Questões de Concurso
Comentadas sobre educação dos surdos em libras
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Ao se fazer referência à identidade dos surdos, referimo-nos aos modos como elas compreendem a si próprias nesse contexto, suas concepções, posturas e comportamentos. Com isso, vemos que a identidade surda é homogênea, pois os surdos se posicionam politicamente em favor dos próprios direitos, além de viverem e valorizarem a própria cultura.
A surdocegueira é caracterizada por uma condição na qual a pessoa pode nascer cega e surda (surdocegueira congênita), ou adquirir as deficiências primeiros anos de vida. As pessoas surdocegas podem ter audição residual e cegueira, ter surdez profunda e baixa visão, ter audição e visão residuais ou serem totalmente surdas e cegas.
A busca por assumir as diferenças e o empoderamento como forma de preservar a identidade da pessoa com deficiência é uma forma de combater a vulnerabilidade criada socialmente, podendo criar ativos que axuliam na superação e administração de situações que as impeçam de progredir.
É necessário pontuar que, na perspectiva conceitual da inclusão escolar, o termo integração consiste em algo com significado diferente da forma como foi utilizado por Paulo Freire em suas abordagens.
Alunos surdos e com deficiência auditiva, por apresentarem maiores dificuldades em realizar anotações, ou até mesmo durante o uso dos dispositivos adicionais, acabam se tornando dependentes do professor intérprete de LIBRAS, que faz essas atividades por eles.
A nomenclatura "Pessoa com Deficiência" não é algo novo, porém, para se compreender sua origem, é preciso revisar diretrizes históricas da legislação nacional e internacional, que acabam conceituando as pessoas com deficiência como "indivíduos de capacidade reduzida", "excepcionais" e tantos outros termos.
O Tadoma, um dos tipos de comunicação utilizados por pessoas surdocegas, acontece por meio de toques realizados nas costas da pessoa surdocega, por exemplo, podendo ser realizado em outras partes sensíveis do corpo também.
As Diretrizes Operacionais da Educação Especial para o Atendimento Educacional Especializado são regulamentadas pelas normas estabelecidas em 2005. Esse tipo de atendimento tem como objetivo promover a formação, a autonomia e a independência do aluno, tanto dentro quanto fora da escola.
Foi somente no final do século XIX e início do século XX que os grupos formados por deficientes de diversas categorias, incluindo os surdos, passaram a participar de forma mais intensa nos movimentos em busca de seu espaço nas camadas sociais.
O ensino de Língua Portuguesa como L2 para surdos requer estratégias específicas (1ª parte). Para ensinar a Língua Portuguesa para surdos, é necessário considerar a visualidade e as particularidades linguísticas da língua de sinais e da Língua Portuguesa escrita (2ª parte). Sendo assim, os surdos se comunicarão com os ouvintes apenas a partir da prática de leitura labial (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
I. Despertar a atenção e a memória visual: é necessário praticar a atenção e a memória visual em detrimento da oral-auditiva, prioritária nas línguas orais.
II. Uma habilidade que pode ser ensinada é o uso da datilologia como forma de comunicar-se mesmo sem dominar todos os sinais necessários.
III. Um método plenamente eficaz é a memorização de listas de palavras/sinais descontextualizados, para que o aluno adquira um vocabulário universal.
Quais estão corretos?