Questões de Concurso Comentadas sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português

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Q2353196 Português
A única alternativa que apresenta todas as palavras de acordo com a nova ortografia da língua portuguesa é:
Alternativas
Q2353174 Português
Durante uma aula de Língua Portuguesa, a professora abordou o tema de acentuação tônica e gráfica, destacando a importância de compreender as regras para evitar equívocos na escrita. Ao revisar o conteúdo, ela propôs a seguinte frase para análise:

"O passaro voou em direçao ao cipo, mas caiu na boca do celebre jacare”

Considerando a coerência da frase, quantas palavras acima precisam de acentuação tônica e/ou gráfica?
Alternativas
Q2352645 Português
TEXTO 1

Quem é Daniel Dias, maior medalhista paralímpico do Brasil?


O nadador Daniel Dias é o maior medalhista paralímpico brasileiro. O atleta tem 27 medalhas paralímpicas: 14 ouros, 7 pratas e 6 bronzes.

Dias nasceu em Campinas (SP), com uma má-formação congênita dos membros. Aos 3 anos, o atleta passou por uma cirurgia para poder usar uma prótese andar.

Daniel Dias compete nas categorias S5, SM5 e SB5. Nessa classificação de paraesportes, as letras indicam a modalidade. O número mostra qual o grau de limitação. De 1 a 10, são limitações físicomotoras. Quanto menor o número, mais grave a deficiência. Em 2014, o nadador fundou o Instituto Daniel Dias, em Bragança Paulista (SP), para usar o esporte como ferramenta de inclusão social.
(https://www.netshoes.com.br/blog/esportes/post/quem-e-danieldias-maior-medalhista-paralimpico-do-brasil. Acesso em 02/01/2024)
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2352409 Português
Texto 1

Docentes e a síndrome de Burnout 


        Burnout é um fenômeno complexo e multifatorial resultante da interação entre aspectos individuais e o ambiente de trabalho. Observa-se que esse fenômeno que assola o professor pode advir de fatores também de natureza político, econômica e social, ou até mesmo de natureza estritamente escolar e/ou pessoal. No sistema público de educação, o esgotamento físico e psíquico do professor torna-se mais evidente. Grandes jornadas de trabalho, diferentes escolas para lecionar, falta de infraestrutura e salário baixo, soma-se ainda ao problema com alunos, que de maneira geral, não estão dispostos a aprender e aos pais que estão dispostos a cobrar da escola e professores educação para os filhos. Diante de tal quadro, a cobrança e o desempenho ficam claramente comprometidos, uma vez que o professor acaba cobrando de si próprio o que já não consegue exercer de maneira satisfatória. 
        Ansiedade, irritação, dores difusas e uma grande frustração, estão sempre presentes, pois a dificuldade de lidar com a situação são enormes, na grande maioria das vezes o profissional não está preparado, pois não tem sequer conhecimento da síndrome. Com o passar do tempo, as crises tendem a ser mais proeminentes, e a perspectiva de melhora fica longe do alcance. Isso faz com que grande parte destes profissionais procurem ajuda, às vezes tardia, quando a síndrome está instalada há muito tempo, e causando sintomas físicos e psíquicos seríssimos, levando a afastamento e aposentadoria precoce.


PEREIRA, Liliane G. Figueiredo; GAIARDO, Viviane Almeida. Docentes e a síndrome de burnout. Revista Científica Semana Acadêmica, v. 1, n. 85, 2016. Disponível em: https://semanaacademica.org.br/system/files/artigos/doce ntes_e_a_sindrome_de_burnout_pdf.pdf. Acesso em: 29 de nov. 2023. (adaptado)
Com base no texto “Docentes e a síndrome de Burnout”, analise as afirmativas a seguir:

I. Em: “No sistema público de educação, o esgotamento físico e psíquico do professor torna-se mais evidente.”, as palavras receberam acento agudo devido ao enquadramento na mesma regra de acentuação. 
II. Em: “Burnout é um fenômeno complexo e multifatorial resultante da interação entre aspectos individuais e o ambiente de trabalho.”, o termo destacado possui um prefixo, corretamente empregado em: multimilionário, multi-imagem, multissetorial. 

Marque a alternativa correta: 
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Q2352106 Português
Na língua portuguesa, há palavras que possuem acento gráfico de acordo com regras específicas. Dentre as palavras abaixo, qual está acentuada de acordo com as regras de acentuação gráfica? 
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Q2351810 Português
Considere as frases abaixo:

I. Aquele motorista é de tirar o chapéu. II. O cônsul brasileiro visitou a Espanha. III. Eles crêem na importância de lêem livros regularmente para ampliar seus horizontes culturais.

Qual(is) frase(s) está(ão) acentuada(s) corretamente?
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Q2351549 Português
Assinale a alternativa em que a palavra grifada está incorretamente acentuada.
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Q2351503 Português
Em qual alternativa a palavra está corretamente classificada quanto à sua acentuação tônica?
Alternativas
Q2350345 Português
Texto:


Crescimento Zero


Alex Grijelmo


     Parece difícil que nos resignemos a não crescer. O crescimento de qualquer de nossas posses forma parte das ideias positivas. Hão de crescer as crianças, os músculos, os seios, nossos negócios e, obviamente, também a economia. Este caso é, porém, o mais transcendental, porque mesmo quando a economia não cresce, dizemos que cresceu: porque “cresceu zero”.

     O eufemismo que está presente em “crescimento zero” consegue unir um conceito positivo (crescimento) com outro negativo (o não-crescimento), para neutralizar o efeito deste (e, além disso, se apela a um número que não é exatamente negativo: o zero).

     Os economistas e os políticos empregam muito bem esses vocábulos para contentar-nos, mesmo quando a economia decresce, porque então falam de “crescimento negativo”.

     Vejamos o lado bom da coisa, porque devemos agradecer o fato de que as pessoas das ciências tenham sabido escolher muito bem as palavras, ainda que seja para esconder os números.
Assinale a opção que mostra duas palavras do texto que recebem acento gráfico pelo mesmo motivo.
Alternativas
Q2350103 Português
Texto 3



Lá em casa


Lá em casa tinha um pote
com água sempre gelada,
as cadeiras na calçada
e o rádio tocando xote.
Galinha, pato, capote,
vizinho, amigo e parente.
Tinha a vista da nascente
com sua beleza rara.
A casa não era cara
mas era a cara da gente.


Todo ano pai pintava
a fachada duma cor
sem precisar de pintor,
pois eu também ajudava.
Pai de tudo me ensinava,
matuto, mas consciente,
dizia insistentemente:
“A vida é quem lhe prepara.”
A casa não era cara
mas era a cara da gente.
[...]



Disponível em: <https://www.tudoepoema.com.br/braulio-bessa-la-em-casa/>.
Acesso em: 24 ago. 2023.
Na frase “ em casa tinha um pote”, a acentuação da palavra destacada refere-se a
Alternativas
Q2349750 Português
Observe a frase a seguir: “Você pronuncia essas palavras de forma tão diferente por quê?”

Nessa frase, o vocábulo “que” recebe acento gráfico porque
Alternativas
Q2349030 Português
Na varanda 


   Já faz parte do anedotário lírico brasileiro aquele episódio (autêntico) de Murilo Mendes caminhando por uma rua, nem sei mais se de Minas ou do Rio. De repente vê uma moça debruçada na janela. Há tanto que não presenciava cena semelhante, comum no interior e em tempos idos, mas praticamente extinta na vida urbana, que, invocado e cheio de entusiasmo, ajoelhou-se e começou a exclamar aos berros, gesticulando com excitação:

   – Mulher na janela, que beleza! Mulher na janela, meus parabéns!

  A moça deve ter fugido assustada, provavelmente sem entender o que aquele homem alto e ossudo saudava com tamanha efusão. Como explicar-lhe que, com certeiro instinto, Murilo identificara e estava fixando para sempre, da maneira espontânea e exuberante que lhe era própria, um flagrante poético perfeito, o milagre que ela própria, sem perceber, corporizava? Moça que, em plena cidade e infensa à agitação a seu redor, dispunha ainda de lazer e prazer para pôr-se à janela e contemplar a rua, os transeuntes, a tarde, as nuvens. Mulher na janela...

  Pois a mim também, há pouco, me foi concedido o privilégio de captar um momento desses, tão impregnados de passado que dir-se-iam irreais nos dias de hoje – coisa de outra civilização. Eram quase duas horas de uma quarta-feira e buscávamos, meu amigo e eu, um lugar tranquilo para almoçar. Apesar do mau tempo, ou por causa dele, todos os restaurantes do Leblon, com mesinhas na calçada, estavam repletos. Numa esquina de Ipanema encontramos um, semivazio, onde se costuma comer uma boa massa, e para lá nos dirigimos às carreiras, impulsionados pela fome e pela chuva. De repente, estacamos diante de um sobradinho, desses que vão se tornando raridade no Rio. Não fizemos o menor comentário, mas ali permanecemos alguns minutos, imóveis, perplexos, enquanto a água ia caindo. A casa estava rodeada por um mínimo jardim e tinha à frente um alpendre também pequenino, protegido da chuva. Nele, um casal de velhinhos conversava. 

  – Velhinhos na varanda! – gritei dentro de mim mesma, deslumbrada. – Que coisa mais linda, velhinhos na varanda! Os dois nem repararam em nossa presença curiosa, ou, se o fizeram, acharam-na corriqueira. Talvez estivessem acostumados a despertar a atenção dos que passavam, pois, ao vê-los, tive imediatamente a certeza de que sentar-se na varanda à hora da sesta era um ritual que ambos executavam regularmente. As cadeiras eram de vime, colocadas uma ao lado da outra; não havia mesa entre elas, só vasos com plantas e flores pelos cantos. Junto à porta aberta, um capacho. Os dois se olhavam, falavam sem pressa, quase sem gestos, e sorriam de leve. Tudo muito devagar, como se nada urgisse, e aquele colóquio, diante da chuva, tivesse a importância natural das coisas mais simples.

  Velhinhos na varanda.... Nem eram assim tão velhos – meu amigo e eu comentamos depois. O diminutivo surgia instintivamente, como demonstração de ternura, e me lembrei do que outro poeta, o Bandeira, explicava a respeito do Aleijadinho, cujo apelido refletia apenas a solidariedade e o carinho que a doença daquele mulato robusto e de boa altura despertava no povo da Vila Rica. Velhos na varanda – não, isso não expressa o que vimos. Eram um velhinho e uma velhinha, numa varanda de Ipanema (ou seria em Mariana?), conversando tranquilamente depois do almoço. Como não confiar na vida, depois desse flash apenas entrevisto, mas tão bonito, tão comovedor, que imediatamente se cristalizou em nós? Em janeiro de 1980, quando a cidade se desequilibra entre a inflação e a violência, quando o mundo assiste, aflito e impotente, aos desvarios que ameaçam dilacerá-lo, quando...

  Um casal de velhinhos se senta na varanda, num começo de tarde chuvosa, e conversa. Sobre quê? Sobre tudo, sobre nada – não interessa. Estão sentados e conversam. Ela nem sequer faz algum trabalho manual, uma blusinha de crochê para a neta, um paninho para colocar debaixo da fruteira da sala; ele não tem nenhum jornal ou livro no colo. Estão ali exclusivamente para conversar um com o outro. Olham a rua distraidamente. O fundamental são eles mesmos, conversando (pouco), sentados nas cadeiras de vime, num dia de semana como qualquer outro.

   É, nem tudo está perdido, pelo contrário, se ainda resta gente que pode e quer cultivar essas delicadas flores do espírito, comentando isso e aquilo, o namoro da empregada, a nova receita de bolo, o último capítulo da novela, o preço da alcatra – esquecida de tudo que é triste e feio e ruim, de tudo que não cabe naquele alpendre úmido. Velhinhos na varanda...

   Enquanto almoçamos, fico imaginando que não há de faltar muito para cumprirem as bodas de ouro; que os filhos se casaram; que devem reunir-se todos no sobrado, para o ajantarado de domingo, gente madura, jovens, meninos, bebês e babás, em torno dos dois velhinhos. Talvez tenham perdido uma filha ainda adolescente, vítima de alguma doença estranha que os médicos não souberam diagnosticar. Talvez tenham feito uma longa viagem à Europa depois que ele se aposentou, ou passado uma temporada nos Estados Unidos quando o caçula esteve completando o PhD. Talvez nada disso. Fico imaginando, mas nenhuma dessas histórias me seduz. Gostei mesmo é do que vi: o casal de velhinhos conversando na varanda.

  Comemos quase em silêncio, meu amigo e eu, sem reparar se a massa estava gostosa. À saída passamos diante do sobradinho, em cujo alpendre não havia mais ninguém.


(Coleção Melhores Crônicas: Maria Julieta Drummond de Andrade. Seleção e prefácio de Marcos Pasche. Global, 2012, pp.187-190. Publicada no livroUm buquê de alcachofras, 1980.)
Sabe-se que, para dispor de escrita e pronúncia adequadas, é indispensável ter ciência quanto às regras de acentuação. Considere, portanto, o trecho: “Sobre quê? Sobre tudo, sobre nada – não interessa.” (8º§). É correto afirmar que, nesse caso, o termo “quê” levou acento circunflexo porque veio:
Alternativas
Q2348837 Português
Assinale a opção em que há uma afirmativa incorreta sobre o emprego de acentos gráficos.
Alternativas
Q2348140 Português
Julgue o item subsequente. 

De acordo com o novo Acordo Ortográfico, não são mais acentuadas as palavras paroxítonas com ditongos abertos “ei” e “oi” (ex.: ideia, plateia, paranoia, boia) nem as paroxítonas finalizadas em oo(s) (ex.: abençoo, perdoo, magoo, voo).
Alternativas
Q2347842 Português
Julgue o item que se segue.

O novo Acordo Ortográfico eliminou o acento agudo de determinadas palavras, como é o caso das paroxítonas com ditongos abertos “ei” e “oi” (ex.: Coreia, europeia, asteroide, joia) e das vogais tônicas “i” ou “u”, nas paroxítonas, quando vêm depois de ditongos (ex.: feiura e bocaiuva).
Alternativas
Q2347727 Português
Julgue o item subsequente. 

Segundo o novo Acordo Ortográfico, o trema não deve mais ser utilizado na língua portuguesa. Dessa forma, todas as palavras passam a ser escritas obrigatoriamente sem esse sinal diacrítico (ex.: “liqüidificador” se torna “liquidificador”), o que vale tanto para substantivos comuns quanto para nomes próprios provenientes de língua estrangeira (ex.: Bündchen se torna Bundchen)
Alternativas
Q2347708 Português
Julgue o item subsequente. 

São acentuadas com acento circunflexo (^) as palavras oxítonas terminadas nas vogais tônicas fechadas que se grafam -e ou -o, seguidas ou não de -s; enquanto as palavras oxítonas terminadas nas vogais tônicas abertas grafadas -a, -e ou -o, seguidas ou não de -s, recebem o acento agudo (´).

Alternativas
Q2345891 Português
As palavras abaixo estão todas grafadas propositalmente sem acentos gráficos.
Assinale a opção em que todos os vocábulos são paroxítonos.
Alternativas
Q2345518 Português
Entre as palavras abaixo, assinale aquela que tem acentuação errada
Alternativas
Respostas
1141: A
1142: B
1143: A
1144: A
1145: B
1146: E
1147: E
1148: B
1149: C
1150: C
1151: B
1152: C
1153: E
1154: B
1155: C
1156: C
1157: E
1158: C
1159: A
1160: C