Questões de Concurso Sobre linguística

Foram encontradas 1.354 questões

Q4254780 Linguística
Segundo os estudos neurocientíficos de Mechelli et al. (2004), sobre o aprendizado de uma L2 e suas provocações no cérebro, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Um ________ na densidade da massa cinzenta no córtex parietal inferior esquerdo.  
Alternativas
Q4254775 Linguística
Sobre os termos “Língua Estrangeira” (LE) e “Segunda Língua” (L2), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4254582 Linguística

Leia o texto para responder a questão.


Elizabeth Olsen diz que irmãs, as 'gêmeas Olsen', eram forçadas a apoiar entrada no meio artístico


Irmã caçula de Mary-Kate e Ashley Olsen, ex-atrizes mirins que fizeram sucesso nos anos 90, revelou bastidores da família e relação distante


Por redação Marie Claire — de São Paulo (SP) 30/11/2025 15h21




    Elizabeth Olsen (36) deu detalhes surpreendentes sobre a relação com as irmãs, Mary-Kate e Ashley Olsen (39), gêmeas que fizeram sucesso como atrizes mirins nos anos 90, mas desistiram da carreira para focarem na indústria da moda. A irmã caçula, que fez sucesso na franquia de filmes da Marvel como Feiticeira Escarlate, revelou que as gêmeas foram "forçadas" a apoiá-la no cinema e que nunca recebeu nenhum conselho delas.


    "Não recebi nenhum conselho, mas somos uma família que se apoia. Acredito que isso é irrelevante depois de 15 anos de carreira", disse ela em entrevista à revista Times.


    Embora não tenha recebido conselhos, a atriz contou que Mary-Kate e Ashley sempre acompanharam sua jornada: "Elas eram forçadas a assistir todas minhas peças de teatro e ir a todas as minhas apresentações de dança".


    Elizabeth é a caçula de quatro irmãos. Além dela e das gêmeas, os pais, Jarnette e David Olsen, também têm James Trent. Divorciado, o David tem outros dois filhos com a sua atual mulher, McKenzie Olsen. 


    Ícones mirins dos anos 90, as gêmeas Olsen desistiram da carreira após anos de atuação, já que começaram com apenas nove meses de vida. Entre os motivos, Ashley e Mary-Kate estavam cansadas da falta de privacidade e não tinha mais conexão com as artes cênicas. Em 2006, elas fundaram a marca de roupas The Row, que se tornou referência do mercado de luxo. 



Disponível em

https://revistamarieclaire.globo.com/celebridades/noticia/2025/11/elizabeth olsen-diz-que-irmas-as-gemeas-olsen-eram-forcadas-a-apoiar-entrada-no meio-artistico.ghtml 

No trecho "Elizabeth Olsen (36) deu detalhes surpreendentes sobre a relação com as irmãs", a palavra em destaque exerce a função de: 
Alternativas
Q4252885 Linguística
Sobre o processo de aquisição e desenvolvimento do português brasileiro, analise as assertivas a seguir:

I. Ocorre de forma gradativa. II. Ocorre de forma linear. III. Apresenta variantes individuais.

Quais estão INCORRETAS?
Alternativas
Q4252884 Linguística
 Como se chama a sequência consonantal que inicia a sílaba e que pode ser simples, quando formada por uma única consoante, ou complexa/ramificada, quando formada por mais de uma consoante?
Alternativas
Q4252883 Linguística
Como se chama o constituinte silábico que vem depois do onset e é composto pelo núcleo e a coda da sílaba?
Alternativas
Q4250994 Linguística
A aprendizagem da língua inglesa implica a compreensão de que tal língua é estruturada em diversidades culturais, o que aponta para um processo contínuo e ilimitado de interação e de reconstrução. Essa ideia é orientada pelo eixo: 
Alternativas
Q4250087 Linguística
Em relação às hipóteses legais previstas na Lei nº 13.709/2018 (LGPD) que autorizam o tratamento de dados pessoais, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4247857 Linguística
Leia o excerto a seguir.

Ele se aproximou e com a voz cantante de nordestino que a emocionou, perguntou-lhe:
– E se me desculpe, senhorinha, posso convidar a passear?
– Sim, respondeu atabalhoadamente com pressa, antes que ele mudasse de ideia.
– E se me permite, qual é mesmo a sua graça?
– Macabéa.
– Maca
– o quê?
– Béa, foi obrigada a completar.
– Me desculpe mas até parece doença, doença de pele.

LISPECTOR, Clarice. A hora da estrela. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979, p. 53.

Ao trabalhar esse trecho com estudantes do Ensino Médio, um professor de Língua Portuguesa pretende explorar como as escolhas linguísticas contribuem para a construção das personagens.

Dentre as opções a seguir, assinale aquela que atende melhor a esse objetivo. 
Alternativas
Q4247845 Linguística

A língua não é uma nomenclatura, que se opõe a uma realidade pré-categorizada, ela é que classifica a realidade. No léxico, percebe-se, de maneira mais imediata, o fato de que a língua condensa as experiências de um dado povo. 


FIORIN, J. L. Língua, modernidade e tradição. Diversitas, n. 2, 2014.


O trecho enfatiza uma concepção de ensino de Língua Portuguesa segundo a qual o professor, em suas aulas e avaliações, deve valorizar, prioritariamente,

Alternativas
Q4247831 Linguística

Os gêneros do discurso organizam a nossa fala da mesma maneira que a organizam as formas gramaticais (sintáticas). Aprendemos a moldar nossa fala às formas do gênero e, ao ouvir a fala do outro, sabemos de imediato, bem nas primeiras palavras, pressentir-lhe o gênero, adivinhar-lhe o volume (a extensão aproximada do todo discursivo), a dada estrutura composicional, prever-lhe o fim, ou seja, desde o início, somos sensíveis ao todo discursivo que, em seguida, no processo da fala, evidenciará suas diferenciações.


BAKHTIN, M. e VOLOCHINOV, V. N. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 2004.


De acordo com a passagem, a organização da linguagem por meio de gêneros do discurso contribui para um pensamento linguístico  

Alternativas
Q4247248 Linguística
Certain English words have the same spelling but may function as different parts of speech according to their stress pattern. Based on the stressed syllable shown in bold, choose the alternative in which both words are correctly classified.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: AL-CE Prova: IDECAN - 2026 - AL-CE - Técnico Legislativo |
Q4246133 Linguística
Justiça e vingança

        No escritor romano Tácito, nós encontramos a possível origem de uma ideia que seria repetida por muitos pensadores moralistas e pessimistas: Os homens apressam-se mais a retribuir um dano do que um benefício, porque a gratidão é um peso e a vingança, um prazer. Ofensas perdoadas (como em Os Miseráveis, de Victor Hugo) ou causadoras de toda a trama (como na telenovela Avenida Brasil) trazem à tona nosso melhor e nosso pior. Em qualquer enredo, o momento em que a sofrida mocinha, que vinha suportando barbaridades desde o primeiro capítulo da novela, finalmente ergue um olhar de rebeldia e esbofeteia a vilã registra pico máximo de audiência. Sim, da Roma de Tácito à França de La Rochefoucauld, vingar-se é um prazer. Se o deleite puder ser envolvido na sua máscara mais frequente, a justiça, chegamos ao nirvana absoluto das delícias humanas. Buscar justiça é mais edificante do que buscar vingança. Nosso demônio interno adora usar a espada do anjo da justiça. A lei de Talião está nas fibras profundas da nossa existência. A vendeta épica, como no filme argentino O Segredo dos Seus Olhos (Juan Jose Campanella, 2009), é pouco acessível aos mortais como nós. O custo de uma vingança tão extraordinária como a descrita no filme é o uso de todo o tempo de vida. Tal obsessão implica um ódio e uma memória muito especiais. Poucas pessoas querem pagar o preço enorme da vingança total. Quando conseguem, formam a narrativa de O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas.

        Como não somos santos generosos e extraordinários com o poder de perdão do Monsenhor Bienvenu da já citada obra romântica francesa, também não teremos vinganças dignas de enredos comoventes. Quase todos somos medíocres no amor e nos ódios. Restam-nos as pequenas vinganças... Não tendo acesso ao elenco principal, nosso papel coadjuvante tem sido bem elaborado. Nosso dia a dia é tomado por microprazeres do “olho por olho e dente por dente”.

Recordo-me de uma história narrada por uma grande amiga. Casada com um homem muito incisivo (amo eufemismos), descreveu um episódio de vida turística com o consorte. Estando em Nova York, ela presenciou a compra, e como ele pagou in cash. A responsável, zelosa e cumpridora de uma norma superior, pegou cada nota e a examinou com um pudor único. Olhou contra a luz uma a uma, apalpou, passou o dedo exigente sobre as microrranhuras do meio circulante para, enfim, encerrar o ritual da probidade com uma caneta capaz de eliminar as últimas dúvidas.

        O marido em questão, em vez de reclamar imediatamente como estava habituado, assumiu uma posição cordata e silenciosa que trouxe estranheza à esposa, sabedora do seu gênio querelante. Ele sorria. Por que um homem demarcador rígido de espaços sorria diante da desconfiança indireta que lhe era imputada? Obviamente porque já antecipava sua vingança, sua pequena guerrilha de contra-ataque ao ato indigno de pública dúvida sobre sua honestidade.

        A quantidade de fregueses à espera era grande na loja no coração de Manhattan. A fila, como muitos sabem, é um valor superior a Deus e à pátria nos Estados Unidos. Terminado o exame inquisitivo, aprovadas todas as cédulas entregues, a mulher deu a ele algumas pequenas notas de dólar como troco. Ele agradeceu, educado como uma moça pudica do velho Sacré-Coeur, e, de maneira teatral, passou a realizar exames no troco que excediam, largamente, o procedimento da funcionária. Cada nota foi apalpada, cheirada e sentida como se nelas residissem as verdades mais sublimes do Altíssimo. Depois, com o ar tranquilo de um monge do Himalaia, pediu a caneta verificadora e passou dezenas de traços em cada nota, exarando com vagar o veredicto final sobre a reta procedência do valor. Checou as imagens, colocou contra a luz e olhou com ponderação minuciosa.

        Durante o angustiante procedimento, ele ficava elogiando o cuidado da caixa, dizendo que, de fato, nunca se pode confiar, que ela fazia bem, que era assim mesmo que se evitavam fraudes. Falava em voz alta e louvava a atenção extrema do estabelecimento, paralisando uma possível reação dela com profusos elogios. Finda a liturgia da vingança, agradeceu, bradou mais uma vez para toda a loja que a ação dela era exemplar e que ela e todos da fila deveriam continuar fazendo isso, com arengas contra o estelionato insidioso. Retirou-se, sorridente. A ação tivera efeito similar ao já indicado tapa no rosto da vilã no último capítulo. Catarse completa. Vingança, a doce figura de Tácito, estava impetrada!

        Já foi dito que somos bons quando somos bons e somos ainda melhores quando somos maus. Mesmo os mais abnegados professores ocultam pouco um sorriso interno quando o aluno que atenazou sua vida o ano inteiro fica retido no conselho de classe. A mais zelosa das mães que adverte com insistência um filho que leve casaco e recebe um muxoxo em troca talvez exulte internamente quando o birrento reclama que passou muito frio. O castigo é a alma da lei e do sistema da autoridade. Tudo em pais, policiais e professores indica que nossos valorosos conselhos só se tornam importantes quando, ignorados, se transformam em desastres aos que fazem ouvidos de mercador.

        Saramago, no diálogo do barco em O Evangelho Segundo Jesus Cristo, coloca na boca de Deus-Pai que o demônio é fundamental para a obra celestial. Sem o risco da punição, toda regra amorosa ficaria vazia. E se os fumantes morressem com pulmões de crianças no bosque? E se o consumo de gorduras e doces emagrecesse? E se os medíocres triunfassem? Se os adúlteros tivessem prazeres multiplicados e nenhum ônus decorrente do seu gesto infrator? O que seria da virtude sem o inferno ou o colesterol? Para isso existe a vingança, quero dizer, a justiça... Uma semana amorosa para todos nós, incapazes de pequenas ou de grandes maldades.

KARNAL, Leandro. O Coração das Coisas. São Paulo: Contexto, 2019.
Na passagem a seguir, o trecho demarcado indica, no contexto em que se insere, uma modalização que:
“Para isso existe a vingança, quero dizer, a justiça... Uma semana amorosa para todos nós, incapazes de pequenas ou de grandes maldades.” 
Alternativas
Q4242193 Linguística
Reportando-se à língua, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e sinalize a alternativa devida.
( ) A língua não é o único recurso que usamos para nos expressar. A atividade comunicativa pela linguagem para ser perfeita requer que o falante tenha bom desempenho em três domínios do saber, respectivamente: saber elocutivo, saber idiomático e saber expressivo.
( ) O saber elocutivo consiste no saber falar em geral, independentemente da língua em que se manifeste. Equivale em falar em conformidade com: a) os princípios gerais do pensamento; b)o conhecimento das coisas existentes no mundo em que vivemos; c) a interpretação do que uma língua particular (no caso aqui, o Português) deixa em aberto. É exemplo de enunciado que denuncia mau desempenho do saber elocutivo: Chegou ao Rio de Janeiro, capital do Brasil.
( ) O saber idiomático baseia em saber Português, Espanhol, Inglês, isto é, saber uma língua particular. E saber uma língua é expressar-se em conformidade com o saber tradicional de uma comunidade, com sua norma tradicional. Isto significa que temos consciência de que tradicionalmente não se diz em Português: O de Pedro livro é... em vez de O livro é de Pedro.
( ) O saber expressivo resulta em saber elaborar o discurso e o texto conforme as circunstâncias, isto é, levando em conta a situação e a pessoa com quem falamos ou a que nos vai ler. Por exemplo, é inadequado apresentar dessa maneira os pêsames a um colega que perdeu o pai: Meus sentimentos, colega. Só hoje soube que seu pai bateu as botas.
Alternativas
Q4240494 Linguística

Acerca dos conceitos de língua e linguagem e da sua aplicação à LIBRAS, julgue o item a seguir.


A LIBRAS consiste em um sistema linguístico de natureza visual-motora cuja organização gramatical é dependente da língua portuguesa, uma vez que ambas compartilham o mesmo contexto sociolinguístico.

Alternativas
Q4240492 Linguística

Acerca dos conceitos de língua e linguagem e da sua aplicação à LIBRAS, julgue o item a seguir.


O conceito de linguagem abrange a capacidade humana de produzir e interpretar sistemas simbólicos, sendo a LIBRAS, portanto, classificada como uma linguagem no contexto brasileiro.

Alternativas
Q4233046 Linguística
Com o intuito de mensurar as opiniões da população de uma unidade prisional sobre um programa de ressocialização, um pesquisador coleta uma série de relatos escritos. Ao aplicar o método de análise de conteúdo ao material empírico, busca-se identificar os julgamentos emitidos pelos detentos, classificando as palavras e expressões utilizadas em relação ao programa de acordo com a sua direção (favorável ou contrária) e a sua intensidade. Considerando o exposto, é correto afirmar que o pesquisador utilizou qual técnica de análise de Laurence Bardin? 
Alternativas
Q4232956 Linguística
“Seu argumento coloca a língua não como uma habilidade que se desenvolve por meio de estímulo e resposta, punição e recompensa, mas como um módulo da mente humana, geneticamente constituído. Contra o empirismo, que define o cérebro como uma tábula rasa, vazia e desestruturada no que diz respeito aos fatos mentais, o aspecto essencial da crítica deste teórico é que a estrutura do cérebro é determinada a priori pelo código genético. Defendeu o que ele chamou de Gramática Universal”. Assinale a alternativa que aponta a corrente de estudo linguístico acima e seu principal autor.
Alternativas
Q4232955 Linguística
Ferdinand de Saussure (1857-1913) é considerado o pai da linguística por ter sistematizado os estudos linguísticos, principalmente por intermédio da apresentação de uma terminologia que conseguiu explicar os fatos linguísticos de forma precisa e objetiva. Diante disso, pode-se entender como válida a linha de pensamento deste teórico presente em: 
Alternativas
Q4232947 Linguística
Leia o texto abaixo:

Captura_de tela 2026-08-12 143109.png (352×220)

Tirinhas e charges constroem o seu efeito humorístico muitas vezes pela combinação da parte verbal com a parte não verbal e, por isso, mostram-se como modalidades discursivas válidas em sala de aula. Sobre o texto acima, pode-se notar como estratégia de exemplificação linguística:
Alternativas
Respostas
21: A
22: B
23: D
24: B
25: A
26: B
27: C
28: B
29: D
30: B
31: A
32: D
33: C
34: A
35: E
36: E
37: D
38: C
39: D
40: C