Questões de Concurso Comentadas sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português

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Q1814657 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto estão citados na questão.


Considerando a palavra “governamental” (l. 02), analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) A palavra apresenta um sufixo ligado ao seu radical.

( ) Há apenas um dígrafo em “governamental”.

( ) Trata-se de palavra polissílaba e paroxítona.

( ) Morfologicamente, classifica-se como adjetivo uniforme.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1813938 Português
É comum encontrarmos erros de acentuação em placas públicas, como você pode ver no exemplo abaixo retirado da internet. Muitas vezes as pessoas entendem que a tonicidade de uma palavra requer acento, o que não é verdade, pois nosso sistema de acentuação é bastante rígido e segue critérios de economicidade, ou seja, há bem mais palavras sem acento do que acentuadas.
Imagem associada para resolução da questão

Criamos cinco frases que poderiam estar em placas em qualquer ponto de uma cidade. Identifique a que apresenta, assim como no exemplo, um erro de acentuação gráfica.
Alternativas
Q1813908 Português

O que os outros vão pensar?


    Quando eu era pequena, não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula sem cabeça, bruxa malvada ou o diabo a quatro. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se “os outros”. 


    Nada podia ser mais danoso do que os outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, os outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os outros nos apelidariam de bicho do mato. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos.” “Eu lá quero saber dos outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos ver livres daquela perseguição.  


    Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.  


    Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.


    Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo de nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não dar bola, mas sempre que dá vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar esse gostinho para os outros”. 


    Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade.


(Carta Maior. Por Martha Medeiros. Agosto de 2003. Com adaptações.)

A expressão “ávidos” transcrita do texto é acentuada pela mesma razão que:
Alternativas
Q1812976 Português
Assinale a alternativa em que nenhuma das palavras contenha erro de acentuação gráfica conforme o acordo ortográfico mais recente da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q1812715 Português
Marque a alternativa com informação INCORRETA.
Alternativas
Q1812689 Português
    Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas. 
       E cada dia, milhares de vezes, sinto minha vida — corpo e alma — integralmente tributária do trabalho dos vivos e dos mortos. Gostaria de dar tanto quanto recebo e não paro de receber. Mas depois experimento o sentimento satisfeito de minha solidão e quase demonstro má consciência ao exigir ainda alguma coisa de outrem. Vejo os homens se diferenciarem pelas classes sociais e sei que nada as justifica a não ser pela violência. Sonho ser acessível e desejável para todos uma vida simples e natural, de corpo e de espírito.  
       Aprendo a tolerar aquilo que me faz sofrer. Suporto então melhor meu sentimento de responsabilidade. Ele já não me esmaga e deixo de me levar, a mim ou aos outros, a sério demais. Vejo então o mundo com bom humor. 
    Foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver. Chamam-se o bem, a beleza, a verdade. Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha e se não me obstino incansavelmente em perseguir este ideal eternamente inacessível na arte e na ciência, a vida perde todo o sentido para mim. Ora, a humanidade se apaixona por finalidades irrisórias que têm por nome a riqueza, a glória, o luxo. Desde moço já as desprezava.  

(Albert Einstein. Como vejo o mundo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981. Com adaptações.)
São palavras transcritas do texto consideradas paroxítonas terminadas em ditongo crescente, EXCETO:
Alternativas
Q1811940 Português

Poluição visual: entenda seus impactos


    Poluição visual é o excesso de elementos visuais criados pelo homem que são espalhados, geralmente, em grandes cidades e que promovem certo desconforto visual e espacial. Esse tipo de poluição pode ser causado por anúncios, propagandas, placas, postes, fios elétricos, lixo, torres de telefone, entre outros.


    A poluição visual, que atua junto com a poluição luminosa, está muito presente nos grandes centros urbanos por conta da enorme quantidade de anúncios publicitários e sua não harmonia com o ambiente, desviando exageradamente a atenção dos habitantes.


    Além dos danos estéticos, este tipo de poluição pode ser perigoso para motoristas e outras pessoas. Um prédio feito de vidro pode refletir a luz do sol, criando uma poluição visual que obstrui a visão de quem guia veículos nas vias. Também os anúncios publicitários situados perto de malhas viárias podem distrair os motoristas enquanto dirigem, causando acidentes.


    Problemas como estresse e desconforto visual também estão relacionados com a poluição visual. Um estudo recente da Universidade A&M, do Texas, nos EUA, demonstrou como a poluição visual está relacionada a esses problemas. Depois de ter realizado situações estressantes, as pessoas estudadas utilizaram dois tipos de avenidas: uma em direção ao interior com poucos ou nenhum anúncio publicitário e a outra cheia de anúncios e demais elementos que são causas de poluição visual. Os níveis de estresse diminuíram rapidamente nos indivíduos que utilizaram o primeiro tipo de avenida, enquanto permaneceu alta naqueles que utilizaram o segundo tipo.


    Outros danos negativos do excesso de anúncios publicitários são o incentivo ao consumo, que pode gerar problemas, como obesidade, tabagismo, alcoolismo e o aumento de geração de resíduos (seja por conta do anúncio em si ou do descarte dos produtos oferecidos pela publicidade). [...]


    Aqui no Brasil é fácil perceber o impacto da poluição visual em épocas de eleições. Além do estresse e do incômodo gerados pela propaganda eleitoral, o peso ambiental da distribuição de panfletos com o número dos candidatos (o famoso “santinho”) é imenso. [...]


    Para inibir ou controlar esse tipo de poluição, uma possibilidade é criação de leis regulamentando o uso de anúncios publicitários, que são os principais causadores desse tipo de dano. Em São Paulo e em algumas outras cidades, houve a implantação de regulamentações, que ordenam a paisagem do município e visam equilibrar os elementos que compõem a paisagem urbana, restringindo a publicidade externa como outdoors, faixas, cartazes e totens.


(Poluição visual: entenda seus impactos. Texto adaptado. Disponível em: https://www.ecycle.com.br/2738-poluicao-visual. Acesso em: 20/01/2019.)

Quanto à posição da sílaba tônica, as palavras podem ou não receber acento, como as palavras evidenciadas no 5º§ “resíduos” e “produtos”. Relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Proparoxítona. 2. Paroxítona. 3. Oxítona.
( ) Biceps. ( ) Ananas. ( ) Mediuns. ( ) Lampada. ( ) Pessegos.
A sequência está correta em
Alternativas
Q1810700 Português
Quanto à acentuação, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q1810695 Português
Leia o Texto para responder a questão:

    No hospicio, um internado está sentado num banquinho, segurando uma vara de pescar mergulhada em um baude de água. 
 
    O médico passa e pergunta:
     - O que você está pescando?
     - Otarios, doutor - responde o interno.
    O médico, rindo, pergunta:
     - E já pegou algum?
     - O senhor é o quinto.
Disponível em:
https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=3661. Acesso
em: 20 de agosto de
2021 Adaptada.
Assinale a alternativa que apresenta as palavras acentuadas INCORRETAMENTE no Texto:
Alternativas
Q1810676 Português
Leia o Texto para responder a questão:

O Acidente de Transito

   Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporssões: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido. Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:
   — Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente desses! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida! 
    — Concordo — responde o homem — Isso deve ser um sinal divino!
    A mulher continua: 
   — E olha só, um outro milagre: meu carro ficou totalmente destruído, mas essa garrafa de uísque não quebrou! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte. 
    E ela entrega a garrafa ao homem. Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente do gargalo e devolve a garrafa à mulher. Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem. Ele não entende o gesto e pergunta:
    — Você não vai tomar?
    — Não! Eu vou esperar a polícia chegar com o bafômetro... 
Disponível em:
https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=4641. Acesso
em: 25 de agosto de 2021.
Assinale a alternativa que apresenta a palavra do Texto que teve seu ACENTO excluído:
Alternativas
Q1810658 Português
NÃO é uma palavra paroxítona:
Alternativas
Q1809957 Português
Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma palavra paroxítona:
Alternativas
Q1808289 Português

TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


DIANTE DO MAR

(1º§) Costumo me esconder de mim diante do mar, especialmente quando vou para Portugal à minha procura. Estou sempre em Portugal. Nas ruas de Coimbra. Nas igrejas de Coimbra. Nos cafés de Coimbra. A caminhar por Lisboa, olhando a senhora da rua São Nicolau a cozer suas castanhas.

(2º§) Estou diante do mar, sentado com meu guarda-chuva antigo, exatamente eu que gosto que a chuva caia no meu rosto, na minha roupa, nos meus sapatos que procuram rumos inexistentes. Vejo-me no Bairro Alto, em Lisboa, nas casas de fado.

(3º§) Todas as fadistas cantam de olhos fechados, a melhor maneira de ver todas as coisas. Poemas ao som da guitarra portuguesa, aquela declaração de um amor triste, de lágrimas e desesperos. Depois é a madrugada às margens do rio Tejo, como é a madrugada de Coimbra, às margens do rio Mondego.

(4º§) Vista da ponte de Santa Clara, Coimbra está mergulhada dentro do rio com suas luzes, suas baladas, sua guitarra, o fado de Coimbra que não é fado, é outra coisa que não sei explicar. Depois os amigos, uma noite imensa por viver, as mãos brancas das mulheres, cabelos quase sempre negros, palavras que não precisam ser compreendidas por ninguém. Estou diante do mar, com meu guarda-chuva.

(5º§) É quase certo que adormecerei daqui a pouco! É quase certo que sonharei com setembro!

(6º§) É quase certo que tentarei viver o que me cabe! É quase certo, mas eu não tenho certeza!


FARIAS, Álvaro Alves de. Colunista. Revista Literária. 2013) - Disponível - (http://wwwliteraciaemversoeprosa.blogspot.com.br/

Marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1808286 Português

TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


DIANTE DO MAR

(1º§) Costumo me esconder de mim diante do mar, especialmente quando vou para Portugal à minha procura. Estou sempre em Portugal. Nas ruas de Coimbra. Nas igrejas de Coimbra. Nos cafés de Coimbra. A caminhar por Lisboa, olhando a senhora da rua São Nicolau a cozer suas castanhas.

(2º§) Estou diante do mar, sentado com meu guarda-chuva antigo, exatamente eu que gosto que a chuva caia no meu rosto, na minha roupa, nos meus sapatos que procuram rumos inexistentes. Vejo-me no Bairro Alto, em Lisboa, nas casas de fado.

(3º§) Todas as fadistas cantam de olhos fechados, a melhor maneira de ver todas as coisas. Poemas ao som da guitarra portuguesa, aquela declaração de um amor triste, de lágrimas e desesperos. Depois é a madrugada às margens do rio Tejo, como é a madrugada de Coimbra, às margens do rio Mondego.

(4º§) Vista da ponte de Santa Clara, Coimbra está mergulhada dentro do rio com suas luzes, suas baladas, sua guitarra, o fado de Coimbra que não é fado, é outra coisa que não sei explicar. Depois os amigos, uma noite imensa por viver, as mãos brancas das mulheres, cabelos quase sempre negros, palavras que não precisam ser compreendidas por ninguém. Estou diante do mar, com meu guarda-chuva.

(5º§) É quase certo que adormecerei daqui a pouco! É quase certo que sonharei com setembro!

(6º§) É quase certo que tentarei viver o que me cabe! É quase certo, mas eu não tenho certeza!


FARIAS, Álvaro Alves de. Colunista. Revista Literária. 2013) - Disponível - (http://wwwliteraciaemversoeprosa.blogspot.com.br/

Referente ao texto, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1807491 Português
Com base no Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e nas regras de acentuação gráfica das palavras paroxítonas, podemos afirmar que levam acento agudo as seguintes palavras. Assinale a alternativa correta.
I. papéis II. paranóia. III. córtex. IV. heróis.
Alternativas
Q1807490 Português
Considerando as novas regras de acentuação gráfica em Língua Portuguesa a seguir, assinale a alternativa com toda a acentuação correta a seguir:
I. Os vocábulos “água” e “prédios” são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica. II. O vocábulo “condomínio” recebe acento porque todas as proparoxítonas são acentuadas. III. Os vocábulos “países” e “invisíveis” são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.
Alternativas
Q1807489 Português
Considerando as regras de acentuação gráfica em Língua Portuguesa a seguir expostas, assinale a alternativa correta:
I. A palavra “estúdio” é acentuada por ser oxítona. II. A palavra “ideia” não é acentuada, bem como a palavra “alcateia”. III. A forma verbal “têm” é acentuada por se relacionar a um sujeito no plural.
Alternativas
Q1807487 Português
Assinale a alternativa em que a palavra tenha sido acentuada seguindo regra distinta das demais.
Alternativas
Q1805890 Português
A alternativa em que as palavras precisam ser acentuadas.
Alternativas
Q1805439 Português
TEXTO 02 - PARA A QUESTÃO

Roberlene,
Eu odeio e-mails de vendas.
Sim, estou enviando um neste exato momento, mas, em minha defesa, devo dizer que é porque você solicitou mais informações sobre o nosso produto.
Se não estiver mais interessada em nessas informações, me avise para eu parar de aborrecê-la.
Sério, sofro toda vez que eu clico em "Enviar". Ajude a aliviar meu sofrimento e encontre um horário na tua agenda para me responder se quer o nosso produto.

Atenciosamente,
Teu vendedor.
Quanto à acentuação gráfica das palavras “você”, “sério” e “aborrecê-la”, pode-se dizer que:
Alternativas
Respostas
2221: D
2222: C
2223: B
2224: C
2225: C
2226: D
2227: B
2228: B
2229: A
2230: B
2231: D
2232: C
2233: D
2234: A
2235: D
2236: A
2237: C
2238: D
2239: D
2240: A