Questões de Concurso Sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português

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Q2053046 Português
Considerando o uso adequado da acentuação gráfica, julgue as assertivas e, na sequência, assinale a alternativa correta: 
I - Meio ambiente pode ser definido como o conjunto das condições biológicas, físicas e químmicas ou conjunto de circunstâncias culturais, econômicas, morais e sociais em que vivem os indivíduos.  II - Assistindo ao vídeo, você poderá ter idéias incríveis e também terá a oportunidade de comprá-lo por um preço baixíssimo.  III - A saúde pública requer o controle da incidência de surtos epidêmicos, através da vigilância sanitária.  IV - Reis, raínhas, príncipes e princesas: esse é o princípio da família dos contos de fadas legítimos, apesar das críticas contemporâneas. 
Alternativas
Q2052180 Português

Mitos da criminalidade juvenil no Brasil

Marília Rovaron


Propostas de emenda à Constituição que reduzem a maioridade penal e projetos de lei que ampliam o tempo de internação de adolescentes envolvidos em crimes hediondos têm reaparecido nas pautas do Senado brasileiro. A análise dessa complexa questão demanda, porém, um conhecimento mais objetivo da realidade dos atos infracionais praticados por adolescentes em relação ao problema da violência no Brasil. Muitos mitos circundam o debate acerca da autoria de jovens na criminalidade urbana, sendo três deles mais ce ntrais nas discussões.

O primeiro mito aponta uma criminalidade crescente e descontrolada, praticada por crianças e adolescentes, contrariando as estatísticas oficiais que, na verdade, revelam um hiperdimensionamento na apresentação das violências praticadas por jovens, se comparadas às praticadas por adultos. No ano de 2012, por exemplo, só 8,4% dos homicídios registrados no país foram cometidos por adolescentes. E, no ano de 2010, das 8.686 crianças e adolescentes assassinados no Brasil, 2,5% das mortes foram cometidas por adolescentes, segundo o estudo Porque dizemos não à redução da maioridade penal, de 2013, da Fundação Abrinq. Portanto, ao contrário do que afirma a opinião pública, é baixa a proporção de jovens que cometem atos infracionais graves, como os homicídios. E o mesmo se observa em roubo e tráfico.

O segundo mito associa a pobreza à criminalidade, determinando o risco que as crianças e os adolescentes pobres oferecem à sociedade, como criminosos em potencial. Diversas pesquisas comprovam a participação de jovens de diferentes classes sociais em atos infracionais. O que importa considerar, nesses casos, são os encaminhamentos dados: a diferenciação entre dependente químico e traficante é um exemplo claro dos tipos de tratamento possíveis aos sujeitos a partir de recortes de cor, classe social e região de moradia.

O terceiro mito sustenta que há uma passividade do Estado frente às ações consideradas criminosas praticadas por jovens, reforçando o desejo de grande parte da sociedade por uma menor tolerância no trato com crianças e adolescentes autores de ato infracional, desconsiderando, assim, os índices crescentes das medidas socioeducativas no país, sobretudo das medidas privativas de liberdade.

As simplificações das justificativas normalmente empregadas na defesa por mais punição aos jovens envolvidos (ou em risco de se envolver) em atos criminais parecem sempre mover a atenção para os indivíduos e não para as estruturas sociais. É quando o papel da punição na política criminal contemporânea adquire força e capilaridade no tecido da sociedade, afetando um público-alvo específico e legitimado por uma sociedade conivente com o recrudescimento de um sistema que se mostra seletivo em suas punições. Apesar da gravidade de acontecimentos violentos no país, deve-se ressaltar que, do total de adolescentes em conflito com a lei, apenas 8,4% cometeram homicídios. A maioria dos delitos juvenis é roubo, seguido por tráfico. Sabemos também que a maioria dos adolescentes em conflito com a lei já abandonou a escola ainda no Ensino Fundamental e que é imensa a dificuldade daqueles que estão cumprindo medidas socioeducativas, principalmente em liberdade assistida, em retomar seus estudos.

Ao mesmo tempo, não existem indícios suficientes de que aumentar a repressão e o rigor das medidas socioeducativas em si seja o bastante para reduzir a criminalidade e os homicídios. Ao contrário, dados do Conselho Nacional de Justiça atestam que 70% dos egressos do sistema prisional retornam a ele por reincidirem. Assim, a extensão dessa situação às infrações juvenis 

— ou seja, mais encarceramentos de adolescentes — não amenizará os índices de crimes cometidos por eles no país.

É dever do Estado aprimorar e ampliar as políticas sociais que amparam a juventude vulnerável. E é, sobretudo, a ausência dessas políticas que gera as condições de vulnerabilidade, empurrando os adolescentes para a criminalidade. Desse modo, a simples ausência de universalidade de direitos fundamentais, como o direito à moradia, à educação, à saúde, à inserção produtiva qualificada, já se constitui em violência contra a infância e a adolescência.

Nos sistemas judiciário, executivo e legislativo, ainda está bem presente a “lógica menorista” (visão antiga que ainda considera crianças e adolescentes “objetos do direito”, assujeitados, em situação irregular, e não sujeitos em desenvolvimento, que demandam proteção, respeito e autonomia), e pouco avançamos em leis que permitem saltos nessa visão. Debatemos a ineficácia de um Estatuto da Criança e do Adolescente que nem sequer foi implantado por completo e opinamos sobre a redução da maioridade penal, esquecendo -nos de que as causas da questão social continuam intocáveis em praticamente todas as esferas.

A efetivação da mudança de paradigma no sistema de justiça juvenil exige uma transformação coletiva na mentalidade da sociedade para que a opinião pública aprofunde as reflexões acerca da cultura punitiva e possa, assim, vislumbrar novas formas de sociabilidade, pautadas na liberdade. Da mesma forma que à lei não pode ser atribuído o papel de salvar a humanidade, o cárcere não resolverá as desigualdades sociais que marcam tão profundamente as vidas dos jovens e sua busca por sobrevivência, expressão, visibilidade e ascensão social.


Disponível em: <www.cartaeducacao.com.br>. Acesso em: 14 dez. 2017. [Adaptado]

São vocábulos acentuados pela mesma regra:
Alternativas
Q2049628 Português
Assinale a alternativa em que as palavras são acentuadas pela mesma regra de acentuação que a palavra COLÔNIA:  
Alternativas
Q2047879 Português
Para responder a essa questão, assinale APENAS UMA ÚNICA alternativa correta e marque o número correspondente na Folha de Respostas.   


A alternativa que apresenta justificativa correta para a acentuação da palavra “matéria” (L.7) é:
Alternativas
Q2047877 Português
Para responder a essa questão, assinale APENAS UMA ÚNICA alternativa correta e marque o número correspondente na Folha de Respostas.   


As palavras “país” (L.15), “invejável” (L.4) e “mundo” (L.8) são respectivamente: 
Alternativas
Q2047870 Português
Para responder a essa questão, assinale APENAS UMA ÚNICA alternativa correta e marque o número correspondente na Folha de Respostas.   


Constitui uma afirmação CORRETA sobre o que se afirma em
Alternativas
Q2046441 Português
Sobre acentuação gráfica, analise o seguinte fragmento do texto: ‘Gás natural é todo hidrocarboneto que permaneça em estado gasoso nas condições atmosféricas normais, extraído diretamente a partir de reservatórios petrolíferos ou gaseíferos, cuja composição poderá conter gases úmidos, secos e residuais’.

   I. Os vocábulos gás e é são acentuados em virtude da mesma regra.  II. O acento utilizado na palavra úmido justifica-se pela regra que determinada o acento dos hiatos. III. Nenhuma das palavras do fragmento, sem o acento gráfico, se constitui em outro vocábulo da língua portuguesa.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2045857 Português
Qual dos seguintes vocábulos, sem o uso do acento gráfico, NÃO se constitui em palavra da Língua Portuguesa? 
Alternativas
Q2045846 Português
Assinale a alternativa cuja palavra, no que concerne à ortografia e ao uso de acento gráfico, preenche corretamente a lacuna da linha 12.
Alternativas
Q2044737 Português
         Escola de aldeia indígena na região do Rio Arapiuns ganha biblioteca 

O “Espaço de Leitura Aldeia Nova Vista” é a realização de um sonho da indígena Luanna Oliveira, de 24 anos de idade.   

          Na semana em que se comemoram o dia do livro e o do  indígena,  18  e  19  de  abril,  a  Escola  Nossa  Senhora  de Fátima da aldeia Nova Vista, situada à margem esquerda do Rio Arapiuns, no município de Santarém, oeste do Pará,  foi presenteada com  sua primeira biblioteca. A instituição  tem turmas  da  alfabetização  ao  9.º  ano  e  de  ensino  médio modular.
 O acervo conta com 739 livros de literatura, sendo 410 obras doadas pelo Projeto Livro Solidário, da Imprensa Oficial do estado, que, pela primeira vez, chegou a uma comunidade indígena.  Nova  Vista  fica  bem  distante  da  cidade  de Santarém,  cerca  de  8  horas  de  barco,  e  abriga  em  torno de 56 famílias indígenas que habitavam a região do Arapiuns.

 A biblioteca é a  realização de um sonho da indígena Luanna Oliveira, de 24 anos de idade, que, em 2017, durante a graduação em Letras, passou a fazer parte do grupo Lelit da Universidade  Federal  do  Oeste  do  Pará  (Ufopa).  Sob  a orientação  dos  professores  Zair  Henrique  e  Percival  Leme Britto,  a  então  universitária  desenvolveu  o  projeto  de pesquisa da biblioteca que hoje se tornou realidade na aldeia.

       Luanna concluiu a graduação e ingressou este ano no mestrado  em  educação  pela  Ufopa,  mas  continuou desenvolvendo o projeto na comunidade com o objetivo de proporcionar às crianças de Nova Vista um espaço de leitura onde a realidade e o imaginário se encontram. “A escola da comunidade  não  possui  biblioteca  nem  ponto  de  Internet (está instalada uma antena, mas não tem viabilidade para o sinal de Internet). A maioria dos professores não pertence à comunidade”, pontuou. 
  Segundo  a  indígena,  a  falta  de  leitura  dificulta  a trajetória escolar e acadêmica de muitos jovens da aldeia. “A educação  dentro  da  aldeia  não  é  suficiente  para prepará‐los e a migração para o meio urbano é frustrante em alguns casos”, acrescentou. 
         Com  o  espaço,  a  pesquisadora  pretende  ampliar  o leque  de  oportunidades  para  as  crianças  da  aldeia  e contribuir para eternizar uma cultura que está presente no dia a dia dos paraenses. 

Internet: <g1.globo.com> (com adaptações).
Acerca  do  trecho  “O  acervo  conta  com  739  livros  de  literatura,  sendo  410  obras  doadas  pelo  Projeto  Livro  Solidário, da Imprensa Oficial do estado, que, pela primeira  vez, chegou a uma comunidade indígena.” (linhas de 8 a 11),  assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2044629 Português
Assinale a alternativa que traz, respectivamente, uma palavra paroxítona e uma proparoxítona:
Alternativas
Q2040252 Português
Assinale a alternativa que traz, respectivamente, uma palavra proparoxítona e uma oxítona: 
Alternativas
Q2038937 Português

Uma das coisas mais inteligentes que um homem e uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se você souber que não sabe algumas coisas. Pior do que não saber é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, uma ação coletiva eficaz. Por isso, a expressão “não sei” é um sinal de inteligência. Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de reinventar, não é capaz de fazer de outro modo; só é capaz de repetir. Claro, você não pode ser alguém que só tem dúvidas, mas não tê-las é sinal de tolice. “Será que estou fazendo do melhor modo? Da maneira mais correta? Será que estou fazendo aquilo que deve e pode ser feito?” 

    Só seres que arriscam erram. Não confunda erro com negligência, desatenção e descuido. Ser capaz de arriscar é uma das coisas mais inteligentes para mudar. Quem inventou a lâmpada elétrica de corrente contínua foi Thomas Edison, sabemos. O que nem sempre se tem ideia é que ele fez 1.430 experiências antes de chegar à lâmpada que deram errado. Ele inclusive registrou: inventei 1.430 modos de não fazer a lâmpada. Porque é muito importante também saber o que não fazer. Ele aprendeu que o fracasso não acontece quando se erra, mas quando se desiste face ao erro.

       Num mundo competitivo, para caminhar para a excelência é preciso fazer o melhor, no lugar de, vez ou outra, contentar-se com o possível. E isso exige humildade e exige que coloquemos em dúvida as práticas que já tínhamos. Só quem acha que já sabe acaba caindo na armadilha perigosa que é não dar passos adiante.

       Qual o contrário de humildade? Arrogância. Gente arrogante é gente que acha que já sabe, que não precisa aprender, que costuma dizer: “Há dois modos de fazer as coisas, o meu ou o errado. Escolha você”. Arrogância é um perigo porque ela altera inclusive a nossa capacidade de aprender com o outro, de entrar em sintonia. Bons músicos não fazem uma boa orquestra a menos que eles tenham sintonia. E essa sintonia vem quando as pessoas respeitam a atividade que o outro faz e querem atuar de forma integrada. Se há uma coisa que liquida uma orquestra é arrogância.

        Por que com empresa seria diferente?


CORTELLA, M. S. Qual é a tua obra? Inquietações propositivas sobre

gestão, liderança e ética. 11. ed. p. 28-31. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. Adaptado.


Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), com base no texto.
( ) Na primeira frase do texto, a forma verbal “é” pode ser substituída por “são”, em concordância verbal com o sujeito composto, de acordo com a norma culta da língua. ( ) As palavras “excelência”, “possível” e “contínua” seguem a mesma regra de acentuação gráfica: são paroxítonas terminadas em ditongo crescente. ( ) As palavras “dúvida”, “lâmpada”, “elétrica” e “tínhamos” seguem a mesma regra de acentuação gráfica: são proparoxítonas. ( ) A construção “mas não tê-las é sinal de tolice” (1º  parágrafo) pode ser reescrita, em conformidade com a norma culta da língua, como “mas não as ter é sinal de tolice”. ( ) Em “Será que estou fazendo aquilo que deve e pode ser feito?” (1º  parágrafo), as formas verbais “deve” e “pode” significam, respectivamente, possibilidade e obrigatoriedade.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q2028958 Português
 Analise as afirmativas a seguir:

  I. As palavras “eletrodomésticos” e “técnicos” foram acentuadas porque são proparoxítonas.  II. A palavra “assembleia” não é acentuada porque é paroxítona com ditongo aberto “ei”. III. A palavra “saúde” é acentuada porque possui um ditongo. IV. A palavra “juiz” não é acentuada, mas “juízes” recebe o acento agudo.

Assinale a opção cuja afirmativa está INCORRETA:
Alternativas
Q2013899 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

Saúde e felicidade são sinônimos

São duas décadas dedicadas à alimentação saudável e a conclusão é: comer de maneira adequada é o primeiro passo para uma vida plena. Essa é a maior lição defendida pelo pesquisador e consultor de gastronomia funcional, Flávio Passos. Ele esteve em Londrina apresentando a palestra “Saúde e Felicidade”, que abordou os caminhos para fazer da alimentação a principal fonte de energia para encarar a rotina. Todo esse conhecimento tem como ponto de partida a própria experiência.

Passos dedicou um longo tempo ao tema até ser considerado, atualmente, o “guru” da gastronomia. Cerca de vinte anos atrás, ele refletiu sobre a frase “faça do seu alimento o seu remédio”, do médico e filósofo grego, Hipócrates. A partir daí, transformou sua relação com os alimentos, compreendendo que o ser humano é, de fato, aquilo que come. Mas o pesquisador ressalta que esse conhecimento nunca esteve tão atual. “As estatísticas comprovam que os alimentos ultraprocessados, ricos em açúcar, gordura hidrogenada, conservantes e pesticidas e, ao mesmo tempo, pobres nos nutrientes essenciais para a saúde, estão relacionados a diversas enfermidades”, salienta.

Ao mesmo tempo, ele cita que há inúmeras possibilidades de alimentos e complementos nutricionais, além de restaurantes, lojas e feiras de orgânicos, e que é fácil comer bem para aqueles que se organizam para isso. Passos fala sobre o volume de informações sobre alimentação que circula, muitas vezes, sem base científica e recomenda às pessoas escolherem suas fontes de informação com o mesmo cuidado que têm ao escolher o alimento que nutre o corpo. O consultor começou a estudar nutrição, buscando conceitos de escolas ancestrais e modernas. “Busquei desenvolver um discernimento que me permitisse separar o que é mito do que é ciência verificável. Mais do que estudar, experimentei diversas propostas de alimentação saudável” conclui.

(Adaptado de: ORIKASA, M. Saúde e felicidade são sinônimos. Folha de Londrina, 29 ago. 2017. Cidades. p. 3.) 
Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas pela mesma razão. 
Alternativas
Q2011845 Português
Segundo as regras de acentuação gráfica, em relação aos parênteses e às palavras destacadas, indique a única alternativa incorreta.
Alternativas
Q2009907 Português
                    E não me esquecer, ao começar o trabalho, de me preparar para errar. Não esquecer que o erro, muitas vezes, se havia tornado o meu caminho. Todas as vezes em que não dava certo o que eu pensava ou sentia - é que se fazia, enfim, uma brecha, e, se antes eu tivesse tido coragem, já teria entrado por ela, mas eu sempre tivera medo do delírio e erro. Meu erro, no entanto, devia ser o caminho de uma verdade, pois, quando erro, é que saio do que entendo. Se a "verdade" fosse aquilo que posso entender, terminaria sendo apenas uma verdade pequena, do meu caminho.

LISPECTOR, Clarice. In http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000500.pdf. Acesso em 31.10.18
O substantivo “delírio” (l. 04) apresenta acentuação gráfica, porque é exemplo de palavra:
Alternativas
Q2008241 Português
Tendo em conta o Acordo Ortográfico de 1990, assinale a afirmativa CORRETA.
Alternativas
Q2007214 Português
TEXTO V
“O Fórum Mundial da Água ocorre a cada três anos e já passou por Marrocos, Holanda, Japão, México, Turquia, França e Coréia do Sul. Foi criado em 1996 pelo Conselho Mundial da Água para estabelecer compromissos políticos acerca dos recursos hídricos.”

https://g1.globo.com/distrito-federal/especialpublicitario/adasa/noticia/forum-mundial-abre-espaco-para-discussaoda-agua-com-a-sociedade.ghtml 
Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2007204 Português
Texto III
Apesar de alguns cientistas argumentarem que tuitar pode ser mais difícil de resistir do que cigarros e álcool, o vício nas redes sociais não está incluído nos mais recentes manuais de diagnóstico de doenças de saúde mental.

As redes sociais estão mudando mais rápido do que os cientistas conseguem acompanhar, e por isso vários grupos estão tentando estudar comportamentos compulsivos relacionados ao seu uso - por exemplo, cientistas holandeses criaram sua própria escala para identificar um possível vício.

E se o vício em redes sociais realmente existe, seria um tipo de vício em internet - e essa é uma doença já classificada. Em 2011, Daria Kuss e Mark Griffiths da Universidade Trent, de Nottingham (no Reino Unido), analisaram 43 estudos anteriores sobre o assunto e concluíram que o vício em rede social é um problema de saúde mental que "pode" exigir tratamento profissional.

Eles descobriram que o uso excessivo resultava em problemas de relacionamentos, pior desempenho acadêmico e menor participação em comunidades offline - além de apontar que os mais vulneráveis a se viciar em redes sociais geralmente eram os dependentes de álcool, os mais introvertidos e aqueles que usam as redes sociais para compensar menos laços na "vida real".

http://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-43205522
Assinale a opção em que as palavras são acentuadas pela mesma regra: 
Alternativas
Respostas
4381: A
4382: B
4383: C
4384: C
4385: D
4386: C
4387: A
4388: E
4389: E
4390: B
4391: D
4392: B
4393: D
4394: A
4395: C
4396: D
4397: A
4398: A
4399: D
4400: D