Questões de Concurso Comentadas sobre história

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Q1832340 História
Observe o mapa da Europa do ano de 1945 e responda à questão proposta sobre a chamada época da “cortina de ferro”.
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Retirado do site História em suas mãos. http://historiaemsuasmaos.blogspot.com/2013/05/cortina-de-ferro.html, acesso em 25 de novembro de 2018.
O mapa acima faz menção ao termo “cortina de ferro”, criado pelo líder inglês durante a Segunda Guerra Mundial Winston Churchill, que lembrava em 1945 que „de Estatina, no mar Báltico, até Trieste, no mar Adriático, „uma cortina de ferro desceu sob o Continente Europeu‟. O sentido desta “cortina” em 1945 e que pode ser percebido na divisão do mapa Europeu define-se por uma guerra
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Q1832339 História
Leia o trecho abaixo sobre o fascismo italiano e sua internacionalização nos anos de 1930 e responda à questão proposta.
“A partir de um núcleo central mais delimitado – a Itália – jornais, publicações, notícias e diretrizes seguiam para todos os países de imigração italiana do mundo e os militantes fascistas italianos circulavam. Eles estavam presentes de forma individual ou em grupos, formando “sessões” ou células fascistas. Às vezes organizavam-se em reuniões de intelectuais fascistas ou de militantes fascistas. Nascia assim uma identidade fascista italiana internacional, que se contrapunha a antifascista” (Texto adaptado de Bertonha, João Fábio. Fascismo, antifascismo e as comunidades italianas no exterior – guia bibliográfico. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2017, p. 25.).
Se o fascismo tem sua mãe pátria na Itália europeia, o trecho acima deixa claro que suas ramificações por territórios onde a imigração italiana foi grande não podem ser desprezadas. Sobre os mecanismos desta difusão de ideias no exterior e sua chegada na América, é correto afirmar que este movimento fascista no exterior era formado por
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Q1832338 História
Observe a fotografia abaixo e responda à questão proposta sobre a Era Vargas e as novas relações de trabalho no Brasil.
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Carteira de trabalho n° 000001 de Getúlio Dorneles Vargas, de 30 de julho de 1952. (Museu da República Rio de Janeiro) Imagem retirada do site do CPDOC – Fundação Getúlio Vargas. https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas2/artigos/EleVoltou/CidadaniaAnos1950, acesso em 26 de novembro de 2018.
Logo após a dura campanha eleitoral na década de 1950, Getúlio Vargas expôs sua própria carteira de trabalho, acrescentar esta vírgula na qual ele próprio estava inscrito como o trabalhador de número “000001” do Brasil. Esta tática política fazia sentido porque Vargas – desde pelo menos o final do ano de 1937 – exaltava conquistas sociais, as quais tomava para si a exclusividade da autoria, em especial as conquistas no campo
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Q1832337 História
Em outubro de 1930 explodiu uma revolução que levou ao poder um tenente chamado Getúlio Vargas. Os revolucionários de 1930, logo após a tomada do poder político, passaram a se auto denominar de uma “nova república”. Assim a república anterior ganhou o apelido de “velha”. As principais diferenças que os revolucionários demarcaram entre seu presente e o passado da antiga república são a mudança do voto
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Q1832336 História
Observe a moeda de 2 euros em uma edição especial e responda à questão proposta sobre a Primeira Guerra Mundial e sua memória.
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Moeda comemorativa de 2 Euros cunhada pela França com a inscrição “A Bleuet de France, flor da memória dos soldados 1918-2018”. Site do governo da Escandinávia. https://rsmint.com/2018francetwoeurounccoinarmistice.aspx, acesso em 25 de novembro de 2018.
A moeda acima comemora um importante centenário, marcado agora no ano de 2018, o do fim da Primeira Guerra Mundial. A flor azul (ou em francês a “Bleuet de France”) foi usada como símbolo, pois estas flores eram, de fato, as únicas que cresciam nos vários campos de batalha na Europa. Azul (ou centáureo azul) também foi o apelido que os veteranos da WWI (Poilus) deram aos jovens recrutas da classe 15 - aqueles nascidos em 1895. A comemoração do fim desta primeira grande guerra é muito importante. Ela simboliza o colapso de uma política europeia da “civilização” conhecida por
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Q1832332 História
O “abolicionismo”, segundo o Dicionário Houaiss da língua portuguesa, significa “conjunto de princípios e medidas adotados para extinguir a escravidão”. Neste sentido, o abolicionista é aquele que “prega ou defende o abolicionismo”. No Brasil, e em especial entre os anos de 1871 até 1888, houve um forte movimento abolicionista. São características deste movimento 
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Q1832328 História
O pesquisador Luiz Carlos Soares avalia que o poder das invenções e do mecanicismo no processo de nascimento e crescimento da Revolução industrial inglesa na segunda metade do século XVIII foi maior do que quiseram crer os principais autores que escreveram sobre este movimento. Ressalta que, “se a sociedade passou a ser concebida dentro da mesma lógica da “Machina-Mundi” Newtoniana, nada mais natural que este „mecanismo social‟ fosse estendido ao mundo da produção” (SOARES, Luiz Carlos. A Albion revisitada. Ciência, religião, ilustração e comercialização do lazer na Inglaterra do século XVIII. Rio de Janeiro: Sete Letras e FAPERJ, 2007, p. 45).
Sobre esta visão mecânica de mundo e sua relação com a Revolução Industrial, o autor avalia que a fábrica passou a ser um local de aplicabilidade das chamadas “ciências da natureza”. Esta aplicação seria percebida na ideia de que a fábrica seria o local para se utilizar as forças da natureza a serviço do(da)
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Q1832327 História
Segundo José Ramos Tinhorão, estudioso das festas populares no Brasil colonial, nasceu no século XVIII uma “moderna forma de evento público”, os chamados “desfiles sobre rodas de alegorias barrocas”. Este novo formato atingiu alta popularidade em Minas Gerais, onde a chamada “exuberância barroca” ostentava, de forma simbólica e espetacular, “o poder religioso ou real perante os olhos do público”. (Trechos retirados de TINHORÃO, José Ramos. As festas no Brasil Colonial. São Paulo: Editora 34, 2000, p. 105).
Este simbolismo barroco, festivo e moderno no mundo colonial português no Brasil objetivava simbolicamente relacionar e unir dois mundos, a saber o de
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Q1832326 História
Leia o texto abaixo sobre o absolutismo na França moderna e seu final em 1789.
“Maria Antonieta, a filha mais nova da imperatriz Maria Teresa não se caracterizava pelo calor humano (...) De acordo com o lema “Deixa que os outros façam a guerra, tu feliz Áustria, casa-te”, a pequena Maria Antonia Josephe Johana, a quem todos chamavam de Antoinette, viveu luxuosamente com sua família austríaca e mais ainda depois do casamento com o monarca absolutista francês Luís XVI. Bela, caprichosa e atrevida, sua situação mudou em 14 de julho de 1789, quando o povo de Paris assaltou a fortaleza da Bastilha, símbolo do absolutismo monárquico, mas também ponto estratégico de repressão de Luís XVI, pois os seus canhões estavam apontados para os bairros operários. O povo passava fome, e Maria Antonieta tentava convencer o marido a fugir. Neste tempo surgiu uma anedota segundo a qual a rainha teria perguntado ao seu cocheiro durante um passeio por que havia tanta gente na rua em filas, o cocheiro teria respondido que eles esperavam pelo pão, que desaparecera do mercado. Ao que Antonieta interviu dizendo que se não havia pão que o povo comesse brioches...” (Texto adaptado de Helge Hesse. A história do mundo em 50 frases. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2012).
No trecho acima, a anedota – sendo verdadeira ou não – demonstra uma situação real e limítrofe de carência e pobreza que acabou por explodir em uma Revolução que destruiu o sistema absolutista francês em 1789. A imagem da jovem rainha austríaca na corte francesa demonstra bem este limite, que pode ser percebido porque esta rainha simbolizava o(a)
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Q1832325 História
Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão sobre a constituição das relações de poder no mundo do trabalho na sociedade europeia feudal.
“A classe senhorial estava longe de ser homogênea: os nobres não eram todos socialmente iguais, nem podiam explorar o trabalho dos outros da mesma forma. Intricadamente misturadas umas com as outras e confundidas nas mentes de seus contemporâneos, havia, no entanto, três formas distintas de exploração senhorial: o senhorio doméstico, o senhorio da terra e o senhorio dos direitos da exploração da terra. Quanto mais fortes os senhores, mais destes direitos tinham. Todos eles, todavia, baseavam-se na fixação de seus trabalhadores nas suas terras, na exploração de seu trabalho e na implementação de pagamentos de tributos”. (Texto adaptado de Georges Duby. Guerreiros e camponeses nos primórdios do crescimento Europeu. Lisboa: Editorial Estampa, 1980, pp. 190-193).
O mundo senhorial feudal acima descrito – em que pese suas diferenças – é caracterizado por uma relação elementar de poder baseada no trabalho
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Q1822726 História
“Enquanto os elementos de novidade, começo e violência, todos intimamente associados ao nosso conceito de revolução, estão claramente ausentes do significado original da palavra, bem como do seu primeiro emprego metafórico na linguagem política, existe uma outra conotação do termo astronômico que já mencionei brevemente, e que ainda permanece muito forte em nosso próprio uso da palavra. Refiro-me à noção de irresistibilidade, o fato de que o movimento giratório das estrelas segue uma trajetória predeterminada, e é independente de qualquer influência do poder humano. Sabemos, ou acreditamos saber, a data exata em que a palavra revolução foi usada pela primeira vez com uma ênfase exclusiva na irresistibilidade [...]. A data foi a noite do 14 de julho de 1789, em Paris, quando Luís XVI recebeu do duque de La Rochefoucauld-Liancourt a notícia da queda da Bastilha, da libertação de uns poucos prisioneiros e da defecção das tropas reais frente a um ataque popular. O famoso diálogo que se travou entre o rei e seu mensageiro é muito lacônico e revelador. O rei, segundo consta, exclamou: [é uma revolta?]; e Liancourt corrigiu-o: [ Não, senhor, é uma revolução].” ARENDT, Hannah. Da Revolução. São Paulo: Ática; Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1988, pp. 38-9.
Entre os significados comumente atribuídos ao conceito de revolução como novidade, começo e violência, e a noção de irresistibilidade conforme apresentado por Hannah Arendt, podemos entender como correta:
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Q1822725 História
Com relação aos eventos que compõem a segunda grande guerra, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1822724 História
No dia 13 de dezembro de 2018 completaram 50 anos da promulgação do Ato Institucional nº 5 (AI-5). Sobre o Al-5 observe as afirmativas a seguir:
I- O ato institucional era o modo como os governos militares executavam suas ordens sem a necessidade de consultar o congresso nacional, este ato instaurou a censura e possibilitou a perseguição aos opositores. II- Outra proibição do AI-5 é relativa às reuniões públicas, já que no ano de 1968 a oposição ao regime militar tornou-se mais visível devido aos movimentos como a passeata dos cem mil e as produções culturais que questionavam a ditadura. III- O AI-5 é conhecido como um dos motivos para o acirramento dos embates entre o regime militar e a oposição, que por não poder propor atos públicos enveredou-se pela clandestinidade ao optar pela luta armada. IV- A revogação dos atos institucionais aconteceu somente em 1978, quando Ernesto Geisel promulga a emenda constitucional que punha fim no Al-5 e demais atos. Esta emenda entrou em vigor no ano de 1979, que ficou conhecido como o ano da anistia.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q1822723 História
MOREAUX, François-René. A Proclamação da Independência. Petrópolis/R]: único Exemplar, Museu Imperial de Petrópolis. Painel a óleo sobre tela. 244cm x 383 cm, 1844.
Imagem associada para resolução da questão
Ao observar a imagem destacada, vemos uma das primeiras representações da proclamação da independência do Brasil. Diferentemente da obra mais famosa sobre o evento, a de Pedro Américo (1888), esta pintura de Moreaux foi feita pouco mais de duas décadas após a independência do país, e retrata D. Pedro I como uma figura popular. Com base na análise da imagem e nos estudos sobre Independência do Brasil, assinale a alternativa correta.
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Q1822722 História
Quanto ao papel da Igreja Católica na colonização da América, pode ser constatado/a:
Alternativas
Q1822720 História
Leia o excerto: “[...] onde quer que houvesse gregos, aí estava a Grécia.” (FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma.2.ed. São Paulo: Contexto, 2002. P. 9).
Sobre a Grécia antiga é correto afirmar:
Alternativas
Q1822718 História
“Existe um tipo de experiência vital — experiência de tempo e espaço, de si mesmo e dos outros, das possibilidades e perigos da vida — que é compartilhada por homens e mulheres em todo o mundo, hoje. [...] é encontrar-se em um ambiente que promete aventura, poder, alegria, crescimento, autotransformação e transformação das coisas em redor — mas ao mesmo tempo ameaça destruir tudo o que temos, tudo o que sabemos, tudo o que somos.” BERMAN, Marshal. Tudo que é sólido desmancha no ar. São Paulo: Cia das Letras, 1986, p. 15.
Marshal Berman refere-se neste extrato ao conceito:
Alternativas
Q1822716 História
Sobre a Primeira República (1889-1930), assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1822715 História
"Guerra improvável, paz impossível." Esta frase de Raymond Aron ilustra as relações americano- soviéticas de 1945 a 1989, sobre este período é correto afirmar:
Alternativas
Q1822714 História
"Aqui em baixo uns rezam, outros combatem e outros ainda trabalham.” (DE LAON, Adalberão. Carmen ad Rodbertum Regem. In: DUBY, G. "As três ordens: o imaginário do feudalismo". Lisboa: Editora Estampa, 1982. p. 25.)
A afirmação histórica do bispo Adalberão justifica:
Alternativas
Respostas
11821: C
11822: B
11823: B
11824: C
11825: C
11826: C
11827: A
11828: C
11829: B
11830: D
11831: A
11832: B
11833: B
11834: D
11835: C
11836: C
11837: C
11838: B
11839: A
11840: B