Questões de Concurso Sobre história
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I. Grande reserva de capitais oriundos da exploração das colônias na América e na Índia. II. O Estado estava afinado com os interesses do capitalismo inglês, responsável por criar uma legislação favorável aos empreendimentos burgueses. III. O cercamento dos campos, que substituiu a antiga produção agrícola feudal pela criação de ovelhas, e foi responsável pela formação de um mercado fornecedor de matéria-prima têxtil (lã) e de uma parcela da mão de obra fabril. IV. Possuía grandes reservas de carvão mineral, o mais importante combustível dos primeiros tempos da industrialização.
Está correto o que se afirma em
Bota o retrato do velho outra vez Bota no mesmo lugar Bota o retrato do velho outra vez Bota no mesmo lugar
O sorriso do velhinho faz a gente trabalhar
Na letra da marchinha, a reposição do retrato de Getúlio Vargas alude
Na madrugada de 2 de Julho de 1823, a cidade de Salvador amanheceu quase deserta: o exército Português deixou em definitivo a província da Bahia. [...] Os baianos conhecem esta data como sendo a Independência do Brasil na Bahia, que celebra a vitória dos brasileiros na guerra travada na então província da Bahia, por mais de 17 meses (de fevereiro de 1822 a julho de 1823) contra as tropas portuguesas. [...] Sendo assim, com base nos estudos de Luís Henrique Dias Tavares, historiador, professor emérito da Universidade Federal da Bahia (UFBA), o 07 de setembro de 1822 é uma data simbólica, não se tratando da real data da independência do Brasil, até porque um pedaço enorme do país (região Nordeste) ainda não era independente.
(SLAMA, Fernanda. “O 2 de julho. Independência do Brasil na Bahia”. Disponível em: https://www.salvadordabahia.com)
Com base no texto, deve-se afirmar que a data histórica de “2 de julho”
Considere as seguintes afirmações sobre a relação da igreja católica com a escravidão, no sistema colonial implementado pela Coroa portuguesa no Brasil:
I. Era comum que padres e membros do clero se valessem do trabalho de escravizados nas propriedades da Igreja. II. A Igreja Católica condenava a escravidão de qualquer povo, e diversos jesuítas, como André José Antonil, relataram os maus tratos conferidos aos escravizados. III. Os africanos escravizados eram em geral batizados e recebiam nomes cristãos, uma vez que a Igreja defendia que deveriam ser catequizados. IV. A Igreja católica incentivou os matrimônios entre brancos e negros como forma de branquear a população de escravizados, majoritária no período colonial.
Está correto o que se afirma APENAS em
(Cf. EVANS, Richard. Altered Pasts. Counterfactuals in History. Waltham Mass: Brandeis University Press, 2013)
Assim, segundo Richard Evans, as histórias contrafactuais
(Cf. BURKE, Peter. Uma História Social do Conhecimento, de Gutenberg a Diderot. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 2003)
A afirmação mais coerente com as opiniões do historiador Burke sobre o tema é:
(Cf. ALBERTI, Verena. Manual de História Oral. Rio de Janeiro: FGV, 2012)
Melhor contempla o papel dos depoimentos orais na pesquisa historiográfica:
(Cf. BLOCH, Marc. Apologia da História ou o Ofício do Historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001)
Considerando esse relato, selecione a proposição que melhor descreve o ofício do historiador:
I. Apesar de a estabilidade fazer parecer que a sociedade chilena seria capaz de viver mudanças políticas importantes na esfera governamental sem sofrer abalos profundos, a experiência terminou em banho de sangue, com o bombardeio do Palácio La Moneda, ordenado pelo general Augusto Pinochet.
II. Embora naquele contexto o país contasse com índices elevados de inclusão política e social da população, comparados aos de outras nações latino-americanas, sua economia refletia as mazelas e contradições da dependência econômica. O programa da Unidade Popular priorizava emancipar o país da subordinação ao capital estrangeiro.
III. A Unidade Popular apostava no poder da economia para transformar outras esferas da realidade social. Com as mudanças no sistema de propriedade dos meios de produção fundamentais, transferidos ao Estado por meio da Área de Propriedade Social, e maior participação de trabalhadores nos lucros e na gestão das empresas, seria possível aprofundar os canais políticos de participação popular.