Questões de Concurso Comentadas sobre escolas literárias em literatura

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Q3521956 Literatura
"Havia, na Grécia antiga, uma parte central do Peloponeso denominada Arcádia. De relevo montanhoso, essa regido era habitada por pastores e vista como um lugar especial, quase mítico, em que os habitantes associavam o trabalho à poesia, cantando o paraíso rustico em que viviam. No século XVIII, o termo arcádia passou a identificar as academias ou agremiardes de poetas que se reuniam para restaurar o estilo dos poetas clássico-renascentistas, com o objetivo declarado de combater o rebuscamento barroco.”
ABAURRE, Maria Luiza; PONTARA, Marcela. Literatura: tempos, leitores e leituras. São Paulo: Moderna, 2010. 

Qual das opções a seguir associa adequadamente o tema arcádico à sua definição?
Alternativas
Q3450644 Literatura
Considerando o Romantismo brasileiro, que se iniciou em 1836, um professor pede aos alunos que identifiquem características desse período. Analise as proposições abaixo:

I. A primeira geração do romantismo brasileiro é marcada pelo indianismo.
II. O Romantismo no Brasil é conhecido pela objetividade e racionalismo.
III. O Romantismo brasileiro é dividido em três fases, cada uma com suas particularidades.

Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3432369 Literatura

A questão é baseada nos textos 4, 5 e 6.


TEXTO 4


De África, a tua visão incluía basicamente leões e os areais de onde vinham os acorrentados, viemos, vim. O que reduzia, drasticamente, aquela dimensão continental. Mas, que importa o que depois se descobre? Afinal, estamos presos ao nosso tempo, enquanto vamos tecendo, com os saberes possíveis, a nossa eternidade.


Os gemidos devem ter te incomodado profundamente. Convergiam, com certeza, para os de Leopoldina, a tua babá. Ouviste, sem dúvida, que juntos com ela moravam versos trazidos de longe e transmitidos das seivas dos lábios para o veludo escuro do ouvido, como herança. Embora estranhos à dicção dominante - aquela cheirando, principalmente, perfume francês e revolução - afetividades noturnas de uma África mais íntima já te haviam impregnado de histórias a infância.


E, ainda hoje, aquele mesmo fio continua. Só que, agora, também tua poesia a ele está intimamente trançada. E os tons são vários. E de todos os pontos do mundo chegam outros que se associam. E há mesmo os que dialogam contigo. E dizem coisas diversas. Que o tempo ensinou muita coisa. Outras tantas africanias que não propuseste, mas algumas que intuíste. Quando a doença bateu na tua porta, sonhavas com uma epopeia a partir da experiência da República de Palmares, assim como, mais tarde o romancista Lima Barreto projetaria um “Germinal Negro” como assinala Francisco de Assis Barbosa, o que também não redundou em obra. Outros mais tarde se aventurariam, pois a saga afro-brasileira é repleta de dor, mas também de heroísmos e mistérios.


Não foste o poeta para os escravizados, mas foste o poeta sobre os escravizados, como só poderia ser, na tua condição de branco, escrevendo num tempo de profundo desdém dirigido à humanidade dos africanos e afrodescendentes no País. Um tempo em que aprender a ler, para os mais sofridos, era crime ou petulância, passíveis de punição. Escrever então!... Acaso houve algum de teus recitais na senzala ou talvez em algum quilombo? E teria dado certo? Mas, os escravizados tiverem filhos, e seus filhos outros filhos, outros filhos... Por essa via chegaste ao quilombo de dentro do peito. E o brilho genuíno da dor e revolta, passou a se refletir em letra e voz, mais intimamente.


CUTI (Luiz Silva). Castro, ouves a poesia negra? Scripta, p.201- 210, 1997.


TEXTO 5


– Qual é a sua profissão?

– Estudante.

– Estudante?

– Sim, senhor, estudante – repeti com firmeza.

– Qual estudante, qual nada!


A sua surpresa deixara-me atônito. Que havia nisso de extraordinário, de impossível? Se havia tanta gente besta e bronca que o era, porque não o podia ser eu? Donde lhe vinha a admiração duvidosa? Quis-lhe dar uma resposta mas as interrogações a mim mesmo me enleavam. Ele, por sua vez, tomou o meu embaraço como prova de que mentia. Com ar de escarninho perguntou:

– Então você é estudante?

Dessa vez tinha-o compreendido, cheio de ódio, cheio de um santo ódio que nunca mais vi chegar em mim. Era mais uma variante daquelas tolas humilhações que eu já sofrera; era o sentimento geral da minha inferioridade, decretada a priori, que eu adivinhei em sua pergunta. E afirmei então com a voz transtornada:

– Sou, sim, senhor!


BARRETO, Lima. Recordações do Escrivão Isaías Caminha [1909]. In: Prosa seleta. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2001. p.160-161


TEXTO 6


Não somos só nós, minhas amigas, que vemos com terror brilhar por entre as nossas madeixas castanhas, louras ou pretas, o primeiro fio de cabelo branco. As dolorosas apreensões desse momento eram-nos só atribuídas a nós, como se não nascêramos senão para a mocidade e o amor.

O homem envergonhado, e com receio de se confessar vaidoso, sem perceber talvez que a primeira denúncia da velhice tem para nós amarguras mais sutis que a do simples medo de ficarmos mais feias, teve sempre para nossa decepção um sorriso de inclemente ironia...


ALMEIDA, Julia Lopes de. A arte de envelhecer [1906]. In: FAEDRICH, Anna. Escritoras silenciadas: Narcisa Amália, Julia Lopes de Almeida, Albertina Bertha e as adversidades da escrita literária de mulheres. Rio de Janeiro: Macabéa, 2022. p. 78. Adaptado






A literatura brasileira produzida na virada do século XIX para o XX recebeu a designação genérica e imprecisa de pré-modernista. Dentre as diversas manifestações da literatura da época, no contexto das transformações da cidade do Rio de Janeiro, merece atenção a produção de autores que, como Lima Barreto e Julia Lopes de Almeida, representaram a força literária 
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Q3432364 Literatura

A questão é baseada nos textos 1, 2 e 3.


TEXTO 1


Canção do exílio


Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá;

As aves, que aqui gorjeiam,

Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,

Nossas várzeas têm mais flores,

Nossos bosques têm mais vida,

Nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, à noite,

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,

Que tais não encontro eu cá;

Em cismar –sozinho, à noite–

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,

Sem que eu volte para lá;



TEXTO 2


Canto do Regresso à Pátria


Minha terra tem palmares

Onde gorjeia o mar

Os passarinhos daqui

Não cantam como os de lá

Minha terra tem mais rosas

E quase que mais amores

Minha terra tem mais ouro

Minha terra tem mais terra

Ouro terra amor e rosas

Eu quero tudo de lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que eu volte para lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte pra São Paulo

Sem que veja a Rua 15

E o progresso de São Paulo


ANDRADE, Oswald de. Pau-Brasil [1924]. 4 ed. São Paulo: Globo, 2000. p.139



TEXTO 3


Em uma noite dessas, sonha consigo mesmo cindida em duas, aquela que ora se mira, adulta, parecendo prestes a descobrir algo; e outra, muito criança, chorando sentada no chão de uma sala. No sonho, toma a si mesma nos braços, e o contato das suas duas peles faz com que acorde em uma terceira pele, a da vigília, arrepiada de frio. Pela primeira vez em muito tempo, deseja, então, regressar a Belém, rever a avó, conversar com ela sobre aquela difícil infância que vivera e saber por que o apagamento da herança indígena da família da mãe tinha sido necessário e tão eficaz. O porquê da família paterna, embora de pele branca, ter optado por renegar a própria condição de mestiça. Coisas que talvez a avó nem mesmo pudesse dar conta de responder. Reencontrar rastro e rosto era o que faria se fosse possível, mas a morte da mulher que a criara, ciosa e feroz em sua obrigação de afeto, rompera o último laço que a mantivera presa àquela cidade, àquela casa.


VERUNSCHK, Micheliny. O som do rugido da onça. São Paulo: Companhia das Letras, 2021. p. 110

O exílio é tema recorrente na literatura brasileira, contudo, o modo como aparece representado varia segundo um conjunto amplo de fatores, dentre os quais está o contexto histórico-literário. Uma abordagem comparativa dos textos 2 e 3, no que diz respeito à construção literária da experiência do exílio, mostra que as: 
Alternativas
Q3432361 Literatura

A questão é baseada nos textos 1, 2 e 3.


TEXTO 1


Canção do exílio


Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá;

As aves, que aqui gorjeiam,

Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,

Nossas várzeas têm mais flores,

Nossos bosques têm mais vida,

Nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, à noite,

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,

Que tais não encontro eu cá;

Em cismar –sozinho, à noite–

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,

Sem que eu volte para lá;



TEXTO 2


Canto do Regresso à Pátria


Minha terra tem palmares

Onde gorjeia o mar

Os passarinhos daqui

Não cantam como os de lá

Minha terra tem mais rosas

E quase que mais amores

Minha terra tem mais ouro

Minha terra tem mais terra

Ouro terra amor e rosas

Eu quero tudo de lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que eu volte para lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte pra São Paulo

Sem que veja a Rua 15

E o progresso de São Paulo


ANDRADE, Oswald de. Pau-Brasil [1924]. 4 ed. São Paulo: Globo, 2000. p.139



TEXTO 3


Em uma noite dessas, sonha consigo mesmo cindida em duas, aquela que ora se mira, adulta, parecendo prestes a descobrir algo; e outra, muito criança, chorando sentada no chão de uma sala. No sonho, toma a si mesma nos braços, e o contato das suas duas peles faz com que acorde em uma terceira pele, a da vigília, arrepiada de frio. Pela primeira vez em muito tempo, deseja, então, regressar a Belém, rever a avó, conversar com ela sobre aquela difícil infância que vivera e saber por que o apagamento da herança indígena da família da mãe tinha sido necessário e tão eficaz. O porquê da família paterna, embora de pele branca, ter optado por renegar a própria condição de mestiça. Coisas que talvez a avó nem mesmo pudesse dar conta de responder. Reencontrar rastro e rosto era o que faria se fosse possível, mas a morte da mulher que a criara, ciosa e feroz em sua obrigação de afeto, rompera o último laço que a mantivera presa àquela cidade, àquela casa.


VERUNSCHK, Micheliny. O som do rugido da onça. São Paulo: Companhia das Letras, 2021. p. 110

Ao longo da história da literatura brasileira, a “Canção do exílio” (texto 1) foi retomada por diversos poetas, a exemplo de Oswald de Andrade em “Canto do regresso à pátria” (texto 2). Porém, a construção da identidade nacional na perspectiva modernista se diferencia daquela proposta por Gonçalves Dias, como se pode observar no texto 2 quando o poeta destaca
Alternativas
Q3414445 Literatura
É uma característica contrária ao ultrarromantismo, movimento conhecido como Segunda Geração Romântica no Brasil: 
Alternativas
Q3414444 Literatura
Leia estes versos da Canção do Exílio, de Gonçalves Dias, e responda à questão.


Nosso céu tem mais estrelas

Nossas várzeas têm mais flores,

Nossos bosques têm mais vida,

Nossa vida mais amores.
Assinale a alternativa que apresenta o movimento literário ao qual pertence esse poema.
Alternativas
Q3414419 Literatura
Não há relação da Escola com as características em: 
Alternativas
Q3414410 Literatura
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Leia o texto "Canção de Exílio", de José Paulo Paes, e responda o que se pede no comando da questão.


Canção do Exílio

José Paulo Paes (1926-98)


Um dia segui viagem

sem olhar sobre meu ombro.


Não vi terras de passagem

Não vi glórias nem escombros.


Guardei no fundo da mala

Um raminho de alecrim.


Apaguei a luz da sala

Que ainda brilhava por mim.


Fechei a porta da rua

a chave joguei no mar.


Andei tanto nesta rua

que já não sei mais voltar.


(PAES, José Paulo. Prosas Seguidas de Odes Mínimas) 
A característica do Modernismo ausente no poema consta em: 
Alternativas
Q3414152 Literatura

Considerando o período literário Barroco, analise as afirmativas seguintes e marque a alternativa correta.



I- O movimento literário Barroco é uma corrente que surgiu durante o século XVII em alguns países europeus e tornou-se conhecido como Século de Ouro. Tem entre seus representantes Sor Juana Ines de la Cruz, Lope de Veja e Francisco de Quevedo.


II- O Barroco também se define como o estilo do excesso, do suntuoso, que estima o remoto, os mitos e as deduções filosóficas, explorando formas que se deleitam na escuridão e, às vezes, se transformam em desordens.


Ill- O Barroco conheceu uma fecundidade na América Latina e suas formas se aplicam nas formações das igrejas e pinturas.


IV- Sor Juana Ines de la Cruz internou-se como Monja aos dezesseis anos, declarando que o motivo era religioso, mas também considerava que o espaço do convento era esplendido para leitura, meditação e exercício das artes.  

Alternativas
Q3412111 Literatura
Leia o texto a seguir:


Texto I


Leia abaixo um trecho de Caramuru, um importante poema épico de autoria de Santa Rita Durão:


CANTO I

I

De um varão em mil casos agitado,

Que as praias discorrendo do Ocidente,

Descobriu o Recôncavo afamado

Da capital brasílica potente:

Do Filho do Trovão denominado,

Que o peito domar soube à fera gente;

O valor cantarei na adversa sorte,

Pois só conheço herói quem nela é forte.


II

Santo Esplendor, que do grão-Padre manas

Ao seio intacto de uma Virgem bela;

Se da enchente de luzes Soberanas

Tudo dispensas pela Mãe Donzela;

Rompendo as sombras de ilusões humanas,

Tu do grão caso! a pura luz revela

Faze que em ti comece, e em ti conclua

Esta grande Obra, que por fim foi tua.


III

E vós, Príncipe excelso, do Céu dado

Para base imortal do Luso Trono;

Vós, que do Áureo Brasil no Principado

Da Real sucessão sois alto abono:

Enquanto o Império tendes descansado

Sobre o seio da paz com doce sono,

Não queirais de dignar-vos no meu metro

De pôr os olhos, e admiti-lo ao cetro.

Fonte: https://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/caramuru.pdf. Acesso em: 03 fev. 2024. 

 
O poema épico Caramuru conta a história de Diogo Álvares Correia, um náufrago português em sua chegada à Bahia. Na estética literária brasileira, essa obra é tradicionalmente associada
Alternativas
Q3408995 Literatura
A respeito do Parnasianismo, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3400274 Literatura
Macunaíma e Antropofagia apresentam elementos coincidentes dentro de uma mesma postura estética de nacionalismo crítico. Ambos incluem o Brasil numa realidade sul-americana e tropical; filiando-o ao Sol ou à Vei, ambos valorizam o primitivismo e o lazer. O Manifesto Antropófago é, contudo, um texto-programa e Macunaíma tem suas propostas estéticas integradas num todo ficcional. Mário de Andrade, sem estar vinculado à Antropofagia, faz na realidade um crivo crítico na assimilação de elementos, tão diversificados, que se adequariam à literatura e à realidade brasileira.”

(Fonte: LOPEZ, Telê Porto Ancona. Macunaíma: a margem e o texto. São Paulo: HUCITEC, Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo, 1974.)

A qual movimento literário brasileiro são associadas as obras de que tratam o trecho apresentado?
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Q3400266 Literatura
Texto para a questão


   O dia 2 de abril de 1832 já findava quando o HMS (His Majesty’s Ship) Beagle aproximou-se da baía de Guanabara. O comandante britânico Robert FitzRoy (1805-1865) não quis aportar, preferiu esperar o amanhecer. “Permanecemos fundeados a noite passada, pois o capitão determinou que deveríamos ver o porto do Rio e sermos vistos em plena luz do dia. A vista é magnífica”, contou o tripulante Charles Robert Darwin (1809-1882) em carta à irmã Caroline.

  O jovem inglês de 23 anos, convidado a participar da expedição por seu interesse em história natural, ficou fascinado pela paisagem tropical que FitzRoy queria desfrutar na claridade da manhã – e à qual planejava se integrar. O chefe da expedição já sabia o quão impactante poderiam ser os cenários do país então recentemente emancipado de Portugal. Ele havia aportado em Salvador em 1832, primeira parada do Beagle no Brasil após a longa travessia do oceano, onde admirou “cada variação de verde potencializada pelo nascer do Sol e pelas sombras: todo esse charme aumentado por todas as torres das igrejas, pelos conventos e pelas paredes brancas sob as folhas de palmeiras”, como escreveu em sua narrativa da viagem.

   FitzRoy não pretendia guardar esses cenários apenas na memória e nos relatos de viagem. Para integrar a expedição de circum-navegação realizada entre 1831 e 1836, contratou um artista: o experiente viajante e talentoso pintor inglês Augustus Earle (1793-1838). Mas Earle ficou doente durante a passagem do Beagle pelo Uruguai, em 1833. Segundo anotações do diário de Darwin, ele sofria de reumatismo (faleceria cinco anos mais tarde, na Inglaterra, vítima de asma). Em novembro de 1833, o também inglês Conrad Martens (1801-1878) subiria a bordo do Beagle, em substituição a Earle. [...]


(Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/deslumbre-e-horror-no-rio-do-seculo-xix/. Adaptado.)
Observando-se o contexto histórico de que trata o texto, pode-se afirmar que, em termos de literatura brasileira:
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Q3399884 Literatura
Na década de 1950, o Brasil foi palco de um movimento literário conhecido como "geração 45", que teve como principais representantes autores como João Cabral de Melo Neto, Clarice Lispector e Guimarães Rosa. Qual era a principal característica literária desse movimento e qual era o seu objetivo?
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Q3392457 Literatura
Leia a cantiga a seguir.


Assanhei m’ eu muit’ a meu amigo por que mi faz el quanto lhi digo; por que entendo ca mi quer ben assanho me lhi por en
E, se m’ outren faz ond’ ei despeito, a el m’ assanh’ e faço dereito; por que entendo [ca mi quer ben assanho me lhi por en]
E ja m’ el sabe mui ben mha manha, ca sobr’ el deit’ eu toda mha sanha; por que entendo ca mi quer ben [assanho me lhi por en]
Disponível em: https://cipm.fcsh.unl.pt/corpus/texto.jsp?t=d&id=22522. Acesso em: 27 dez. 2023.

As cantigas de amigo, tais como a que é apresentada, fazem parte do Trovadorismo, primeiro estilo literário documentado em língua portuguesa (séculos XII e XIII). Sobre as produções dessa época, assinale a alternativa INCORRETA. 
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Q3392451 Literatura
Leia com atenção a afirmação a seguir.

“A cultura intelectual e artística da Renascença, forjada na Itália desde o século XIV, penetrou na Europa ocidental e central a partir do último quartel do século XV. Por volta de 1500, o classicismo literário por ela engendrado dará o tom nas literaturas italiana, francesa, ibéricas e inglesa, tornando-se, ao lado das artes plásticas, um dos grandes veículos de difusão da mentalidade humanista.”
MERQUIOR, José Guilherme. Os estilos históricos na literatura ocidental. In: PORTELLA, Eduardo et al. Teoria Literária. 2ª ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1976.

Qual dos autores relacionados é o representante mais expoente do Classicismo literário português? 
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Q3392444 Literatura
Observe com atenção as afirmações do texto a seguir.

“Há estreita relação entre os estudos pós-coloniais e o feminismo. Em primeiro lugar, há uma analogia entre patriarcalismo/feminismo e metrópole/colônia ou colonizador/colonizado, ‘Uma mulher da colônia é uma metáfora da mulher como colônia’ [...]. Em segundo lugar, se o homem foi colonizado, a mulher, nas sociedades pós-coloniais, foi duplamente colonizada. Os romances de Jean Rhys, Doris Lessing, Toni Morrison e Margaret Atwood testemunham essa dialética. Na história do Brasil, a mulher sempre foi relegada ao serviço do homem, ao silêncio, à dupla escravidão, à prostituição ou a objeto sexual. Na literatura, muitos são os romances que representam, através de suas personagens femininas, essa situação. Diversos romances de Jorge Amado, por exemplo, retratam essa subjugação da mulher.”
BONICCI, Thomas; ZOLIN, Lúcia Osana (org.). Teoria literária: abordagens históricas e tendências contemporâneas. 3ª ed. rev e amp. Maringá: Eduem, 2009.

Embora tenha representado metaforicamente questões de colonização da mulher em sua obra, Jorge Amado fez parte não da fase colonialista da literatura brasileira, mas da fase já estabelecida como nacionalista. Em qual geração literária Jorge Amado se fez conhecido no Brasil? 
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Q3391262 Literatura
O Dia da Literatura Brasileira é comemorado anualmente em 1º de maio. A data é uma homenagem aos grandes escritores e às suas belíssimas obras, que passam por uma extensa e rica diversidade de escolas literárias, marcando cada período social e intelectual da história do Brasil.
O Dia da Literatura Brasileira é uma homenagem ao aniversário de um dos mais importantes autores da nossa Literatura, José de Alencar.
José de Alencar foi um dos principais escritores brasileiros e uma figura proeminente no movimento literário do:
Alternativas
Q3380561 Literatura
Não é característica dos poemas de Cruz e Sousa, representante do Simbolismo brasileiro:
Alternativas
Respostas
261: D
262: C
263: D
264: A
265: E
266: A
267: D
268: B
269: D
270: B
271: C
272: D
273: D
274: A
275: D
276: D
277: B
278: D
279: E
280: D