Questões de Concurso Comentadas sobre história
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(SILVA, L. C. R., DIAS, R. B. As tecnologias derivadas da matriz africana no Brasil, 2010. Adaptado.)
O processo de escravidão transatlântica não trouxe apenas pessoas para servirem como mão de obra nas colônias da América, mas também tecnologias, cosmovisão, plantas e diversos conhecimentos em fluxos que não foram totalmente interrompidos com o término da escravidão, mas que se mantiveram ativos. Mostrar a presença das tecnologias africanas e afrodescendentes no Brasil implica, dentre outros fatores:
(Bittencourt, 2004, p. 69.)
Procura-se garantir o predomínio das aulas com os alunos trabalhando mais, exigindo-se deles um estudo independente, uma construção de respostas e soluções por meio de um conjunto de operações mentais, um intercâmbio de opiniões, uma cultura de debate, o ordenamento e a apresentação de ideias resultantes do raciocínio lógico pessoal.
(Granville, 2008, p. 127.)
Os fragmentos dos textos anteriormente expostos apresentam recortes sobre maneiras de trabalhar nas aulas de história. Tendo em vista as ideias e o dia a dia da sala de aula, assinale a afirmativa correta.
(História, SÃO PAULO, v. 24, N. 1, P. 41-76, 2005.)
O movimento anteriormente descrito contextualiza-se no período regencial brasileiro; eclodiu na província do Maranhão, entre os anos de 1838 a 1841 e recebeu este nome devido ao apelido de uma das principais lideranças do movimento. Trata-se de:
(LE GOFF, Jacques. O Deus da Idade Média. Conversas com Jean-Luc Pouthier. Tradução de Marcos de Castro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007, p. 17-39.)
Em relação, especificamente, ao processo de cristianização da Europa, é correto afirmar que
(HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008. p. 71 e 73.)
Nos contextos descritos anteriormente, o Imperialismo:
(DE CICCO, Cláudio. Direito: tradição e modernidade. São Paulo: Ícone Editora, 1993.)
O poder monárquico é concebido como um poder ativo, dinâmico, fonte da maior parte das maiores iniciativas; e ele, o Faraó
(Bittencourt, 2004, p. 70.)
A História, enquanto disciplina escolar, integra o conjunto de parâmetros que, ao longo do tempo, foram se constituindo como saberes fundamentais no processo de escolarização em nossa sociedade. Sendo assim, em relação à História e sua ciência é:
(Lampião: processo resgatado revela tocaia para matar delator de pai. Disponível em: uol.com.br.)
O cangaço foi um movimento social ocorrido no Nordeste do Brasil, nos séculos XIX e XX. Eram grupos de nômades armados que viviam em bandos. Os cangaceiros:
(Engels, 2002, p. 125.)
Várias são as explicações para o processo de humanização e as ciências que o discute: a filosofia, a antropologia, a sociologia, a história, a biologia, a psicologia, dentre outras. Para explicar o processo de humanização é necessário entender tal processo como:
(Costa e Silva, 2003.)
A palavra “diáspora” foi originalmente usada no Antigo Testamento para designar a dispersão dos judeus de Israel para o mundo. Recentemente, tem se aplicado o mesmo vocábulo, por analogia à condição judaica, aos movimentos dos povos africanos e afrodescendentes no interior do continente negro ou fora dele. A diáspora traz em si a ideia do deslocamento que:
A arrancada industrial no primeiro governo Vargas foi favorecida por diversos fatores, entre eles:
I – Instituição de impostos interestaduais, além de empréstimos à indústria com juros elevados;
II –internamente, o Estado investiu pesado no desenvolvimento da pecuária, visando suprir as necessidades do mercado brasileiro.
III – A fixação do salário-mínimo em 1940 que, além de amortecer possíveis conflitos entre empregado e empregador, favorecia a acumulação de capital, reduzindo os gastos do empresariado com folha de pagamento.
Sobre as questões históricas relativas às Revolução de 1817 e a Independência, assinale a opção correta acerca das seguintes assertivas:
I- A Revolução (ou Insurreição) Pernambucana de 1817 foi caracterizada pela reação da aristocracia agrária e dos homens livres e pobres à política joanina de cobrança de impostos e tributos para sustentar os gastos da manutenção do governo da Corte no Rio de Janeiro. Em 06 de março de 1837, os revolucionários tomaram o Recife e implantaram um governo provisório que proclamou a República, estabeleceu a igualdade de direitos, a abolição da escravidão e a tolerância religiosa.
II- A Revolução (ou Insurreição) Pernambucana de 1817 acabou sendo violentamente reprimida por ordem de Dom João VI, resultando em enforcamentos e prisões. Como consequência, a Paraíba, que permaneceu fiel a Dom João VI, foi desmembrada de Pernambuco.
III- A Revolução (ou Insurreição) Pernambucana de 1817 se inspirava nos ideais liberais e republicanos que se disseminaram a partir dos exemplos da Revolução Francesa e da Revolução de Independência dos Estados Unidos.
IV- A Revolução (ou Insurreição) Pernambucana de 1817 também foi influenciada pela queda do comércio do algodão e do açúcar e pelo aumento dos preços dos escravos ocorridos durante as guerras napoleônicas.
Observe a imagem.

Vargas e crianças na Quinta da Boa Vista nas comemorações da Semana da Pátria, setembro de 1943. (Arquivo Nacional).
Essa imagem, do auge da Ditadura do Estado Novo (1937 – 1945), demonstra uma das caraterísticas do estilo Vargas de governar, marcado por:
Sob a proteção do IPES, seriam abrigados os grupos femininos responsáveis por organizar as Marchas da Família com Deus pela Liberdade, que precederiam o golpe político, empresarial, civil e militar — a Campanha da Mulher pela Democracia (Camde), no Rio de Janeiro; a União Cívica Feminina de São Paulo; e a Liga da Mulher Democrata (Limde), em Minas Gerais, entre outros.”
Fonte: http://memorialdademocracia.com.br/
Segundo o texto, a criação e a atuação de institutos como o IPES, no âmbito da crise política no governo João Goulart (1961- 1964), que levaram ao golpe político-civil-militar de 1964, tinha como objetivo principal:
‘(...) o Rio de Janeiro, capital de um país que recebeu durante quase três séculos milhões de pretos, não deve ter pretos. (...) O Rio civiliza-se!!”.
Barreto apud Leitão Junior; Anselmo, 2011, p. 448.

As Reformas Urbanas realizadas pelo então prefeito Pereira Passos (1902-1906) geraram muitos impactos urbanos, sociais e econômicos na cidade, destacando-se: