Questões de Concurso
Comentadas sobre abordagens da educação de surdos - oralismo, comunicação total, bilinguismo, bimodalismo e inclusão em libras
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Nesse caso, a referida solicitação encontra amparo no princípio da educação inclusiva segundo o qual
Analise as afirmativas abaixo relacionadas aos apontamentos da autora citada.
1. As crianças surdas precisam experienciar a educação no encontro surdo-surdo, com seus pares, para experimentar a conversa, a brincadeira, a disputa, a negociação das relações e, então, aprender conhecimentos escolares e conhecimentos que transcendem os conteúdos escolares.
2. Crianças surdas podem ir para uma escola de surdos e conviver com crianças ouvintes em outros contextos sociais. Aprender com outros adultos surdos como é viver numa sociedade com pessoas surdas e ouvintes, compreendendo o que é ser uma pessoa surda.
3. Para a Federação Mundial de Surdos, ‘incluir’ envolve dar às pessoas surdas oportunidades de alcançarem seu potencial sem ter que se defrontarem com barreiras sociais, e essas oportunidades se darão sempre por meio de uma educação bilingue.
4. A educação bilíngue se configura como educação regular, na qual a língua de sinais é a primeira língua, a língua de instrução, usada na escola para interação, onde a aprendizagem da Língua Portuguesa acontece a partir de metodologias específicas de ensino de segunda língua para surdos.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A afirmativa apresentada corresponde à qual filosofia da educação de surdos?
Em consonância com o Decreto n.º 5.626/2005, a EBT oferta a disciplina língua portuguesa como língua materna para os surdos oralizados e como segunda língua para os surdos usuários de Libras.
A proposta pedagógica da EBT atende um dos pontos preconizados no Decreto n.º 6.949/2009: a promoção da identidade linguística da comunidade surda.
Na EBT, a acessibilidade linguística se dá por meio de professores bilíngues; quando a disciplina é ofertada por um profissional não proficiente em língua de sinais, o docente é acompanhado por um tradutor e um intérprete de Libras.
A EBT utiliza a Libras como língua de instrução, em respeito à Lei n.o 10.098/2000, que reconhece a Libras como língua oficial da comunidade surda.
A educação linguística precoce ofertada na EBT tem como objetivo garantir a educação bilíngue às crianças surdas, a fim de promover a aquisição da linguagem e o conhecimento de mundo em período propício ao desenvolvimento dessas crianças.
De acordo com o Decreto n.º 7.611/2011, a educação especial deve garantir os serviços de apoio especializado voltado a eliminar as barreiras que possam obstruir o processo de escolarização de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
A EBT é uma unidade escolar regular, especializada e específica, em que a Libras é utilizada como primeira língua (L1) e a língua portuguesa, na modalidade oral, é ofertada como segunda língua.
Entende-se como classe bilíngue aquela constituída por estudantes surdos/deficientes auditivos ou surdos-cegos que se comunicam por meio da Libras. Nessas turmas, a Libras é a língua de instrução.
As principais abordagens de ensino aos estudantes surdos foram: oralismo; gestualismo; comunicação total; bilinguismo; e acessibilidade linguística.
Com o fortalecimento da educação de surdos nos Estados Unidos, Thomas Gallaudet passou a defender o uso do método oralista nas escolas públicas.
1 Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm Acesso em 22/05/2022
2 Disponível em: https://revistas.unilasalle.edu.br/index.php/Educacao/article/view/6614 Acesso em 22/05/2022.
3 Disponível em https://www.facebook.com/surdalidades/photos/a.354534317912494/966689483363638/?type=3&theater. Acesso em 22/05/2022
4 NAKAGAWA, Hugo Eiji Ibanhes. Culturas surdas: o que se vê, o que se ouve. Dissertação de Mestrado em Cultura e Comunicação. Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 26 (FLUL) e a Universidade de Lisboa (UL), 2012 Disponível em https://docplayer.com.br/10240491-Culturas-surdas-o-que-se-ve-oque-se-ouve.htmlAcesso em: 22/05/2022
5 LOPES,M.C. Surdez e educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
6 Decreto Nº 5.626. Regu lamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS , e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diá rio Oficial da União em 22/12/2005.
7 PERLIN, G. T. T. Identidades surdas. In SKLIAR, Carlos (org) A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2005
8 Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/veja-os-premiados-do-oscar-2022/ Acesso em 23/05/2022
1 Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm Acesso em 22/05/2022
2 Disponível em: https://revistas.unilasalle.edu.br/index.php/Educacao/article/view/6614 Acesso em 22/05/2022.
3 Disponível em https://www.facebook.com/surdalidades/photos/a.354534317912494/966689483363638/?type=3&theater. Acesso em 22/05/2022
4 NAKAGAWA, Hugo Eiji Ibanhes. Culturas surdas: o que se vê, o que se ouve. Dissertação de Mestrado em Cultura e Comunicação. Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 26 (FLUL) e a Universidade de Lisboa (UL), 2012 Disponível em https://docplayer.com.br/10240491-Culturas-surdas-o-que-se-ve-oque-se-ouve.htmlAcesso em: 22/05/2022
5 LOPES,M.C. Surdez e educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
6 Decreto Nº 5.626. Regu lamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS , e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diá rio Oficial da União em 22/12/2005.
7 PERLIN, G. T. T. Identidades surdas. In SKLIAR, Carlos (org) A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2005
8 Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/veja-os-premiados-do-oscar-2022/ Acesso em 23/05/2022