje em dia, uma realidade que seria digna de filmes de ficção há 20 anos. Podemos e devemos usar tudo isso a nosso favor. Basta discernimento e consciência.
(CASSANIGA, José Carlos. Gazeta do Povo, Artigo, 27
de julho de 2015. Retirado do site <http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/sempree-hora-de-refletir-sobre-seguranca-no-transitoep4nl7ni64v50kq1mmdh9p186> em 29/07/2017).

Em relação ao fragmento do texto destacado abaixo, analise as afirmações que seguem, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.
vida útil média dos homens aumentou 9,2
anos durante quatro décadas.
( ) Os vocábulos útil e média, sendo proparoxítonos, recebem acento gráfico por terem terminações diferentes; o primeiro l; o segundo, ia.
( ) A palavra décadas é acentuada por possuir três sílabas.
( ) anos e quatro são palavras que pertencem à mesma família.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


