Questões de Concurso Comentadas sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português

Foram encontradas 4.405 questões

Ano: 2008 Banca: UFCG Órgão: TJ-PB Prova: UFCG - 2008 - TJ-PB - Técnico Judiciário |
Q368068 Português
Assinale a alternativa em que as palavras são acentuadas pela mesma razão.
Alternativas
Ano: 2008 Banca: UFCG Órgão: TJ-PB Prova: UFCG - 2008 - TJ-PB - Auxiliar Judiciário |
Q367765 Português
Considerando as regras de acentuação gráfica, marque a(s) afirmação(ões) verdadeira(s):

I) As palavras “polícia”, “difícil” e “espécie” obedecem à mesma regra de acentuação – paroxítona com ditongo crescente.
II) As três palavras “empresários” “audiência” “também” obedecem a três regras diferentes de acentuação gráfica.
III) A palavra “diagnóstico” é proparoxítona assim como “popularíssimo” e “psicóloga”.

É(são) verdadeira(s):
Alternativas
Q364320 Português
Rio de Janeiro

A cidade que acolheu a família real portuguesa, em 1808, estava para as rotas marítimas transoceânicas
como o aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, está hoje para os vôos intercontinentais. Era uma espécie de esquina do mundo, na qual praticamente todos os navios que partiam da Europa e dos Estados Unidos paravam antes de seguir para a Ásia, a África e as terras recém-descobertas do Pacífico Sul. Protegidas do vento e das tempestades pelas montanhas, as águas calmas da Baía de Guanabara serviam como abrigo ideal para reparo das embarcações e reabastecimento de água potável, charque, açúcar, cachaça, tabaco e lenha.[...]

Era uma escala fundamental nas longas e demora das navegações ao redor do mundo. No começo do século XIX, uma viagem da Inglaterra ao Rio de Janeiro durava entre 55 e 80 dias. Do Rio até a Cidade do Cabo, na África do Sul, eram mais 30 a 50 dias. Até a Índia, de 105 a 150 dias. Para a China, 120 a 180 dias. Até a Austrália, de 70 a 90 dias. A importância estratégica do Rio de Janeiro para essas rotas era tão grande que, após a vinda da família real ao Brasil, a cidade tornou-se sede do quartel-general da Marinha Britânica na América do Sul. [...]

Para os tripulantes e passageiros, a chegada ao Rio de Janeiro, em meio a uma viagem perigosa e monótona, era sempre um evento agradável e surpreendente. Todos os relatos se referem à grandiosidade da natureza, à imponência das montanhas e à vegetação espetacular dominando tudo. Ao passar pelo Rio de Janeiro a bordo do navio Beagle, em abril de 1832, o naturalista inglês Charles Darwin, pai da teoria da evolução e da seleção das espécies, usaria uma inacreditável seqüência de ad-
jetivos para descrever o que tinha diante dos olhos: “Sublime, pitoresca, cores intensas, predomínio do tom azul, grandes plantações de cana-de-açúcar e café, véu natural de mimosas, florestas parecidas, porém mais gloriosas do que aquelas nas gravuras, raios de sol, plantas parasitas, bananas, grandes folhas, sol mormacento. Tudo quieto, exceto grandes e brilhantes borboletas. Muita água [...], as margens cheias de árvores e lindas flores”.

Laurentino Gomes

1808: como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a história de Portugal e do Brasil. SP:Editora Planeta do Brasil, 2007
São acentuadas pela mesma razão:
Alternativas
Q287810 Português
Segundo a norma culta, em “supostos” (L. 70), a pronúncia da vogal tônica da palavra é aberta. A palavra que, no plural, NÃO apresenta esse mesmo fenômeno é

Alternativas
Q254161 Português
Observe os enunciados com relação à acentuação gráfica:

I. A legislação proibe greves ambíguas, disse o videomaniaco.

II. Havendo discordância entre o apresentante do título e eventual exigência do oficial, este último deverá suscitar a dúvida à juíza, a qual é competente para dirimi-la.

III. Os autos do inventário não tem os elementos necessários à observância dos princípios da continuidade e da especialização, por isso vamos substitui-los.

IV. Entender as rúbricas constantes no item abaixo convêm a todos.

V. A heroína foi muito amável, só que usou os hifens indevidamente.

Alternativas
Q205462 Português
Alguém paga
Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde,
cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos
de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia,
saneamento básico e educação.
A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma
complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções
globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.
E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de
financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em
países pobres e ricos.
Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de
dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.
Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a
pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se
apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última
fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.
Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do
Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele
reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.
Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de
financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas
inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.
Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que
alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas
substâncias.
Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento
de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças
predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.
Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de
medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.
(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)
Assinale a alternativa em que as palavras são acentuadas pela mesma razão, respectivamente de: conferência, potável, farmacêutica e além:
Alternativas
Q174661 Português
Assinale a alternativa em que a palavra tenha sido acentuada seguindo regra distinta das demais.
Alternativas
Q97560 Português
As questões de 16 a 20 não foram organizadas em torno de um único texto.

Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam corretamente grafadas.
Alternativas
Q53476 Português
A retirada do acento traz uma palavra de sentido diferente em
Alternativas
Q52246 Português
Com referência à ortografia oficial e às regras de acentuação de palavras, assinale a opção incorreta.
Alternativas
Q52111 Português
Com relação à acentuação gráfica e à ortografia oficial, assinale a opção correta.
Alternativas
Q28705 Português
Imagem 006.jpg
Com base no texto acima, julgue os itens subseqüentes.
O acento circunflexo em "pôde" (L.5) indica que, além de a pronúncia da vogal ser fechada, como em ovo, por exemplo, o verbo está no pretérito, o que, por sua vez, indica que o fim da dívida externa foi decretado.
Alternativas
Q23798 Português
Imagem 003.jpg

Quanto aos sentidos e aos aspectos estruturais e lingüísticos do
texto acima, julgue os itens subseqüentes.
De acordo com as regras de acentuação gráfica da língua portuguesa, a palavra "ibero-americanos" (L.2) também poderia ser corretamente escrita da seguinte forma: íbero-americanos.
Alternativas
Q21244 Português
Imagem 002.jpg

Considerando o desenvolvimento das idéias e as estruturas
lingüísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.
Dada a organização das estruturas lingüísticas do texto, o verbo ter, em "tem buscado" (L.13), pode ser empregado também no plural (têm), sem que a coerência nem a correção gramatical do texto fiquem prejudicadas.
Alternativas
Q9677 Português
As palavras NÃO se acentuam pela mesma regra em
Alternativas
Q2962313 Português

O texto abaixo serve de base para as questões 14 a 30.

HAMBÚRGUER
Márcio Bueno, A origem curiosa das palavras

Sanduíche de carne moída, temperada, ligada com ovo, amoldada em bife e frita na chapa. Em países de língua inglesa, há quem entenda que hamburger, se não é atualmente, pelo menos na sua origem foi um sanduíche de ham (presunto, em inglês) com burger (que deveria ser carne). A impressão foi reforçada quando surgiram variedades como o eggburger (ovo com carne) e o cheeseburger (queijo com carne). Mas a história é bem diferente – hambúrguer nunca teve qualquer relação com o presunto. Tudo começou com nômades da Europa Oriental e Ásia, que costumavam comer carne crua finamente cortada. Inspirados neste hábito, no início do século XVIII marinheiros alemães do porto de Hamburgo inovaram, passando a cozinhar a carne. Quem levou para os Estados Unidos a receita de carne moída temperada, amassada em bolinhos redondos e frita como um bife, foram imigrantes alemães. O alimento começou a ser chamado de Hamburg steak (bife de Hamburgo), nome que em pouco tempo foi encurtado para hamburger. Com certa freqüência divulga-se que o sanduíche foi inventado nos Estados Unidos, mas a participação dos norte-americanos foi apenas juntar ao bife o pão.

A quantidade de normas de acentuação gráfica que justificam os acentos de sanduíche, moída, países, língua, há, é, hambúrguer é de:

Alternativas
Q2887340 Português

TEXTO 1 – PARA QUE SERVE A FEBRE



Ana Lúcia Azevedo – revista O Globo, n. 123


          A febre é um sinal de alerta de que algo vai mal no organismo. Mas cientistas do Roswell Park Center Institute, nos EUA, afirmam que ela é bem mais do que isso. Segundo um artigo publicado por eles na “Nature Immunology”, a temperatura corporal elevada ajuda o sistema de defesa do organismo a identificar a causa de uma infecção e combatê-la. Num estudo com camundongos, eles viram que quando há febre, o número de linfócitos (tipo de célula de defesa) dobra. A febre funcionaria como um gatilho para o corpo se proteger de infecções.

linfócitos e célula levam acento ortográfico pela mesma razão que:

Alternativas
Q2081009 Português

No item a seguir, o fragmento constitui trecho sucessivo de um texto. Julgue-o quanto à grafia da palavra e à acentuação gráfica.

Itens adaptados de Internet: <www2.petrobras.com.br>


O início das operações no Campo de Roncador está previsto para setembro deste ano. Na obra, iniciada em maio de 2004, utilizou-se processo inédito no país e foram gerados 2.500 empregos diretos e 10 mil indiretos.

Alternativas
Q1395102 Português

Imagem associada para resolução da questãoImagem associada para resolução da questão

Internet:< www.jornalatribuna.com.br>(com adaptações).


Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.

Imagem associada para resolução da questão


As palavras “Rondônia”, “superfície” e “Amazônia” recebem acento gráfico com base na mesma regra gramatical.

Alternativas
Respostas
4361: E
4362: D
4363: A
4364: E
4365: C
4366: E
4367: B
4368: D
4369: C
4370: C
4371: B
4372: C
4373: E
4374: C
4375: A
4376: B
4377: B
4378: C
4379: C
4380: E