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Questões de Concurso Comentadas sobre literatura

Foram encontradas 1.964 questões

Q2560805 Literatura
Sobre a Literatura brasileira contemporânea assinale a afirmação CORRETA:
Alternativas
Q2560804 Literatura
Sobre as afirmações assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q2560663 Literatura
Em termos de gêneros literários, qual alternativa lista corretamente os gêneros da Antiguidade?
Alternativas
Q2560659 Literatura
Assinale a alternativa que caracteriza corretamente a especificidade da linguagem literária: 
Alternativas
Q2559634 Literatura
“Teodoro Bicanca”, expoente obra do escritor Renato Castelo Branco, pode ser associada, ainda que de fato não pertença, ao seguinte período literário brasileiro, identificado como
Alternativas
Q2556979 Literatura
Considere o texto abaixo:
"Muitos textos machadianos, sejam eles romances, contos e ou poemas, foram produzidos a partir de um olhar atento às artes visuais. O Soneto circular (1895), no qual o escritor retrata uma mulher ruiva com um livro pousado no colo, foi inspirado em um quadro que Machado de Assis ganhou de amigos, A dama do livro, do pintor italiano Roberto Fontana. Além dele, o escritor e dramaturgo Arthur Azevedo, dentre outros, também foram influenciados por algumas expressões artísticas. Azevedo consultava com frequência e se inspirava em estampas reproduzindo obras de arte publicadas em jornais e revistas da imprensa brasileira oitocentista." 

(Fonte: BBC News (Adaptado). Disponível em: <https://jornal.usp.br/ciencias/como-as-obrasde-artes-que-circulavam-na-imprensa-oitocentista-impactaram-na-cultura-visual-do-pais/> Acesso em: 29 de janeiro de 2024.).

De acordo com o texto acima, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2555059 Literatura
Em relação ao gênero narrativo, avalie a relação entre os romances e autores, assinalando a alternativa cuja correspondência está INCORRETA. 
Alternativas
Q2555054 Literatura
Analise os itens a seguir sobre as fases do Romantismo no Brasil:

I. A primeira fase, conhecida como “Nacionalista”, é marcada por um forte sentimento de identidade nacional, com ênfase na natureza e nos aspectos culturais brasileiros.
II. A segunda fase, chamada de “Ultra-Romântica” ou “Byroniana”, é caracterizada por um tom mais sombrio e pessimista, com foco em temas como a morte, o amor não correspondido e a solidão.
III. A terceira fase, conhecida como “Condoreira” ou “Social”, apresenta uma poesia engajada socialmente, com destaque para questões como a abolição da escravatura e os direitos indígenas.

Com base nas afirmações acima, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q2555048 Literatura
Com base no trecho do romance “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, apresentado abaixo, responda à pergunta subsequente.

“Alguns meses depois, me matriculei no seminário de São José. Se eu pudesse quantificar as lágrimas que derramei na véspera e na manhã, superaria todas as lágrimas derramadas desde Adão e Eva. Há um certo exagero nisso; mas é bom ser enfático de vez em quando, para compensar este escrúpulo de precisão que me atormenta. No entanto, se eu me ater apenas à lembrança da sensação, não estou longe da verdade; aos quinze anos, tudo é infinito. De fato, por mais preparado que estivesse, sofri muito. Minha mãe também sofreu, mas sofreu com alma e coração; além disso, o Padre Cabral encontrou um meio-termo: testar minha vocação; se no final de dois anos, eu não mostrasse vocação eclesiástica, seguiria outra carreira.”


Identifique corretamente a escola literária à qual essa obra de Machado de Assis pertence. 
Alternativas
Q2555046 Literatura
Estão, entre as principais características da primeira fase do modernismo em Portugal:

I. Tinha como ideal interrogar o sentido da existência humana. Seus principais representantes foram os escritores José Régio, Miguel Torga, João Gaspar Simões, Adolfo Casais Monteiro e Branquinho da Fonseca.

II. O Orfismo defendeu a liberdade literária e rejeitou a ideia de que a arte pudesse submeter-se a quaisquer princípios que não os artísticos, livrando-se assim dos academicismos e do compromisso com uma literatura socialmente engajada.

III. O Orfismo apresentou uma nova poesia em que o homem e seu espanto de existir eram a principal temática. Houve uma ruptura com a literatura de feição simbolista e com a poesia de caráter histórico: o futuro, e apenas ele, interessava.

IV. Dessa geração, fortemente influenciada pelo romance regionalista brasileiro de 1930, destacam-se os escritores Alves Redol, Manuel da Fonseca, Afonso Ribeiro, Joaquim Namorado, Mário Dionísio, Vergílio Ferreira, Fernando Namora, Mário Braga e Soeiro Pereira Gomes.

V. Entre os principais representantes do Orfismo, estão Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Almada Negreiros, Raul Leal, Luís de Montalvor e o brasileiro Ronald de Carvalho. 
Alternativas
Q2552316 Literatura
Julgue o item a seguir.


A leitura crítica e a interpretação de textos literários exigem uma análise que vai além do significado literal das palavras. O leitor deve considerar o contexto histórico, social e cultural da obra, identificar figuras de linguagem, simbolismos e temas subjacentes, e entender as intenções do autor. Por exemplo, em "Dom Casmurro" de Machado de Assis, a interpretação do relacionamento entre Bentinho e Capitu requer uma análise detalhada do contexto psicológico e das nuances narrativas.
Alternativas
Q2542076 Literatura
Em um projeto pessoal, Courtney Henning Novak, escritora e podcaster americana se propôs a ler um livro de cada país no mundo em ordem alfabética. Ao contar suas impressões sobre “Memórias Póstumas de Brás Cuba”, teve seu vídeo viralizado e o livro entrou como o segundo mais vendido na lista da Amazon rapidamente. Quem é o autor dessa obra?
Alternativas
Q2536805 Literatura
Em se tratando de representante e escola literária, marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q2535690 Literatura
Marque a alternativa, que esteja em desacordo, o representante com a escola literária. 
Alternativas
Q2532420 Literatura

Julgue o item subsequente.


O período literário conhecido como Romantismo teve início no Brasil em 1870. O sentimento de patriotismo influenciou a primeira fase dessa escola literária, devido à independência da colônia, em 1822. A principal característica desse movimento literário é a dramaticidade e o exagero. 

Alternativas
Q2532381 Literatura

Julgue o item subsequente.


A literatura brasileira está sendo produzida desde o ano de 1500, quando Pero Vaz de Caminha escreveu uma carta conhecida como "Carta a El-Rei Dom Manuel sobre o achamento do Brasil". Desde então, várias obras foram escritas em território nacional e possuem características dos seguintes períodos ou estilos literários: quinhentismo, barroco, arcadismo, romantismo, realismo, naturalismo, parnasianismo, simbolismo, pré-modernismo, modernismo e contemporaneidade.

Alternativas
Q2527720 Literatura
A respeito do conhecimento prévio e compreensão da leitura, assinale a assertiva que não apresenta umas das características de bom leitor.
Alternativas
Q2509408 Literatura
Leia o poema abaixo e, a seguir, complete as lacunas do trecho subsequente.

No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.

O poema acima, intitulado No meio do caminho, foi escrito por ____________________, representante do _____________ brasileiro.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q2497102 Literatura
Leia com atenção o texto a seguir para responder à questão.

Texto 1

Tentação 

       Ela estava com soluço. E como se não bastasse a claridade das duas horas, ela era ruiva.
       Na rua vazia as pedras vibravam de calor - a cabeça da menina flamejava. Sentada nos degraus de sua casa, ela suportava. Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde. E como se não bastasse seu olhar submisso e paciente, o soluço a interrompia de momento a momento, abalando o queixo que se apoiava conformado na mão. Que fazer de uma menina ruiva com soluço? Olhamo-nos sem palavras, desalento contra desalento. Na rua deserta nenhum sinal de bonde. Numa terra de morenos, ser ruivo era uma revolta involuntária. Que importava se num dia futuro sua marca ia fazê-la erguer insolente uma cabeça de mulher? Por enquanto ela estava sentada num degrau faiscante da porta, às duas horas. O que a salvava era uma bolsa velha de senhora, com alça partida. Segurava-a com um amor conjugal já habituado, apertando-a contra os joelhos.
       Foi quando se aproximou a sua outra metade neste mundo, um irmão em Grajaú. A possibilidade de comunicação surgiu no ângulo quente da esquina, acompanhando uma senhora, e encarnada na figura de um cão. Era um basset lindo e miserável, doce sob a sua fatalidade. Era um basset ruivo.
       Lá vinha ele trotando, à frente de sua dona, arrastando seu comprimento. Desprevenido, acostumado, cachorro.
       A menina abriu os olhos pasmada. Suavemente avisado, o cachorro estacou diante dela. Sua língua vibrava. Ambos se olhavam.
       Entre tantos seres que estão prontos para se tornarem donos de outro ser, lá estava a menina que viera ao mundo para ter aquele cachorro. Ele fremia suavemente, sem latir. Ela olhava-o sob os cabelos, fascinada, séria. Quanto tempo se passava? Um grande soluço sacudiu-a desafinado. Ele nem sequer tremeu. Também ela passou por cima do soluço e continuou a fitá-lo.
       Os pêlos de ambos eram curtos, vermelhos.
       Que foi que se disseram? Não se sabe. Sabe-se apenas que se comunicaram rapidamente, pois não havia tempo. Sabe-se também que sem falar eles se pediam. Pediam-se com urgência, com encabulamento, surpreendidos.
       No meio de tanta vaga impossibilidade e de tanto sol, ali estava a solução para a criança vermelha. E no meio de tantas ruas a serem trotadas, de tantos cães maiores, de tantos esgotos secos - lá estava uma menina, como se fora carne de sua ruiva carne. Eles se fitavam profundos, entregues, ausentes de Grajaú. Mais um instante e o suspenso sonho se quebraria, cedendo talvez à gravidade com que se pediam.
       Mas ambos eram comprometidos.
       Ela com sua infância impossível, o centro da inocência que só se abriria quando ela fosse uma mulher. Ele, com sua natureza aprisionada.
       A dona esperava impaciente sob o guarda-sol. O basset ruivo afinal despregou-se da menina e saiu sonâmbulo. Ela ficou espantada, com o acontecimento nas mãos, numa mudez que nem pai nem mãe compreenderiam. Acompanhou-o com olhos pretos que mal acreditavam, debruçada sobre a bolsa e os joelhos, até vê-la dobrar a outra esquina.
       Mas ele foi mais forte que ela. Nem uma só vez olhou para trás.

Fonte: (LISPECTOR, Clarice. Tentação. In Felicidade Clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998, p. 46-48.) 
Conforme suas características relativas ao conteúdo e à estrutura, o texto 1 é um exemplo do gênero: 
Alternativas
Q2495780 Literatura

A questão é baseadas nos textos 4, 5 e 6.


TEXTO 4

Vício na fala


Para dizerem milho dizem mio

Para melhor dizem mió

Para pior pió

Para telha dizem teia

Para telhado dizem teiado

E vão fazendo telhados


ANDRADE, Oswald de. Pau-brasil. 4 ed. São Paulo: Globo, 2000. p.80.



TEXTO 5

Poema autobiográfico


Quando eu nasci meu

pai batia sola

minha mãe pisava milho no pilão

para o angu das manhãs.


Eu sou um trabalhador

Ouvi o ritmo das caldeiras...

Obedeci ao chamado das sirenes...

Morei num mocambo do “Bode”

e hoje moro num barraco na Saúde...


Não mudei nada...


TRINDADE, Solano (1908-1974). Poemas antológicos de Solano Trindade. São Paulo: Nova Alexandria, 2007. p.52.



TEXTO 6

Mestre Amaro


O bater do martelo do mestre José Amaro cobria os rumores do dia que cantava nos passarinhos, que bulia nas árvores açoitadas pelo vento. Uma vaca mugia por longe. O martelo do mestre era forte, mais alto que tudo. O pintor Laurentino foi saindo. E o mestre, de cabeça baixa, ficara no ofício. Ouvia o gemer da filha. Batia com mais força na sola. Aquele Laurentino sairia falando da casa dele. Tinha aquela filha triste, aquela Sinhá de língua solta. Ele queria mandar em tudo como mandava no couro que trabalhava, queria bater em tudo como batia naquela sola. A filha continuava chorando como se fosse uma menina. O que era que tinha aquela moça de trinta anos? Por que chorava, sem que lhe batessem? Bem que podia ter tido um filho, um rapaz como aquele Alípio, que fosse um homem macho, de sangue quente, de força no braço. Um filho do mestre José Amaro que não lhe desse o desgosto daquela filha. 
[...] O mestre José Amaro sacudiu o ferro na sola úmida. Mais uma vez as rolinhas voaram com medo, mais uma vez o silêncio da terra se perturbava com o seu martelo enraivecido. Voltava outra vez à sua mágoa latente: o filho que lhe não viera, a filha que era uma manteiga derretida. Sinhá, sua mulher era culpada de tudo. [...] O pai fizera sela para o imperador montar. E ele ali, naquela beira de estrada, fazendo rédea para um sujeito desconhecido.

REGO, José Lins do. Fogo Morto. 77 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2014. p. 39-40

A produção romanesca da segunda fase do modernismo brasileiro, na qual se insere José Lins do Rego, recebeu, com frequência, a designação de neonaturalista ou neorrealista. Contudo, diferentemente dessa produção, o romance naturalista do século XIX adotou, como princípio, a construção
Alternativas
Respostas
861: C
862: D
863: B
864: D
865: D
866: B
867: D
868: D
869: B
870: A
871: C
872: D
873: E
874: E
875: E
876: C
877: A
878: D
879: C
880: D