Questões de Concurso Comentadas sobre questões internacionais: história do tempo presente em história

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Q2492886 História

As estruturas hierárquicas nas sociedades ao sul do rio Zambeze fundaram-se, inicialmente, no controle do gado. A pecuária foi praticada nas terras altas do Sudeste Africano muitos séculos antes de Cristo, mas não foram estabelecidos laços de continuidade entre as primeiras comunidades de pastores e os povos bantos encontrados pelos árabes e os europeus, que teriam importado o gado do litoral índico. Seja como for, “o que é certo tanto pela arquitetura dos assentamentos quanto pelo conteúdo dos depósitos arqueológicos é a associação entre a propriedade do gado e o status social elevado no seio dessas comunidades”. (OLIVER, 1994: 129.)


Além da criação de gado, uma característica marcante do Zimbabwe é que ficou conhecido 

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Q2482126 História

Julgue o item que se segue.


O nacionalismo busca construir lealdade e obediência à nação, aproveitando elementos como idioma, tradições e história, para garantir a coesão nacional e a formação de um Estado com fronteiras definidas.
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Q2465597 História
Descrever a teoria essencial do anarquismo é um pouco como tentar lutar com Proteu, pois as próprias características da atitude libertária – a rejeição ao dogma, a deliberada fuga a sistemas teóricos rígidos e, acima de tudo, a ênfase que dá à total liberdade de escolha, à primazia do julgamento individual - criam imediatamente a possibilidade de uma imensa variedade de pontos de vista, inconcebíveis num sistema rigorosamente dogmático. Na verdade , o anarquismo é a um só tempo diversificado e inconstante e, à perspectiva histórica, apresenta a aparência, não de um curso d’água cada vez mais forte, correndo em direção ao mar do seu destino (uma imagem que bem poderia ser aplicada ao marxismo), mas de um fio d’água filtrando-se através do sol poroso – formando aqui uma corrente subterrânea, ali um poço turbulento, escorrendo pelas fendas, desaparecendo de vista para surgir onde as rachaduras da estrutura social possam lhe oferecer uma oportunidade de fluir. Como doutrina, muda constantemente, com movimento, cresce e se desintegra, em permanente flutuação, mas jamais se acaba. Existe na Europa desde 1840 ininterruptamente, e, por suas próprias características multiformes, conseguiu sobreviver onde muitos outros movimentos do século anterior, bem mais poderosos, mas com menor capacidade de adaptação, desaparecerem totalmente. (WOODCOCK, George. História das ideias e movimentos anarquistas. Porto Alegre: L&PM, 2002, p 17)
A partir da análise do texto, é correto inferir que
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Q2465591 História
A ideia-força do desenvolvimento nacional aliada à política populista incitava à mobilização das massas, de cujo apoio os dirigentes políticos dependiam para obter êxito no processo eleitoral. O direito de voto, contudo, estava condicionado à alfabetização, o que levou os governantes a organizar programas, campanhas e movimentos de alfabetização de jovens e adultos dirigidos não apenas aos crescentes contingentes urbanos, mas também à população rural. Daí o surgimento de campanhas ministeriais que se estenderam do final da década de 1940 até 1963: Campanha de Educação de Adolescentes e Adultos (CEAA) (1947-1963); Campanha Nacional de Educação Rural (CNER) (1952-1963); Campanha Nacional de Erradicação do Analfabetismo (1958-1963); Mobilização Nacional contra o Analfabetismo (MNCA) (1962-1963). (SAVIANI, Dermeval. História da Ideias Pedagógicas no Brasil. Campinas, SP: Autores Associados, 2008. p. 316)
No contexto político e social da primeira metade dos anos 1960, a mobilização em torno do combate ao analfabetismo ganha um novo sentido com a expressão educação popular. Para analisar o novo significado de educação popular, entendido como educação destinada à conscientização do povo, devemos considerar
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Q2465590 História
Os novos movimentos sociais – de mulheres, ecológicos, de negros etc. ocorreram em toda a América Latina, mas com grandes diferenças em relação aos europeus e norte-americanos. Embora algumas bandeiras tenham sido ‘importadas’, como a dos ecologistas, os movimentos latino-americanos ocorreram em sociedades civis marcadas por tradições de relações clientelistas e autoritárias, por Estados cartoriais e com sistemas jurídicos inoperantes. (GOHN, Teoria dos movimentos sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. São Paulo: Loyola. 2010. p. 229)
Para que possamos analisar os movimentos sociais brasileiros em sua especificidade em relação aos movimentos sociais europeus e norte-americanos vigentes nos anos 1970, devemos considerar que
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Q2465578 História
Como mestre do espetáculo, Trump normaliza, por meio da repetição contínua, suas tentativas incessantes de alimentar o ódio, as divisões raciais e a destruição dos laços sociais – tudo o que é necessário para que a política fascista floresça. Na era Trump, a linha entre a violência letal e a retórica de uma política fascista é perigosamente tênue e, à medida que a memória histórica se desvanece e a alfabetização cívica é menosprezada, a barbárie e a brutalidade ascendem. Abordar criticamente a linguagem de Trump é um ato crucial de resistência política. Sua odiosa retórica demonstra que a educação é central para a política, porque é através da linguagem e de diversas formas de comunicação que o poder se materializa para moldar a consciência, o desejo, a identidade e os valores. (GIROUX, Henry Armand. Educação e lutas pela democracia: escritos contemporâneos sobre o maquinário neoliberal. Rio de Janeiro: UFRJ, 2023. p. 65).
Para a análise do fenômeno político do trumpismo, o autor sugere
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Q2405783 História
[Questão inédita] Leia o texto.

O dia 24 de outubro de 1929 marca o início do que muitos sociólogos consideram a pior crise econômica da história do capitalismo. Nesse dia, a bolsa de valores de Nova Iorque sofreu a maior baixa de sua história e, devido à centralidade dos Estados Unidos na economia mundial, a crise se espalhou para diversos países.

Entre os fatores causadores da crise destacam-se:
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Q2372844 História
A globalização poderia ser melhor conceituada se os sociólogos, em vez de darem uma importância indevida à ideia de sociedade, no que ela significa um sistema limitado, a substituíssem por um ponto de partida que se concentrasse em analisar como a vida social é ordenada através do tempo e do espaço na problemática do distanciamento tempo-espaço. Assim, a estrutura conceitual do distanciamento tempo-espaço dirige nossa atenção às complexas relações entre envolvimentos locais e interação à distância. O nível de distanciamento tempo-espaço na era moderna é muito maior do que em qualquer outro período precedente, e as relações entre formas sociais e eventos locais e distantes se tornam correspondentemente ‘alongadas’. A globalização se refere essencialmente a este processo de alongamento, na medida em que as modalidades de conexão entre diferentes regiões ou contextos sociais se enredam através da superfície da Terra como um todo.

(GIDDENS, Anthony. 1991.)

Embora o termo globalização não possa ser considerado por alguns ainda como um conceito preciso, podemos afirmar que: 
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Q2357271 História
Analise as informações a seguir:
I. Resistência é o nome dos grupos civis que lutaram contra os nazifascistas durante a Segunda Guerra Mundial. Esses grupos surgiram por toda a Europa e eram formados por operários, membros da aristocracia, do exército, da administração pública, eclesiásticos e intelectuais.
II. Na Alemanha, o líder da Resistência era o general Charles de Gaulle, que estava exilado na Inglaterra. De lá, ele enviava instruções a seus compatriotas da Resistência por intermédio da rádio BBC de Londres.
 Marque a alternativa CORRETA:
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Q2353152 História
O marxismo é uma teoria socioeconômica e política baseada nos escritos de Karl Marx e Friedrich Engels. Surgiu no século XIX e teve um impacto significativo na compreensão da história, da sociedade e da economia. Com base nisso, é correto afirmar que:
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Q2346002 História
Primavera Árabe é a forma como ficou conhecido o conjunto de protestos realizados em países árabes do Norte da África e do Oriente Médio a partir de dezembro de 2010 contra regimes autoritários e por melhorias na qualidade de vida da população.
(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/primavera-Arabe.htm. Acesso em: 07/10/2023.) 

A respeito da Primavera Árabe, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(    ) Foi um conjunto de manifestações populares que aconteceram nos países de língua árabe do Norte da África e do Oriente Médio a partir de 2010.
(    ) Governos autoritários, truculência policial, desemprego e outras consequências da crise econômica de 2008 estão entre as principais causas da Primavera Árabe.
(     ) As principais reivindicações dos protestos eram o fim das monarquias e o estabelecimento de uma teocracia, a reforma política, em alguns casos, e a melhoria na qualidade de vida da população.
(    ) As redes sociais desempenharam um papel diminuto no compartilhamento de informações e na organização dos protestos, em virtude das restrições à liberdade de expressão.
(    ) A repressão aos protestos e os conflitos gerados a partir de então também resultaram em uma guerra civil na Síria, que perdura até o presente.
(     ) Trouxe consigo várias consequências, como mortos e feridos pela repressão, além de refugiados, crises políticas e conflitos internos, incluindo guerras civis.

A sequência está correta em 
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Q3734851 História

Sobre os países africanos e asiáticos que obtiveram suas independências após a Segunda Guerra, o historiador Eric Hobsbawm afirmou...


“[...] todos eram pobres (comparados com o mundo desenvolvido), todos eram dependentes, todos tinham governos que queriam "desenvolver", e nenhum acreditava, no mundo pós-Grande Depressão e Segunda Guerra Mundial, no mercado mundial capitalista [...] quando a grade de ferro da Guerra Fria se abateu sobre o globo, todos que tinham alguma liberdade de ação queriam evitar juntar-se a qualquer um dos dois sistemas de aliança, isto é, queriam manter-se fora da Terceira Guerra Mundial que todos temiam.”



“Os dois sistemas de aliança” a que se refere o trecho anterior, são respectivamente: 

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Q3684451 História
Em 1994, Ruanda foi palco de um dos genocídios mais brutais da história recente. O genocídio de Ruanda resultou na morte de centenas de milhares de pessoas em um período relativamente curto. Sobre as causas e outros aspectos desse genocídio, julgue as seguintes afirmativas:
I. Ruanda é um país localizado na África Central e possui uma população majoritariamente composta por dois grupos étnicos, os hutus e os tutsis.
II. Durante o período colonial, a administração belga agravou as tensões étnicas em Ruanda ao introduzir políticas que favoreceram os tutsis em detrimento dos hutus, exacerbando as divisões na sociedade ruandesa. Os colonizadores belgas justificaram essas políticas com base em crenças de superioridade étnica.
III. O assassinato do presidente hutu Juvénal Habyarimana em 1994 desencadeou o genocídio, com extremistas hutus acusando os tutsis de serem responsáveis pelo ataque que resultou em sua morte.
IV. Em abril de 1994, o presidente ruandês Juvénal Habyarimana (um hutu) foi morto num atentado contra o avião em que viajava. Logo no dia seguinte, o genocídio começou. Sem apresentar provas, as lideranças hútus acusaram os tútsis pelo assassinato do presidente e conclamaram a população a iniciar a matança.
V. Após o genocídio, a comunidade internacional respondeu prontamente, enviando tropas de paz que conseguiram interromper a violência em poucos dias.
Dentre as afirmativas:
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Q3672906 História
O Protocolo de Palermo foi elaborado em 2000 pelas Nações Unidas e foi adotado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em novembro de 2000 entrando em vigor em dezembro de 2003. Como base nas informações acima e em seus conhecimentos prévios, indique o que é o Protocolo de Palermo?  
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Q3637163 História

Leia o trecho destacado e responda o que se segue.


“Há, portanto, algumas convergências que permitem considerar que as catástrofes do século XX, e em particular o segundo conflito mundial, inauguraram com uma nova contemporaneidade, não marcada pelo otimismo, como acreditaram aqueles que fizeram do ano de 1945, nos anos 1960, o ponto de partida de um novo mundo cheio de promessas – Europa, crescimento, paz -, mas pelo pessimismo, um espírito do tempo que privilegia, no plano da memória coletiva, os momentos mais mortíferos do passado próximo, aqueles que tem mais dificuldade de “passar”.”



ROUSSO, Henry. A última catástrofe. Rio de Janeiro: FGV, 2016. p. 27.



O trecho em destaque foi retirado de um livro inserido no debate historiográfico da História do Tempo Presente, abordando debates relacionados à História, memória e contemporaneidade. No que diz respeito aos estudos relacionados à História do Tempo Presente, assinale a alternativa incorreta:

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Q3552017 História

Analise as afirmativas abaixo sobre a perspectiva historiográfica denominada História Global.



1. Surgiu no fim do século XIX, impulsionada pelas críticas dos meios acadêmicos contra as denominadas histórias marxistas e culturalistas, dominantes na historiografia da época.


2. Trata-se de uma área de estudos centrada na análise de fenômenos, eventos e processos históricos inseridos em contextos globais.


3. No seu desenvolvimento foram relevantes as produções historiográficas da França, Inglaterra e Estados Unidos, que permitiram sua consolidação na década de 1990.


4. As críticas mais contundentes aos estudiosos que seguem os pressupostos da história global referem-se ao processo de elitização da historiografia, produzida nos redutos acadêmicos e com base em métodos quantitativos.


5. São priorizadas as investigações sobre os processos de conexão e interação apresentadas pela comunidade humana, na perspectiva de que as histórias nacionais ou regionais estão conectadas.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

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Q2431276 História

As ideologias políticas sempre impulsionaram grupos sociais a lutarem por perspectivas individuais e coletivas. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta um grupo ideológico histórico, extremante radical, que lutava para derrubar o Estado usando a força armada, pois, na visão do grupo, seria possível uma vivência natural do homem sem a presença do Estado.

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Q2344312 História
O que aconteceu no ‘genocídio esquecido’ da Alemanha na Namíbia, reconhecido após mais de um século? Não vai ser fácil curar as feridas profundas e antigas deixadas pela Alemanha na Namíbia, após o que agora é reconhecido como um genocídio perpetrado por forças coloniais.
29 maio 2021 Autor: Tim Whewell*/BBC News, Namibia

Na sexta-feira (28), após mais de 100 anos, Berlim reconheceu oficialmente as atrocidades que cometeu durante a ocupação colonial da Namíbia e ofereceu ao país africano uma quantia em dinheiro como compensação.
Mas como se compensa a destruição de uma sociedade inteira? Que preço colocar?
A Alemanha concordou em pagar mais de 1 bilhão de dólares.
“À luz da responsabilidade histórica e moral da Alemanha, pediremos desculpas à Namíbia e aos descendentes das vítimas”, disse o ministro das Relações Exteriores, Heiko Maas, na sexta-feira.
O governante alemão acrescentou que seu país, em um "gesto de reconhecimento do imenso sofrimento infligido às vítimas", apoiará o desenvolvimento da nação africana através de um programa que vai custar mais de 1,3 bilhões de dólares.

A quantia será paga em 30 anos e investida em infraestrutura, assistência médica e programas de treinamento que beneficiam comunidades afetadas. 
Mas alguns líderes namibianos até agora se recusaram a apoiar o acordo, informou o jornal local New Era.
Na Namíbia, descendentes de vítimas e colonos debateram ferozmente sobre o valor financeiro associado ao genocídio. 
Extraído: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-57292909 

O caso noticiado exemplifica práticas cada vez mais recorrentes das relações entre nações europeias e suas ex-colônias africanas. O conceito que melhor interpreta este fenômeno contemporâneo é

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Q2344296 História
Elizabeth 2ª: a memória do passado colonial que gera críticas ao legado da rainha Elizabeth 2ª na África
A morte da rainha Elizabeth 2ª gerou uma onda de pesar e de homenagens tocantes por parte de líderes mundiais e também do público em geral.

Muitos nas antigas colônias britânicas saudaram abertamente a memória da rainha, enquanto outros compartilharam fotos da monarca durante visitas aos seus respectivos países.
Mas a admiração não é unânime. Para alguns, sua morte reacendeu memórias da muitas vezes sangrenta história colonial britânica - atrocidades contra populações indígenas, roubo de estátuas e artefatos de nações do oeste da África, ouro e diamantes da África do Sul e da Índia, escravidão e opressão.
Enquanto o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, descreveu a rainha como uma figura pública extraordinária que deveria ser lembrada com carinho por muitos ao redor do mundo, o opositor partido Combatentes pela Liberdade Econômica (EFF, na sigla em inglês) disse que não estaria entre aqueles lamentando a morte.
“Durante seus 70 anos de reinado como rainha, ela nunca reconheceu crimes que o Reino Unido e sua família perpetraram pelo mundo, e era na verdade uma porta-bandeira orgulhosa dessas atrocidades", disse o partido, o terceiro maior do país, em um comunicado. "Para nós, sua morte é uma lembrança de um período muito trágico neste país e na história da África”, diz o comunicado. Nas redes sociais, as críticas foram muito além. 
Artigo de Nomsa Maseko https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62871616

A partir da leitura do artigo jornalístico, podemos afirmar que o caso noticiado é representativo
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Q2335306 História
Ao longo do primeiro semestre do ano de 2011, os países do Norte do continente africano, protagonizados pelas revoltas populares contra os regimes autoritários que dirigiam seus países, viveram a chamada “Primavera Árabe”, ilustrada na imagem a seguir.

Imagem associada para resolução da questão



Manifestantes tomam as ruas do Egito contra o ditador Mubarak, em 2011. (Extraído em 22/09/23 de https://www.brasildefato.com.br/2021/02/24/da-euforiaa-realidade-os-descaminhos-da-primavera-arabe-dez-anos-depois)


Para uma melhor interpretação da Primavera Árabe, acerca dos fatores geradores dessas revoltas, deve-se considerar e apreender que: 
Alternativas
Respostas
61: D
62: C
63: A
64: E
65: D
66: D
67: B
68: C
69: B
70: A
71: A
72: C
73: E
74: A
75: C
76: C
77: D
78: C
79: D
80: D