Questões de Concurso Sobre história
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“Os preceitos e os princípios corânicos constituem o fundamento da fé islâmica. [...] O Islã não é somente uma religião, trata-se de um modo de vida completo que abarca todas as esferas da existência humana. O Islã está repleto de conselhos apropriados a todas as circunstâncias da vida: individuais, sociais, materiais e morais, econômicas e políticas, nacionais e internacionais.”
SILVÉRIO, V. R. (Coord.). Síntese da Coleção História Geral da África: Pré-história ao século XVI. Brasília, DF: UNESCO, 2013. Vol. I, p.290.
O Islã é resultado de um processo histórico ocorrido a partir do séc. VII d.C., no período conhecido como a Alta Idade Média. Seu livro sagrado, o Corão, tem ensinamentos de natureza global que visam a guiar os seres humanos em sua relação com Deus e com os outros membros da sociedade humana.
Constitui-se em preceito da fé islâmica
Sobre as lutas e a ascensão da plebe durante a República Romana, afirma-se que
No que diz respeito à organização política da Cidade-Estado de Esparta, afirma-se que
A respeito do estudo e da história dos hebreus, afirma-se, EXCETO que
Sobre a história da Antiga China, afirma-se, EXCETO que
“O clima daí decorrente estendeu-se por muitos anos, após a guerra. Por isso, parte da população de origem alemã manteve-se arredia, retraída, e, de outro lado, continuou sendo encarada com desdém por alguns setores da sociedade brasileira – foi o tempo em que se falava do ‘alemão batata’.”.
GERTZ, 2012, p. 19-20) GERTZ, R. E. O Neonazismo no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2012. p. 19-20.
Sobre as discussões acerca do Nazismo e do Neonazismo no Rio Grande do Sul, realizadas pelo autor, afirma-se que
“Ao tratar do problema da hominização na África, o procedimento do pré-historiador é bastante diferente daquele empregado pelo paleontólogo”.
SILVÉRIO, V. R. (Coord.). Síntese da Coleção História Geral da África: Pré-história ao século XVI. Brasília, DF: UNESCO, 2013. p.95.
A Hominização é um processo evolutivo que ocorreu a partir de um primata desconhecido e impulsionou os seres humanos à transformação física, intelectual e cultural.
Considerando os debates históricos acerca da hominização apresentados pelo autor, afirma-se que
A imprensa foi um veículo de divulgação das ideias republicanas no Brasil, usada para atacar o imperador; os jornais republicanos eram lidos pela elite.
A República teve seu contexto nas lutas regionais identitárias como a Guerra do Paraguai, gerando crises internas no Império.
O processo de implantação da República no Brasil contou com forte apelo popular, principalmente das classes mais baixas.
A Constituição Republicana, datada de 24 de fevereiro de 1891, instaurou a independência dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
A indústria foi uma preocupação menor durante esse período dada a importância da agricultura e da bovinocultura, com foco na produção leiteira.
A República trouxe a implantação do modelo presidencialista norte-americano em detrimento do modelo do parlamentarismo franco-britânico.
O pano de fundo da cena histórica se deu em função do desmantelamento da sociedade feudal, com a falência do absolutismo e a crise do Antigo Regime.
A revolução liberal ocorrida em Portugal chegou ao Brasil por meio dos eventos de insurreição de diversos grupos de elites regionais.
Os eventos internos ocorridos na colônia foram de grande impacto, exigindo um posicionamento do Imperador para garantir a territorialidade.
A legislação colonial apresentava diferentes arranjos em função da classificação estabelecida para cada grupo, legitimando atividades e atitudes a eles destinadas.
As sociedades indígenas aliadas eram aquelas submetidas aos arranjos dos colonizadores e eventualmente dos missionários a que eram vinculadas.
Os índios bravos estavam diretamente relacionados ao conceito de escravização, justificada em função da divisão estabelecida pela estrutura colonial e suas necessidades.
A divisão dos grupos era uma estratégia de gestão de uma cultura diferente, diversificada e que os colonizadores tinham dificuldade em dominar, se configurando como arma de guerra.