Questões de Concurso Comentadas sobre literatura
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Aquela manhã estava muito fria, congelando, uma temperatura glacial.
Após análise, marque a alternativa CORRETA.
Fonte: https://www.mundovestibular.com.br/articles/4542/1/versificacao/
Observe o verso a seguir:
"E entra a Saudade... Fiquei
Como assombrado e sem voz!"
(Teixeira de Pascoaes)
Quando o verso não finaliza com um segmento sintático, ocorre __________________, que é a continuação do sentido de um verso no verso seguinte:
Após análise, marque a alternativa CORRETA:
Ela é muito empregada na literatura, na música, na pintura, na televisão, bem como na linguagem coloquial, visto que, muitas vezes, estamos criando um texto ao referir-se a outro.
Fonte: https://www.todamateria.com.br/tipos-de-intertextualidade/
Entre os tipos de intertextualidade existente, qual se trata de uma imitação burlesca muito utilizada nos textos humorísticos, onde o sentido é levemente alterado, geralmente pelo tom crítico e o uso da ironia?
Fonte: https://proenem.com.br/enem/literatura/a-arte-a-literatura-e-seus-conceitos-ficcionalidade-verossimilhanca-catarse-epifania/
Todas as alternativas a seguir são características do texto literário, EXCETO:
Fonte: https://proenem.com.br/enem/literatura/a-arte-a-literatura-e-seus-conceitos -ficcionalidade-verossimilhanca-catarse-epifania/
Acerca dessa temática, é INCORRETO afirmar que:
Mas, para que o leitor ou ouvinte se sinta atraído e até mesmo entenda toda a situação, ela precisa ter uma estrutura e elementos essenciais ao desenvolvimento da história.
Com base no texto abaixo, indique a alternativa cujo elemento estruturador da narrativa não foi interposto no episódio:
"Porque não quis aceitar o acordo, Marcos de Oliveira, pintor, de 45 anos, residente na rua Nossa Senhora da Saúde, 172, Centro, matou ontem no Bar Recantos, o seu colega Gustavo Souza".
Após análise, marque a alternativa CORRETA.
Sobre representantes das escolas literárias, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
COLUNA I.
A- José de Alencar.
B- Aluísio Azevedo.
C- Machado de Assis.
D- Euclides da Cunha.
E- Jorge Amado.
COLUNA II.
1- Naturalismo.
2- Pré-modernismo.
3- Modernismo.
4- Realismo.
5- Romantismo.
São exemplos de gêneros textuais escritos, EXCETO:
A Era Colonial abrange os estilos literários:
O Poeta autor do Romance "A bagaceira" é:
Assinale a alternativa CORRETA:
( ) A literatura, tipo de arte, utiliza o código verbal, seja ele falado ou escrito.
( ) Os textos literários têm como característica importante, que assim os define como tal, a apresentação de sequências temporais delimitadas.
( ) Os textos para teatro se destinam a ser representados e, por isso, não podem ser classificados como textos literários, mas pertencentes ao gênero dramático.
A sequência está correta em
Deolindo Venta-Grande (era uma alcunha de bordo) saiu do arsenal de marinha e enfiou pela rua de Bragança. Batiam três horas da tarde. Era a fina flor dos marujos e, de mais, levava um grande ar de felicidade nos olhos. A corveta dele voltou de uma longa viagem de instrução, e Deolindo veio à terra tão depressa alcançou licença. Os companheiros disseram-lhe, rindo: – Ah! Venta-Grande! Que noite de almirante vai você passar! ceia, viola e os braços de Genoveva. Colozinho de Genoveva... Deolindo sorriu. Era assim mesmo, uma noite de almirante, como eles dizem, uma dessas grandes noites de almirante que o esperava em terra. Começara a paixão três meses antes de sair a corveta. Chamava-se Genoveva, caboclinha de vinte anos, esperta, olho negro e atrevido. Encontraram-se em casa de terceiro e ficaram morrendo um pelo outro, a tal ponto que estiveram prestes a dar uma cabeçada, ele deixaria o serviço e ela o acompanharia para a vila mais recôndita do interior. A velha Inácia, que morava com ela, dissuadiu-os disso; Deolindo não teve remédio senão seguir em viagem de instrução. Eram oito ou dez meses de ausência.
(Histórias sem data. São Paulo: Ática, 1998. Fragmento.)
Sobre o gênero literário a que pertence o fragmento apresentado, indique V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Pertence ao grupo dos gêneros narrativos ficcionais. ( ) A sequência de fatos reflete uma relação de causa e efeito. ( ) A descrição é importante, assim como o emprego de adjetivos e pontuação na exploração do significado de cada expressão.
A sequência está correta em
NOIVO (entrando) — Mãe. MÃE — Que é? NOIVO — Já vou. MÃE — Aonde? NOIVO — Para a vinha. (Vai sair.) MÃE — Espere. NOIVO — Quer alguma coisa? MÃE — Filho, o almoço. NOIVO — Deixe. Vou comer uvas. Me dê a navalha. MÃE — Para quê? NOIVO (rindo) — Para cortá-las. MÃE (entre dentes e procurando-a) — A navalha, a navalha... Malditas sejam todas as navalhas, e o canalha que as inventou. NOIVO — Vamos mudar de assunto. MÃE — E as espingardas e as pistolas, e a menorzinha das facas, e até as enxadas e os ancinhos do roçado. NOIVO — Bom. MÃE — Tudo o que pode cortar o corpo de um homem. Um homem bonito, com sua flor na boca, que vai para as vinhas ou para os olivais que tem, porque são dele, herdados... NOIVO (baixando a cabeça) — Chega, mãe. MÃE — ... e esse homem não volta. Ou, se volta, é só para que a gente lhe ponha uma palma por cima, ou um prato de sal grosso, para não inchar. Não sei como você se atreve a levar uma navalha no corpo, nem sei como ainda deixo essa serpente dentro do baú. NOIVO — Já não chega? MÃE — Nem que eu vivesse cem anos, não falaria de outra coisa. Primeiro seu pai, que cheirava a cravo; e só o tive por três anos, tão curtos. Depois, seu irmão. E é justo? E é possível que uma coisa tão pequena como uma pistola ou uma navalha possa dar cabo de um homem, que é um touro? Não vou me calar nunca. Os meses passam e o desespero me perfura os olhos e pica até nas pontas do cabelo. NOIVO (forte) — Vamos parar? MÃE — Não. Não vamos parar. Alguém pode me trazer seu pai de volta? E seu irmão? E depois, o presídio. Mas o que é o presídio? Lá se come, lá se fuma, lá se toca música! Os meus mortos cobertos de grama, sem fala, viraram pó; dois homens que eram dois gerânios... Os assassinos, no presídio, folgados, olhando a paisagem...
(FEDERICO GARCÍA LORCA, Bodas de sangue. São Paulo: Abril Cultural, 1977. Fragmento.)
Considerando os recursos de representação do gênero apresentado, está correto o que se afirma em:
Antífona
Ó Formas alvas, brancas, Formas claras De luares, de neves, de neblinas!... Ó Formas vagas, fluidas, cristalinas... Incensos dos turíbulos das aras...
Formas do amor, constelarmente puras, De Virgens e de Santas vaporosas... Brilhos errantes, mádidas frescuras E dolências de lírios e de rosas...
Indefiníveis músicas supremas, Harmonias da Cor e do Perfume... Horas do Ocaso, trêmulas, extremas, Réquiem do Sol que a Dor da Luz resume...
(CRUZ E SOUSA, João da. Missal/Broquéis. Organização de Ivan Teixeira. São Paulo: Martins Fontes, 1993. Fragmento.)
A partir da leitura e considerando os recursos empregados para o estabelecimento da estética da linguagem, pode-se afirmar que:
Ausência
Por muito tempo achei que a ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não a lastimo. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim. E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim.
(Carlos Drummond de Andrade. Disponível em: http://www.citador. pt/poemas/ausencia-carlos-drummond-de-andrade.)
A partir do enunciado da questão e da leitura do texto, pode-se afirmar que: