Questões de Concurso Comentadas sobre romantismo em literatura

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Q1713989 Literatura
Publicado em 1844, o romance tornou-se o introdutor da ficção romântica em nossa literatura, foi a origem de várias obras congêneres que acabaram influenciando autores como José de Alencar, Bernardo Guimarães, Visconde de Taunay e outros. Foi o primeiro romance urbano da Literatura Brasileira. O enredo tem um grupo de estudantes de Medicina, formado por Augusto, Leopoldo, Fabrício e Felipe; eles resolvem passar um fim de semana na ilha de..., onde mora Felipe. Augusto afirmava que jamais se apaixonaria e resistiria a qualquer namoro duradouro. Então, Felipe aposta com ele: se acontecesse de Augusto namorar alguém durante quinze dias, ou mais, seria obrigado a escrever um romance contando tal fato. Na ilha, aos poucos, Augusto fica encantado por Carolina, irmã de Felipe. Entretanto, o moço tem juramento feito a uma menina que conhecera aos treze anos; resolvido o conflito, já que Carolina era a mesma a quem Augusto jurara eterna fidelidade, o amor se concretiza favoravelmente. Tal comentário refere-se ao romance:
Alternativas
Q1661072 Literatura
Leia as afirmativas a seguir:
I. A segunda geração do Romantismo no Brasil é conhecida como geração tecnológica (reformista ou industrial). Suas características incluem: incentivo à ciência, visão da morte como uma etapa inevitável da vida do organismo, pouca valorização dos sentimentos individuais e busca constante pelo conhecimento. II. No Brasil, o Arcadismo caracteriza-se por uma poesia impessoal e objetiva, na qual o poeta busca interpretar sentimentos comuns, não individuais. Nela, verifica-se o predomínio da razão sobre os sentimentos e orienta-se pela sinceridade e verdade. Assim, antes da emoção, existe uma preocupação com a satisfação intelectual e lógica do leitor.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1661071 Literatura
Leia as afirmativas a seguir:
I. A volta aos padrões clássicos da Antiguidade e do Renascimento; a simplicidade; a poesia bucólica, pastoril; o fingimento poético e o uso de pseudônimos são características do Quinhentismo no Brasil. II. O subjetivismo é uma das características do Romantismo. Ele representa um dos traços fundamentais dessa estética (o “culto do natureza”). O artista traz à tona a sua paixão pelo mundo natural, pela vida no campo, pelo bucolismo e por uma vida repleta de amigos e felicidade. Não há mais a preocupação com modelos clássicos e universalizantes; é a vitória do coletivo, de uma visão única de mundo e da religiosidade católica sobre as ameaças pagãs.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1661067 Literatura
Leia as afirmativas a seguir:
I. A antítese é o emprego de comparações entre termos semelhantes, até mesmo sinônimos, ou seja, consiste na justaposição de duas ideias, lado a lado, em uma frase. Pode-se observar um exemplo de antítese na frase: "Ela se preocupa tanto com o passado que procura revivê-lo cotidianamente". II. Uma das características do Simbolismo é o subjetivismo. Essa é também uma característica própria de escolas anteriores, como o Romantismo, que valoriza o mundo interior do indivíduo. O Simbolismo, no entanto, vai além do subjetivismo dos românticos, pretendendo atingir as áreas do subconsciente e do inconsciente. Os textos que surgiam, portanto, revelavam-se poesia “difícil”, embrenhando-se nas zonas mais ensombrecidas do eu e das emoções.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1661066 Literatura
Leia as afirmativas a seguir:
I. Os conteúdos de ensino são o conjunto de conhecimentos, habilidades, hábitos, modos valorativos e atitudinais de atuação social, organizados pedagógica e didaticamente pelo Estado, tendo em vista a assimilação passiva pelos alunos, sem contribuir para a sua prática de vida. II. A primeira geração do Romantismo no Brasil, também conhecida como fase reformista, inclui características como a exaltação à pátria, à natureza exuberante, a exaltação do ideal nacional, o cultismo, o conceptismo e o amor idealizado.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1661065 Literatura
Leia as afirmativas a seguir:
I. O indianismo, no contexto do Romantismo brasileiro, reprimiu o “mito do bom-selvagem”. Essa atitude dos escritores românticos tolheu o debate sobre questões filosóficas relacionadas ao discurso de Jean-Jacques Rousseau e reprimiu diversas tentativas de expressão da cultura nacional, as quais seriam novamente reavivadas apenas após a Semana de Arte de 1929. II. No Barroco, o "indianismo" refere-se ao jogo de palavras, ao uso abusivo de metáforas e hipérboles. Corresponde ao excesso de detalhes das artes plásticas e manifesta-se sobretudo na poesia.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1661064 Literatura
Leia as afirmativas a seguir:
I. A avaliação da aprendizagem deve acontecer num contexto em que seja possibilitada ao aluno a reflexão tanto sobre os conhecimentos construídos, quanto sobre os processos pelos quais isso ocorreu, ou seja, como conseguiu aprender. II. Durante o Romantismo, no Brasil, o indianismo foi uma forma pouco representativa de nacionalismo literário. Corresponde à negação do legítimo antepassado nacional e da Idade Média brasileira, com heróis típicos do nosso país, como o Rei Artur. Após ser fortemente atacado nesse período, o indianismo apenas seria novamente exaltado durante o movimento Barroco, quase 200 anos depois.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1638851 Literatura
Considerando-se a relação obra - autor, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1621868 Literatura
Liberdade de criação e de expressão, nacionalismo, historicismo, medievalismo, tradições populares, individualismo, egocentrismo, pessimismo, escapismo, confessionalismo, religiosidade, valorização da natureza, valorização das emoções, idealismo. Essas são algumas características do:
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Q1609329 Literatura

Leia as afirmativas a seguir:


I. Em O Guarani, trama alencariana, é possível notar como o a figura do indígena brasileiro é exaltada e mostrada de forma magistral pelo autor.

II. A produção literária de José de Alencar exclui romances urbanos, indianistas, históricos e regionalistas.


Marque a alternativa CORRETA:

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Q1311764 Literatura

Leia o texto e responda a questão.


Óbito do autor

     Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no intróito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco. 

     Dito isto, expirei às duas horas da tarde de uma sexta-feira do mês de agosto de 1869, na minha bela chácara de Catumbi. Tinha uns sessenta e quatro anos, rijos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos e fui acompanhado ao cemitério por onze amigos. Onze amigos! Verdade é que não houve cartas nem anúncios. Acresce que chovia — peneirava — uma chuvinha miúda, triste e constante, tão constante e tão triste, que levou um daqueles fiéis da última hora a intercalar esta engenhosa idéia no discurso que proferiu à beira de minha cova: ''Vós, que o conhecestes, meus senhores, vós podeis dizer comigo que a natureza parece estar chorando a perda irreparável de um dos mais belos caracteres que têm honrado a humanidade. Este ar sombrio, estas gotas do céu, aquelas nuvens escuras que cobrem o azul como um crepe funéreo, tudo isso é a dor crua e má que lhe rói à natureza as mais íntimas entranhas; tudo isso é um sublime louvor ao nosso ilustre finado.''

     Bom e fiel amigo! Não, não me arrependo das vinte apólices que lhe deixei. E foi assim que cheguei à cláusula dos meus dias; foi assim que me encaminhei para o undiscovered country de Hamlet, sem as ânsias nem as dúvidas do moço príncipe, mas pausado e trôpego como quem se retira tarde do espetáculo. Tarde e aborrecido. Viram-me ir umas nove ou dez pessoas, entre elas três senhoras, minha irmã Sabina, casada com o Cotrim, a filha, — um lírio do vale, — e... Tenham paciência! Daqui a pouco lhes direi quem era a terceira senhora. Contentem-se de saber que essa anônima, ainda que não parenta, padeceu mais do que as parentas. É verdade, padeceu mais. Não digo que se carpisse, não digo que se deixasse rolar pelo chão, convulsa. Nem o meu óbito era coisa altamente dramática... Um solteirão que expira aos sessenta e quatro anos, não parece que reúna em si todos os elementos de uma tragédia. E, dado que sim, o que menos convinha a essa anônima era aparentá-lo. De pé, à cabeceira da cama, com os olhos estúpidos, a boca entreaberta, a triste senhora mal podia crer na minha extinção.

       — Morto! Morto! dizia consigo.

   E a imaginação dela, como as cegonhas que um ilustre viajante viu desferirem o vôo desde o Ilisso às ribas africanas, sem embargo das ruínas e dos tempos, a imaginação dessa senhora também voou por sobre os destroços presentes até às ribas de uma África juvenil... Deixá-la ir; lá iremos mais tarde; lá iremos quando eu me restituir aos primeiros anos. Agora, quero morrer tranqüilamente, metodicamente, ouvindo os soluços das damas, as falas baixas dos homens, a chuva que tamborila nas folhas de tinhorão da chácara, e o som estrídulo de uma navalha que um amolador está afiando lá fora, à porta de um correeiro. Juro-lhes que essa orquestra da morte foi muito menos triste do que podia parecer. De certo ponto em diante chegou a ser deliciosa. A vida estrebuchava-me no peito, com uns ímpetos de vaga marinha, esvaía-se-me a consciência, eu descia à imobilidade física e moral, e o corpo fazia-se-me planta, e pedra, e lodo, e coisa nenhuma.

     Morri de uma pneumonia; mas, se lhe disser que foi menos a pneumonia, do que uma idéia grandiosa e útil, a causa da minha morte, é possível que o leitor me não creia, e todavia é verdade. Vou expor-lhe sumariamente o caso. Julgue-o por si mesmo.

(ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Editora Moderna, 1994) 

Leia o trecho abaixo e complete a lacuna:
O texto trata-se do primeiro capítulo do romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. A obra é bastante conhecida por ser um dos romances que inaugurou o _____ no Brasil.
Alternativas
Q1275488 Literatura
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma obra de Aluísio Azevedo:
Alternativas
Q1275484 Literatura
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma obra de José de Alencar:
Alternativas
Q1275478 Literatura
No que se refere às características da obra de Álvares de Azevedo, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Os temas por ele desenvolvidos estabelecem uma importante relação dialógica com a estética desenvolvida durante a primeira fase do Romantismo brasileiro. II – O ambiente degradado de seus textos é resultado de sua imaginação fantasiosa, muito influenciada pelo escritor Lord Byron. III – Foi um dos principais representantes da literatura condoreira e estava comprometido com a causa abolicionista.
Alternativas
Q1275474 Literatura
No que se refere ao Romantismo, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O ilogismo leva o autor romântico a instabilidades emocionais que são traduzidas em atitudes contraditórias: depressão e entusiasmo; tristeza e alegria. II – Gonçalves de Magalhães, Fagundes Varela, Álvares de Azevedo e Casimiro de Abreu pertencem à segunda geração do Romantismo. III – O escritor romântico deixa-se arrebatar pelo conflito entre o mundo imaginário e o real, manifestado num forte sentimentalismo.
Alternativas
Q1218836 Literatura
           Mesmo sem querer recuar conceitos anacronicamente, parece que Caramuru, de Santa Rita Durão, pode ser considerado uma epopeia do tipo que se chamaria hoje colonialista, porque glorifica métodos e ideologias que censuramos até no passado. Mas que ainda são aceitos, recomendados e praticados pelos amigos da ordem a todo preço, entre os quais se alinharia o nosso velho Durão, que era filho de um repressor de quilombos e hoje talvez se situasse entre os reacionários, com todo o seu talento, cultura e paixão. Como sabemos, Caramuru é uma resposta ao poema de Basílio da Gama, O Uraguai, cujo pombalismo ilustrado estava mais perto daquilo que no tempo era progresso. Mesmo sendo progresso de déspota esclarecido, useiro da brutalidade e do arbítrio.
          A possível atualidade do Caramuru estaria um pouco na presença constante da violência e da opressão, disfarçadas por uma ideologia bem arquitetada, que tranquiliza a consciência. Durão é, em grau surpreendente, um poeta da guerra e da imposição cultural, e não ficaria deslocado em nosso tempo excepcionalmente bruto e agressivo. Basílio da Gama, que celebra uma guerra destruidora, no fundo não simpatiza com ela e quase justifica o inimigo (que não consegue deixar de tratar como vítima), lamentando a necessidade cruel da razão de Estado. Mas Durão não só adere ideologicamente ao exercício da força, como parece ter por ela uma espécie de fascinação.

Antonio Candido. Movimento e parada. In: Na sala de aula: caderno de
análise literária. São Paulo: Editora Ática, 1985, p. 8-9 (com adaptações).

Tendo como referência inicial o texto precedente, publicado pela primeira vez em 1985, julgue o item a seguir.


A literatura indianista brasileira, que tematiza o indígena, suas práticas e mitologias, é parte importante da literatura brasileira, desde sua formação até a contemporaneidade, ao passo que as literaturas indígenas do Brasil, tanto orais quanto escritas, têm suas origens no reconhecimento político dos povos indígenas a partir do período da redemocratização, na segunda metade da década de 80 do século passado.

Alternativas
Q1218835 Literatura
           Mesmo sem querer recuar conceitos anacronicamente, parece que Caramuru, de Santa Rita Durão, pode ser considerado uma epopeia do tipo que se chamaria hoje colonialista, porque glorifica métodos e ideologias que censuramos até no passado. Mas que ainda são aceitos, recomendados e praticados pelos amigos da ordem a todo preço, entre os quais se alinharia o nosso velho Durão, que era filho de um repressor de quilombos e hoje talvez se situasse entre os reacionários, com todo o seu talento, cultura e paixão. Como sabemos, Caramuru é uma resposta ao poema de Basílio da Gama, O Uraguai, cujo pombalismo ilustrado estava mais perto daquilo que no tempo era progresso. Mesmo sendo progresso de déspota esclarecido, useiro da brutalidade e do arbítrio.
          A possível atualidade do Caramuru estaria um pouco na presença constante da violência e da opressão, disfarçadas por uma ideologia bem arquitetada, que tranquiliza a consciência. Durão é, em grau surpreendente, um poeta da guerra e da imposição cultural, e não ficaria deslocado em nosso tempo excepcionalmente bruto e agressivo. Basílio da Gama, que celebra uma guerra destruidora, no fundo não simpatiza com ela e quase justifica o inimigo (que não consegue deixar de tratar como vítima), lamentando a necessidade cruel da razão de Estado. Mas Durão não só adere ideologicamente ao exercício da força, como parece ter por ela uma espécie de fascinação.

Antonio Candido. Movimento e parada. In: Na sala de aula: caderno de
análise literária. São Paulo: Editora Ática, 1985, p. 8-9 (com adaptações).

Tendo como referência inicial o texto precedente, publicado pela primeira vez em 1985, julgue o item a seguir.


Caramuru e O Uraguai, assim como os romances O Guarani e Iracema, de José de Alencar, fizeram parte das manifestações românticas do período posterior à independência do Brasil, que, ao idealizarem o indígena, buscavam consolidar a mitologia da nacionalidade brasileira.

Alternativas
Q1173236 Literatura
O Romantismo brasileiro é subdividido por três gerações distintas. Assinale a opção em que a afirmativa não é adequada:
Alternativas
Q1135284 Literatura

TEXTO 4


Já vem a primavera, desfraldando

Pelos ares as roupas perfumadas,

E os rios vão, nas águas jaspeadas,

Os frondíferos troncos retratando;


Vão-se as neves dos montes debruçando

Em tortuosas serpes argentadas;

Pelas veigas, o gado, alcatifadas,

A esmeraldina felpa vai tostando.


Riem-se os céus, revestem-se as campinas;

E a natureza as melindrosas cores

Esmera na pintura das boninas.


Ah! Se assim como brotam novas flores,

Se remoça todo o orbe...das ruínas

Dos zelos renascessem meus amores!


Fonte: ELÍSIO, Filinto. Poesias. Lisboa: Sá da costa, 1941.

Em relação aos diferentes tipos de romances produzidos durante o movimento do Romantismo brasileiro, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q1067088 Literatura

Leia as afirmativas a seguir:


I. O romantismo foi um movimento artístico, político e filosófico surgido nas últimas décadas do século XVIII na Europa que durou por grande parte do século XIX. No Brasil, a primeira geração do Romantismo possui forte apelo nacionalista e indianista devido à influência da semana de arte moderna de 1922. Nela, o indígena é retratado em cenários naturais, coloridos, nativos e pitorescos.


II. O Simbolismo é um movimento literário da poesia e das outras artes que surgiu na França, no final do século XIX, como oposição ao realismo, ao naturalismo e ao positivismo da época. O Simbolismo fixa-se na historiografia literária brasileira com o início da Semana de Arte Moderna de 1922, em São Paulo. Esse movimento literário buscava resgatar os elementos culturais das regiões Sul e Sudeste do Brasil, valorizar a cultura cafeeira e estimular o progresso e inovação nas artes e na literatura.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Respostas
121: D
122: C
123: D
124: C
125: D
126: D
127: B
128: B
129: C
130: B
131: B
132: E
133: C
134: B
135: D
136: E
137: E
138: C
139: D
140: D