Questões de Concurso Comentadas sobre história
Foram encontradas 19.676 questões
Na configuração do “Discurso do Poder”, segundo Decca(1992), assinale a alternativa que apresenta quem teve o seu percurso ocultado e mostra como foi interpretada a etapa histórica anterior a “Revolução de 1930”:
I. História de longa duração;
II. História das mentalidades;
III. História das multidões e das massas.
Indique a opção que representa os conceitos desenvolvidos por tal escola teórica:
I. Escritos, iconográficos, orais, materiais;
II. Arquivo familiar, relacionado com a realidade do aluno;
III. Fotográficos e áudio visuais;
As afirmativas que estão de acordo com a proposição teórica são:
I. É fundamental levar o aluno a perceber as diversas temporalidades no decorrer da História e sua importância nas formas de organizações sociais e de conflitos;
II. Tempo e temporalidade representam um conjunto complexo de vivências humanas, produto cultural forjado pelas necessidades concretas das sociedades historicamente situadas;
III. Importante ressaltar as periodizações dos calendários e das contagens dos tempos como foram sendo historicamente construídos para que o aluno elabore, de forma problematizada, seus próprios pontos de referência como marcos para as explicações de sua própria história de vida, assim como da história dos homens em geral.
É correto o que se afirma em:
I. Orienta-se, pedagogicamente, pelo afastamento do referido gênero literário, pois, o modo com o qual trata assuntos sérios pode causar prejuízo ao rendimento escolar;
II. O limite básico para o aproveitamento do gênero literário exposto, em sua utilização na sala de aula, é a criatividade do professor, e sua capacidade de bem utilizá-los para atingir seus objetivos de ensino;
III. A leitura de obras em quadrinhos demanda um processo complexo de domínio da linguagem escrita, com efeito, da apreensão da história e do contexto tratado, estimulando capacidades cognitivas.
IV. A leitura de obras em quadrinhos demanda um processo complexo de domínio da linguagem escrita, com efeito, da apreensão da história e do contexto tratado, dificultando o processo cognitivo, por isso não devem ser utilizadas as histórias em quadrinhos para no ensino escolar.
É correto o que se afirma em:
A disciplina de História, como componente curricular obrigatório, foi instituída no Brasil em 1837, no Colégio Dom Pedro II, Rio de Janeiro. Os conteúdos abordados no período focavam a formação da civilização ocidental, temas relacionados ao Brasil eram apenas um de seus apêndices. O quadro de professores para a disciplina começa a ser formado um ano depois por membros do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB. Estes vão ensinar História orientados pelo entendimento da História seqüencial e cronológica, além da emergência da construção identitária nacional, caracterizada pelo viés político-romantizada, encabeçado pela função da disciplina em formar moral e civicamente os alunos. De maneira semelhante, após a década de 1930, durante o governo de Getulio Vargas, a disciplina continua tendo função cívica, explorando ainda mais a instrução nacionalista, destacando o desenvolvimento da história ocidental e de estados-nacão, estimulando alunos a decorar datas, fatos e nomes. Nos anos de 1960 a disciplina de História é suprimida do currículo escolar, é fundida com Geografia, passando a ser chamada de Estudos Sociais, mas a temática histórica continua sendo cronológica, ancorada também no desenvolvimento da sociedade ocidental, até o retorno da História como disciplina autônoma em meados de 1990. A observação dessa trajetória histórica da própria disciplina, pode contribuir para refletirmos sobre temáticas e métodos modernos de ensinar História, em que:
A estratégia colonizadora acima mencionada denomina-se
A revolução industrial dos séculos XVIII e XIX iniciou-se com a assimilação do processo produtivo de significativas inovações tecnológicas, como a máquina a vapor e diferentes tipos de máquina de fiar, e com a substituição da lenha pelo carvão como principal fonte de combustível.
A Idade Média, período em que prosperou uma atitude anti-intelectual por parte da igreja católica, corresponde a um período de baixo desenvolvimento técnico devido ao fechamento, na Europa ocidental, das universidades instituídas pelo Império Romano.
As origens mais remotas da filosofia ocidental podem ser localizadas nos debates teológicos ocorridos ao longo dos primeiros anos do estabelecimento da igreja católica, no século I d.C.
A invenção da escrita no Oriente Médio significou importante inovação na história da humanidade e possibilitou a renovação e a ampliação das formas de registro e de comunicação cultural de informações, conhecimentos, técnicas, tradições e memórias
A fragilização da filosofia natural de inspiração aristotélica e a reorientação das ciências naturais na direção de formas empíricas e experimentais de conhecimento constam entre os efeitos da revolução científica do século XVII.
O Renascimento promoveu a revalorização da cultura clássica antiga, cujos desdobramentos marcaram as artes, a literatura, a arquitetura, a historiografia e as ciências na Europa, entre o final da Idade Média e o começo da era moderna.
A crise econômica de 1973 foi deflagrada pela suspensão das exportações de petróleo por países, do Oriente Médio e do norte da África, de maioria muçulmana, como forma de retaliação ao apoio prestado pelos Estados Unidos da América a Israel durante a Guerra do Yom Kippur.
A atuação da Força Expedicionária Brasileira não foi decisiva para a vitória dos Aliados na Segunda Guerra Mundial, visto que o contingente militar brasileiro era relativamente pequeno e o envio de soldados para o combate ocorreu tardiamente.
O ingresso do Brasil na Segunda Guerra Mundial como aliado do Reino Unido, da França e dos Estados Unidos da América na luta contra as autocracias dos países do Eixo representou uma decisão política coerente e consequente com o sistema democrático predominante no país.
O baixo nível de eficiência das economias dos países do bloco socialista no contexto da Guerra Fria explica-se pela adesão da União Soviética ao modelo econômico neoliberal, o que promoveu longos períodos de achatamento salarial, baixo crescimento e pouca inovação tecnológica.
A crise de 1929 foi uma crise econômica deflacionária, gerada pela enorme especulação imobiliária que ocorreu nos Estados Unidos da América e nos países da Europa ocidental no final da Primeira Guerra Mundial