Questões de Concurso Sobre história

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Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - História |
Q800607 História

Vivenciando boa parte dos eventos narrados, o historiador marxista Eric Hobsbawm analisa os anos que vão da Primeira Guerra Mundial ao colapso da URSS, afirmando que este foi um período marcado pela “guerra mundial de 31 anos”.

Assinale a alternativa que justifica CORRETAMENTE esse ponto de vista de Eric Hobsbawm:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - História |
Q800606 História
Sobre os mecanismos gerais de funcionamento da economia e da sociedade no Brasil escravista, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - História |
Q800605 História

“Pai taverneiro, filho barão, neto mendicante”.

O ditado popular acima mencionado já era conhecido nos tempos do Brasil escravista. Paradoxalmente, enquanto, por um lado, ilustrava a instabilidade financeira reinante durante a colônia e o império (o que dificultava que uma mesma família mantivesse por gerações o mesmo grau de posses), por outro lado, refletia também os mecanismos gerais de acumulação de capital e de diferenciação social naqueles contextos.

Sobre as características gerais da formação das elites do Brasil escravista, todas as afirmativas abaixo estão incorretas, EXCETO:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - História |
Q800604 História

Considerando as práticas legais pelas quais os escravos indígenas eram obtidos para o trabalho compulsório na América portuguesa, faça a correspondência entre as denominações dessas práticas e suas definições:

I) Resgates

II) Cativeiros

III) Descimentos

( ) Determinavam a posse dos cativos que fossem apresados por meio de “guerra justa”, consentida e determinada por autoridades régias. Aprisionados por esta modalidade, os índios se tornavam escravos por toda a vida.

( ) Referiam-se aos deslocamentos forçados dos índios dos sertões para os aldeamentos próximos a vilas, cidades e portos, onde os nativos eram misturados e enquadrados por autoridades civis e religiosas. A mão de obra obtida desta forma só podia ser utilizada mediante o pagamento de salário, conforme a lei.

( ) Previam a troca de mercadorias por nativos que fossem prisioneiros de outros nativos. Segundo a lei (alvará de 1574), só os indígenas já presos e prontos para serem mortos podiam ser objeto de troca e sua posse seria limitada a dez anos.

A alternativa que mostra a ordem CORRETA da numeração da correspondência é:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - História |
Q800603 História

Imagem associada para resolução da questão

Ao longo dos anos que envolveram o processo de colonização da América portuguesa, os colonizadores submeteram as populações nativas a diversas formas de trabalho, que culminaram no declínio demográfico desses povos. Contudo, em relação à escravidão de origem africana, o mercado de escravos nativos permaneceu reduzido.

Assinale a alternativa CORRETA com relação às condições que dificultavam o trato regular de escravos nativos:

Alternativas
Q800481 História
Texto 15A2HHH
Os livros didáticos são, além de instrumentos para professores, uma proposta curricular. Ao fazer as seleções, os autores dos livros produzem e expressam posicionamentos políticos, ideológicos e pedagógicos, (re)contextualizando discursos oficiais e não oficiais. O caráter ideológico dos livros didáticos foi motivo de ataque por parte de diversos historiadores, principalmente na década de 80 do século passado, durante o processo de redemocratização. Nesse período, acusaram os livros didáticos de reproduzir o discurso dominante do Estado, o que implicava reproduzir também as desigualdades sociais. Muitos autores chegaram a defender a eliminação dos livros didáticos, considerando-os “vilões da história”; já outros defendiam sua permanência, afirmando que os livros expunham os conflitos existentes na sociedade, e que neles coexistiam diferentes, e às vezes contraditórias, concepções de história.

Érika Frazão e Adriana Ralejo. Narrativas do “outro” no currículo de História: uma reflexão a partir de livros didáticos. In: Ana Maria Monteiro (et al.). Pesquisa em Ensino de História. Rio de Janeiro: Mauad X; FAPERJ, 2014, p. 180-1 (com adaptações).

A respeito da produção e do uso dos livros didáticos nas escolas, julgue o item a seguir.

Os livros didáticos são utilizados como instrumentos pedagógicos e como referência de leitura sobre o conhecimento histórico escolar. Ao mesmo tempo, professores e estudantes devem considerar esse material como documento histórico e mercadoria.

Alternativas
Q800466 História
Texto 15A2DDD

Entre 1982 e 1999, além da publicação completa em francês, inglês e árabe, volumes distintos de História Geral da África (HGA) foram publicados em chinês, português, espanhol, japonês, suaíli, peúle, hausa, italiano e fulâni. Em 2007, iniciou-se, oficialmente, a segunda etapa do projeto da HGA, intitulada “O uso pedagógico da História Geral da África”, tendo sido criado para tanto o Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África. O objetivo dessa etapa é ampliar a difusão e a utilização pedagógica dos conhecimentos da HGA. Sua organização resulta de um pedido formal da União Africana, que pretende adotar um currículo comum de história da África para os seus países-membros, com base nas linhas estabelecidas pela HGA. No Brasil, com o apoio do Ministério da Educação, se procedeu, em fins de 2010, à publicação completa dessa obra clássica sobre a história da África, disponível para consulta integral no formato digital. Também foi publicado um trabalho de síntese e atualização desse vasto material. 

Muryatan Barbosa. A construção da perspectiva africana. In: Revista brasileira de história. São Paulo, 2012, v. 32, n.º 64, p. 227 (com adaptações).

Com relação ao assunto abordado no texto 15A2DDD, julgue os item que se segue, a respeito do ensino de história da África.

O maior obstáculo para que docentes utilizem em suas aulas as temáticas africanas consiste na indisponibilidade e no difícil acesso ao material historiográfico sobre o passado africano, como destacado no texto 15A2DDD.

Alternativas
Q800465 História
Texto 15A2DDD

Entre 1982 e 1999, além da publicação completa em francês, inglês e árabe, volumes distintos de História Geral da África (HGA) foram publicados em chinês, português, espanhol, japonês, suaíli, peúle, hausa, italiano e fulâni. Em 2007, iniciou-se, oficialmente, a segunda etapa do projeto da HGA, intitulada “O uso pedagógico da História Geral da África”, tendo sido criado para tanto o Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África. O objetivo dessa etapa é ampliar a difusão e a utilização pedagógica dos conhecimentos da HGA. Sua organização resulta de um pedido formal da União Africana, que pretende adotar um currículo comum de história da África para os seus países-membros, com base nas linhas estabelecidas pela HGA. No Brasil, com o apoio do Ministério da Educação, se procedeu, em fins de 2010, à publicação completa dessa obra clássica sobre a história da África, disponível para consulta integral no formato digital. Também foi publicado um trabalho de síntese e atualização desse vasto material. 

Muryatan Barbosa. A construção da perspectiva africana. In: Revista brasileira de história. São Paulo, 2012, v. 32, n.º 64, p. 227 (com adaptações).

Com relação ao assunto abordado no texto 15A2DDD, julgue os item que se segue, a respeito do ensino de história da África.

Na abordagem da história da África em sala de aula deve-se evitar a idealização, a simplificação ou uma excessiva generalização das experiências históricas e contextos africanos.

Alternativas
Q800464 História
Texto 15A2DDD

Entre 1982 e 1999, além da publicação completa em francês, inglês e árabe, volumes distintos de História Geral da África (HGA) foram publicados em chinês, português, espanhol, japonês, suaíli, peúle, hausa, italiano e fulâni. Em 2007, iniciou-se, oficialmente, a segunda etapa do projeto da HGA, intitulada “O uso pedagógico da História Geral da África”, tendo sido criado para tanto o Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África. O objetivo dessa etapa é ampliar a difusão e a utilização pedagógica dos conhecimentos da HGA. Sua organização resulta de um pedido formal da União Africana, que pretende adotar um currículo comum de história da África para os seus países-membros, com base nas linhas estabelecidas pela HGA. No Brasil, com o apoio do Ministério da Educação, se procedeu, em fins de 2010, à publicação completa dessa obra clássica sobre a história da África, disponível para consulta integral no formato digital. Também foi publicado um trabalho de síntese e atualização desse vasto material. 

Muryatan Barbosa. A construção da perspectiva africana. In: Revista brasileira de história. São Paulo, 2012, v. 32, n.º 64, p. 227 (com adaptações).

Com relação ao assunto abordado no texto 15A2DDD, julgue os item que se segue, a respeito do ensino de história da África.

Apesar das conexões existentes entre a história africana e a história da diáspora africana, os estudos sobre a África, quando abordados em sala de aula, não devem ser utilizados como um instrumento na luta contra o racismo nas Américas ou na Europa, por ser este um assunto relacionado a outros contextos históricos.

Alternativas
Q800463 História
Texto 15A2DDD

Entre 1982 e 1999, além da publicação completa em francês, inglês e árabe, volumes distintos de História Geral da África (HGA) foram publicados em chinês, português, espanhol, japonês, suaíli, peúle, hausa, italiano e fulâni. Em 2007, iniciou-se, oficialmente, a segunda etapa do projeto da HGA, intitulada “O uso pedagógico da História Geral da África”, tendo sido criado para tanto o Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África. O objetivo dessa etapa é ampliar a difusão e a utilização pedagógica dos conhecimentos da HGA. Sua organização resulta de um pedido formal da União Africana, que pretende adotar um currículo comum de história da África para os seus países-membros, com base nas linhas estabelecidas pela HGA. No Brasil, com o apoio do Ministério da Educação, se procedeu, em fins de 2010, à publicação completa dessa obra clássica sobre a história da África, disponível para consulta integral no formato digital. Também foi publicado um trabalho de síntese e atualização desse vasto material. 

Muryatan Barbosa. A construção da perspectiva africana. In: Revista brasileira de história. São Paulo, 2012, v. 32, n.º 64, p. 227 (com adaptações).
Com relação ao assunto abordado no texto 15A2DDD, julgue os item que se segue, a respeito do ensino de história da África. Com a criação do Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África, ficou evidenciado o fato de que o saber histórico científico e o saber histórico escolar possuem características próprias, apesar de estabelecerem um diálogo necessário.
Alternativas
Q800462 História

Texto 15A2CCC


         Ambientado na década de 1960 em Jackson, Mississipi (EUA), o livro A Resposta (tradução do título em inglês de The Help e adaptado para o cinema como Histórias Cruzadas, 2011) é dividido em capítulos narrados sob a perspectiva de personagens distintas. Entre elas estão Aibileen, uma empregada doméstica negra que cuida das crianças de seus patrões brancos, e Skeeter, uma recém-formada jornalista branca e rica, que não concorda com as atitudes das patroas brancas da cidade. Skeeter propõe para Aibileen contar a vida cotidiana de Jackson, a partir da visão das empregadas domésticas negras. Vale dizer que o sul dos Estados Unidos da América tem uma herança histórica marcada pelo conservadorismo político, racial e social. Passados quase cem anos da promulgação da 13. ª Emenda à Constituição Americana — que declarou o fim da escravidão —, ainda se podia notar uma divisão entre a população causada pelo racismo, o que levou à marginalização dos negros. Isso se dava principalmente devido à existência de um sistema de segregação denominado leis Jim Crow, que vigorou no período de 1870 a 1960.


                Bruna Corrêa. Resenha literária: A resposta, de Kathryn Stockett. Internet: (com adaptações).        


Acerca do uso de instrumentos pedagógicos e de recursos audiovisuais e textuais variados em aulas de história, julgue o item a seguir, considerando o contexto abordado no texto 15A2CCC.

Em sala de aula, a análise de obras literárias, diferentemente dos textos dos livros didáticos, não deve ser orientada pela sua construção enquanto documento, discurso ou representação da história, devendo seu uso limitar-se à ilustração daquilo que é exposto pelos docentes.

Alternativas
Q800460 História

Texto 15A2CCC


         Ambientado na década de 1960 em Jackson, Mississipi (EUA), o livro A Resposta (tradução do título em inglês de The Help e adaptado para o cinema como Histórias Cruzadas, 2011) é dividido em capítulos narrados sob a perspectiva de personagens distintas. Entre elas estão Aibileen, uma empregada doméstica negra que cuida das crianças de seus patrões brancos, e Skeeter, uma recém-formada jornalista branca e rica, que não concorda com as atitudes das patroas brancas da cidade. Skeeter propõe para Aibileen contar a vida cotidiana de Jackson, a partir da visão das empregadas domésticas negras. Vale dizer que o sul dos Estados Unidos da América tem uma herança histórica marcada pelo conservadorismo político, racial e social. Passados quase cem anos da promulgação da 13. ª Emenda à Constituição Americana — que declarou o fim da escravidão —, ainda se podia notar uma divisão entre a população causada pelo racismo, o que levou à marginalização dos negros. Isso se dava principalmente devido à existência de um sistema de segregação denominado leis Jim Crow, que vigorou no período de 1870 a 1960.


                Bruna Corrêa. Resenha literária: A resposta, de Kathryn Stockett. Internet: (com adaptações).        


Acerca do uso de instrumentos pedagógicos e de recursos audiovisuais e textuais variados em aulas de história, julgue o item a seguir, considerando o contexto abordado no texto 15A2CCC.

O feminismo negro produziu nas últimas décadas, no Brasil e nos Estados Unidos da América, uma importante crítica sobre o lugar duplamente subalterno das mulheres negras nessas sociedades. Apontando para uma combinação entre os recortes de desigualdade de gênero, social e de raça, intelectuais e ativistas como Angela Davis e Lélia Gonzalez se destacaram nessa crítica.

Alternativas
Q800459 História

Texto 15A2CCC


         Ambientado na década de 1960 em Jackson, Mississipi (EUA), o livro A Resposta (tradução do título em inglês de The Help e adaptado para o cinema como Histórias Cruzadas, 2011) é dividido em capítulos narrados sob a perspectiva de personagens distintas. Entre elas estão Aibileen, uma empregada doméstica negra que cuida das crianças de seus patrões brancos, e Skeeter, uma recém-formada jornalista branca e rica, que não concorda com as atitudes das patroas brancas da cidade. Skeeter propõe para Aibileen contar a vida cotidiana de Jackson, a partir da visão das empregadas domésticas negras. Vale dizer que o sul dos Estados Unidos da América tem uma herança histórica marcada pelo conservadorismo político, racial e social. Passados quase cem anos da promulgação da 13. ª Emenda à Constituição Americana — que declarou o fim da escravidão —, ainda se podia notar uma divisão entre a população causada pelo racismo, o que levou à marginalização dos negros. Isso se dava principalmente devido à existência de um sistema de segregação denominado leis Jim Crow, que vigorou no período de 1870 a 1960.


                Bruna Corrêa. Resenha literária: A resposta, de Kathryn Stockett. Internet: (com adaptações).        


Acerca do uso de instrumentos pedagógicos e de recursos audiovisuais e textuais variados em aulas de história, julgue o item a seguir, considerando o contexto abordado no texto 15A2CCC.

O movimento pelos direitos civis, principalmente nas décadas de 50 e 60 do século passado, protagonizado por ativistas negros, como Martin Luther King Jr., objetivava, entre outras reivindicações, a superação do sistema de opressão racial citado no texto.

Alternativas
Q800452 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

Ao romper com as instituições da República Velha, a Era Vargas, a partir de 1930, dá início ao processo de modernização econômica do país e de consolidação da cidadania, com a prevalência dos direitos civis, políticos e sociais.

Alternativas
Q800451 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

Embora claramente oligárquica, a Primeira República brasileira também se caracterizou pela expansão do sistema educacional público, pela significativa ampliação do número de eleitores e por uma avançada legislação de proteção ao mundo do trabalho.

Alternativas
Q800450 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

Pobre em recursos naturais, como minérios e petróleo, a África do início do século XXI tem participação irrelevante no comércio global, ficando marginalizada dos fluxos econômicos e financeiros mundiais.

Alternativas
Q800449 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

A expansão comercial e marítima europeia dos séculos XV e XVI redundou na conquista de vastas regiões africanas, mas não em vantagens econômicas, devido às amarras das práticas mercantilistas vigentes à época.

Alternativas
Q800448 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

A ação dos mosteiros e dos intelectuais árabes foi fundamental para que, em meio à fragmentação feudal, a herança cultural greco-romana fosse preservada.

Alternativas
Q800447 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

No feudalismo medieval, a terra era o bem econômico fundamental, embora dela não emergissem a força política e a ascendência social de seus detentores, a nobreza.

Alternativas
Q800446 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

A Roma Antiga notabilizou-se pela capacidade de construir um gigantesco império a partir de sua unificação política, algo que os gregos jamais conseguiram produzir, ou seja, um Estado.

Alternativas
Respostas
16601: A
16602: E
16603: B
16604: E
16605: A
16606: C
16607: E
16608: C
16609: E
16610: C
16611: E
16612: C
16613: C
16614: E
16615: E
16616: E
16617: E
16618: C
16619: E
16620: C