Questões de Concurso
Sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português
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I. “...brilhando na sua INTELIGÊNCIA...” II. “...alegrando-se com suas VITÓRIAS...” III. “...a cada dia, autor da sua HISTÓRIA ...” IV. “...LÍDER de si mesmo!”
Assinale a alternativa que apresenta uma justificativa CORRETA.
I. “Havia uma LÂMPADA que sempre iluminava tudo em redor.”
II. “Quando ALGUÉM veio reacendê-la...”
III. “...que NINGUÉM é capaz de apagar...”
IV. “...que era mais poderosa do que o PRÓPRIO sol.”
V. “Quando alguém veio REACENDÊ-la, disse...”
Assinale a alternativa que apresenta uma justificativa CORRETA para os acentos das palavras acima destacadas.
I. “...sem marca de nenhum PÉ.”
II. “...a areia que o mar lavou ainda ESTÁ limpinha.”
III. “A manhã está NÍTIDA no ar leve...”
IV. “...e essa ÁGUA salgada me faz bem...”
Assinale a alternativa que apresenta a justificativa CORRETA.
TEXTO ll - base para responder às questão.

Fonte: https://setting.com.br/blog/gestao-empresarial/gestao-por-competencia/ Acesso em: 20 ago. 2022.

Disponível em: https://br.pinterest.com/
pin/97531148160806243/. Acesso em: 20 ago. 2022.
O humor desse cartaz decorre de um(a)
Enfim, depois de tanto erro passado Tantas retaliações, tanto perigo Eis que ressurge noutro o velho amigo Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado Com olhos que contêm o olhar antigo Sempre comigo um pouco atribulado E como sempre singular comigo.
MORAES, Vinicius de. Soneto do amigo. Disponível em: https://www.pensador.com/soneto_do_amigo/. Acesso em: 15 ago. 2022.
O que justifica a forma de registro do termo grifado é a
Leia o texto abaixo para responder a questão;
Ensino remoto na pandemia: os alunos ainda sem internet após um ano de pandemia
Toda terça-feira, Denise*, de 9 anos, acorda, pega o celular e começa a estudar online. Este é o único dia da semana que ela tem essa oportunidade, porque é o dia de folga da mãe.
O motivo é que a mãe, de 26 anos, é a única da casa que tem um smartphone.
Principal fonte de renda de uma família numerosa, ela disse que não tem condições de comprar um celular, tablet ou computador para a filha estudar nos outros dias da semana.
"Eu até cogitei comprar um telefone para ela, mas eu recebo um salário mínimo e pago quase R$ 200 só de luz. Eu compro o celular ou comida. O celular mais simples não custa menos de R$ 500, fora a internet. Hoje, nossa prioridade é ir no mercado para repor o que precisa", afirmou à BBC News Brasil.
Esse caso ocorre na maior e mais rica cidade do Brasil, mas ilustra o que atinge o país inteiro, segundo especialistas ouvidos pela reportagem. Mesmo depois de mais de um ano do início da pandemia causada pelo coronavírus, professores de escolas públicas dizem que ainda não há uma estrutura adequada para os alunos aprenderem a distância.
De acordo com um levantamento do Unicef, o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente) no Brasil. Outros 3,7 milhões de estudantes matriculados não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram estudar em casa.
No total, 5,1 milhões tinha acesso à educação. Entre essas crianças e adolescentes sem educação, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos.
Em São Paulo, 667 mil estudantes de 6 a 17 anos ficaram sem estudar em 2020, o que representa 9,2% das crianças e adolescentes em idade escolar no Estado.
O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.
Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação a Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.
Fonte: https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2021/ 05/03/ensino-remoto-na-pandemia-os-alunos-ainda-sem-internet-apos-um-ano.htm em 03/05/2021 - 18h27
*Denise-nome fictício
Leia o texto a seguir, pois ele servirá de base para a questão.
No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser uma questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava que não se deve proibir alguma coisa a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei, lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de Eliseu*. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.
(Russel, Bertrand. Ensaios céticos in: Platão e Fiorin: Para entender o texto, p. 90).
Vocabulário: Vitupério: insulto, ofensa.
Eliseu: profeta bíblico*
As palavras destacadas são acentuadas, pois obedecem à regra de acentuação das:
Quantas palavras deveriam receber acento gráfico na frase acima?
Os vocábulos “Responsável” e “Sustentável”, transcritos do texto, são acentuados por serem palavras:
Considere a tirinha que segue para responder à questão.

https://bicicletanarua.wordpress.com/tag/armandinho/
Leia a tirinha, considerando as regras de acentuação vigentes:

Na tirinha em questão as palavras: LÁ e DÊ , são acentuadas porque:
Considere o seguinte trecho:
Idosos discriminados tendem a adotar um comportamento de risco, se alimentando mal, exagerando na bebida __________ e no cigarro. Dessa forma, a __________ de __________ __________ provoca uma queda na qualidade de vida.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas acima com as palavras corretamente acentuadas, na ordem em que aparecem no texto.
Aviãozinho.
Há quem cole à moda antiga. "Numa prova, um colega escreveu a dúvida , fez um aviãozinho com a folha e jogou", diz Guilherme, 8. Deu certo? "O avião não foi para o lado que ele queria e a professora pegou."
O risco não está só na professora. Nem sempre a resposta do colega está certa. "Combinei com meu amigo de trocarmos as respostas por bilhetes. A minha estava certa, mas a dele estava errada. Eu me dei mal", conta Giovanni, 9.
Uma lição que Letícia, 8, aprendeu foi confiar mais no que estudou. "Uma vez copiei a resposta do meu amigo e percebi que ela estava errada. Apaguei e fiz como eu lembrava. Se eu tivesse colado, iria errar."
Ana Maria Falcão de Aragão Fadalla, doutora em educação pela Unicamp, aconselha: "A gente não pode falar que quem cola é uma pessoa ruim, afinal, todos temos o direito de errar". Mas ela dá um último toque: "Desconfie do que chega muito fácil até você e estude. Você vai se sentir bem mais confiante".
(Carolina Salvatore. Folha de São Paulo. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/dicas/ di27090810.htn, acessado 3m 1º out. 2008.)
Assinale a alternativa com a opção que justifica adequadamente a acentuação das palavras destacadas no texto: