Questões de Concurso Comentadas sobre história
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I. Os espartanos eram o principal grupo social, do qual faziam parte os militares. Esse grupo concentrava o poder econômico, político e religioso. II. Na periferia da pólis, habitavam os periecos, dedicando as atividades rejeitadas pelos espartanos. III. Esparta não passou pelas mesmas transformações econômicas de outras cidades gregas. Foi uma sociedade menos dinâmica, permanecendo com suas características oligárquicas e aristocráticas.
IV. Explorados pelos espartanos, com plenos poderes políticos, os Hilotas eram servos de propriedades.
Quais estão corretas?
( ) Os grupos humanos, paleolíticos, que chegaram na américa abandonaram suas regiões em função das glaciações. ( ) Existe um consenso entre os historiadores e pesquisadores sobre a data aproximada da chegada do homem na América. ( ) Sobre o caminho que percorreram os primeiros grupos humanos, há um consenso que foi pelo Estreito de Bering. ( ) A diversidade, a cultura e as características biológicas reforçam a hipótese de que houve pelo menos duas rotas percorridas pelos primeiros grupos: a do norte, pelo Estreito de Bering, e do sul, pelo oceano pacífico.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Sem dúvida, o livro de Gilberto Freyre, ....(1)..... , é uma das fontes relevantes para se conhecer detalhes da formação histórica do Brasil pois, entre outros temas, trata das características gerais da colonização portuguesa do Brasil, da formação da .....(2).... , do escravismo e da sexualidade da população no período colonial.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas numeradas do texto.
( ) Nos escritos de Heródoto, percebe-se um esforço em distinguir o verdadeiro do falso através da investigação.
( ) Tucídides demonstrava preocupação com a crítica e com a confrontação de diferentes fontes orais e escritas.
( ) Os textos produzidos na Grécia Antiga não apresentam características históricas, pois são fundados em registros orais de teor mítico.
( ) Para Heródoto e Tucídides, a única forma que permitia a redação de textos históricos era a participação nos eventos registrados.
( ) Políbio, no seu escrito Pragmateia, descreveu a sucessão dos regimes políticos para explicar as relações entre gregos e romanos.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Nas últimas décadas, inicialmente na Itália, historiadores como Giovanni Levi e ....(1)...., se interessaram pela especificidade dos fenômenos sociais e contribuíram significativamente para o surgimento de uma forma original de escrever a história social, que tornou-se conhecida como ...(2)... . Numa escala de observação reduzida, a análise desenvolve-se a partir de uma exploração exaustiva das fontes, envolvendo a descrição etnográfica e tendo preocupação com uma narrativa histórica que se diferencia da narrativa literária, pois se relaciona com as fontes.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas numeradas do texto
Ao longo da década de 1990, inúmeros conflitos ocorreram na Península Balcânica, onde outrora existiu a República Federativa da Iugoslávia. Croácia, Eslovênia, Bósnia-Herzegovia e a província do Kosovo, na Sérvia, têm sido o cenário de violentos enfrentamentos, com denúncias de crimes contra a Humanidade. Para todos esses conflitos, contribuiu de maneira decisiva: Em 2008, vinte anos após o lançamento de seu livro "1968: o ano que não terminou", Zuenir Ventura lançou "1968: o que fizemos de nós". Neste livro, o autor pergunta:
"1968 terminou ou não terminou? Que balanço se pode fazer hoje de um ano tão carregado de ambições e de sonhos? O que restou de tantos ideais? Muitos países que viveram a experiência estão tentando avaliar o seu legado... O que foi feito dessa herança?"
VENTURA, Zuenir, 1968: o que fizemos de nós.
São Paulo: Editora Planeta do Brasil. 2008. p. 11 (adaptado)
O ano de 1968 continua sendo lembrado pelas intensas manifestações políticas e culturais que ocorreram em diferentes países e continentes. São acontecimentos marcantes daquele ano:
No início do século XX, o historiador francês Ernest Lavisse assim definia o objetivo do ensino da História para os jovens franceses de sua época.
Ao ensino histórico cabe o dever de fazer amar e de fazer compreender a pátria... O verdadeiro patriotismo é ao mesmo tempo sentimento e a noção de um dever. Ora, todos os sentimentos são suscetíveis de uma cultura e toda nação, de um ensino. A história deve cultivar o sentimento e precisar a noção. (LAVISSE)
(citado por RODRIGUES, André Wagner.
História em perspectiva. Alexa Cultural. 2014. p. 26)
A visão marcadamente patriótica de Lavisse é uma demonstração do sentimento nacionalista que existia na França desde finais do século XIX. Esse nacionalismo agressivo dos franceses, conhecido como revanchismo, fator importante para a eclosão da I Guerra Mundial, nasceu em consequência:
Após o processo de independência, os países da América Latina sentiram de perto a influência dos interesses do capital inglês em suas nascentes e já frágeis economias. Ao longo do século XIX, no entanto, pouco a pouco se fez sentir a hegemonia dos EUA, por meio do seu poder econômico, de pressões políticas e militares.
Essas variadas formas de influência e imposição dos interesses estadunidenses correspondem a diferentes doutrinas que embasaram a ação diplomática e/ou militar do seu governo. O caso da intervenção estadunidense para a construção do Canal do Panamá no início do século XX é um exemplo emblemático da doutrina conhecida como:
Meu querido filho e imperador... Deixar filhos, pátria e amigos, não pode haver maior sacrifício; mas levar a honra ilibada, não pode haver maior glória. Lembre-se sempre de seu pai, ame a sua e a minha pátria, siga os conselhos que lhe derem aqueles que cuidarem de sua educação, e conte que o mundo o há de admirar... Eu me retiro para a Europa... Adeus, meu amado filho, receba a bênção de seu pai que se retira saudoso e sem mais esperanças de o ver. D. Pedro de Alcântara, 12 de abril de 1831
Imperador e Defensor Perpétuo do Brasil, coroado em 1822, D. Pedro I foi levado à abdicação nove anos depois. Diversos fatores contribuíram para essa decisão do Imperador, dentre os quais se pode destacar:
A tabela a seguir apresenta uma estimativa do número de africanos escravizados desembarcados em portos do sudeste do Brasil, principalmente no Rio de Janeiro, entre 1676 e 1800.
Fonte: http://www.slavevoyages.org/assessment/estimates
Acesso em 20 de junho 2018
É possível perceber, na tabela, alterações no padrão de entrada dos africanos no Brasil pelos portos do sudeste, ao longo do século XVIII.
Essas alterações podem ser explicadas:
Localização das universidades criadas na Europa entre os séculos XII e XIV. A criação dessas universidades está relacionada: