Questões de Concurso Comentadas sobre história
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[Antonia Terra. História e dialogismo. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
A partir do excerto e do artigo, é correto afirmar que
[Adriana Mortara Almeida e Camilo de Mello Vasconcellos. Por que visitar museus. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
De acordo com o fragmento em questão, é correto afirmar que a visita aos museus é
[Elias Thomé Saliba. Experiências e representações sociais: reflexões sobre o uso e o consumo das imagens. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
A partir do excerto, é correto afirmar que o professor em sala de aula deve considerar que
[Ricardo Oriá. Memória e ensino de história. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
Segundo o fragmento citado, é correto afirmar que
Observe o texto.
“Seringueiros: Dediquei todas as energias a essa luta. Precisamos de mais extração desse produto, pois é sobre ele que se encontra a guerra moderna, pois são grandes os equipamentos que necessitam da goma elástica, produzidos sem repouso, colhendo o látex abundante das seringueiras do Vale Amazônico. Nas guerras modernas não fazem parte somente os soldados que estão nos campos de batalha, mas toda a nação: homens e mulheres, velhos e crianças. Vos, desbravadores da Amazônia, sois os mais importantes soldados. Unidos veremos sibilar a bandeira do Brasil”.
(adaptação Jornal O Acre n. 742 de 20.05.43- Rio Branco-Acre.)
Em decorrência do envolvimento do Brasil na II Guerra Mundial em 1942, o governo brasileiro passou a incentivar a população brasileira para se engajar no movimento migratório rumo à região amazônica, que ficou conhecido como:

A imagem mais conhecida do Tio Sam, foi do cartunista James Flagg, o autor do dedo indicador apontando e dos cabelos brancos, nos quase 4 milhões de cópias espalhadas pelo país nasceu no contexto da:
Fonte: Disponível em
https://aventurasnahistoria.uol.com.br/. Acessado em 19
fev. 2019.
Era noite de festa de Reis no Brasil Império e o povo de Belém festejava ao luar. Autoridades portuguesas e famílias poderosas brindavam na noite de gala do Teatro da Providência. Do lado de fora, estava armado o palco de uma guerra anunciada. No dia 6 de janeiro de 1835, aproveitando a distração geral pela data santa, mais de 1.000 guerrilheiros empunhando espingardas, mosquetões, foices, terçados e espadas se escondiam nas matas ao redor da cidade, cortada por igarapés. Moradores de Belém misturavam-se a combatentes vindos do interior. Chegaram à capital no começo do ano e já planejavam o ataque.
Fonte: Disponível em https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem. Acessado em 20 jan 2019. (adaptado)
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